quinta-feira, 27 de maio de 2010

Livros

Konstam, Angus. Pirates 1600-1730. Osprey Publishing, Col. Elite nº67, Inglaterra, 1998, 64pg.

Angus Konstam é hoje um dos maiores especialistas no tema pirataria. Para a coleção da Osprey, criou o livro Pirates 1660-1730, prático e didático, descrevendo a vida e assaltos dos piratas mais famosos da época (1600-1730), suas armas, navegações e julgamento perante a lei. Foi assessorado magistralmente pelo excelente ilustrador Angus McBride, que recriou, com muito realismo, as vestes, tipos físicos e armas da época. Mais um "tiro certeiro" dessa maravilhosa coleção da Editora Osprey!

Iconografia Pirata


Howard Pyle
"Buried Treasure"
By Harper & Brothers Publishers, 1921

Justicia holandesa: 7 años de cárcel a piratas somalíes


El Ministerio Público holandés pide siete años de prisión a cado uno de los cinco somalíes acusados de piratería. Así lo dio a conocer este miércoles el tribunal de Rótterdam. Si bien la piratería constituye el artículo más antiguo del Código de Derecho Penal en los Países Bajos, se trata de la primera ocasión en la que el Ministerio Público procede judicialmente un delito de este tipo.

Según los dos oficiales de justicia que trabajan en esta causa, los cinco hombres se encontraban a finales de diciembre de 2008 a bordo de una “lancha pirata” con la intención de cometer piratería: ataque violento contra barcos mercantes. Finalmente, el 2 de enero, los piratas habrían atacado con armas de fuego y morteros al buque Samayolu, que navegaba bajo bandera antillana en aguas del Golfo de Adén. Según la justicia, la intención de los piratas era la de hacerse con el barco para llevarlos a Somalia, desde donde pedir un rescate.

El secuestro pudo ser evitado cuando la tripulación del Samanyolu disparó bengalas contra la embarcación neumática de los somalíes. Tras esto, la Marina danesa tuvo que intervenir para rescatar a los piratas del agua. En el mes de febrero, los cinco hombres fueron entregados a las autoridades holandesas y desde entonces, permanecen en prisión.

Armas
Los acusados han reconocido sus intenciones de secuestrar el buque antillano. Sin embargo, según su abogado, el holandés Jan Ausma, no se han encontrado pruebas, como por ejemplo armas. “Eso no se puede controlar, ya que la pequeña embarcación en la que se encontraban, sé hundió en el fondo del mar”.

Los acusados han de comparecer ante el tribunal de Rótterdam porque el procedimiento judicial en Somalia no es posible. En este país, que sufre una larga guerra civil, no existe una autoridad central. La justicia holandesa tiene potestad para ello, puesto que la piratería se encuentra dentro del llamado derecho universal. La condena máxima a la que podrían enfrentarse los piratas se establece en 12 años. Las autoridades han declarado que sólo quiere enjuiciar piratas si la causa es de interés para Holanda.

Petición de extradición
La semana pasada, otros diez somalíes sospechosos de piratería fueron conducidos hasta el tribunal de Ámsterdam. Los piratas habían sido apresados por marines holandeses en un barco contenedor alemán. Las autoridades de ese país ya han pedido la extradición.

Fonte: www.rnw.nl/espanol/ (26/05/2010)

Conferência da ONU pede ordem para acabar com pirataria

Istambul - Representantes de 55 países, reunidos sábado em conferência das Nações Unidas, em Istambul, pediram à comunidade internacional que se envolva mais na Somália e trabalhe pela estabilidade do país para acabar com a pirataria no Oceano Índico.

"O povo somalí está no meio dessa crise que eles não criaram. Queremos atrair a atenção da comunidade internacional a este problema", manifestou em conferência de imprensa após a reunião o presidente interino da Somália, Sharif Sheikh Ahmed.

"A comunidade internacional está fortemente determinada a trabalhar (...) para acabar com o ciclo de ausência de lei, violência e desespero na Somália", afirma a declaração final da conferência.

Os países reunidos expressaram apoio ao Governo interino da Somália, que está imersa numa guerra civil desde 1991, quando foi derrubado o então presidente Siad Barre e o poder distribuído à senhores de guerra tribais, milícias fundamentalistas islâmicas e grupos criminosos armados.

Segundo o acordado no chamado Processo de Djibuti, o mandato do Governo Federal de Transição termina em Agosto do ano próximo.

"A Somália caminha rumo a um período crucial. O presidente Sheikh Ahmed deve estender a sua liderança, mas para isso necessita do apoio da comunidade internacional", explicou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Embora o Governo somalí tenha conseguido a rendição de vários grupos armados, o seu controlo se limita à pequenas partes do país, enquanto no resto impera o domínio de grupos armados e extremistas islâmicos.

"É preciso que a comunidade internacional esteja em Mogadíscio e não isole Sheikh Ahmed. Claro que é algo arriscado, mas os somalís vivem esse risco todos os dias", afirmou à imprensa o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner.

A ausência de um poder político na capital Mogadíscio provocou que acções de piratas utilizem a costa somalí como base para os seus ataques à embarcações que fazem as rotas marítimas entre Europa e Ásia através do Mar Vermelho, Golfo de Áden e Oceano Índico, o que levou Governos ocidentais a se preocuparem com a situação do país.

"É preciso mobilizar todas as nossas forças em acabar com a pirataria. Estamos a trabalhar no Conselho de Segurança para ter uma resolução que permita que os piratas sejam castigados", disse Ban.

"Há pirataria porque há pobreza e subdesenvolvimento", opinou por sua vez o ministro dos Negócios Estrangeiros da Espanha, Miguel Ángel Moratinos. Segundo ele, as medidas militares não bastam para acabar com o problema.

Por isso, a ONU recomendou, entre outras medidas, ajudar a reconstruir o sector pesqueiro somalí, cuja deterioração é uma das razões do aumento da pirataria.

Os países participantes recomendaram "reforçar o mandato" da Missão da União Africana na Somália (Amisom), que actualmente conta com pouco mais de 5 mil soldados de outros países africanos na Somália.

O presidente da missão da União Africana, Jean Ping, pediu à comunidade internacional que forneça fundos ao Governo somalí e que ajude a estabelecer programas de desenvolvimento socioeconómico para que o Executivo não perca a confiança do povo.

O presidente somalí mostrou-se optimista sobre o resultado da conferência, mas advertiu aos integrantes que "as promessas deverão ser colocadas em prática".

Fonte: www.portalangop.co.ao/motrix/ (23/05/2010)

Fim da pirataria passa pelo combate à pobreza na Somália, diz Moratinos

De Agencia EFE

Istambul
A solução para o problema da pirataria no oceano Índico e no golfo de Áden não pode ser só militar, tem de ser político para dar estabilidade e acabar com a pobreza na Somália, disse neste sábado em Istambul o ministro de Assuntos Exteriores espanhol, Miguel Ángel Moratinos.

Em declarações à Agência Efe, o chanceler anunciou que, com esse objetivo, a Espanha pretende receber em setembro uma reunião do Grupo Internacional de Contato sobre a Somália, no qual participam, entre outros, Estados Unidos, França, Itália e os países vizinhos da Somália.

Moratinos explicou que a iniciativa espanhola recebeu sinal verde dos 55 países que participam da conferência internacional sobre a Somália que, organizada pela ONU e Turquia, ocorre até amanhã em Istambul.

Para o ministro espanhol é necessário realizar "um esforço similar ao feito com a operação Atalanta (de luta contra a pirataria)" no interior da Somália para estabilizar o país africano.

"Há piratas porque há pobreza e subdesenvolvimento", acrescentou.
Moratinos garantiu "todo apoio" da Espanha ao Governo de transição na Somália e a seu presidente interino Sharif Sheik Ahmed, "que tem a difícil tarefa de estabilizar o país".

Durante uma reunião com o ministro, Ahmed pediu à Espanha ajuda para reconstruir o setor pesqueiro da Somália, cuja deterioração é apontada pela ONU como uma das principais causas do auge da pirataria.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (22/05/2010)

Holanda inicia julgamento de piratas somalis

Um tribunal de Roterdão começou ontem a julgar cinco piratas somalis pela tentativa de assalto a um cargueiro no final do golfo de Áden, no início de 2009, naquele que é o primeiro julgamento de piratas daquela nacionalidade na Europa.

Os somalis foram capturados por um barco de guerra holandês, que interceptou a sua lancha rápida quando estes preparavam a abordagem do cargueiro, que viajava com bandeira das Antilhas Holandesas. Este é um dos principais argumentos dos advogados de defesa dos somalis, que consideram não se aplicar a jurisdição holandesa, mas a das Antilhas Holandesas, já que estas possuem o seu próprio sistema jurídico.

