quinta-feira, 29 de abril de 2010

Los piratas vuelven a Turquía


De Luis Ayllón

La Conferencia Internacional sobre Somalia y la proliferación de las actividades de piratería que España se había propuesto celebrar durante su semestre de presidencia de la Unión Europea tendrá lugar finalmente en Estambul. Así lo ha anunciado el secretario de Estado de Asuntos Exteriores, Ángel Lossada. Al parecer, Turquía, que es uno de los países que viene sufriendo los ataques de los piratas en el Golfo de Adén se ofreció para acoger la reunión, que se celebrará bajo los auspicios de Naciones Unidas y tendrá lugar previsiblemente en torno al 20 y 21 de mayo. Por ahora, no se sabe a qué nivel se harán las reuniones, aunque todo apunta a que quedarán al de ministros.

Al Gobierno español le pareció estupendo el ofrecimiento de Turquía. Después de todo, los turcos han tenido una gran experiencia en piratería durante siglos, en el Mediterráneo y en otros mares, aunque ahora estén más ocupados en acabar con los nuevos piratas somalíes, lo mismo que otros muchos países, entre ellos España., que, como es sabido participa en la Operación Atalanta.

Pero seguramente habrá influido más en la opción por Estambul el hecho de que José Luis Rodríguez Zapatero tiene una excelente relación con el primer ministro turco, Recep Tayip Erdogan, con quien patrocina la Alianza de Civilizaciones. A ver si con esta iniciativa para frenar el aumento de la piratería tiene un poco más de suerte que con su etérea Alianza, que, por cierto, se dispone a celebrar un nuevo Foro –el tercero- esta vez en Río de Janeiro, que no es mal sitio.

Fonte: www.abc.es/blogs/ (28/04/2010)

Navios sequestrados chegam ao litoral da Somália


De Agencia EFE
Bruxelas, 28 abr (EFE).- Uma embarcação de bandeira panamenha e três pesqueiros tailandeses que foram sequestrados por piratas chegaram ao litoral da Somália, informam responsáveis da operação da União Europeia contra os atos de pirataria no golfo de Áden (Navfor Atalanta).

A embarcação de bandeira panamenha "Voc Daisy", com 21 tripulantes filipinos a bordo, foi sequestrado na manhã de 21 de abril no golfo de Áden, a 190 milhas náuticas ao sudeste do porto de Salalah, assinalou Atalanta.

Por sua vez, os três navios pesqueiros tailandeses, com um total de 77 tripulantes dessa mesma nacionalidade a bordo, foram sequestrados em 18 de abril.

A missão europeia lembrou que este sequestro foi o ataque pirata mais distante registrado desde que a missão iniciou em dezembro de 2008.

Os principais objetivos da Atalanta consistem em escoltar navios mercantes do Programa Mundial de Alimentos que transportam comida e protegem os navios vulneráveis no golfo de Áden e no oceano Índico, assim como deter e dissuadir ações de pirataria.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (28/04/2010)

Resolução pede legislação contra pagamento de resgates a piratas somalis

A Assembleia parlamentar do Conselho Europeu aprovou hoje uma resolução que pede "o estabelecimento de políticas e uma legislação clara contra o pagamento de resgates" aos piratas que atuam especialmente no litoral da Somália.

Os 47 países-membros do órgão europeu pedem que a lei seja respeitada tanto pelos atores privados quanto pelas autoridades do Estado.

A resolução, aprovada por 64 votos a favor, dois contra e uma abstenção, também solicita que seja averiguado se os resgates "servem para financiar grupos extremistas ou terroristas" e, se for assim, que sejam tomadas todas as medidas para combatê-los.

O texto pede que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), a União Europeia (UE) e os países afetados renovem e intensifiquem suas operações de luta contra a pirataria e encoraja os Estados a reforçarem sua segurança naval nas zonas com risco de pirataria, o que já foi feito por 45 países.

Além disso, propõe a introdução de disposições jurídicas para autorizar a detenção, a transferência e o início de procedimentos judiciais contra os supostos piratas capturados em águas somalis.

A legisladora turca Birgen Keles assegurou que a média dos resgates oscila entre US$ 1 milhão e US$ 3 milhões.

Isto faz com que a pirataria seja "uma atividade muito lucrativa para os senhores da guerra", segundo ela.

O legislador sueco Björn Von Sydow assegurou que é "um negócio que alimenta aldeias inteiras".

Além disso, alertou sobre o aumento dos atos de pirataria, que em 2009 chegaram a 406 ataques ou tentativas (217 deles no litoral somali), frente aos 239 em 2006.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/noticias (28/04/2010)

Marinha espanhola captura oito presumíveis piratas somalis


Foto: Joint Command Lisbon / Flickr

Por Nuno de Noronha, em Madrid - lcc07104@letras.up.pt

As manobras desenvolvidas no âmbito da operação europeia "Atalanta" conduziram à detenção de oito suspeitos de pirataria e à apreensão de diverso material bélico, no domingo, ao largo da costa da Somália.

É mais uma das operações bem sucedidas da Força Naval Europeia para a Somália (EUNAVFOR). Ontem, domingo, a fragata "Victoria", da Armada espanhola, apreendeu várias armas e equipamento susceptível de utilização em actos de pirataria.

As operações de defesa e protecção do Oceano Índico, que implicaram o abate de um navio baleeiro, conduziram ainda à detenção de oito alegados piratas somalis. Segundo informa o Ministério de Defesa de Espanha, num comunicado de imprensa, os oito suspeitos capturados foram transportados para a Somália, pela marinha espanhola, que tem vindo a desencadear várias operações no âmbito da missão "Atalanta", da EUNAVFOR.

Centenas de piratas já foram interceptados no Índico, mas os ataques e sequestros continuam a suceder, sobretudo, no Golfo de Áden e ao largo da Somália.

Conselho de Ministros prevê alargamento do prazo da missão "Atalanta"
Durante uma reunião do Conselho de Assuntos Exteriores da União Europeia, ontem, no Luxemburgo, presidida pela Alta Representante dos Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Catherine Ashton, os ministros da Defesa europeus mostraram interesse em dilatar a duração da operação militar para além de 2010.

A ministra espanhola encarregue da pasta da Defesa, Carme Chacón, destacou, durante o encontro, os resultados da operação da União Europeia (UE) contra a pirataria nas águas do Índico. A missão que visa a prevenção e repressão contra actos de pirataria na costa somali, iniciada em 8 de Dezembro de 2009, já levou à apreensão de diverso material utilizado em acções de pirataria e à captura de centenas de piratas.

Só desde Março de 2010, as acções de vigilância e controlo dos portos somalis permitiram desarticular 21 organizações constituídas por 250 piratas e destruir mais de 30 barcos e 11 embarcações de apoio ao exercício da pirataria marítima.

Esta actividade criminosa é vista, na Somália, como uma forma rápida e eficaz de ganhar dinheiro. Os piratas pedem resgates milionários, muitas vezes pagos por empresas que preferem recuperar os seus trabalhadores e reaver os seus produtos de uma forma unilateral, do que esperar pela intervenção policial.

Os piratas somalis são os mais activos
Tal como indica um relatório emitido pelo Gabinete Internacional Marítimo (IMB), 35 dos 67 incidentes registados no primeiro quadrimestre, nas águas do planeta, foram perpetrados por criminosos procedentes da Somália. Pelo menos 194 tripulantes foram sequestrados e 12 ficaram feridos.

No mesmo período do ano passado, já tinham ocorrido 102 ataques. O IMB explica que a presença continuada de navios-patrulha ao longo do Golfo de Áden e nas águas da África Oriental tem contribuído para uma redução significativa do número de episódios violentos na região.

Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/ (25/04/2010)

EUA indicia 11 piratas por ataque a navios na África

Uma corte da Virgínia, nos Estados Unidos, indiciou ontem onze supostos piratas por ataques contra duas embarcações da Marinha americana, na costa da África. O indiciamento foi revelado uma hora depois dos suspeitos chegarem à corte federal de Norfolk, sob forte segurança. Um dos piratas acusados tinha uma bandagem na cabeça e outro foi carregado para dentro do prédio.

Além de pirataria, os 11 piratas são acusados de ataque contra uma embarcação da Marinha, ataque com arma perigosa e uso de arma de fogo durante um crime de violência. A identidade e nacionalidade dos suspeitos não foi revelada, mas a Somália, país que não tem governo efetivo desde 1991, é considerada o maior reduto dos piratas - que veem nos resgates milionários pagos pelas empresas donas das embarcações um caminho alternativo à pobreza endêmica.

Cinco dos suspeitos foram capturados em 31 de março passado, depois que a fragata USS Nicholas trocou fogo com uma suposta embarcação pirata no oeste das ilhas Seychelles, afundando uma lancha e confiscando a nave-mãe. Os outros seis foram capturados depois de terem aberto fogo contra o navio anfíbio USS Ashland, em 10 de abril passado, a cerca de 612km de Djibouti, pequena nação vizinha ao Iêmen.

A transferência do caso para uma corte nos Estados Unidos ocorre em meio a discussões sobre a criação de uma corte internacional especial para casos de pirataria - o que algumas nações ainda estão relutantes em fazer devido às dificuldades de transportar os suspeitos, além do riscos de que os processos sejam adiados por pedidos de asilo e outras questões legais. A Quênia, ao sul da Somália, já levou alguns piratas a suas cortes. O país alega agora que eles exigem muitos recursos do sistema judiciário do país.

Alguns piratas capturados durante ataques tiveram que ser liberados pela falta de nações dispostas a processá-los.

Fonte: www.jornalagora.com.br/ (25/04/2010)

Exército japonês combate a pirataria no Mar Vermelho

Um destacamento do Exército japonês começou a instalar-se em Djibuti, pequeno país estratégico à entrada do Mar Vermelho, que acolhe já várias bases estrangeiras, para participar na luta contra os piratas somalis, noticiou, ontem, a agência France Press.

“É a única base do Japão fora do nosso país”, declarou, à agência, o capitão da esquadra das Forças de Auto Defesa Marítima japonesa, Keizo Kitagawa, coordenador do destacamento.

“Estamos destacados aqui contra a pirataria para nossa defesa. O Japão é uma nação voltada para o mar e o aumento da pirataria no Golfo de Áden, por onde passam cerca de 20 mil navios por ano, é inquietante”, disse.

Em Abril de 2008, um petroleiro japonês foi atacado com roquetes por piratas somalis, antes de ser salvo pela Marinha alemã.

O Sindicato japonês da Marinha Mercante, revelou, forçou o Governo a intervir. O Ministério japonês da Defesa anunciou, em 17 de Dezembro de 2009, o destacamento de dois destruidores e o lançamento dos preparativos para o envio de dois aviões de patrulha contra a pirataria ao largo da Somália.

Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/ (24/04/2010)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Iconografia Pirata

N.C.Wyeth
The attack on the Block House
(Illus. for Treasure Island, 1911)
Óleo sobre Tela

Piratas atacam em Ponta de Pedras, no Marajó

A ação ocorreu na noite desta terça-feira (20) quando de cinco pessoas chegaram de barco na cidade e invadiram a residência do empresario Enio Morais, redendo sua esposa e filho, que moram no andar superior do Super Center Marajó, localizado na rua Benardino Santos, no centro de Ponta de Pedras.

O bando teria chegado desde sábado (17) ao município, com a intenção de assaltar a prefeitura de Ponta de Pedras, mas, ao perceberem um forte efetivo policial no prédio. No entanto, deviaram o assalto para o supermercado, o que ocorreu por volta das 9h de ontem.

O comerciante foi surpreendido pelos piratas e amarrado com seus famíliares para evitar qualquer reação. Na fuga dois dos bandidos foram presos e os outros três estão foragidos. O barco usado pelos bandidos, que tambpem seria usado na fuga foi apreendido pela policia e está no porto do Reponta, na frente da cidade.