Com idades entre 25 e 45 anos, os somalis podem ser condenados a 12 anos de prisão cada um; o julgamento deve prolongar-se por cerca de uma semana, com a sentença a ser proferida em Junho.

Os piratas desenvolvem há vários anos assaltos a navios cargueiros ao largo da Somália, tendo ampliado estes ataques ao golfo de Áden desde finais de 2008. Só em 2009 verificaram-se 215 ataques a embarcações ao largo deste país africano, isto num total de 409 em todo o mundo.

Ontem, um tribunal iemenita condenou seis piratas somalis à pena de morte e outros seis a dez anos de prisão pelo assalto a um petroleiro daquele país em Abril de 2009.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/ (25/05/2010)

domingo, 23 de maio de 2010

Mulheres piratas - As lendárias Anne Bonny e Mary Read



Texto de Dalton Delfini Maziero

A pirataria sempre foi vista como uma atividade exclusivamente masculina. Contudo, o estudo de processos contra saqueadores mostra que nem só de homens viviam os “Sete Mares”. Anne Bonny e Mary Read são os casos mais famosos da pirataria feminina, e talvez o que tenha alcançado maior notoriedade. Violentas e masculinizadas, essas duas beldades conseguiram feitos que as tornou uma verdadeira lenda no mundo marítimo.

Calico Jack e a pirataria caribenha
A história da pirataria revela vez ou outra, casos dignos de um romance cinematográfico. Muitas vezes, a falta de informações e os acontecimentos insólidos que envolveram essa atividade, fazem de seus personagens, elementos quase lendários. Anne Bonny e Mary Read fizeram parte desse mundo marginal, e acabaram por escrever um dos mais interessantes capítulos dessa fascinante história.

No início do século XVIII, as águas caribenhas e da Nova Inglaterra estavam infestadas de piratas. Não só elas, mas todo o Atlântico norte, que lutava contra essa atividade considerada ilegal por muitos, mas que na realidade representava um lucro enorme – caso não fossem capturados – a quase todos que se lançavam aos mares. Um dos notórios piratas desse período foi o capitão Rackham, também conhecido como “Calico Jack” (nome que vem de seu hábito em usar roupas de seda por baixo, chamadas calicó). Nascido em 1680, Jack muito cedo se lançou aos mares, em companhia de outro capitão renomado, Charles Vane. Existem poucas informações sobre a vida de Calico Jack, mas ao que tudo indica, abordou navios suficientes para gerar o pânico à mera citação de seu nome. Seus métodos de guerra também fizeram fama, pois gostava de arrancar os narizes de seus oponentes, o que gerou um ódio não contido contra ele e sua tripulação.

Em 1720, chegou na Jamaica um navio sem bandeira. Imediatamente, correram os boatos da chegada de Calico, causando a correria entre os soldados ingleses que se encontravam no porto. Verificada a veracidade da notícia, logo surge um navio de guerra capitaneado pelo inglês Jonathan Barnet, que exige sua rendição. A luta foi violenta, mas por fim, acabou com a derrota de Calico. Sua história teria se perdido com esse fracasso, caso um fato desconsertante não tivesse abalado o Tribunal de Santiago de la Veja, que julgava a punição dos piratas: entre seus tripulantes, duas mulheres – vestidas de homens – haviam se revelado! Os anais desse tribunal(28/11/1720) registram praticamente tudo o que sabemos sobre elas.


Mary Read
A primeira chamava-se Mary Read. Nascida na Inglaterra, teve uma infância marcada pela desunião familiar. Sua mão, abandonada pelo marido pouco depois do casamento – e com um filho recém nascido –, engraçou-se com um homem sem maiores referências. Dessa união, nasceu Mary. Após perambular durante quatro anos pelo interior, onde perdeu seu filho, retornou para Londres onde reencontrou o marido. Neste momento ocorre algo que mudaria para sempre a vida de Mary, a esta altura, uma garotinha: sua mãe lhe veste de menino, fazendo-a passar pelo irmão morto. Tudo indica que, envergonhada, tentava desta forma, esconder do marido suas antigas aventuras amorosas. Ocorre que o truque funcionou tão bem, que todos acreditaram tratar-se do garoto! Quando tinha 13 anos, Mary – que era sustentada pela avó – viu-se obrigada a ganhar a vida, alistando-se como homem num navio de guerra, e depois no exército de Flandes, onde se apaixonou por Fleming – após revelar seu segredo –, um soldado com o qual casou-se e abriu uma hospedaria chamada Three Horseshoes. Mary teve o mesmo destino de sua mãe. Seu marido morre logo em seguida de febre, e ela se vê obrigada a fechar o negócio e a se lançar novamente aos mares, vestida de homem. Desta forma, navegou pelos mares da Holanda, Índia Ocidental e Caribe, onde teve seu barco aprisionado por Calico Jack. Devido a sua exemplar dedicação nas armas, foi logo convidado (a?) a fazer parte da equipe pirata de Jack, cargo que aceitou de imediato.


Anne Bonny
Já Anne Bonny nasceu dos amores proibidos entre seu pai, um advogado, e uma camareira da cidade de Country Cork, Inglaterra. Quando a mulher – que havia se retirado aos campos para reestabelecer sua frágil saúde – voltou de sua viagem, soube da infidelidade do marido e pediu divórcio. Na tentativa de atraí-la de volta, o advogado vestiu Anne alguns anos depois de homem, alegando que o garoto era filho legítimo deles. É claro que ela não acreditou na farça, e conseguiu caçar a licença de advogado do ex-marido, motivo pelo qual ele mudou-se para Carolina, em busca de emprego. Bem sucedido como agricultor, criou Anne – uma menina rebelde – próxima ao meio marítimo. Algumas versões de sua biografia falam que aos 13 anos, Anne já se dedicada a promiscuidade e crimes de todo tipo, inclusive assassinando a amante do pai, a facadas. Já crescida, Anne retornou um belo dia anunciando que havia se casado, retirando-se em seguida para Nueva Providence, onde abriram um bar frequentado por marinheiros. Foi na forma de um de seus fregueses, aos 18 anos, que Anne conheceu Calico Jack, tornando-se seu amante. Neste momento, assume sua vestimenta masculina, conseguindo desta forma ingressar no barco dos piratas de Jack, uma vez que o juramento dos piratas não permitia mulheres a bordo.
Lançando-se ao mar em busca de riquezas e aventuras, Anne participa pela primeira vez de um assalto a um bergantim. Armada de sabres e pistolas, surpreende o vigia durante uma noite chuvosa, cortando a amarra do navio. Graças a sua perícia, logo cai nas graças de toda tripulação.


Prisão e condenação
Começou desta forma a relação entre Mary e Anne, que passaram a conviver e lutar juntas...ou juntos, uma vez que continuavam sempre vestidas de homem. Além de amigas, dizem as más línguas que se tornaram amantes. O fato é que o trio continuou durante algum tempo saqueando navios, dirigindo-se posteriormente a Española e Jamaica, onde foram feitos prisioneiros, conforme já comentado.

Segundo um panfleto publicado em 1721 por Robert Baldwin, Calico Jack, Anne e Mary foram condenados a forca, punição que deveria ser cumprida em Santiago de la Veja; e realmente foi, mas somente para Calico. Ao revelarem-se mulheres, Anne e Mary foram poupadas. Os anos que se seguiram são marcados pelas dúvidas, pois existem várias versões de como elas teriam terminado. Parece que Mary – na época de seu julgamento –estava grávida, livrando-se da forca por esse motivo. Teve seu filho, morrendo no parto, segundo alguns ou de uma violenta febre, como querem outros, na localidade de Santa Catarina, reconhecido reduto de piratas. Já Anne, conseguiu retornar com seu pai na Carolina, apagando seu passado de pirata e morrendo – de febre – como uma dama.

Iconografia Pirata

Punição de piratas russos
Copper plate engraving of The Punishment of Russian Pirates
by T Wallis published in 1807.

Yibuti ofrece su puerto a Armada rusa para combatir piratería



Yibuti, 17 de mayo, RIA Novosti.

Buques de guerra rusos implicados en la operación contra la piratería cerca del Cuerno de África podrán usar la infraestructura portuaria de la República de Yibuti, comunicó un oficial de esta pequeña nación costera limítrofe con Eritrea, Etiopía y Somalia.

"Estamos dispuestos a ofrecer nuestro puerto para los navíos de la Armada rusa que luchan contra los piratas en la región", afirmó el portavoz de la Marina yibutiana en el transcurso de una recepción que se celebró anoche en la embajada de Rusia en su país. Señaló que Yibuti tiene "la infraestructura necesaria" para ello.

Cerca del Cuerno de África se encuentra ahora una escuadra de la Flota rusa del Pacífico que incluye al buque antisubmarino "Mariscal Sháposhnikov", el petrolero "Pechenga" y el remolcador MB-37. Dos helicópteros embarcados a bordo del "Mariscal Shaposhnikov" se dedican constantemente al patrullaje de la zona donde se producen frecuentes ataques piratas contra embarcaciones mercantes.

El "Mariscal Shaposhnikov" pasó ayer por el puerto de Yibuti para reabastecerse de agua y proporcionar un breve descanso a la tripulación que hace poco participó en la exitosa liberación del petrolero ruso "Moskovski Universitet", asaltado por piratas. Esta tarde, el navío se hará nuevamente a la mar para escoltar mañana a una caravana internacional de diez buques a través del estrecho de Adén.

Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/ (17/05/2010)

El objetivo de la Armada de Rusia fue rescatar el buque Moskovski universitet y no abatir a piratas

Yibuti, 17 de mayo, RIA Novosti.
Los marineros rusos que participaron en el rescate del petrolero Moskovski universitet buscaban liberar a la tripulación del buque y no abatir a piratas somalíes que lo secuestraron, informó hoy el jefe de una escuadra de la Flota rusa del Pacífico, el capitán de navío Ildar Ajmerov.

"Entre nuestras tareas no figuraba la de liquidar a piratas. El principal objetivo consistía en la liberación de la tripulación", dijo Ajmerov a la prensa rusa. Según el capitán de navío, durante el abordaje de Moskovski universitet algunos de los once piratas recibieron heridas y la herida de un corsario resultó mortal.

"Los piratas heridos fueron atendidos por nuestros médicos militares y recibieron la atención médica correspondiente", explicó Ajmerov, al tiempo de añadir que posteriormente el corsario muerto y el resto de piratas fueron embarcados en una lancha que tomó rumbo a Somalia.

Anteriormente, fuentes del Ministerio de Defensa de Rusia informaron que el barco pirata desapareció de los radares de vigilancia marítima poco después de salir al mar y, probablemente, no alcanzó la costa africana.

El petrolero de bandera liberiana Moskovski universitet, con 23 marineros rusos y 86.000 toneladas de petróleo a bordo, fue secuestrado en el golfo de Adén el pasado 5 de mayo y liberado al día siguiente por el buque antisubmarino ruso Mariscal Shaposhnikov.

El Mariscal Shaposhnikov pasó ayer por el puerto de Yibuti para reabastecerse de agua y proporcionar un breve descanso a la tripulación que participó en la exitosa liberación del petrolero Moskovski universitet. Esta tarde, el navío se hará nuevamente a la mar para escoltar mañana a una caravana internacional de diez buques a través del estrecho de Adén.

Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/ (17/05/2010)

Kenia vuelve a admitir y juzgar piratas somalíes dentro de sus posibilidades

Por Agencia EFE

Nairobi, 19 may (EFE).- Kenia vuelve a aceptar y a juzgar "dentro de sus posibilidades" a supuestos piratas somalíes, según dijo hoy el ministro de Exteriores keniano, Moses Wetangula, durante una visita al país de la Alta Representante de la Unión Europea (UE) para la Política Exterior y de Seguridad Común, Catherine Ashton.

Hasta el momento, Kenia es el único país que tiene un acuerdo con la UE para juzgar a supuestos piratas en su territorio, pero el pasado 2 de abril el Gobierno de Nairobi anunció que no recibiría ni procesaría a más por falta de capacidad y porque no había recibido las ayudas prometidas por la comunidad internacional.

Sin embargo, según dijo hoy Wetangula en rueda de prensa conjunta con Ashton en Nairobi, la semana pasada volvieron a aceptar seis piratas entregados por un buque de guerra británico y los juicios han seguido a los más de cien que están ya en sus cárceles.

Wetangula apuntó, sin embargo, que "la responsabilidad es internacional y que no sólo Kenia debería llevar esa carga", al tiempo que indicaba que son los propios somalíes los que deberían acabar con su conflicto. "Las diferentes facciones que se enfrentan en Somalia todos los días y los 'señores de la guerra' tienen que darse cuenta de que deben hablar unos con otros y de que deben normalizar su país, porque ya han desperdiciado dos generaciones", recalcó el ministro keniano.

En este sentido, coincidió con Ashton al considerar que el problema de la piratería somalí se resolverá cuando los países del este de África y la comunidad internacional trabajen juntos para resolver el conflicto general de Somalia.

"Estamos todos juntos en el problema de la piratería y no podemos simplemente dejarlo pasar, porque si no tratamos el problema del procesamiento y el encarcelamiento de los piratas, simplemente se hará más grande", dijo la responsable de la diplomacia de la UE.

Ashton dijo, asimismo, que la piratería se resolverá cuando se solucione el conflicto en Somalia y apuntó a los diversos problemas que necesitan solución en el país: "Uno es el Estado de derecho, otro la seguridad interna, otros los problemas de subdesarrollo, otro es cómo apoyar a la población local, las infraestructuras...".
"Todos estos problemas se han de tratar, de forma colectiva y en colaboración, por los países de la región y la comunidad internacional", añadió Ashton, que agradeció a Kenia el esfuerzo de este país para aceptar y juzgar en su territorio a presuntos piratas somalíes.

Ashton se desplaza hoy a Tanzania, donde se reunirá con el presidente y el ministro de Asuntos Exteriores tanzanos para tratar la posibilidad de un mayor compromiso de este país en la lucha contra la piratería. Mañana viajará a las islas Seychelles, donde tiene previsto un encuentro con el presidente y el ministro de Medio Ambiente, Recursos Naturales y Transporte, para tratar la misma cuestión, en un país insular cerca de cuyas aguas actúan los piratas somalíes.

Durante su estancia en Seychelles, que se prolongará hasta el viernes, la representante de la UE visitará la misión naval europea EU NAVFOR Atalanta, que patrulla las aguas del Índico para proteger de ataques piratas a barcos comerciales y humanitarios, y participar en un congreso regional sobre la piratería.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (19/05/2010)

Pirata somalí se declara culpable en corte de Nueva York

NUEVA YORK (AP) - Un sospechoso somalí que se convirtió en el aniñado rostro de un pirata del siglo 21 por protagonizar un temerario ataque a una buque con bandera estadounidense frente a las costas de Africa, se declaró culpable el martes de los cargos de asaltar el barco y secuestrar al capitán.

Abdiwali Abdiqadir Muse ha estado preso en Manhattan desde el año pasado, cuando se le capturó, y enfrenta el que se ha denominado como el primer juicio por piratería en Estados Unidos en décadas.

"Lo que hicimos estuvo mal", dijo un apagado Muse a través de un intérprete. "Lamento mucho, mucho lo que hicimos. Todo fue por los problemas en Somalia". También se declaró culpable de tomar rehenes y conspirar. Enfrenta un mínimo de 27 años en prisión. La sentencia será dictada el 19 de octubre.

Los fiscales tildaron a Muse de ser el líder de una banda de cuatro piratas que atacaron el Maersk Alabama el 8 de abril de 2009, cuando transportaba suministros humanitarios a unos 450 kilómetros (280 millas) de la costa de Somalia. El caso podría ser el primero de varias acusaciones de piratería en las cortes de Estados Unidos. Es parte de un debate sobre las políticas de Estados Unidos para lidiar con los insurgentes y las actividades criminales que contribuyen a la persistente inestabilidad en Somalia, un empobrecido y caótico país que se ha convertido en un refugio para terroristas ligados a Al Qaida.

En el caso del Maersk Alabama, una demanda penal dijo que Muse fue el primero en abordar la nave, disparando su fusil AK-47 hacia el capitán Richard Phillips. Entró al puente de mando, le dijo al capitán que detuviera el buque y "se comportó como el líder de los piratas", expuso la demanda.

Muse, leyendo una declaración preparada, le dijo al juez el martes que su tripulación no había atacado intencionalmente la embarcación estadounidense. Los cuatro piratas "acordaron capturar cualquier barco que encontraran en el Océano Indico", dijo.

Los piratas retuvieron como rehén por varios días a Phillips, de Underhill, Vermont, en un sofocante barco salvavidas adjunto, que fue rápidamente seguido de cerca por naves de guerra y un helicóptero estadounidenses. Durante las negociaciones, dijo Muse, los piratas intentaron cerrar el trato de que: "Ellos dejaban al capitán y a cambio los dejaban regresar a salvo a tierra. Si no, le haríamos daño al capitán".