Ainda hoje, as 9h, policiais fizeram uma varregura no barco onde foi encontrado uma sacola com dinheiro trocado e farta munição. Uma equipe da Policia Civil deverá chegar ainda hoje, de avião, advindos de Belém para prosseguir as investigações. O Delegado Amilton e sua quipe da Policia Civil permanecem na busca aos bandidos.

Fonte: www.diariodopara.com.br/ (21/04/2010)

Teatro


Vila Moleza ao Vivo: A Aventura dos Piratas chega a Portugal!

Não existe criança que não conheça a Vila Moleza (Lazy Town, no original) que faz as delícias dos mais novos no canal Panda. Boas notícias, portanto, uma vez que o primeiro musical dos Vila Moleza chega, finalmente, a Portugal.

O musical Vila Moleza conta as grandes aventuras que Sportacus e Estefânia vão viver a bordo de um barco de Piratas. A Aventura dos Piratas promete muitos saltos, acrobacias incríveis e muitas gargalhadas….

O novo espectáculo dos Vila Moleza vai trazer muita diversão e música, e promete transformar a todos em super-heróis, e ainda ter um papel muito importante nesta aventura tão especial, cheia de piratas, papagaios e tesouros por descobrir!

A 24 e 25 de Abril no Europarque, em Santa Maria da Feira, e depois, a 1 de Maio, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, este é um espectáculo que promete transformar todos os pequenos espectadores em grandes super-heróis. E, já se sabe, a principal mensagem desta série é o constante apelo a uma vida saudável.

Horários e Preços:
(crianças até 3 anos não pagam)
Europarque, dias 24 e 25 de Abril, espectáculos às 11h00 e às 15h00.
Sessão-extra: Dia 24 de Abril, às 19h00.
Preços: Entre os 15 euros e os 27,50 euros. Pacotes para famílias, a partir dos 43,50 euros.
Pavilhão Atlântico, dia 1 de Maio, espectáculos às 11h00, 15h00 e 19h00.
Preços: Entre os 15 euros e os 30 euros.
Fonte: http://aeiou.escape.expresso.pt/ (22/04/2010)

Suspeitos piratas acusados nos EUA

Nova Iorque - Onze suspeitos piratas somalis foram acusados num tribunal nos Estados Unidos por dois ataques a dois navios da marinha americana.

As acusações incluem pirataria, pilhagem de um navio e ataque com armas perigosas.

Os acusados não se pronunciaram sobre a sua inocência e apenas falaram para dizer que compreendiam as acusações que lhes eram feitas, segundo a imprensa local.

Depois de ter sido capturado, o grupo foi mantido a bordo de navios da marinha americana ao largo da costa somali enquanto as autoridades decidiam o que fazer com eles.

Num tribunal na Virgínia, um suspeito apresentou-se de muletas e com ligas na cabeça, enquanto outro estava de cadeira de rodas e tinha uma perna com ligas porque tinha sido amputada do joelho para baixo.

O governo norte-americano diz que as lesões resultaram dos alegados confrontos com a marinha.

Cinco dos arguidos foram capturados a 31 de Março, depois de alegadamente terem disparado contra um navio da marinha Americana, a oeste das Seychelles.

De acordo com documentos do julgamento, os suspeitos piratas aparentemente confundiram a fragata USS Nicholas por um navio mercante.

Os outros seis suspeitos foram detidos em águas perto de Djibouti a 10 de Abril depois de alegadamente terem disparado contra o USS Ashland, um navio anfíbio.

Ambos os incidentes envolveram navios de Guerra americanos que participam nos esforços internacionais anti-pirataria ao largo da costa leste de África.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (25/04/2010)

Seis piratas detidos após terem atacado um navio de guerra francês

Bruxelas - Seis piratas somalís foram detidos, após terem atacado por erro um navio de abastecimento da Marinha de Guerra francesa, na noite de 19 para 20 de Abril de 2010, anunciou hoje (quarta-feira) a força naval anti-pirataria da União Europeia (UE), Atalante.

"Na noite de 19 de Abril, a 400 milhas no largo da Somália, o navio de comando e de abastecimento francês "Somme" foi atacado por piratas a bordo de duas embarcações", declarou o quartel-general da Atalante num comunicado.

"A Somme efectuava uma missão de apoio a operação anti-pirataria da UE Atalante foi atacada por piratas que fizeram fogo sobre a unidade da Marinha Nacional confundindo-o com um navio mercante", explicou.

Os tiros de advertência fizeram compreender o erro, e as duas embarcações meteram-se em fuga.

Uma das duas embarcações foi capturada com quatro piratas à bordo". No decurso desta caça, a Somme também interceptou "o barco-mãe, arrestando duas pessoas e confiscando o material de assalto" .

Os seis piratas e a embarcacão presa foram embarcados no Somme. A outra embarcação fugiu enquanto o barco-mãe foi destruído.


Esse é a segunda vez que os piratas atacam por erro o Somme, cuja super-estrutura, pode, sobretudo, a noite, ser confundido por um navio civil. A primeira aconteceu, em Outubro de 2009.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (21/04/2010)

Piratas somalis sequestram navio com 21 filipinos

AE-AP - Agência Estado

Quatro supostos piratas somalis, carregando fuzis AK-47 e uma granada propelidas por foguete, sequestraram um navio cargueiro com 21 tripulantes filipinos a bordo hoje. Trata-se do quatro navio apreendido por piratas em menos de uma semana. O Voc Daisy, de bandeira panamenha e propriedade liberiana, foi tomado a cerca de 300 quilômetros do corredor onde navios de guerra internacionais tentam proteger navios mercantes, disse o comodoro John Harbour, porta-voz da Força Naval Europeia.

O sequestro do Voc Daisy se segue a um ataque contra um navio de pesca tailandês no domingo. Os piratas agora mantêm 15 embarcações com 326 tripulantes a bordo. O Voc Daisy, que partira dos Emirados Árabes Unidos pelo Canal de Suez, foi registrado pelos oficiais de segurança e emitiu um alarme antes que os quatro homens armados invadissem a embarcação. O navio foi sequestrado no Golfo de Áden, a cerca de 20 milhas a sudeste de Omã.

Fonte: www.estadao.com.br/ (21/04/2010)

Marinha captura 12 presumíveis piratas

Ankara - A marinha turca capturou 12 presumíveis piratas que se preparavam para atacar navios comerciais, durante duas operações distintas no Oceano Índico, soube-se hoje (quinta-feira) de fonte militar.

Oito suspeitos, a bordo de dois barcos, foram detidos quarta-feira pela fragata turca Gelibolu quando preparavam um ataque contra uma embarcação com bandeira liberiana, à 640 milhas ao nordeste das Ilhas Seycheles, precisou a mesma fonte.

A Fragata Gelibolu capturou também quarta-feira os quatro passageiros de outro barco, que lançaram um ataque contra uma embarcação de bandeira maltesa, na mesma zona.

A mesma fragata, que faz parte da força naval internacional concentrada na região para impedir a pirataria marítima, tinha interceptado domingo no Oceano Índico treze presumíveis piratas que se preparavam aparentemente para atacar um cargueiro turco a caminho para o Quénia, a cerca de 250 milhas ao nordeste das Ilhas Seycheles.

Desde 2008, uma força naval internacional patrulha no golfo de Aden por onde passa uma das vias marítimas mais importantes do mundo, para impedir os assaltos de piratas somalís contra embarcações. A presença desta força no golfo de Aden levou os piratas a transferirem o seu local de acção para o Oceano Índico onde há menos patrulhas internacionais.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (22/04/2010)

Piratas somalis sequestram 77 pescadores

Mogadíscio - Um porta-voz da missão anti-pirataria da União Europeia diz que os piratas somalis fizeram o seu sequestro mais numeroso numa área do oceano Índico muito distante da zona protegida por patrulhas internacionais, anunciou hoje (quarta-feira) a BBC.

O porta-voz disse que 77 pescadores foram capturados após três embarcações pesqueiras terem sido abordadas a dois mil quilómetros da costa somali.

O ataque foi o mais a leste que os piratas perpetraram nos últimos dois anos e o representante da União Europeia, que não precisa quando ocorreu a acção, considerou que se tratava de um sinal claro do efeito impeditivo da zona policiada.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (21/04/2010)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

La fragata “Victoria” hunde uma nave pirata


La fragata española 'Victoria', que participa en la misión Atalanta de la UE para vigilar las costas de Somalia, anunció ayer la captura de tres piratas que navegaban en un barco nodriza repleto de bidones de gasolina, embarcación que fue destruida y hundida. El barco de los bandidos, un ballenero que no llevaba ningún arte de pesca a bordo, fue localizado a ocho millas de la costa por un helicóptero de la Armada que tomó varías fotografías y avisó de inmediato a los mandos de la fragata.

El navío español interceptó el barco nodriza y descubrió que, además de los bidones, sus tres tripulantes estaban provistos de barriles de agua, abundante comida y munición. Tras ser conducidos a la fragata, el ballenero fue enviado a pique.

Fonte: www.elcorreo.com/ (17/04/2010)

Atriz francesa se junta ao elenco de “Piratas do Caribe 4″


Astrid Bergès-Frisbey interpretará uma sereia.

Por Camila Fernandes (Cinemacomrapadura)

O elenco do aguardado “Piratas do Caribe 4” continua crescendo. Depois do retorno de Johnny Depp (“Inimigos Públicos”) e Geoffrey Rush (“O Amor Custa Caro”) e da adição de Penelope Cruz (“Nine”), Ian McShane (“Caso 39”) e Stephen Graham (“Coração de Tinta”), foi a vez da atriz francesa Astrid Bergès-Frisbey (“Barragem contra o Pacífico”) de se juntar á equipe. A jovem de 23 anos, que é muito popular em seu país, fará sua primeira participação em um filme estrangeiro no papel de uma encantadora sereia.

Na trama desta nova aventura, o pirata Jack Sparrow (Depp) partirá em busca da famosa Fonte da Juventude, mas terá que disputá-la com o temido Barba Negra (McShane). Cruz interpretará sua filha, e interesse romântico de Sparrow, e Geoffrey Rush retorna como Barbossa.

A maior parte do filme deve ser rodada em 3D. Um terço do filme, porém, especialmente as cenas de ação, que envolvem correria com câmeras (devido ao peso das câmeras 3D) e sequências com muita computação gráfica, devem ser filmadas de maneira convencional e convertidas na pós-produção.

O filme será baseado no livro de Tim Powers “On Strange Tides” (“Em marés estranhas”, em tradução livre). O roteiro é de Ted Ellitot e Terry Rossio, responsáveis pelos três primeiros filmes. Rob Marshall (“Chicago”) assume a direção. As filmagens começarão em junho e a estreia está prevista para o dia 20 de maio de 2011.

Fonte: http://cinemacomrapadura.com.br/ (16/04/2010)

Base militar de Beja pode vir a receber aviões da Portela



Por Redacção

A ANA – Aeroportos de Portugal está a negociar com a Força Aérea a possibilidade de a base militar de Beja vir a ser utilizada pelos aviões que operam no aeroporto da Portela, como local de estacionamento.

«Estaremos sempre disponíveis para estudar as necessidades da aviação civil. Vamos ver o que é possível», disse o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Luís Araújo, citado pelo site da Sic.

O CEMFA, que falava à margem da apresentação do destacamento nacional que integra a Operação Atalanta, da União Europeia, contra a pirataria na costa da Somália, explicou que essa «possibilidade» está a ser estudada, com o objectivo de «libertar capacidade de estacionamento no aeroporto da Portela».