El desenlace llegó cuando un francotirador a bordo del USS Bainbridge mató a tres piratas en una sorprendente operación nocturna, dejando a Phillips ileso. "Pensé que los piratas se estaban disparando entre sí y estaba atrapado en medio del fuego cruzado", escribió Phillips después en un libro sobre su experiencia. "Ellos habían estado discutiendo y había llegado hasta los disparos. Y ahora, después de días de calor, castigo y amenazas, había un completo silencio".

"De pronto escuché una voz. Una voz masculina y en inglés. '¿Está bien?', me dijo".
Tras haber sido llevado a una corte federal en Nueva York, el delgado acusado, de unos 1,60 metros (5 pies 2 pulgadas) se veía desorientado y algunas veces lloró en la corte. Su edad ha estado en disputa desde el comienzo: sus abogados insistieron que tenía 15 y debería ser juzgado como un infractor menor de edad; los fiscales convencieron al juez de que tenía por lo menos 18.

Fonte: www.univision.com/contentroot/ (18/05/2010)

Representante da União Europeia na África Oriental visita Quénia e Seicheles

Paris - A alta representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros e Segurança, Catherine Ashton, inicia hoje (terça-feira) uma digressão que a conduzirá ao Quénia, a Tanzânia e as Seicheles, países fortemente atingidos pela pirataria marítima, soube-se de Paris (França).

Na sua primeira viagem ao continente africano, que vai durar de 18 a 21 de Maio, Catherine Ashton manterá sessões de trabalho com os líderes políticos destes países afectados pela pirataria marítima e com os representantes das organizações internacionais e da sociedade civil.

A diplomata europeia vai explorar com os seus diferentes interlocutores opções para soluções eficazes e duradouras contra a pirataria nas costas leste do continente africano.

"A pirataria enfraquece a segurança marítima no Oceano Índico, a estabilidade e o desenvolvimento na região. Devemos abordar tanto as suas causas primeiras como os seus sintomas duma maneira global. Desejamos construir uma parceria com os países da região para soluções duradouras baseadas numa participação local com a assistência internacional", declarou.

A UE defende uma abordagem regional de luta contra a pirataria ao largo da costa da Somália, baseada na implicação dos países interessados e da UE e em esforços para assegurar a perseguição e detenção dos piratas suspeitos.

A UE concluiu acordos de transferências de tais detidos com o Quénia e as Seicheles e está a negociar com outros países da região para o mesmo tipo de cooperação, indica uma nota da organização.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (18/05/2010)

Oficiais da Marinha dizem que pacificação da Somália é indispensável para conter pirataria

Não obstante a impotência relativa, a luta contra os piratas que se intensificou em finais de 2008, após um recrudescimento dos ataques, deve continuar.

Abou Dhabi - As operações realizadas pelas marinhas de guerra para lutar contra a pirataria no golfo do Aden e no Oceano Índico, não serão eliminadas se não forem acompanhadas de uma estabilização a longo prazo da Somália, estimaram hoje (quinta-feira), os oficias da marinha reunidos nesta cidade.

A luta contra a pirataria "não vai resolver o problema de base, ou seja, das causas da pirataria, pois a solução depende de uma estabilização da Somália ", declarou o contra-almirante Bob Tarrant, chefe do Estado-maior da marinha britânica, durante o simpósio naval do Oceano índico, que terminou quarta-feira.

"Os sintomas manifestam-se ao largo, no golfo do Aden, e são o reflexo do que se passa nesse país ", referiu, por seu turno, o chefe da marinha australiana, o vice-almirante Russel Crane.

Não obstante essa constante impotência relativa, a luta contra os piratas que se
intensificou em finais de 2008, após um recrudescimento dos ataques deve continuar, acordaram os 32 oficias generais das diferentes marinhas que participaram do simpósio.

Várias operações estão prática há um ano, mas os ataques contra a marinha mercante não diminuiram.

Uma força conduzida pelos Estados Unidos, outra europeia, da Otan, da marinha russa, chinesa, indiana e iraniana, estão presentes na região, mas não atuam sob ordens de um comando unificado.

" Penso que deveremos fazer um melhor trabalho se queremos ser, de fato, um único grupo internacional ", estimou o vice-almirante Crane.

As informações são da Angop.

Fonte: www.africa21digital.com/ (13/05/2010)

Primeiro-Ministro critica Presidente por querer nomear um novo Governo

Primeiro-Ministro critica Presidente por querer nomear um novo Governo

O Primeiro-Ministro somali, Omar Abbdurashid Sharmarke, criticou ontem, em Mogadíscio, a intenção do Presidente Sharif Sheikh Ahmed de nomear um novo Governo, o que pode contribuir para o reanimar da convulsão política na Somália, noticiou a France Press (AFP).

“Continuo legalmente a ser o Primeiro-Ministro da Somália”, declarou Shamarke durante uma conferência de imprensa na capital somali.

Na segunda-feira, o Presidente Sharif Sheikh Ahmed anunciou a intenção de nomear um novo Primeiro-Ministro, numa altura em que o actual titular não se demitiu nem foi exonerado. Sheikh Ahmed fez este anúncio no final de uma agitada reunião do Parlamento, em Mogadíscio, alvo há oito meses do lançamento de morteiros pelos rebeldes.

“A declaração do Presidente Sharif Sheikh Ahmed sobre a formação de um novo Governo é lamentável”, comentou o Primeiro-Ministro Sharmarke, para quem o seu Governo estará em funções até à sua dissolução legal, baseando-se na Carta de Transição Federal (Constituição que rege a transição).

Trata-se do primeiro incidente político que opõe publicamente os dois dirigentes somalis, ambos em efectividade de funções desde a criação, em Janeiro de 2009, do Governo de Transição. Seis piratas somalis, autores de uma tentativa de desvio de um petroleiro iemenita que causou duas mortes, foram condenados, ontem, à pena capital por um tribunal de Sanaa.

Seis outros piratas somalis, julgados no mesmo processo, foram condenados a dez anos de prisão cada um, de acordo com o veredicto do tribunal penal especializado em assuntos de terrorismo.

Trata-se do primeiro julgamento do tipo pronunciado contra autores somalis de actos de pirataria marítima.

O tribunal condenou igualmente os 12 homens, cujo processo foi aberto em 29 de Setembro de 2009, a uma multa no valor de dois milhões de dólares.

Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/ (19/05/2010)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Iconografia Pirata


"Civil War Pirate Ship"
Edition of Harper's Weekly, 1861
(the most popular illustrated newspaper of the day)

Iêmen condena piratas somalis à morte


(AFP)

SANAA, Iêmen — Seis piratas somalis foram condenados a morte nesta terça-feira em Sanaa pela tentativa de sequestro de um petroleiro iemenita, em uma ataque que terminou com a morte de duas pessoas.

Outros seis piratas somalis, processados pelo mesmo caso, foram condenados a 10 anos de prisão cada, segundo o veredito do tribunal penal especializado em terrorismo.
Este foi o primeiro julgamento do tipo com veredito contra somalis por atos de pirataria marítima.

O tribunal também condenou os 12 homens a pagar uma multa total de dois milhões de dólares.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (18/05/2010)

Cinema

Piratas do Caribe 4 será filmado desde o começo em 3D
By: Caio Arroyo

A Disney anunciou que “Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides”, quarto filme da franquia “Piratas do Caribe”, será totalmente filmado em 3D e não convertido depois de pronto, como a maioria dos filmes estão sendo atualmente. É uma ótima notícia para quem paga mais caro para assistir filmes em 3D e nem sempre encontra produtos com a qualidade imaginada.

Na sequência, o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) irá competir com o famoso pirata Barba Negra (Ian McShane) para ver quem será o primeiro encontrar a mítica Fonte da Juventude. A história é baseada no livro “On Stranger Tides”, de Tim Power, que foi adaptado pelos roteiristas do primeiro filme, Ted Ellitot e Terry Rossio.

O elenco conta também com Penélope Cruz como filha do Barba Negra, Astrid Bergès-Frisbey como uma sereia e o retorno de Geoffrey Rush como Barbosa, além de Stephen Graham, Sam Clafin e Max Irons.

Rob Marshall (“Chicago”) assume a direção e as filmagens começam em junho. A estreia está marcada para 20 de maio de 2011.

Fonte: http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/ (18/05/2010)

Polícia prende quadrilha de "piratas" dos rios

A sensação foi de alívio para quem navega pelos rios do Pará, quando souberam da prisão de uma quadrilha de piratas que vinham atuando na região utilizando métodos violentos contra suas vítimas, além da especialidade que era o roubo de carga.

O esquema montado pela quadrilha mostrou uma organização que não deixa nada a dever a grandes mafiosos, onde todos têm direitos e deveres para que as empreitadas criminosas saiam dentro do previsto, sem levantar suspeitas.

A prisão de oito homens no final de semana foi fruto de um trabalho de levantamento da Divisão de Repressão ao Crime Organizado, através do diretor-delegado João Bosco, em parceria com a Divisão de Repressão ao Entorpecentes, com o delegado Hennison Jacó e a Divisão de Repressão a Roubo de Carga, com o delegado Luis Xavier e Delegacia Fluvial, com o delegado Davi Nóbrega.

Uma denúncia anônima feita a Delegacia Fluvial na sexta-feira (14) dava conta que haveria um grande assalto a uma embarcação no canal do Canapijó na saída da Baía do Marajó praticado por um grupo que estava com a logística preparada para a ação.

As informações eram poucas, mas o sistema de inteligência da Polícia Civil logo descobriu as características da embarcação que seria utilizada pelos piratas e logo duas lanchas velozes zarparam do porto de Belém rumo à área indicada para o possível assalto.

Distribuídos nas lanchas “Ventania” e “Brasileiríssima” uma dúzia de policiais muito bem armados começaram uma varredura nos rios próximos na tentativa de localizar o barco que seria alvo dos piratas, nos limites de Belém, Cotijuba, Barcarena e distrito de Icoaraci.

Paralelo a esta situação outros policiais civis prendiam no “Furo da Laura”, na Ilha do Mosqueiro, quatro elementos que estavam em um barco prontos para dar suporte necessário para o transporte da carga roubada, esperando apenas uma ligação telefônica do restante do bando.

Sabedores que o alvo seria o barco motor São Francisco, que tinha como destino o município de Ponta de Pedras, no Marajó, onde policiais não demoraram em localizá-lo, mas estranharam logo a presença de um pequeno barco chamado pelos ribeirinhos de “rabeta” atracado no barco e que ao invés de seguir o destino certo estava voltando para Icoaraci.

Os assaltantes, ao se depararem com policiais civis sob o comando dos delegados João Bosco e Davi Nóbrega, tentaram fugir pulando na baía, sem antes trocar tiros com a equipe da DRCO, mas foram capturados. Os piratas ainda tentaram se livrar das armas, um revólver calibre 38, uma espingarda e um rifle sem sucesso. As duas armas foram recuperadas pela polícia.

O chefe da quadrilha é um homem conhecido apenas por “Zé”, que mora em Abaetetuba, mas os tentáculos foram identificados. Rosivaldo Lima OIiveira conhecido como “Lourinho” é o encarregado, juntamente com mais três piratas, do transporte do roubo no barco de Armando Pantoja de Sousa.

Por sua vez, Manuel de Jesus Farias de Souza, o “Jogador”, considerado o mais violento dos piratas que atuam nos rios do Pará, era o responsável pela abordagem e manutenção em cativeiro dos tripulantes e passageiros. “Nesta organização criminosa cada um tem uma função. Aquele que aborda, o que rende o que carrega e o que vende os produtos” diz um investigador que participou da missão.

Fonte: www.diariodopara.com.br/ (17/05/2010)

sábado, 15 de maio de 2010

Cinema

O Pirata Sangrento
(The crimson pirate, 1952)

O pirata sangrento é vendido – pelo menos aqui, no Brasil – como “o melhor filme de piratas de todos os tempos”. O enredo até que é interessante, apresentando as aventuras do Capitão Vallo (Burt Lancaster) e o resgate do revolucionário El Libre, envolvendo negociações escusas com o armamento roubado do espanhol Barão Gruda. Em meio a tudo isso - existe é claro - o já manjado romance com a heroína do filme, motins, e uma longa sequência de luta no final.

O filme é fiel ao que promete: diversão para toda família. E isso é justamente seu pecado... Após 30 minutos, não agüentamos mais o sorriso de vendedor de pastas de dente de Burt Lancaster, e as peripécias circenses de seu fiel escudeiro, o pirata mudo Ojo (interpretado por Nick Cravat, que fez outros filmes com Lancaster, e que é mudo na vida real).

O clima de pastelão jamais deixa o filme tomar um caminho sério. Piadas medíocres e ingênuas – irritantemente ingênuas às vezes - , soldados idiotas a ponto de tropeçarem todos juntos numa corda; e roupas tão fajutas, que mais parecem alugadas de uma loja de fantasias. No final, sobra uma cena que foi usada com muita semelhança em Piratas do Caribe - a maldição do Pérola Negra, onde os personagens caminham no fundo do mar sob a carcaça de um barco pesqueiro. Será mera coincidência?

Enfim, O Pirata Sangrento... de sangrento não tem nada. É certamente, um dos piores filmes de piratas que já assisti.

Iconografia Pirata


Howard Pyle
Walking the Plank: this was originally published in Pyle, Howard (August–September 1887). "Buccaneers and Marooners of the Spanish Main". Harper's Magazine.

Ban pede ação global para combater ataques piratas a navios comerciantes

Maioria dos 400 ataques que ocorreram em 2009 foram registrados no leste da costa africana

Associated Press

GENEBRA- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta sexta-feira, 14, uma ação global mais eficaz para combater o "alarmante" aumento dos ataques de piratas a navios comerciantes. O sul-coreano argumentou que esse tipo de ação se repetiu 400 vezes em 2009.

O chefe da ONU disse à Assembleia Geral do órgão que a maior concentração dos ataques de navios piratas ocorreu no leste da costa Africana, onde se encontram países como a Somália.

O almirante Peter Hudson, da Força Naval da União Europeia, que tenta combater a pirataria na Somália, disse que entre fevereiro e maio, houve uma "grande insurgência" e o número de navios que pratica o crime em alto mar aumentou.

Ban pediu que sejam avaliadas as estratégias que estão funcionando e as que necessitam de reformulação para o combate à pirataria.

Fonte: www.estadao.com.br/noticias/ (14/05/2010)

Libertada embarcação britânica capturada em Dezembro

Bruxelas - Um navio britânico com 26 membros de tripulação, que havia sido capturada em finais de Dezembro ao largo da Somália por piratas, foi libertado na sequência do Pagamento de resgate, anunciou hoje (sexta-feira) a força naval anti-pirataria da UE, Atalante.

A libertação desenrolou-se quinta-feira de manhã.

Um resgate foi entregue aos piratas que detinham o navio, o Saint James Park, ancorado perto do porto de Garacaad.

Este cargueiro, de bandeira britânica e com uma capacidade de 13.924 toneladas, tem uma tripulação composta de seis indianos, cinco búlgaros, três filipinos, três russos, três turcos, dois ucranianos, dois romenos, um georgiano e um polaco.

A embarcação estava a caminho para a Tailândia quando foi capturada a 28 de Dezembro de 2009, de acordo com o comunicado da Atalante, que não forneceu mais detalhes.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (14/05/2010)

Cargueiro grego é sequestrado por piratas somalis

Um cargueiro de bandeira liberiana e da companhia grega Eurobulk Ltd., com 24 tripulantes, foi sequestrado nesta quarta por piratas somalis a 620 milhas marítimas do Golfo de Áden, quando navegava da Ucrânia à China.

Segundo informou à Agência Efe o Ministério de Marinha Mercante grego, a tripulação é formada por dois gregos - o capitão e o chefe engenheiros, um ucraniano, um romeno e 20 tripulantes filipinos.

As autoridades gregas declararam que o navio transportava metal e que possivelmente navegava no Golfo de Áden.

Em um ano, vários navios gregos foram sequestrados por piratas somalis, que pedem grandes somas de dinheiro como resgate.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/ (12/05/2010)

Russos “limpam” piratas somalis

Os piratas somalis que tomaram o petroleiro “Moskovski Universitet” e foram capturados pela Marinha Russa “não chegaram a terra e, aparentemente, morreram todos”, revelou ontem um alto funcionário do Ministério da Defesa da Rússia aos jornalistas.

O petroleiro russo de bandeira liberiana “Moskovski Universitet”, que transportava 86 mil toneladas de crude para a China, foi sequestrado no passado dia 05 de Maio por 11 piratas somalis no setor oriental do Golfo de Aden, a 350 milhas da costa.

O capitão conseguiu enviar um sinal de pedido de ajuda ao navio de combate russo “Marechal Chapochnikov”, que realiza uma missão de combate contra a pirataria no Corno de África.

O petroleiro foi libertado no dia seguinte, após uma intervenção de fuzileiros russos. Os membros da tripulação foram salvos e foi anunciado que, durante a operação, foi morto um pirata e dez detidos.

O Presidente russo, Dmitri Medvedev, prometeu “castigar severamente os piratas”, mas, no dia seguinte, as autoridades militares anunciaram a sua libertação, alegando não existirem bases legais para o seu julgamento.