Fonte: www.abola.pt/mundos/ (15/04/2010)

Destroier dos EUA persegue piratas no Golfo de Áden

Um destroier norte-americano perseguiu, nesta sexta-feira (16), um grupo de piratas que haviam atacado um barco no Golfo de Áden. Um helicóptero no navio Farragut viu como os piratas jogavam objetos na água, possivelmente armas. Uma equipe de abordagem confiscou o material e ordenou que a embarcação regressasse para a costa somali, disseram as Marinhas dos países ocidentais em declaração.

Uma vez em terra, os militares destruíram o barco e libertaram os piratas.

Os militares disseram que os piratas haviam atacado o barco tailandês Thor Traveler com foguetes e fuzis às 3h.

O fato de os piratas terem sido libertados expõe um dos problemas que a comunidade internacional ainda não resolveu: que país deve receber os suspeitos e julgá-los.

Este foi pelo menos o quarto encontro entre embarcações de guerra norte-americanas e piratas nas últimas semanas.

A Marinha capturou pelo menos 21 supostos piratas desde 31 de março nas águas da costa somali e regiões vizinhas, onde navios norte-americanos integram uma flotilha internacional. Mas nenhuma decisão foi tomada a respeito.

Neste mês, o Quênia passou a se recusar a aceitar suspeitos de pirataria, afirmando que eles estavam sobrecarregando seu sistema judicial.

Um grupo de dez piratas somalis que atacaram um navio alemão e foram capturados pela Marinha holandesa, chegaram nesta semana à Holanda. Eles são processados na Alemanha, país que emitiu um mandato de prisão contra eles e pretende julgá-los, um raro exemplo de um país europeus que quer levar piratas à Justiça.

A Somália é um Estado que não tem um sistema judicial em funcionamento, embora centenas de piratas tenham sido transferidos para prisões localizadas na região semiautônoma de Puntland.

Vários piratas capturados estão presos no Iêmen e nas Maldivas.

Em outra região, um navio de guerra espanhol da Força Naval da União Europeia rastreou, abordou e destruiu uma embarcação pirata na quinta-feira.

Fonte: www.odiariomaringa.com.br/ (16/04/2010)

Somália: Navio sueco assume comando da Operação Atalanta

O navio de guerra sueco HMS Carlskrona assumiu na quarta feira o comando da «Operação Atalanta» contra os ataques dos piratas na costa da Somália, anunciou a assessoria de imprensa da Força Naval da União Europeia.

«A Operação Atalanta é, e vai continuar a ser, uma operação muito importante. O nosso esforço militar vai contribuir para dar ajuda aos que sofrem na Somália e segurança aos que navegam nas águas somalis», declarou o contra-almirante Jan Thörnqvist, comandante do navio que passou a liderar a Força Naval da União Europeia (NAVFOR) na Operação Atalanta.

Jan Thörnqvist, citado em comunicado, prometeu continuar com o «muito bom trabalho» do seu antecessor, o contra-almirante italiano Giovanni Gumiero, e da sua equipa, a bordo do navio Etna.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/ (15/04/2010)

Piratas captores de cargueiro alemán recurren orden de prisión, dice semanario.

La publicación, que sale a la venta el lunes, adelantó hoy que los diez hombres han presentado un recurso ante un tribunal de Amsterdam y que ahora la justicia holandesa debe tomar una decisión al respecto en los próximos noventa días.

Un tribunal de primera instancia de Hamburgo (norte de Alemania) decretó el lunes orden de prisión contra los diez piratas que secuestraron al buque alemán "Taipan" en aguas de Somalia el pasado día 5.

La orden de prisión es una de las condiciones necesarias para poder solicitar la extradición de los detenidos a las autoridades holandesas, explicó la fiscalía de Hamburgo.

La orden de prisión provocó que los piratas fueran trasladados el miércoles desde Yibuti a Holanda, a la espera de su extradición a Alemania. La orden de prisión acusa a los diez piratas de delitos de secuestro de personas y ataque al tráfico marítimo.

La fragata holandesa Tromp, integrada en la misión europea EU NAVFOR "Atalanta" en la zona de Somalia, rescató el día 5 al carguero secuestrado, liberó a sus trece tripulantes y capturó a los diez piratas somalíes.

Según comunicó la EU NAVFOR, el carguero, que contaba con ocho tripulantes de Sri Lanka, tres rusos y dos alemanes, había sido secuestrado esa misma mañana a unas 500 millas náuticas (algo más de 900 kilómetros) de la costa de Somalia.

El barco se dirigía hacia Yibuti desde el puerto keniano de Mombasa y los tripulantes, según la misión europea, utilizaron las recomendaciones para estas situaciones de EU NAVFOR y se encerraron en una cámara acorazada segura, detuvieron las máquinas del barco y llamaron a los buques de la Atalanta.

Soldados del Tromp abordaron y recuperaron el control del Taipan, apresando a los diez piratas que lo habían secuestrado. EFE

Fonte: www.abc.es/agencias/ (17/04/2010)

Atalanta no funciona

Se equivocan quienes piensan que la piratería es consecuencia de la pobreza: es al revés, la piratería es causa de la inestabilidad social en la zona, que impide un mínimo progreso económico.

Ni la ONU ni la UE se caracterizan por su capacidad para resolver problemas en el mundo: generalmente los complican, y acaban siendo otros los que los solucionan. Por eso el escepticismo estaba justificado cuando lanzaron en diciembre de 2008 la "Operación Atalanta" contra la piratería en Somalia. Tratándose de ambas instituciones, el escepticismo estaba justificado. Pese a lo que Chacón vendió en España a bombo y platillo, Atalanta nacía con una misión limitada: proteger a los petroleros y grandes buques mercantes procedentes o con destino al Canal de Suez; un área determinada de actuación, el pasillo marítimo utilizado por el tráfico internacional; y una disposición defensiva, destinada únicamente a evitar que los piratas accediesen a los barcos, y no a perseguir y eliminar la amenaza terrorista.

Para acabar con los secuestros, la misión debía ser terminar con la piratería en sí; su área de actuación debía ser la costa, desde Djibuti hasta Kenia; su disposición, ofensiva, de localizar, perseguir y eliminar a los piratas, sus infraestructuras, puertos y barcos. Nada de eso se ha hecho. En vez de esto se ha buscado simplemente salvaguardar mercantes y petroleros, olvidándose del problema general –la existencia de bandas organizadas que ejercen el crimen– para centrarse en una de sus consecuencias, impedir que asaltaran los barcos.

En el caso español, los buques pesqueros estuvieron desprotegidos durante muchos meses, pese a que Chacón estaba informada de cada incidente. Después, confió en que la operación internacional cubriera nuestra seguridad; el resultado, Playa de Bakio y Alakrana. Sobrepasado por los acontecimientos, el Gobierno trató de ampliar Atalanta y autorizó seguridad privada en los buques.

El parón de pasados meses no era por debilidad, sino por el monzón. Así que hoy los piratas siguen dominando tierra y mar. Su voluntad está intacta, y sus bases e infraestructuras, también. En tierra controlan despótica y salvajemente pueblos y aldeas somalíes, convirtiendo el lugar en un agujero infecto de crimen y terrorismo. Se equivocan quienes piensan que la piratería es consecuencia de la pobreza: es al revés, la piratería es causa de la inestabilidad social en la zona, que impide un mínimo progreso económico. Por otra parte, en mar siguen controlando las aguas costeras, se adentran cada vez más en las internacionales y hacen que la única empresa rentable sea el secuestro y el chantaje. Razón por la cual vuelven de nuevo a atacar barcos, no sólo occidentales, por cierto, sino también de empresas somalíes. Sólo por eso, la intervención contra ellos estaría ya justificada.

En las últimas semanas se ha buscado parchear Atalanta, ampliando su radio de acción, sumando más unidades y entrenando a 2.000 policías somalíes. Como hace año y medio, de nuevo Chacón saca pecho ante una iniciativa discutible, timorata e ideológica: la ministro de Defensa siempre ha defendido que la solución está en "tierra", pensando en términos de cooperación y desarrollo. Como esto es imposible, se ha buscado una solución intermedia, entrenar a somalíes para que combatan ellos a los piratas, lo que conlleva más preguntas que respuestas: desde el idioma hasta las costumbres, los medios disponibles y la dirección son aspectos que vaticinan cierto fracaso. El problema es de principios: a los piratas hay que combatirlos en los pueblos y en las playas hasta su desaparición, y la forma más directa de hacerlo es ejerciendo el uso de la fuerza contra ellos. Mientras la comunidad internacional no se decida a ello, seguirá dándole vueltas al asunto sin abordar el origen del problema: tal y como está pensada, Atalanta no funciona.
GEES, Grupo de Estudios Estratégicos.

Fonte: www.libertaddigital.com/ (14/04/2010)

sábado, 17 de abril de 2010

Jean L’Olonnais



Texto de Dalton Delfini Maziero

Jean David François Nau foi o mais infame dos piratas, conhecido como Flagelo espanhol. Sua história foi marcada pela brutalidade, sadismo e torturas. L’Olonnais veio da França (de Sables d’Ollone) para a Martinica (Caribe) em 1650, com 20 anos. Nesta época, a Europa recém saída da Guerra dos Trinta Anos, estava devastada.

Durante três anos, trabalhou como servo em plantações de açúcar e tabaco. Conquistando sua carta de alforria, seguiu para Ilha Hispaniola (Santo Domingo), onde aprendeu a arte de navegar junto aos bucaneiros.

No mar, destacou-se pela sua técnica náutica e também, por sua violência contra os espanhóis, nutrida desde a Guerra dos Trinta Anos. Em parceria com La Place – Governador de Tortuga –, L’Olonnais partiu pelos mares caribenhos, pilhando povoados espanhóis. Como capitão, construiu sua reputação torturando seus prisioneiros. Satisfazia-o em especial, arrancar a língua de suas vítimas, e devorar-lhes o coração ainda crú e pulsante. Certa vez, em um de seus acessos de brutalidade, degolou 50 espanhóis com sua própria espada.

Em 1666, realizou junto ao flibusteiro Michel d’Artigny (Michael Basco), um grande ataque a Maracaibo (Venezuela) com 8 navios e 600 homens. Juntos, perseguiram a população que se refugiava nas matas próximas, torturando-os na esperança de que lhes revelassem o esconderijo de suas riquezas. Partindo de Maracaibo, invadiram a cidade de Gibraltar, saqueando-a por quatro semanas. Na Ilha de Corso foi dividido o butim, com enorme lucro aos piratas, que além de ouro e prata, repartiram jóias e sedas.

O excelente lucro motivou L’Olonnais a seguir à Nicarágua e Puerto Caballo (Honduras), onde saquearam sem grande sucesso. Foi nessa ocasião, procurando um caminho para a cidade de San Pedro, que ocorreu um dos atos de maior atrocidade de L’Olonnais, abrindo o peito e devorando o coração dos que se recusavam a colaborar.

O fracasso dessa expedição e os atos extremos de violência do Capitão pirata levaram parte de sua tripulação a desertar. Três anos depois, durante uma de suas navegações, foi surpreendido por uma tempestade que fez naufragar sua frota. Os poucos piratas sobreviventes desembarcaram em uma ilha próxima à Costa Rica, onde foram capturados, esquartejados e devorados por um grupo de canibais. Acabava assim, o legado de terror de L’Olonnais.

No hay chinos a bordo de barco secuestrado por piratas de Somalia

Las autoridades marítimas de China informaron hoy lunes que no hay ningún ciudadano chino a bordo de un barco secuestrado ayer domingo por piratas somalíes cerca de las islas Seychelles.

Después de contactar a sus colegas de la Unión Europea, el Centro de Investigación y Rescate Marítimo de China (CIRMCh) pudo establecer que la embarcación, el carguero Rak AFRIKANA, cuenta con una tripulación de 26 personas, todas las cuales cayeron en poder de los secuestradores en aguas del Océano Indico, cerca de las Seychelles. Los ocupantes del navío proceden de India, Pakistán y Tanzania, precisó el CIRMCh en su página web.

Funcionarios de las autoridades marítimas de Kenia dijeron el domingo que en la nave, registrada en San Vicente y las Granadinas, viajaban 23 personas, todas de nacionalidad china.

El barco se dirigía hoy hacia Somalia a una velocidad de 12 kilómetros por hora, según el CIRMCh. (Xinhua)

Fonte: http://spanish.peopledaily.com.cn/ (12/04/2010)

Los piratas somalíes compran armamento pesado para combatir las defensas de los atuneros

La Asociación Española de Escoltas cree que estas adquisiciones evidencian la nula voluntad de las mafias piratas de cesar su actividad

Madrid. (Europa Press).- El presidente de la Asociación Española de Escoltas (ASES), Vicente de la Cruz, alerta de que las mafias de piratas que operan en el Océano Índico están reaccionando a la protección de la que se vienen sirviendo desde hace meses los pesqueros adquiriendo en el mercado negro ametralladoras pesadas procedentes de la extinta Unión Soviética que les permitirían atacar una embarcación a dos kilómetros de distancia.

En declaraciones a Europa Press, Vicente de la Cruz, aseguró que existe información acerca de la adquisición de este tipo de armamento, concretamente, del tipo KPV 14'5, fácilmente accesibles en el mercado negro de la propia Somalia o de las repúblicas islámicas que en el pasado estuvieron bajo dominio de la URSS. De este modo, los piratas podrían atacar un barco a gran distancia sin necesidad de arriesgarse acercándose a las embarcaciones pesqueras que ahora faenan con agentes de seguridad privada a bordo. Este tipo de agentes tan sólo están equipados con armamento ligero, añadió de la Cruz.

Desde ASES enmarcan esta nueva estrategia de abastecimiento en la nula voluntad de las mafias piratas de cesar su actividad a pesar de los mecanismos de defensa aplicados por los distintos países occidentales a los barcos de sus respectivas flotas. "Sin ninguna duda van a seguir con el negocio", aseguró De la Cruz, quien apuntó a que la situación entrará en una fase más violenta que la actual y abogó por que los estados europeos tomen medidas.

En este sentido, explicó que en las últimas semanas se han intensificado las negociaciones con las autoridades de las Seychelles para que permitan a los barcos que pescan en la zona equiparse con armamento similar al adquirido por los piratas más allá de las armas ligeras usadas hasta ahora. En concreto, puso como ejemplo las ametralladoras Browning 1270 como las que se usan en España.

Fonte: www.lavanguardia.es/internacional/noticias/ (11/04/2010)

África Libre

Eduardo Lallana

Este año se cumplen 50 de la independencia de 17 países africanos. Antes de 1960 sólo cuatro la habían logrado. En 1963 se fundó la Organización para la Unidad Africana, hoy Unión Africana. Algo así como nuestra UE. Cabe preguntarse hoy: ¿qué se consiguió con aquella independencia política? Me temo que el balance es negativo. “El neocolonialismo acalló muy pronto el grito gozoso y sumió al pueblo libre en una humillante esclavitud”.

Las antiguas colonias, que concedieron la libertad política, se aseguraron de colocar a gobiernos que mantuviesen el dominio económico a cambio de protección a dictadores y gobernantes sin escrúpulos. Ello aseguraba a las multinacionales el poder seguir extrayendo a bajo precio las materias primas en suelo africano, para aumentar sus beneficios.

En el caso español, nuestras antiguas colonias son un pequeño ejemplo. Guinea Ecuatorial está siendo gobernada desde hace muchos años por dictadores que acaparan para su familia los bienes del pueblo, privando a éste de los más elementales servicios básicos.

El silencio y la complacencia del Estado español y de la comunidad internacional parece que se explican por el petróleo que se obtiene de Guinea. En el Sahara Occidental ha habido un auténtico abandono del territorio en manos de Marruecos, para no enfrentarse con él.

A pesar del compromiso de la ONU de 1992 de hacer un referéndum, las influencias de Marruecos, sus amistades con los amigos del norte han impedido dicha realización, sumiendo al Sahara en una situación de dependencia marroquí que le impide desarrollarse como país, a pesar de estar reconocido por la UA y 82 países en el mundo.

Otro dato. Estamos sufriendo el secuestro de barcos en las costas de Somalia. “¿Son la pobreza y el desorden los que provocan que haya piratas en Somalia?”. Según Médicos Sin Fronteras, “los piratas no son el problema, son la consecuencia”. Somalia lleva 20 años prácticamente sin Gobierno, en manos de clanes. El 25% de la población depende de la ayuda humanitaria, escasea el agua potable, no hay sistema de salud, apenas hay maestros, tres millones de desplazados de los ocho del país. En este contexto “el único negocio rentable es ser pirata”. En 2009 se lograron con secuestros 38 millones de euros, aunque una parte se queda en los bufetes londinenses.

Fonte: www.heraldodesoria.es/ (12/04/2010)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cinema


Mestre dos Mares (2003)

Em 2003, o filme Mestre dos Mares – o lado mais distante do mundo foi indicado a 10 prêmios Oscar. Só não levou todos porque bateu de frente com o Retorno do Rei, da trilogia Senhor dos Anéis, um fenômeno do cinema mundial.

Mestre dos Mares não é um filme sobre piratas, mas sim sobre corsários. Impecável em cada detalhe! Um dos grandes filmes da minha vida! Atuações soberbas de toda a equipe, com destaque para Paul Bettany (Doutor Stephen Maturin) e Russell Crowe (Capitão Jack Aubrey), e com direção segura de Peter Weir.

A reconstituição de época levou em conta detalhes absurdos como a forma correta dos nós dos velames, o nome dos canhões, a areia no assoalho e até as tatuagens que os marinheiros costumavam fazer nas juntas de suas mãos. As cenas de batalhas navais são nada menos que perfeitas, e os efeitos especiais (sempre na medida certa) tornam as sequencias da travessia da Terra do Fogo e da abordagem final ao navio francês, uma experiência assustadora! Poucas vezes um diretor conseguiu aliar de forma tão competente, a violência da guerra em alto mar e a sutileza das descobertas que esse tipo de vida proporciona.

O filme levou os prêmios de melhor Fotografia e Edição de Som, mas vale destacar ainda o belo figurino e a marcante trilha sonora.

Nota 10

Piratas sequestram cargueiro de San Vicente e Granadinas perto das Seychelles

Da EFE

Bruxelas, 11 abr (EFE).- Um grupo de piratas seqüestraram o cargueiro "Rak Africana" perto das ilhas Seychelles, confirmou a força naval da União Europeia (Eunavfor) para combater os ataques.

Não se sabe ainda a nacionalidade da tripulação, embora a embarcação seja de San Vicente e Granadinas.

Um avião de patrulha marítima localizou o cargueiro, que aparentemente tinha problemas técnicos e deixou um rastro de combustível no mar.

O cargueiro está ainda detido no meio do oceano e calcula-se que esteja pesando 7 toneladas.

Fonte: http://g1.globo.com/noticias/mundo/ (11/04/2010)

Pequim desmente presença de chineses no navio capturado por piratas

Pequim – A China desmentiu hoje (segunda-feira) a presença de marinheiros chineses no navio capturado domingo por piratas somalis no oeste das ilhas Seychelles, como o haviam indicado as primeiras informações.


O centro marítimo de pesquisas e salvamento da China indicou ter confirmado junto da força naval da União europeia e das autoridades locais que a equipa era proveniente da Índia, do Paquistão e da Tanzânia e que não havia marinheiros chineses.


Segundo um responsável de um programa de assistência que faz parte da equipa do cargueiro, o Rak Afrikana, sob bandeira de Saint-Vicente e das Grenadinas, era proveniente da China.


O cargueiro, de 7.561 toneladas e propriedade de uma sociedade seychellense, Rak Afrikana Shipping Ltd, foi capturado a 280 milhas náuticas ao oeste das Seychelles.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (12/04/2010)

Aeronave com 42 militares para combater pirataria


Conselho Superior de Defesa Nacional aprovou envio de portugueses para a costa da Somália


O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) aprovou esta quinta-feira o envio de uma aeronave de patrulhamento marítimo com 42 militares para integrar a operação «Atalanta», da União Europeia, na zona do Oceano Índico.

A operação «Atalanta» é a missão europeia de patrulhamento e combate à pirataria na costa da Somália e foi lançada no final de 2008.

«O Conselho analisou a situação e as perspectivas de evolução das missões de paz em que se encontram as Forças Nacionais Destacadas no exterior, tendo dado parecer favorável à proposta do Governo sobre a participação de meios nacionais na operação Atalanta, da responsabilidade da União Europeia, com um destacamento aéreo de uma aeronave de patrulhamento marítimo e integrando um total de 42 militares», afirmou o general Goulão de Melo, porta-voz do CSDN.

O comunicado final do CSDN - órgão consultivo do presidente da República que hoje reuniu durante aproximadamente uma hora - refere ainda que esta força actuará «por um período máximo de quatro meses, visando contribuir para a segurança da actividade marítima na região do Oceano Índico».

Esta reunião ordinária do CSDN aprovou também a proposta de resolução que o Governo vai enviar à Assembleia da República sobre a dissolução da União da Europa Ocidental (UEO) no decurso de 2011.

O CSDN sustentou que o impacto desta decisão, que já tinha sido tomada por todos os membros da UEO, «nas políticas de Segurança e Defesa não diminui as garantias multilaterais de Defesa Nacional e de que Portugal é beneficiário».

O Conselho deu ainda «parecer favorável à aprovação» de dois acordos de cooperação no âmbito da Defesa com a República da Sérvia e com a República Oriental do Uruguai.

Fonte: http://diario.iol.pt/sociedade/ (08/04/2010)

Governos associam-se contra os piratas somalís

Dar es-Salaam - A Tanzânia e a Alemanha decidiram quinta-feira unir as suas forças para lutar contra os actos de pirataria no Oceano Índico essencialmente perpetrados por Somalís.

"Lutar contra a pirataria nesta parte do mundo está no interesse dos nossos dois países", declarou o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, no termo dum encontro com o seu homólogo tanzaniano, Bernard Membe.

Chegado à Tanzânia no quadro duma digressão de cinco dias por África, o chefe da diplomacia alemã fez-se acompanhar duma delegação de 70 membros.

Entre os membros da delegação figuram o ministro da Cooperação Económica e Desenvolvimento, Dirk Niebel, e o comissário para os Direitos Humanos e Ajuda Humanitária, Markus Loning.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (09/04/2010)

Navio de guerra sul-coreano vigia petroleiro seqüestrado

Nairóbi, 8 abr (Prensa Latina)

O petroleiro sul-coreano sequestrado por piratas somalis chegou ontem à noite a águas do Golfo de Adén e está vigiado a distância por um navio de guerra da Coreia do Sul, informaram autoridades marítimas.

Os chamados piratas do século XXI advertiram à marinha militar sul-coreana que as vidas de seus conterrâneos e o resto da tripulação do petroleiro correrá perigo se tratassem de se aproximar, ainda que assegurou que até o momento estão bem de saúde.

A embarcação com 300 mil toneladas de petróleo foi capturada no passado domingo quando navegava pelo Oceano Índico rumo aos Estados Unidos.

Samho Dream partiu do Iraque com 24 tripulantes, 19 filipinos e cinco sul-coreanos, asseguraram fontes da chancelaria do país asiático, captadas aqui.