Mikhail Voitenko, especialista em assuntos marítimos, admitiu a hipótese de os piratas terem sido todos liquidados durante a operação de resgate do petroleiro.

Fonte: www.jornaldamadeira.pt/ (12/05/2010)

Piratas somalís libertam cargueiro de bandeira das Bermudas

Nairobi - Um cargueiro de bandeira das Bermudas, capturado em finais de Março no mar de Oman por piratas somalís, foi libertado hoje (terça-feira) com a sua tripulação após pagamento de resgate, soube-se de fonte marítima.

"Recebemos a informação que o MV Talca foi libertado e que os seus 25 membros de tripulação estão são e salvos", anunciou à AFP o responsável de um programa de assistência aos marinheiros, Andrew Mwangura, baseado em Mombasa (Quénia).

MV Talca, cargueiro de 11.055 toneladas e propriedade de um armamento das Ilhas Virgens britânicas, havia sido capturado a 23 de Março no mar de Oman por piratas, quando viajava do Egipto para Boucheir, no Irão.

A tripulação é composta de 23 cingaleses, um sírio e um filipino.

"Ouvimos que um resgate de 2,5 milhões de dólares foi pago", indicou Mwangura, sem mais detalhes.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (11/05/2010)

Piratas somalis detidos por russos não chegaram à costa

EFE.

Os piratas somalis detidos durante a operação de resgate do petroleiro "Moscow University" e depois libertados não chegaram à costa, informou nesta terça-feira um alto representante do Ministério da Defesa da Rússia.

"Segundo os últimos dados, os piratas não conseguiram chegar à costa. Ao que tudo indica, todos morreram", disse o oficial ao ser perguntado sobre a situação dos dez sequestradores do petroleiro, tripulado por 23 marinheiros russos.

A fonte assinalou que os piratas, detidos por infantes de marinha da fragata russa "Marshal Shaposhnikov", foram transferidos a uma barca e postos em libertados a 300 milhas do litoral, sem armas e equipamentos de navegação, segundo a agência RIA Novosti.

O sinal do barco com os piratas desapareceu dos radares da fragata russa uma hora depois da libertação, disse o oficial, que não confirmou se a embarcação era uma das lanchas de assalto dos próprios sequestradores nem deu outros detalhes.

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou no último dia 7 de maio, dia seguinte ao resgate do petroleiro pela fragata militar russa, sua decisão de libertar os piratas por conta das "deficiências das normas jurídicas internacionais".

O presidente da Associação de Direito Marítimo Internacional e juiz do Tribunal da ONU sobre o tema, Anatoli Kolodkin, indicou então que o capitão de fragata que detém piratas tem direito a decidir se os entrega para ser julgados ou os liberta.

Durante o assalto do petroleiro pelos piratas e sua libertação pela fragata não houve feridos nem entre os militares russos nem entre os sequestrados, que se fecharam na sala de máquinas à espera da chegada da embarcação de guerra.

Após assegurar que os marinheiros estavam a salvo, a fragata abriu fogo com metralhadoras contra os piratas, matando um deles e ferindo vários outros. A seguir, os sequestradores foram rendidos por infantes de marinha, segundo a versão oficial.

O "Moscow University" foi sequestrado no último dia 5, a cerca de 350 milhas do litoral de Socatra (Iêmen) quando se dirigia à China com uma carga de 86 mil toneladas de petróleo com valor superior a US$ 50 milhões.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/ (11/05/2010)

Piratas capturam cargueiro grego no Golfo de Aden


Por Redacção

Um cargueiro grego, de pavilhão da Libéria, que seguia para a Ucrânia com 23 tripulantes a bordo, foi capturado por piratas no Golfo de Aden, esta quarta-feira. O «Elena P» levava uma carga de minério de ferro.

«Fomos informados pela força naval europeia Atalanta, que patrulha a região», adiantou um porta-voz da guarda-costeira à agência France Presse. Neste momento, há mais de 400 tripulantes de navios detidos por piratas, o valor mais elevado desde 2007.

Fonte: www.abola.pt/mundos/ (12/05/2010)

Piratas morrem após abordagem de russos, diz fonte

AE-AP - Agência Estado

Um funcionário russo afirmou hoje que dez piratas, capturados pelas forças especiais russas a bordo de um petroleiro, na semana passada, foram rapidamente libertados, mas morreram a caminho da costa da Somália. O alto funcionário do Ministério da Defesa, que não quis ser identificado, não deu detalhes sobre como os piratas morreram, aprofundando a especulação de que os piratas teriam sido executados por comandos que libertaram o petroleiro russo a 800 quilômetros a leste da costa somali.

O funcionário disse às agências de notícias russas que o barco dos piratas desapareceu dos radares russos cerca de uma hora após sua libertação. "Eles não conseguiram chegar à costa e, aparentemente, morreram todos", disse o funcionário. Funcionários russos disseram que um dos 11 piratas foi morto durante o confronto, quando as forças especiais russas invadiram o petroleiro na quinta-feira. Os demais, alguns dos quais estavam feridos, foram levado para um destroier russo.

Os funcionários disseram que, inicialmente, eles seriam levados para a Rússia, onde seriam julgados, mas o Ministério da Defesa disse na sexta-feira que eles foram libertados por causa das "imperfeições" da lei internacional. O comunicado foi recebido com ceticismo, especialmente por causa de um comentário feito pelo presidente russo. "Nós faremos o que nossos antepassados fizeram quando se encontraram com os piratas", até que a comunidade internacional chegue a uma conclusão sobre uma forma legal de processá-los, disse Dmitry Medvedev, no dia em que o navio foi atacado.

Ataques
A comunidade internacional tem tido dificuldades em formular uma política aceitável para julgar os piratas. O comodoro Carl Sjostrand, da Força Naval da União Europeia (UE), disse hoje que os piratas sequestraram um cargueiro búlgaro com produtos químicos na costa da Somália, com 15 tripulantes búlgaros a bordo. Quando foi tomado, o Pangea estava no Corredor de Trânsito Internacionalmente Reconhecido, uma região a leste da África que é patrulhada por navios de guerra. Sjostrand disse que se passaram apenas 17 minutos entre o ataque pirata e o alarme do Pangea.

Também nesta terça-feira, o porta-voz da força antipirataria da UE, comodoro John Harbour, disse que os piratas libertaram um navio de carga que mantinham há mais de um mês. Harbour disse que os piratas deixaram a embarcação na manhã de terça-feira, três dias depois de receberem o resgate. O navio de carga refrigerada está se dirigindo para o norte, informou ele. Harbour disse que a tripulação de 23 cingaleses, um filipino e um sírio está em segurança e passa bem. Um grupo de piratas sequestrou o Talca em 23 de março, a cerca de 190 quilômetros da costa de Omã.

Fonte: www.estadao.com.br/noticias/ (11/05/2010)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Cinema

Piratas do Caribe – No fim do mundo
(Pirates of the Caribbean – at world’s end, 2007)

O terceiro filme da milionária franquia de “Piratas do Caribe” aposta em carta marcada: entretenimento, com forte dose de humor e um pezinho no bizarro (existem cenas realmente estranhas aqui...) Contudo, o filme é grandioso em todos os detalhes: nas roupas de época, na direção de arte, nos efeitos especiais, na escolha das locações... Existem sequências verdadeiramente espetaculares, como o encontro com Sao Feng - numa representação despretensiosa e divertida de Chow Yun-Fat - e os piratas asiáticos e a batalha final entre os piratas e as forças oficiais. Mas no fundo tem algo nesta terceira parte que me incomoda...

Piratas do Caribe 3, em sua pretensão de superar os dois filmes anteriores, se afasta demais das histórias de piratas. Aqui, o fantástico assume a ponta, levando o espectador a uma história pouco crível e à batalhas impossíveis de acontecerem. Esqueça a ingenuidade dos antigos filmes sobre pirataria. O tesouro perdido, a caverna misteriosa... Nada disso importa em Piratas do Caribe 3.

O filme está longe de ser ruim, mas apostou definitivamente num caminho perigoso. O que irão fazer no quarto episódio? Levar Jack Sparrow ao espaço? Foram tão longe com o enredo do filme, acrescentando elementos tão fantásticos, que voltar ao que é realmente a pirataria torna-se quase impossível.

Destaque para a atuação sempre espetacular de Johnny Depp (Jack Sparrow) ...desta vez em sequências que beiram o bizarro...e Geoffrey Rush (Barbossa); além do cuidado técnico do filme como um todo.