Fonte: www.prensa-latina.cu/ (09/04/2010)

Eunavfor confirma sequestro de cargueiro turco por piratas somalis

Da EFE

Bruxelas, 7 abr (EFE).- Piratas somalis seqüestraram hoje uma embarcação turca a 400 quilômetros do porto queniano de Mombaça com 25 tripulantes a bordo, confirmou a força naval da União Europeia (Eunavfor) para o combate a pirataria.

O ataque à embarcação Yassin C, que transportava 36 mil toneladas, ocorreu ao meio-dia e o primeiro aviso foi recebido pelo navio de guerra turco da Otan Gelibolu, que atua na região.

Com esta embarcação já são 17 os navios e 240 pessoas que estão em poder dos piratas nas últimas semanas no litoral somali.

Em comunicado, o centro de coordenação de resgates da marinha turca, informou sobre o sequestro do cargueiro Yassin C, precisando que foi atacado nesta manhã, embora a confirmação de que se tratava de piratas somalis só ocorreu mais tarde.

No momento do sequestro, a embarcação estava a 270 milhas náuticas do porto de Mombaça, onde se dirigia para entregar sua carga, procedente do porto ucraniano de Mariupol, segundo informaram as autoridades turcas. EFE

Fonte: http://g1.globo.com/noticias/mundo/ (07/04/2010)

Llega a costa de Somalia barco de República de Corea secuestrado

El barco de la República de Corea que fue secuestrado en las aguas infestadas de piratas de Somalia el domingo llegó frente a la costa del país del cuerno de Africa, confirmó hoy un funcionario de la Unión Europea.

El comandante de la Fuerza Naval de la UE, John Harbour, dijo que el buque petrolero Samho Dream, fue previamente reportado como secuestrado a 600 millas náuticas frente a las costas de Somalia, durante las primeras horas del 4 de abril con una tripulación de 24 elementos.

"El Sahmo Dream, propiedad y operado por la República de Corea, cuenta con una tripulación conformada por cinco ciudadanos de la República de Corea y 19 filipinos y se cree que todos están a salvo", señaló Harbour.

El petrolero fue capturado por los piratas el domingo en el Océanio Indico en su camino de Irak hacia Estados Unidos. Envió llamados de auxilio a un destructor de la República de Corea diciendo que tres piratas lo habían abordado.

Se creía que el petrolero se dirigía hacia aguas somalíes donde más de 30 barcos comerciales y privados más y alrededor de 400 personas de varias nacionalidades permanecen capturados por los piratas, señaló un funcionario del Ministerio del Exterior de la República de Corea.

El operador del barco, la empresa Samho Shipping Company, dijo que los piratas no han hecho todavía ningún contacto para hacer demandas para la liberación del barco y sus tripulantes.

Somalía está a la entrada del Golfo de Adén que conduce al Mar Rojo y al Canal de Suez, uno de los canales de transporte más importantes del mundo.
El país ha estado plagado de luchas de facciones entre los jefes militares y no ha tenido un gobierno central en operación desde 1991.

Fonte: http://spanish.china.org.cn/internacional/ (08/04/2010)

Más ametralladoras para garantizar la pesca del atún en las inmediaciones de Somalia

Pedro González

Son ya 54 los millones de euros que España lleva gastados desde su incorporación a la Operación Atalanta, el dispositivo europeo de seguridad para garantizar, teóricamente, la navegación por las aguas cercanas a las costas de ese estado fallido llamado Somalia. Un operativo que ha debido reforzarse con la introducción de una costosa seguridad privada a bordo de los 19 buques españoles -16 atuneros y 3 auxiliares- que faenan en un área tan grande como todo el Mediterráneo. La reciente tentativa fallida de declarar una moratoria en la pesca del atún rojo permitirá que los buques vasco-españoles prosigan sus capturas, pero incrementando nuevamente los costes de seguridad.

Los cinco intentos de secuestro de otros tantos atuneros registrados en el pasado mes de marzo, han conseguido que el Gobierno permita un nuevo incremento de las dotaciones armamentísticas de nuestros barcos: 19 nuevas ametralladoras, una por buque, y 58 fusiles de asalto más, uno por cada uno de los vigilantes privados que llevan a bordo, en su mayoría especialistas británicos. Objeto de una reglamentación especial, la incorporación de este tipo de seguridad privada se ha revelado particularmente eficaz, ya que las cinco intentonas de marzo fueron repelidas a pesar de su inusitada violencia, en particular la desatada contra el pesquero Albacán, atacado con granadas que produjeron importantes daños en la cubierta, a 350 millas de las costas de Kenia. Mientras tanto, 14 buques de otras tantas nacionalidades permanecen aún en manos de los piratas somalíes, el último un mercante surcoreano, lo que ha provocado que Seúl despache también un buque de guerra a la zona.

En coincidencia con estos datos, el Grupo de Control de Somalia de Naciones Unidas acaba de publicar su informe sobre la situación en una zona por la que transita, entre otras muchas mercancías además de la pesca, el 60% de la producción mundial de petróleo. Un documento muy revelador, en la medida que explica la organización y jerarquía de los piratas somalíes, que han convertido la industria del abordaje y secuestro de buques en una auténtica industria.

Lo primero que llama la atención del informe es que indica que no se mete a pirata quién quiere sino quien puede, es decir quién dispone de un determinado capital, tanto en dinero para invertirlo en los gastos que acarrea esta actividad, como en especie, es decir un arma de fuego, con su correspondiente gradación: no es lo mismo una pistola que un fusil Kalashnikov que un bazooka o un manojo de granadas. Estos inversores en dinero o en armas conforman la élite de los piratas, normalmente no más de una docena por cada operación. Son aquellos que pasan varios días, semanas incluso, avistando sus presas y determinando finalmente los objetivos de ataque. Ellos mismos, junto con otros inversores en retaguardia, son los que financian los necesarios gastos operativos: skifes, carburante, avituallamiento, etc.

Según el mencionado informe, estos equipos de una docena de personas tienen otros tantos miembros de apoyo en tierra firme, que solo entran en acción una vez consumados el abordaje y secuestro y el buque es llevado a uno de los puertos que controlan en Somaliland. Son los que relevan a los secuestradores de alta mar y aseguran tanto la seguridad del navío abarloado como el buen estado de los tripulantes, objeto del rescate solicitado.

Pero, el principal meollo del informe es lo relativo al reparto del botín del rescate, que de una u otra forma siempre termina por llegar, bien en el interior de maletines arrojados desde un avión bien mediante transacciones más sofisticadas teledirigidas casi siempre desde Nairobi y Londres. Así, y como si se tratara de una empresa normal con cotización en bolsa, los inversores que han financiado la operación concreta de un secuestro determinado se adjudican el 30% del rescate más el reembolso de los gastos: alimentación de secuestradores y secuestrados, desplazamientos, internet, teléfonos móviles e incluso compensaciones por lavandería y objetos de limpieza.

El equipo terrestre, es decir los que vigilan que otros filibusteros no les “roben” la presa, se llevan entre el 5% y el 10% o bien una prima única individual del orden de los 15.000 dólares por cabeza. El resto se reparte entre los que han llevado a cabo la operación en alta mar, muchos de los cuales se han convertido ya en multimillonarios. Finalmente, en lo que respecta a los denominados mediadores, los piratas somalíes consideran que los respectivos bufetes de Kenia o el Reino Unido han de ser financiados directamente por las víctimas (ellos no las llaman así, claro está), sin que se les detraiga cantidad alguna de lo que ellos creen que les corresponde en el botín final acordado con los paganos del rescate. En suma, todo un modelo de negocio cuya consecuencia principal para el comercio marítimo es el encarecimiento meteórico de los costes. Mientras tanto, el Gobierno de Nairobi ha decidido parar en seco recibir y juzgar a los piratas apresados por las fragatas europeas so pretexto de que la UE no les ha pagado lo que le prometieron. Una nueva demostración, pues, de que el negocio de la piratería tiene muchas ramificaciones y beneficiarios.

Fonte: www.icnr.es/ (08/04/2010)

sábado, 10 de abril de 2010

Petroleiro sul-coreano capturado por piratas somalis



(AFP)

SEUL — Um destroier da marinha sul-coreana alcançou um petroleiro sul-coreano com 24 tripulantes capturado por supostos piratas somalis, e o mantém sob vigilância à distância, informaram fontes governamentais.

O "Samho Dream", petrolero de 300.000 toneladas, foi desviado no domingo diante do litoral somali quando navegava do Iraque rumo ao Estado americano da Lousiana com uma tripulação composta por cinco marinheiros sul-coreanos e 19 filipinos.

Um porta-voz da companhia Samho Shipping, proprietária do petroleiro, indicou que não recebeu ainda qualquer notícia da tripulação ou pedido de resgate. Calcula-se em mais ou menos 60 milhões de dólares o total dos resgates recebidos pelos piratas somalis durante 2009.

Fonte: www.google.com/hostednews/afp (06/04/2010)

Piratas somalíes liberan tres embarcaciones indias con unos 50 tripulantes

Los dhow son embarcaciones de origen árabe, con una vela triangular y que, con un motor añadido, se utilizan aún como cargueros, en especial para el transporte de cabotaje en el Índico, entre las costas del este de África, la península Arábiga y el oeste de la India.

Los piratas liberaron ayer al Safina al Bayatiri, con una tripulación que se cree es de 21 marineros, según un comunicado de Ecoterra.

Ecoterra precisa que, antes de liberarlo, los piratas utilizaron el Safina al Bayatiri como buque nodriza para atacar el petrolero Torm Ragnhild, de bandera danesa, en la mañana del sábado en aguas del golfo de Adén.

"Los piratas, armados con lanzagranadas y armas automáticas, persiguieron y abrieron fuego contra el petrolero", que pudo escapar gracias a la intervención de helicópteros militares, añade Ecoterra.

El Safina al Bayatiri había sido secuestrado el 2 de abril, cuando se dirigía a Omán desde la región autónoma somalí de Somalilandia, con más de 1.800 cabezas de ganado como mercancía.

También fue liberado ayer Al Kadri, con una tripulación de 11 marineros, y el sábado los piratas liberaron el Krishna Jyot, con una tripulación de 15 personas. Ambos navíos habían sido secuestrados el 28 de marzo cerca del puerto somalí de Kismaayo, que se encuentra en el sur del país y está bajo control del grupo radical islámico Al Shabab, vinculado a Al Qaeda.

Somalia carece de un Gobierno efectivo desde 1991, cuando fue derrocado el dictador Mohamed Siad Barre y vive desde entonces en un estado permanente de guerra entre el Gobierno Federal de Transición, apoyado por la comunidad internacional, señores de la guerra tribales y grupos radicales islámicos, que controlan el territorio.

La situación de caos y miseria que se vive en el país hace que la piratería sea una opción atractiva para jóvenes y pescadores, según las autoridades locales, expertos de la ONU y organizaciones humanitarias. EFE

Fonte: www.nuestromar.org/noticias/ (06/04/2010)

Piratas somalis sequestram navio turno na costa do Quênia

Da France Presse

Um navio turco, o "MV Yasin C", com 25 tripulantes a bordo, foi capturado nesta quarta-feira por piratas somalis na costa do Quênia, no Oceano Índico, anunciou o porta-voz da força naval europeia "Atalanta", enviada ao local.

"Piratas somalis sequestraram durante o dia um barco turco", "a cerca de 250 milhas náuticas (400 m) a leste do porto queniano de Mombasa", declarou o capitão John Harbour.

Acredita-se que os tripulantes do cargueiro de 36 mil toneladas são turcos, mas a informação ainda deve ser confirmada, segundo o porta-voz, que afirmou que a força naval da União Europeia acompanha a situação de perto.

Por outro lado, um petroleiro com bandeira das ilhas Marshall, o "Samho Dream", capturado na mesma área no último fim de semana, se aproximava nesta quarta-feira da costa somali, indicou "Atalanta" em um comunicado.