Destaque negativo para o enlace da deusa Calypso com Tia Dalma (que culmina com uma transformação meio constrangedora) e para o enredo por demais confuso, dificilmente acompanhado pelo espectador. Vale destacar também a tão falada participação de Keith Richards (Rolling Stones) que é engraçada, exagerada, constrangedora e tudo o mais que poderia ser desta figura imortal do Rock!

Secuestran piratas somalies a barco pesquero de Taiwan

Londres (Notimex).

Un barco pesquero ha sido secuestrado por piratas somalies al este de las islas Maldivias, luego que las autoridades taiwanesas perdieron contacto con el navio desde hace dos dias, reporto el Ministerio de Asuntos Exteriores de Taiwan.

En un comunicado, la cancilleria indico que se dio alerta a la Oficina Maritima Internacional y al Centro Mundial de Reportes de Actos de Pirateria con base en Malasia, luego que se confirmo que el barco pesquero fue tomado por los somalies.

El propietario del Taiyuan 227 hizo contacto el sabado por la manana con la tripulacion de la embarcacion y le comentaron que se pedia un rescate para recuperar el navio, pero se perdio la comunicacion, informo el canal de noticias FocusTaiwan.

La cancilleria indico que no hay taiwaneses entre los miembros de la tripulacion del Taiyuan 227, la tercera embarcacion taiwanesa tomada por secuestradores somalies en menos de dos meses.

El Zechuhtsai, otro barco pesquero, fue secuestrado por piratas somalies el 30 de marzo y otro navio, el Juimanfa escapo de ser tomado, tras un ataque de tres horas con los atacantes.

Las oficinas que representan a Taiwan en India y Sudafrica han recibido instrucciones para solicitar la ayuda correspondiente de esas naciones, indico el ministerio de Asuntos Exteriores.

Otro barco taiwanes, el Win Far 161, fue liberado a principios de febrero luego que sus propietarios pagaron un rescate a los piratas somalies que habian secuestrado el navio desde el 6 de abril de 2009.

Este incidente se produce luego que el pasado jueves, el petrolero Moskovski Universitet, con 86 mil toneladas de crudo y 23 tripulantes a bordo, fue liberado por la armadas rusa tras su secuestro por piratas somalies.

El buque cisterna Moskovski Universitet (Universidad de Moscu en ruso) navegaba el miercoles bajo la bandera de Liberia y se dirigia del Mar Rojo a China cuando fue atacado a unas 550 kilometros al este de la costa del Golfo de Aden.

El Golfo de Aden, ubicado entre el mar Rojo y el Oceano Indico, en la actualidad es dominado por grupos de piratas somalies que secuestran todo tipo de buques con la intencion de recibir dinero a cambio de la liberacion de la tripulacion y la carga.

La industria de la pirateria surgio a partir del derrocamiento del gobierno central en 1991 por parte de insurgentes islamicos, que sumieron al pais en una guerra civil sangrienta Desde 2005, la Oficina Maritima Internacional adviertio sobre la "violencia e intimidacion" que caracteriza a este tipo de abordajes y que muchos de los piratas van armados.

Para hacer frente a esta amenaza, la Oficina creo en 1992 un Centro antipirateria con base en Malasia, el unico organismo mundial dedicado a registrar los ataques las 24 horas del dia.

Segun datos de la misma oficina, los piratas somalies realizaron 217 ataques y secuestraron 47 embarcaciones en 2009 y este anos han ampliado su rango hacia el sur y oriente de sus rutas tradicionales, en respuesta al incremento de las patrullas de buques militares estadounidenses y europeos ante las costas de Somalia.

No obstante, para la oficina el numero de casos de pirateria se redujo un 34 por ciento en los primeros tres meses de 2010, en relacion con el mismo periodo del ano anterior, debido a las misiones internacionales de escolta que se organizan en el Golfo de Aden.

La lucha contra la pirateria se realiza en el marco de la mision militar de la Union Europea "Atlanta", iniciada en 2008, y la operacion Ocean Shield, que se realiza por la OTAN a partir de 2009 para garantizar la seguridad de la navegacion y ayudar a las regiones a promover sus propias medidas contra la pirateria.

Fonte: http://sdnoticias.com/sdp/contenido/2010 (08/05/2010)

La OTAN admite que la piratería no se solucionará sólo con operaciones marítimas


BRUSELAS (EUROPA PRESS)

La Alianza Atlántica hizo este jueves un balance positivo de los resultados de la operación 'Ocean Shield' (Escudo Oceánico) lanzada en julio de 2009 para luchar contra la piratería en el Indico, pero admitió no obstante que la solución a largo plazo no llegará exclusivamente con operaciones marítimas.

La OTAN cree que los esfuerzos para hacer frente a los ataques piratas en 2009 y los primeros meses de 2010 gracias a la 'Ocean Shield' y la cooperación con la UE y otros actores internacionales han tenido un "efecto positivo hasta ahora".

Sin embargo, reconoce que para que haya más avances será necesario mejorar las capacidades regionales de lucha contra la pirataría. "La solución a largo plazo no puede buscarse sólo a través de las operaciones marítimas", constata la Alianza tras la reunión mantenida por su Comité Militar en el cuartel general de Bruselas para analizar las operaciones, transformaciones y recursos de la OTAN.

Fonte: www.europapress.es/internacional/ (06/05/2010)

Piratas atacam balsa e passageiro é baleado

A polícia já identificou o bando e está caçando o grupo no Amazonas

A Polícia Civil do Estado do Amazonas já tem pistas que podem levar até a quadrilha que no dia 17 passado assaltou uma balsa carregada com 160 mil litros de óleo diesel, de propriedade da empresa WF Transportes Tapajós, sediada em Santarém, com filial em Itaituba. A informação foi repassada pelo investigador Domingos Sávio Passos Guimarães, chefe de operações da Delegacia Especializada de Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), da Polícia Civil de Manaus (AM).

De acordo com ele, o assalto ocorreu no momento em que a balsa Golfinho I passava pelo perímetro conhecido como Boca do Rio Madeira. A balsa navegava de Manaus para a cidade de Santarém, no Pará, quando um grupo de 16 assaltantes abordou a embarcação e rendeu os 11 tripulantes. “Um dos tripulantes ainda foi baleado. Nove deles foram presos no porão do rebocador e o piloto foi mantido sob a mira de armas de fogo, forçado a conduzir a embarcação”, resumiu Domingos Sávio. “O baleado ainda chegou a ser torturado pelos bandidos”, complementou.

A operação denominada Carapanã foi realizada por três policiais civis do Amazonas, com apoio de um hidroavião cedido pela Polícia Federal daquele Estado. Os policiais e o piloto foram informados dos detalhes da ação dos malfeitores através de ribeirinhos. “Mas nós conseguimos reunir informes que nos levaram até a balsa”, disse o policial.

Provavelmente, ao tomarem conhecimento da presença da polícia, a quadrilha fugiu pelas matas dos arredores. A balsa foi localizada escondida na margem de um dos furos (pequeno braço de rio), de onde era bombeado o combustível para outra embarcação. A quadrilha ainda chegou a retirar 44 mil litros do combustível. O restante foi recuperado.

Fonte: www.diariodopara.com.br/ (09/05/2010)

Forças especiais Russas invadem pretoleiro e prendem piratas Somalianos

Comandos Russos fizeram o resgate dramático da tripulação de um navio petroleiro tomado por piratas na costa da Somália, nesta quinta-feira (6).

Forças especiais da Marinha invadiram o Libertian, registou a Universidade de Moscou, e libertou 23 tripulantes russos ilesos. Foi reportada a morte de um pirata e outros dez foram presos após tiroteio durante a fiscalização do helicóptero na madrugada. A embarcação carregava 86 mil toneladas de óleo no valor de US$ 52 milhões.

“Durante a verificação que antecedeu a operação de invasão, marinheiros russos usaram simultaneamente helicópteros e lanchas enquanto as forças especiais foram cercando a embarcação”, disse um oficial da Marinha Russa à agência de notícias Ria-Novosti. “Os piratas à bordo do navio Moscow University abriram fogo usando armas pequenas. Um deles foi atingido durante o tiroteio”.

O coronel Alexei Kuznetsov, porta-voz do Ministério da Defesa Russo relatou: “Ninguém ficou ferido entre os tripulantes do navio e marinheiros russos. Os piratas foram presos e estão detidos à bordo do navio Moscow University.” Um porta-voz do Kremlin elogiou o “trabalho excelente” realizado pela equipe de resgate do navio torpedeiro anti-submarino Marshal Shaposhnikov e a resposta da tripulação ao sequestro.

“A tripulação do navio estava brilhantemente preparada. O desfecho foi positivo devido ao treinamento, organizado pelo proprietário do navio e o trabalho de preparação feito com o pessoal. A tripulação estava preparada para agir em uma emergência”, disse Anatoly Safonov, o enviado do Kremlin para cooperação internacional no combate ao terrorismo.