Propriedade de um armador sul-coreano, o navio transporta 24 tripulantes, cinco sul-coreanos e 19 filipinos.

Fonte: http://g1.globo.com/noticias/mundo/ (07/04/2010)

Rússia quer fortalecer sistema para acabar com impunidade dos piratas


De Agencia EFE

Nações Unidas, 6 abr (EFE).- A Rússia anunciou nesta terça-feira a apresentação de um projeto de resolução no Conselho de Segurança da ONU que pede ao secretário-geral do organismo, Ban Ki-moon, um relatório para fortalecer o sistema legal internacional para acabar com a "impunidade" dos piratas somalis.

O embaixador russo diante da ONU, Vitaly Churkin, explicou que sua proposta responde a que a luta da comunidade internacional contra as piratas "até o momento não foi do tudo satisfatória".

"O problema persiste, e acreditamos que aumente, e nos parece que um dos pontos fracos nas ações da comunidade internacional é o processo legal", disse o diplomata na saída de uma reunião do Conselho de Segurança.

Para Churkin, se deve assegurar que "não haja impunidade para os piratas capturados frente à costa da Somália" pelas forças navais internacionais que patrulham o Golfo de Áden e o Oceano Índico.

Além disso, ressaltou que seu Governo está preocupado pelas informações que piratas capturados tiveram de ser libertados pelas dificuldades para processá-los. Também assinalou os problemas que enfrentam os países da região, particularmente Quênia e as Seychelles, para processar os piratas detidos que desembarcam em seus portos.

Churkin explicou que o projeto de resolução russo dará um prazo de três meses ao secretário-geral para que elabore um relatório técnico com várias opções para "fortalecer o sistema legal internacional para garantir que não haja impunidade para os piratas somalis".

Fonte: www.google.com/hostednews/epa/ (06/04/2010)

Clássico "A Ilha do Tesouro" ganha sequência

De Agencia EFE

Londres, 26 mar (EFE).- O poeta e biógrafo inglês Andrew Motion está preparando uma sequência de "A Ilha do Tesouro", o clássico literário de Robert Louis Stevenson, publicado pela primeira vez em 1883.

Segundo a editora Random House, O "Retorno à Ilha do Tesouro" deve chegar às lojas em 2012.

Motion, que foi "poeta laureado" do Reino Unido entre 1999 e 2009 - um título honorífico concedido desde 1668 pela Coroa em reconhecimento à obra poética de um autor -, explicou ao jornal "The Guardian" que sempre admirou o romance de Stevenson.
O escritor diz ter criado coragem de escrever a continuação por achar que o autor "deixou todas as possibilidades abertas para que alguém escrevesse o que eu estou escrevendo".

"(O pirata coxo) Long John Silver sobrevive no final com muito dinheiro nos bolsos e seus homens ficam abandonados na ilha. Me pergunto se o próprio Stevens não teria voltado a esta história caso não tivesse morrido tão jovem (aos 44 anos)", explicou Motion.

"A Ilha do Tesouro" termina com a volta para casa do herói da história, Jim Hawkins, cheio de dinheiro e com a promessa de nunca mais voltar a "essa ilha maldita", apesar de não ter encontrado o tesouro que deu origem à viagem.
Long John Silver, por sua vez, desapareceu e só cinco de seus homens conseguiram retornar à Inglaterra no "Hispaniola".

Motion retoma o livro a partir do personagem Jim Junior, que vive com o pai em um pub junto ao rio Tâmisa, nos arredores de Londres. Ele recebe a visita de uma menina que diz ser a filha de Long John Silver e o convence a roubar o plano guardado pelo pirata e retornar à ilha atrás do tesouro.

O poeta disse que o livro será uma obra para todos os públicos: "Espero que as crianças com uma certa predisposição à leitura gostem dele, mas há um fundo obscuro na história que estou escrevendo. É muito lúgubre e sombria".

"Muita gente morre na obra original com uma frequência extraordinária e de maneira casual, pisoteados por cavalos ou abandonados na ilha", lembrou Motion.

Fonte: www.google.com/hostednews/epa/ (26/03/2010)

Marinha europeia resgata cargueiro sequestrado por piratas somalis

A Marinha da União Europeia resgatou ontem (5) um cargueiro alemão com 13 tripulantes a bordo. A embarcação havia sido sequestrada no mar somali.

As informações foram reveladas pela Marinha europeia em um comunicado. O cargueiro de contêineres "Taipan", com dois alemães, três russos e oito cingaleses a bordo, foi atacado por um grupo de piratas a 500 milhas do litoral leste da Somália.

Ao receber um sinal de socorro, a Marinha europeia mandou uma fragata para salvar o navio. Na ação de resgate, os 13 tripulantes foram salvos e dez piratas somalis foram capturados.

Fonte: http://portuguese.cri.cn/ (06/04/2010)

Petroleiro sul-coreano é atacado por piratas da Somália

SEUL (Reuters) - Um petroleiro sul-coreano foi capturado por piratas e a tripulação foi feita refém, disse o Ministro das Relações Exteriores da Coréia do Sul neste domingo.

O navio The Samho Dream fazia a rota entre Iraque e Estados Unidos quando foi sequestrado na costa leste da África, com cinco sul-coreanos e 19 filipinos, disse o ministro em um comunicado.

Um grupo marítimo baseado em Nairóbi afirmou que o petroleiro foi atacado por piratas da Somália, e uma fonte chamada Mohamed disse que o navio estava agora indo para Haradheere, o porto em que está a base pirata onde os navios ficam durante as negociações de resgate.

O navio Samho Dream é de propriedade sul-coreana e registrado nas Ilhas Marshall.
Os piratas que atuam próximos à Somália aumentaram seus ataques nos últimos meses, fazendo 10 milhões de dólares em resgates de navios sequestrados no Golfo de Áden e no Oceano Índico, frequentemente fugindo de patrulhas de marinhas estrangeiras.
(Por Kim Yeon-hee e Jon Herskovitz)

Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/ (04/04/2010)

Piratas somalis libertam 3 navios indianos com 50 tripulantes

Da EFE

Nairóbi, 5 abr (EFE).- Piratas somalis libertaram três das oito embarcações de carga indianas ou "dhow", com cerca de 50 tripulantes a bordo, sequestradas nas últimas semanas, indicou hoje a organização ambientalista Ecoterra, com sede em Nairóbi e dedicada a acompanhar da pesca e a navegação no leste da África.

Os dhow são embarcações de origem árabe utilizadas como cargueiros, especialmente para o transporte de cabotagem no Índico, entre as costas do leste da África, a península Arábica e o oeste da Índia.

A libertação ocorreu ontem. Acredita-se que a embarcação estivesse com uma tripulação de pelo menos 21 marinheiros, segundo um comunicado de a Ecoterra.

Antes de libertá-la, os piratas utilizaram a embarcação para atacar o petroleiro de bandeira dinamarquesa, neste fim de semana nas águas do golfo de Áden.

"Os piratas, armados com lança-granadas e armas automáticas, perseguiram o petroleiro", que conseguiu escapar graças à intervenção de helicópteros militares do grupamento antipirataria da região, acrescenta Ecoterra.

Esta embarcação libertada nesta segunda-feira foi sequestrada em 2 de abril, quando seguia para Omã a partir da região somali da Somalilândia, com mais de 1,8 mil cabeças de gado.

Ontem também foi libertado outro navio, com 11 marinheiros, e no sábado os piratas libertaram um terceiro, com mais 15 pessoas a bordo.

Estes últimos dois navios haviam sido sequestrados em 28 de março, próximo de um porto somali que fica ao sul do país e está sob controle do grupo radical islâmico Al-Shabab, vinculado a Al Qaeda. EFE

jmc/dm
Fonte: http://g1.globo.com/noticias/mundo/ (05/04/2010)

Piratas sequestram navio sul-coreano no Oceano Índico


Governo sul-coreano enviou navio de guerra para resgatar petroleiro que levava US$ 160 milhões em petróleo cru.


Da BBC

Um petroleiro operado pela Coreia do Sul e levando cerca de US$ 160 milhões em petróleo cru foi sequestrado por piratas somalis no Oceano Índico.

O navio de 300 mil toneladas, chamado Samho Dream, tinha saído do Iraque e ia para os Estados Unidos com uma tripulação de 24 pessoas e um milhão e meio de barris de petróleo, o equivalente a mais de um dia da produção total dos campos de petróleo de todo o Iraque, segundo o correspondente da BBC em Seul, John Sudworth.

Os tripulantes, cinco sul-coreanos e 19 filipinos, estão sendo mantidos como reféns. E, exceto pela ligação telefônica para avisar que o navio estava sendo abordado por piratas, as autoridades não têm mais notícias.

O sequestro ocorreu a centenas de quilômetros da costa da Somália, no meio do Oceano Índico, uma área vista como relativamente segura em relação a ação de piratas.

Apenas em 2009 piratas atuando na região da costa da Somália conseguiram dezenas de milhões de dólares com pagamentos de resgates de navios sequestrados.

A Coreia do Sul é um dos países que mantém um navio de guerra patrulhando as águas da Somália para combater estes sequestros. As Marinhas de vários países ocidentais também estão tentando proteger seus navios de ataques de piratas.

Navio de guerra

O petroleiro operado por uma companhia sul-coreana e de propriedade de Cingapura foi sequestrado a cerca de 1,5 mil quilômetros a sudeste do Golfo de Áden, no Oceano Índico, uma das rotas marítimas mais movimentadas e perigosas do mundo.

O navio de guerra da Marinha da Coreia do Sul agora está seguindo o petroleiro sequestrado e uma autoridade do país afirmou que a ordem é de interceptar o navio antes que ele alcance a costa africana.

Ainda não se sabe, no entanto, qual será a ação do navio da Marinha sul-coreana quando ele alcançar o petroleiro.

O correspondente da BBC no leste da África, Will Ross, afirmou que é extremamente raro para qualquer Marinha do mundo se envolver em ações mais violentas em navios sequestrados com reféns.

Devido à carga levada pelo petroleiro, também há o risco de um grande dano ambiental.

Fonte: http://g1.globo.com/noticias/mundo/ (05/04/2010)

Piratas somalis sequestram navio de bandeira panamenha com 24 tripulantes

(AFP)

BRUXELAS — Um navio mercante de bandeira panamenha com 24 tripulantes a bordo foi sequestrado por piratas somalis diante do porto de Aden, no Oceano Índico, anunciaram as forças navais da Otan e da União Europeia (UE).

"Os proprietários do 'Iceberg 1' nos informaram que o navio foi capturado por piratas com 24 tripulantes a bordo a 10 milhas náuticas do porto de Aden", anunciou o centro de navegação da Otan baseado em Northwood (Grã-Bretanha) em seu site.
Os piratas seguiam em direção à costa da Somália.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (28/03/2010)

Piratas somalis capturam mais dois barcos no Índico

Por Nuno de Noronha

Apesar do reforço de navios patrulha da UE e da NATO, um cargueiro do Panamá com 24 tripulantes e um navio pesqueiro da Seychelles com seis marinheiros foram desviados nos últimos dois dias ao largo da Somália.

As águas do Índico foram mais uma vez palco das acções criminosas dos piratas somalis. Desta vez, segundo divulga a Reuters, que cita a organização não governamental "Ecoterra", os assaltantes atacaram um navio com pavilhão do Panamá - MV Iceberg 1. Na altura em que a embarcação foi desviada, transportava 24 tripulantes e encontrava-se a 10 milhas náuticas do Porto de Áden, no Iémen. As forças navais da OTAN e da União Europeia (UE) já confirmam que o ataque foi perpetrado por piratas somalis.

Este é já o terceiro assalto nas águas do oceano Índico desde sexta-feira. No domingo, foi desviada uma embarcação pesqueira proveniente das Seychelles que transportava seis tripulantes. O navio, que circulava a 60 milhas da costa do arquipélago, está agora a afastar-se para norte. Fontes ligadas aos criminosos, citadas pela agência "Reuters", afirmam que o barco foi capturado por piratas somalis e garantem, ainda, que têm em sua posse uma outra embarcação, de procedência iraniana, que transporta 21 turistas.

Mesmo depois da UE e da OTAN reforçarem o número de embarcações que patrulham as águas da África Oriental, os piratas somalis têm-se revelado bastante activos, estando a alargar o seu raio de acção na esperança de obter resgates milionários.

Fonte: http://jpn.icicom.up.pt/ (30/03/2010)

Pirata morre em ataque ao largo da Somália



Um pirata da Somália foi abatido a tiro e seis foram detidos durante um ataque contra um navio de bandeira do Panamá, no estreito de Aden.

Um grupo de corsários efectuou ontem duas tentativas para sequestrar a embarcação “MV Almezaan”, mas os guardas armados a bordo do navio conseguiram repelir os ataques.

Uma fragata da Marinha espanhola enviou um helicóptero para a zona, que disparou vários tiros de aviso. Os militares espanhóis detiveram seis alegados piratas, recuperaram um corpo e destruíram três lanchas usadas pelos piratas.
O “MV Almezaan” dirigia-se para a capital da Somália, Mogadíscio, quando foi atacado.

Fonte: www.rr.pt/ (24/03/2010)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Livros


Johnson, Charles. Piratas - uma história geral dos roubos e crimes de piratas famosos: a política interna, a disciplina de bordo, as façanhas e aventuras de 19 criminosos célebres da era de ouro da pirataria (1717-1724); Tradução E. San Martin; Editora Artes e Ofícios, Porto Alegre, 2003, 432pg.

"O misterioso autor deste livro não deixou rastros, biografia. Mas o principal ficou: um livro que se constitui na primeira e até hoje insuperável crônica historiográfica de homens do mar que viveram sustentados por roubos, crimes, que conheceram todos os riscos, todos os revezes, todas as vitórias. Estas páginas, escritas por um intenso conhecedor daquele mundo remoto mas ainda presente, nos remetem à profunda atmosfera de tensão e fascinio na qual viviam mergulhados homens que não mediram esforços nem coragem em busca de fortuna e glória. Este livro é um monumento à aventura insana desses homens poderosos, assassinos e suicidas"

Entre os assuntos abordados na obra, estão a biografia de Mary Read, Anne Bonny, Charles Vane, Edward Teach, Howell Davis, Bartolomew Roberts, William Kidd e tantos outros piratas famosos...

Clássico dos clássicos!
Obrigatório a todos que gostam de histórias de piratas

Piratas somalis atacam mais longe e sequestram dois navios

Piratas somalis sequestraram dois navios nesta terça-feira, incluindo um barco mercante que transportava fertilizantes, numa série de ataques que mostraram que eles estão se movimentando cada vez mais para o leste, disseram militares ocidentais.

O sequestro do navio de bandeira maltesa MV Frigia ocorreu a mais de mil milhas marítimas (1,6 mil quilômetros) da costa da África e representa um incremento substancial no raio de ação dos piratas, disse o comodoro John Harbour, porta-voz da Força Naval da União Europeia. O ataque ocorreu a mais de 640 quilômetros do local onde a força naval internacional opera.

O segundo sequestro, do navio MV Talca, aconteceu a 190 quilômetros da costa de Omã, na Península Arábica, disse Harbour O local fica a 60 milhas além do limite mais oriental da área patrulhada pela força naval internacional, uma área enorme de 1,5 milhão de milhas marítimas (3,9 milhões de quilômetros quadrados) que atualmente é patrulhada por 35 navios de guerra da Força Naval da União Europeia, da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), dos Estados Unidos e de outras nações.

O Talca, um navio cargueiro refrigerado, tem uma tripulação de 23 cidadãos do Sri Lanka, 1 das Filipinas e 1 da Síria.

O sequestro do Frigia é algo potencialmente mais complicado. Não está claro se sua carga de fertilizantes é baseada em nitrato, produto químico que pode ser usado para fabricar bombas na Somália. As fracas autoridades somalis lutam contra a insurgência islâmica.

O navio de bandeira maltesa MV Frigia foi armado pela empresa turca Karya. Ayhan Ugurlubay, porta-voz da companhia turca, disse que funcionários receberam um pedido de socorro do Frigia na manhã desta terça-feira, mas que desde então não têm contato com a tripulação. O navio transportava fertilizantes de Israel e tinha a Tailândia como destino. O navio tem uma tripulação de 17 marinheiros turcos e dois ucranianos.

"Nós seguimos todas as regras para a região. O navio navegou através da zona perigosa em comboio, escoltado pelas fragatas Gediz e Gelibolu (da Marinha da Turquia)", disse Ugurlubay à agência estatal de notícias da Turquia, a Anatólia.

"O incidente aconteceu um dia e meio após o navio deixar o comboio. É a primeira vez que um navio é sequestrado tão longe", ele disse.

Especialistas dizem que a pirataria continuará a ser um problema até que um governo efetivo seja estabelecido na costa sem lei da Somália. A Somália não tem governo efetivo há 19 anos.

Fonte: www.tribunadobrasil.com.br/ (23/03/2010)

Feridos nove marinheiros norte-coreanos pelos piratas no largo do Quénia


Somália


Kuala Lumpur - Nove marinheiros norte-coreanos foram feridos hoje (quarta-feira), durante uma tentativa de sequestro do seu barco pelos piratas somalís no largo do Quénia, anunciou o Bureau Marítimo Internacional (BMI).

"Um ataque violento foi realizado pelos piratas somalís contra um barco norte-coreano, tendo os sequestradores usado na acção armas automáticas e lança-granadas RPG", disse à AFP, Pottengal Mukundan, director do BMI, organismo sedeado em Londres.

Nove membros da tripulação ficaram gravemente feridos na acção. Apesar da violência do ataque, os piratas não conseguiram capturar o barco que se dirigia em direcção à Mombaça", acrescentou.

Mukundan lançou um apelo a vigilância, sublinhando que os piratas somalís tinham alargado o seu campo de acção no sul da zona, saindo da área onde operavam habitualmente, o que constitui, actualmente, uma ameaça para as rotas comerciais em direcção de Mombaça (Quénia) e Dar-es-Sala (Tanzânia).

"O nível de violênca nos ataques a barcos aumentou. Por isso, apelamos as forças navais (que patrulham a região) à prosseguirem a sua acção energética contra os piratas e especialmente contra os seus barcos guias quando sejam localizados", concluiu o director do BMI.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (31/03/2010)

Livros


Errol Flynn e Jamaica em «A Filha do Pirata»

Vencedor do Essnece Literary Award, «A Filha do Pirata», de Margaret Cezair-Thompson, editado pela Casa das Letras, recebeu inúmeros elogios em todo o Mundo. Um deles foi do Daily Express: «Descrições magníficas… o livro ganha literalmente vida quando Errol Flynn aparece».

«A Filha do Pirata», de Margaret Cezair-Thompson «Jamaica, 1946. Errol Flynn dá à costa da ilha na sua escuna Zaca, destruída por uma tempestade. Ida Joseph, a filha adolescente de um juiz de paz de Port Antonio, fica intrigada ao saber que «O Homem Mais Belo do Mundo» está na ilha e decide fazer tudo para o conhecer. Para o cansado espadachim, a Jamaica é um paraíso tropical que proporciona o travo da aventura e a promessa da salvação pessoal: uma frescura que Ida, que não está abalada pela sua celebridade, parece partilhar. Em breve, Flynn constrói um lar para si em Navy Island, onde recebe a nata de Hollywood – e Ida entrega o coração a este carismático homem mais velho.

A filha de Ida, May, verá o seu famoso pai apenas uma vez. Abrangendo trinta anos da história da Jamaica, A Filha do Pirata é uma história de paixão e irresponsabilidade, de duas gerações de mulheres e das suas lutas pelo amor e a sobrevivência, de uma nação que se esforça por ficar à altura de uma independência arduamente conquistada.

Margaret Cezair-Thompson deu forma a um romance que, simultaneamente, é provocador, refrescantemente original e tão fascinante como o mais rico tesouro de piratas»

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/ (31/03/2010)

Dezenas de marinheiros indianos capturados por piratas somalis


(AFP)

AHMEDABAD, Índia — Quase 100 marinheiros indianos foram sequestrados por piratas somalis que capturaram sete ou oito embarcações, informou nesta terça-feira o presidente de uma empresa da marinha mercante.

"No sábado tivemos uma informação segundo a qual sete ou oito de nossos barcos foram capturados por piratas somalis", declarou Kasam Ali, presidente da empresa Kutch Vahanvati Association, situada no Estado de Gujarat, oeste da Índia.

A companhia não tem notícias dos cerca de 100 marinheiros que tripulavam os barcos.
Os barcos capturados zarparam da Somália rumo a Dubai, segundo o jornal The Times of India em seu site.

A marinha da Índia, alertada pelo ministério de Transportes marítimos, vai verificar a informação.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (29/03/2010)

Após tiroteio, Marinha americana captura navio mãe e cinco piratas

A Marinha dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira ter capturado cinco piratas após uma troca de tiros a oeste de Seicheles, no Oceano Índico, no início da madrugada.

Três homens foram presos em um barco e outros dois em um navio mãe que estava próximo ao local e também foi capturado.

Segundo a marinha, no início da madrugada os piratas começaram a atirar no navio de guerra americano USS Nicholas. Os americanos também atiraram e passaram a perseguir os piratas, capturando-os cerca de 90 minutos depois.

Por enquanto, os presos vão ficar no próprio navio, que deve fazer o desembarque em Norfolk, no Estado americano da Virgínia.

Com AP

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ (01/04/2010)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Walter Raleigh - Um pirata em busca do El Dorado



Em 1552, nascia um dos mais notáveis piratas do período Elizabetano. Homem de múltiplas facetas, Walter Raleigh desempenhou sempre com ardor, as atividades de colonizador, pirata, poeta, alquimista, historiador e navegante. Fascinado pelo mito do El Dorado, pagou com a própria vida pelas ousadias que levou em vida.

Texto de Dalton Delfini Maziero

O Colonizador

Talvez nenhum outro continente do mundo tenha exercido tanto fascínio e mistério nos conquistadores europeus, como a América do Sul, descoberta por Cristovão Colombo em 1498. Em pleno século XVI, esse novo continente alimentava a fantasia de ousados navegantes, que desbravavam os mares em busca de mitos e principalmente, ouro. Para os ingleses, preocupados em obter lucros através do comércio ilegal, a América do Sul não passava de um possível território a ser explorado, no momento em poder dos espanhóis. Não é de se admirar então, que somente um navegador muito audacioso pudesse colocar o continente nos planos ingleses, de maneira inusitada, abrindo caminho para uma série de aventureiros e exploradores que seguiriam seu exemplo durante os séculos seguintes. Seu nome era Walter Raleigh, almirante e espadachim; traficante e pirata; corsário e colonizador; filósofo e poeta de grande inspiração; conspirador e historiador de elevada cultura; estadista habilidoso e alquimista requintado; sonhador e aventureiro. Foi o introdutor da batata na Europa, e um dos primeiros a propagar o fumo do tabaco, presenteado aos amigos juntamente com cachimbos de prata. Costumava frequentar os salões da alta nobreza, causando tanta admiração quanto ódio na corte inglesa. Sentimental e patriota, escrevia com diamantes – para impressionar suas favoritas – lindos poemas nos vidros das janelas. Por outro lado, não exitava em mandar degolar mais de 600 pessoas, sob a acusação de serem católicas, como o fez em Ore, nas guerras religiosas da Irlanda.

Nascido em 1552, em Hayes – Condado de Devonshire, Inglaterra – , Raleigh provinha de família abastada, filho de um fidalgo provinciano de mesmo nome. Estudava direito em Oxford quando, seduzido pela carreira militar, parte para as guerras religiosas entre protestantes e católicos, na França. Durante as batalhas, aprende francês e espanhol, descobrindo a literatura dos expedicionários que retornam do Novo Mundo. Relatos das maravilhas de um “paraíso terreno” , repleto de tesouros a serem descobertos num continente pouco conhecido. Em 1580, aos 28 anos, muda-se para Londres, onde desperta interesse na poderosa – e ninfomaníaca – Elizabeth I, a “Rainha Virgem”. Isso lhe vale certas facilidades, que usou para montar uma expedição colonizadora às terras antes descobertas por Caboto na América do Norte. Raleigh organizou três viagens entre os anos de 1582 e 1587, todas fracassadas, pela falta de provisões, ganância dos colonos (que estavam mais preocupados em achar ouro do que plantar) e pelos constantes ataques indígenas. Em uma dessas expedições, localizam um vasto território – Carolina do Norte – nomeando-o Virgínia, em homenagem a “Rainha Virgem”. Embora sua intenção fosse estabelecer uma colônia inglesa, secretamente pretendia criar um posto de apoio para saquear os galeões espanhóis provenientes do Caribe.

O impeto colonizador só foi interrompido por seus deslizes com as mulheres. Pagou caro pelas intimidades com Elizabeth Thockmorton, dama de honra da rainha Elizabeth, acabando trancafiado por algum tempo nas masmorras da sombria Torre de Londres. E se não fosse um incrível golpe de sorte, provavelmente teria ficado lá até seus últimos dias. Acontece que pouco antes de ser preso, financiou uma expedição pirata que obtivera bons lucros ao saquear o galeão Madre de Dios. Com sua parte do espólio, Raleigh pode comprar a liberdade.


Em busca do El Dorado

Em 1595, com o moral baixo na corte, somente um grande feito poderia restituir a Raleigh seu antigo prestígio. Livre das grades, parte atrás de um sonho que o perseguia há anos, quando entrou em contato com a literatura espanhola: o mito do El Dorado. Em finais do século XVI, era comum os navegantes confabularem sobre histórias de reinos e civilizações riquíssimas, que estariam perdidas em lugares inacessíveis do continente americano. Ecos das conquistas sobre os incas e astecas.

Os boatos eram reforçados pelos piratas, que ao saquearem galeões espanhóis, encontravam documentos de seus descuidados governadores, descrevendo tais riquezas. Ao que tudo indica, uma dessas cartas – assinada por Antonio de Berrio, Governador da Guiana – chegou as mãos de Raleigh. A frota parte da cidade inglesa de Plymouth em 9 de fevereiro de 1595, com cinco embarcações, 100 soldados e muitos voluntários. Rumando para Trinidad, apodera-se da cidade de San José, e faz prisioneiro seu governador, Antonio de Berrio, um homem igualmente apaixonado e perturbado pelo mito do El Dorado.

O caminho a ser seguido era o do rio Orinoco, no qual subiu mais de 110 léguas (uns 687 km), procurando pelo tesouro. Contudo, o sofrimento e as doenças devoraram seus homens. A expedição torna-se um fracasso, obrigando Raleigh a retornar em busca de provisões e reforços, sem ter atingido seus objetivos. Na Inglaterra, tudo o que encontra é uma impopularidade crescente. A corte recusa-se a recebê-lo. Embora detestado, Raleigh era dotado de um forte patriotismo, e de habilidades diplomáticas invejáveis! Consegue com isso, embarcar a 1 de junho de 1596 na frota organizada para combater a Invencível Armada de Filipe II, soberano espanhol odiado pelos ingleses. O sucesso trás novo prestígio ao pirata, que pouco tempo depois é agraciado com o título de Governador da cidade de Jersey.

A sorte de Raleigh muda com a morte , em 1603, de Elizabeth. O futuro soberano, Jaime I, que pretendia dar novo impulso à colonização inglesa, antipatizou com Raleigh por seu passado de pirataria, acusando-o de conspirador e encarcerando-o novamente na Torre de Londres, onde é condenado a morte, sendo sua pena suspensa até 1616.


Alquimista e Historiador

Atrás das grades, Raleigh dedica-se a meditar e escrever. É ali que produz o primeiro (e único) volume de sua “History of World”. O primeiro tomo, que nem chegou no período de Alexandre, continha 1360 páginas! Escreve várias poesias, dissertações, e monta um completo laboratório para a prática da alquimia, quando descobre uma fórmula para transformar água salgada em potável, e compõe um bálsamo capaz de aliviar e até curar as mais terríveis dores. Contudo, sua obra mais famosa, pela qual seria conhecido futuramente é “Discovery of the large, rich and Beautiful Empire of Guiana, with a relation of the Great and Golden city of Manoa (which the Spaniards call El Dorado)”, escrita quando de sua primeira viagem a Guiana. O velho pirata, com 65 anos, faz então sua última tentativa de auto promoção. Consegue propor ao soberano uma segunda viagem de conquista ao El Dorado, estabelecendo uma colônia inglesa nas proximidades. Dizia ser capaz de tal feito sem invadir as possessões espanholas.

Após 13 anos na masmorra, Raleigh é posto em liberdade condicional, sob a promessa de não praticar atos de pirataria contra os espanhóis, agora aliados da coroa inglesa. Parte em 1617 em direção a Guiana e rio Orinoco, acompanhado de 14 navios, entre eles o Destiny – com 400 toneladas e 35 canhões – e mais 2000 soldados. Desobedecendo ordens, Raleigh ocupa a Ilha de Trinidad e Santo Tomé, capital da Guiana. Na luta contra os espanhóis, morre seu filho e o sobrinho do então embaixador espanhol na corte inglesa, conde de Gondomar, que acusa Raleigh de pirataria. Enquanto isso, a expedição em busca do El Dorado fracassa novamente. Arrasado com a morte do filho, Raleigh descuidou-se de seus deveres e foi abandonado pela tripulação, que se lançava a prática da pirataria por conta própria.

Em 21 de junho de 1618, entra novamente em Plymouth, a bordo do Destiny, derrotado e abandonado. Acusado d pirataria, é preso e tem sua sentença finalmente decretada. Como Cavaleiro da corte, teve ainda um último pedido atendido, o de ser decapitado, já que o enforcamento era destinado a pessoas infiéis e indígnas. Assim, em 29 de outubro de 1618, morria Walter Raleigh, e com ele um dos períodos mais prósperos da pirataria inglesa.

Nove piratas presos pela Delegacia Fluvial

Duas quadrilhas dos chamados “piratas fluviais” - bandidos que assaltam embarcações – foram desarticuladas, neste final de semana, pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Polícia Civil do Pará. Uma delas atacou uma embarcação no furo da Jararaca, em São Sebastião da Boa Vista, na ilha do Marajó, na sexta-feira passada.

Na madrugada seguinte, os quatro bandidos foram interceptados e presos por policiais civis, da Delegacia de Crimes Fluviais, sob comando do delegado Davi Nóbrega. Com os presos, três armas, tipo espingarda, foram apreendidas e 100 cestas de alimentos, tambores com combustível, um gerador de energia, 120 quilos de carne e três motores roubados foram recuperados.

Na madrugada deste domingo, em outra ação policial na região da ilha das Onças, cinco pessoas foram presas em flagrante por uma equipe da DRCO, sob comando dos delegados Ocimar Nascimento e Hennison Jacob. Celulares, munições e uma arma de fogo foram apreendidos com os presos. Os presos foram conduzidos à sede da Divisão, em Belém, onde foram apresentados ao delegado João Bosco Júnior, diretor da DRCO. Com as prisões, a Polícia Civil dá uma resposta às ações criminosas praticadas por esses grupos de bandidos e salienta que outras operações vão acontecer e, certamente, mais criminosos serão presos e responderão judicialmente pelos crimes.O delegado Bosco informou que dos cinco presos na ilha das Onças, três atuavam como negociadores dos produtos roubados pelo bando. Na localidade, a equipe policial encontrou uma barraca usada como depósito, na mata, para esconder caixas com comida e bebida. Tudo roubado. Além de roubo, os presos vão responder criminalmente por porte ilegal de arma e formação de quadrilha. No ano passado, a Delegacia de Crimes Fluviais prendeu 22 “piratas”. Sete armas foram apreendidas e 14,5 mil litros de óleo diesel roubado foram recuperados. Este ano, dez prisões já foram registradas. (Diário Online com informações da Polícia Civil)

Fonte: www.diariodopara.com.br/ (29/03/2010)

Polícia paraense prende 10 piratas que assaltavam embarcações nos rios do estado

BELÉM - Dez assaltantes de embarcações foram presos neste final de semana após fiscalizações realizadas em rios paraenses. Os piratas integravam duas quadrilhas e foram presos em dois locais distintos. Uma das quadrilhas tinha acabado de atacar violentamente os tripulantes de um barco que transportava estivas. A polícia conseguiu recuperar o material roubado e descobriu um depósito onde o outro bando guardava os materiais roubados.

As primeiras prisões aconteceram na madrugada deste sábado, em um local conhecido como Furo da Jararaca, em São Sebastião da Boa Vista. Acionada após um assalto a um barco na região, a Polícia Fluvial conseguiu interceptar uma embarcação, onde quatro assaltantes foram presos. Com eles havia grande quantidade de material roubado. Segundo a polícia a quadrilha agiu de forma violenta.

- Alguns tripulantes foram espancados e receberam coronhadas na cabeça, inclusive ficaram com hematomas sérios - informou o delegado, João Bosco.

De acordo com a polícia, o uso da violência é algo comum nesse tipo de assalto.
- Isso acontece porque geralmente, quando estão praticando o assalto, os bandidos estão drogados e acabam perdendo controle e se excedendo - avalia o delegado.

Com a quadrilha foram apreendidas três espingardas, que foram usadas para ameaçar e agredir os tripulantes da embarcação assaltada, além de vários materiais roubados, como combustível, três motores, um gerador, 120 quilos de carne, 100 cestas básicas, dinheiro e pertences dos tripulantes.

Na madrugada do domingo, investigações policiais levaram a equipe da Delegacia Fluvial a mais seis prisões. Três negociadores foram flagrados em Belém, quando tentavam vender material roubado. Na Ilha das Onças, a polícia localizou um depósito improvisado, que funcionava no meio do mato, onde a carga roubada era escondida, onde mais três integrantes da quadrilha foram presos. Durante a ação, pelo menos três integrantes da quadrilha conseguiram fugir. No local foram encontradas várias caixas contendo alimentos e bebidas roubados.

A polícia não descarta a possibilidade de que as quadrilhas trabalhem juntas, mas nestas ações, agiam separadas. O modo de ação é semelhante, segundo explica o delegado.

- Eles atacam as embarcações que vão levar mercadorias para o Marajó e ilhas mais distantes, em frente à Icoaraci, Mosqueiro e Cotijuba, mantém os tripulantes como reféns e retornam à Ilha das Onças para onde levam a carga roubada. Para impedir que o barco roubado os siga, eles levam o motor e deixam o barco distante do local da base deles - explica o delegado João Bosco.

Os assaltantes foram trazidos para a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado em Belém, na manhã desta segunda-feira, onde foram autuados pelos crimes de roubo qualificado, assalto, porte ilegal de arma e formação de quadrilha.

A Polícia já identificou mais dez acusados de envolvimento nas quadrilhas e deve pedir a prisão dos suspeitos.

Fonte: http://oglobo.globo.com/cidades/ (29/03/2010)