Quando os piratas somalianos entraram no navio, a tripulação trancou-se em uma sala do navio, que tinha portas reforçadas que só poderiam ser abertas pelo lado de dentro. Os motores do navio haviam sido desabilitados e a embarcação estava imóvel, apesar da tripulação ter informado que os piratas estavam tentando entrar na cabine de comando.

O Kremlin despachou o navio para o Golfo de Aden tão logo a crise se instaurou na costa da somalia nesta quarta-feira (5), a cerca de 560km da costa da Somália. A embarcação, de propriedade da Novoship, uma subsidiária de uma empresa estatal russa, estava a caminho da China via Sudão.

Fonte: www.odiariomaringa.com.br/ (06/05/2010)

Piratas capturados em petroleiro russo são libertados

O porta-voz do Ministério da Defesa russo, Alexeï Kouznetsov, declaoru que a libertação se deu em virtude das imperfeições da legislação internacional.

Da Redação, com agência

Moscou - O ministério russo da Defesa indicou hoje (sexta-feira) ter libertado um grupo de piratas somalís, detidos no Golfo de Aden pelas suas forças navais, após terem capturado um petroleiro russo.

"A libertação está ligado às imperfeições da legislação internacional" não permitindo a sua detenção, declarou o porta-voz do ministério da Defesa, Alexeï Kouznetsov. Contatado, ele confirmou a informação, mas se recusou a fornecer mais pormenores, informa a Angop.

O petroleiro Universidade de Moscou, uma navio de 230 metros de comprimento, de bandeira liberiana, tinha sido desviado quarta-feira de manhã por homens armados quando atravessava a costa da ilha Yemenita de Socotra, com destino à China.

Fonte: www.africa21digital.com/ (07/05/2010)

domingo, 9 de maio de 2010

Cinema

Os Piratas de Tortuga(Pirates of Tortuga, 1961)

Piratas de Tortuga não é o melhor filme já feito sobre o tema, mas assisti várias vezes e não sei bem o motivo, simpatizo muito com ele. Existe um “ar” de filmagem despretensiosa, mas bem conduzida pelas mãos do diretor Robert D. Webb. Todos os elementos que os filmes de pirata exigiam na década de 50/60 estão lá: cenas de ação, atores meia boca, romance, humor, brigas picaretas, personagens exagerados, paisagens paradisíacas, aqueles barquinhos em miniatura navegando numa bacia... No caso deste filme, existe uma preocupação em destacar o humor como peça chave na 1ª metade do filme; e isso é feito com inteligência, a tal ponto que em determinados momentos, esquecemos de se tratar de um filme sobre piratas.

No elenco, todos cumprem bem seus papéis, mas dois deles realmente chamam a atenção. A começar pela (não tão) bela atriz Leticia Roman que faz de seu papel – uma mistura de cigana e mulher de rua – algo realmente inusitado. Raras vezes vi no cinema alguém trabalhar com tanta felicidade, tanta alegria estampada no rosto! Suas risadas (gargalhadas) são absolutamente contagiantes e ela acaba por roubar quase todas as cenas em que aparece. Sua atuação é um misto de ingenuidade e sedução. Sem ela, esse filme não existiria. O outro ator é Robert Stevens, que transforma o pirata Henry Morgan num psicopata arisco e descontrolado. Sua atuação é absurdamente caricata, encarnando como ninguém aquela imagem hollywoodiana do pirata mau: magro, pouco confiável, violento, beberão e sacana.

Fato curioso no filme foi a utilização de algumas cenas – a briga entre duas mulheres e a briga entre um urso e um marinheiro – em uma taberna onde Henri Morgan aparece pela primeira vez, retiradas do filme Anne of the Indies (1951).

Restrições orçamentais impedem Marinha de combater pirataria na Somália



Foto: Fragata portuguesa neutraliza grupo de seis piratas ao largo da Somália

De Mário Caetano (LUSA)

Lisboa,(Lusa) - A Marinha Portuguesa não vai participar na missão militar internacional da NATO de patrulhamento e combate à pirataria, devido a restrições e cortes orçamentais, segundo o Estado Maior da Armada.

O ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, afirmou no início de março, na ilha da Madeira, que as Forças Armadas irão sofrer um corte nas verbas na ordem dos 40 por cento, sem precisar que áreas especificas sofreriam as reduções financeiras.

O ministro também considerou, na mesma altura, tratar-se de uma atitude "inteiramente solidária com o esforço nacional de reequilíbrio das contas públicas, apoio ao crescimento da política no emprego e equilíbrio orçamental".

Fonte: www.google.com/hostednews/epa/article/ (06/05/2010)

Pirates' Mass Gathering Made Record



A mass gathering of more than 1,700 people dressed as pirates in one place has set a new Guinness World Record.

Assunto: Mais de 1.700 pessoas se reunem vestidas de piratas para bater um record no Guinness Book.


Men, women and children, wearing eye patches and fake wooden legs formed a part of the crowd. They assembled on a port side in Brixham, Devon, to set the new world record.

"I am thrilled. The town has beaten the record by 250. Everywhere you went there were pirates," said Karen Barnes, the spokesman of Brixham pirates.

The gathering broke the previous record of 1,651 people in Portland, America in September last year.

"We feel wonderful. We have broken the world record," said a enthusiastic participant.

Though the gathering broke the previous Guinness World Records, the new record would be verified in the coming weeks.

Fonte: http://living.oneindia.in/insync/pulse (05/05/2010)

Pirataria: Navio holandês detém para averiguações 11 alegados piratas somalis

Bruxelas, (Lusa) - Um navio de guerra holandês deteve na sexta feira 11 alegados piratas somalis e apreendeu as respetivas embarcações, no decorrer de uma operação no oceano Índico, informou a força da UE de combate à pirataria, Atalante.

Detetadas pela marinha sueca, três embarcações piratas foram perseguidas pelo navio de guerra Johan de Witt. Face à aproximação do vaso de guerra, os tripulantes lançaram ao mar diverso material.

O Johan de Witt conseguiu alcançar as três embarcações suspeitas e, após uma busca a bordo, encontrou dispositivos utilizados em atos de pirataria.

Fonte: http://dn.sapo.pt/ (08/05/2010)

Piratas somalis detidos serão levados à Rússia para júri

Os piratas somalis detidos nesta quinta-feira após a libertação do petroleiro "Moscow University", sequestrado na véspera junto à costa do Iêmen com 23 tripulantes russos a bordo, serão levados a Moscou, onde serão julgados, informou a Justiça russa.

"A investigação está tomando as medidas pertinentes para transferir os piratas detidos a Moscou, para que sejam julgados sob a lei russa e as normas do direito internacional", destacou Vladimir Markin, porta-voz oficial da Procuradoria do país.

Uma fonte do Ministério da Defesa da Rússia informou que entre os dez piratas detidos há feridos e que um dos sequestradores morreu durante a libertação.
"Durante o assalto ao petroleiro por parte dos marines da fragata ''Marshal Shaposhnikov'', os piratas dispararam com armas de fogo. No tiroteio morreu um deles. Entre os marinheiros russos não há vítimas", disse a fonte à agência "RIA Novosti".

Após a libertação, a companhia proprietária do petroleiro, Novoship, pertencente ao consórcio estatal Sovkomflot, indicou que os piratas não conseguiram fazer nenhum dos marinheiros russos como refém.

"Graças à atuação competente do capitão e da tripulação, os 23 marinheiros se fecharam em um quarto especial, inacessível para os piratas. Por isso, eles não conseguiram fazer nenhum membro da tripulação como refém", destacou um porta-voz da empresa.

Os marinheiros do petroleiro não ficaram feridos durante o ataque, quando os piratas utilizaram armas automáticas, segundo informou na véspera a companhia proprietária.
A Novoship, que tem 55 navios e uma capitalização de 3 bilhões de dólares, confirmou que o "Moscow University" transportava 86 mil toneladas de petróleo à China, em onde deveria atracar no próximo dia 17.

O petroleiro foi sequestrado a cerca de 350 milhas do litoral de Socatra (Iêmen), segundo informou a força naval europeia "Atalanta".

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/ (06/05/2010)

Tropa especial russa invade petroleiro tomado por piratas somalis

Forças especiais da Rússia invadiram um petroleiro russo que tinha sido sequestrado por piratas da Somália na costa do Iêmen em uma dramática operação de resgate.

Os soldados russos foram para a região no navio de guerra Marechal Shaposhnikov e se aproximaram do petroleiro sequestrado com um helicóptero.

Assim que eles se aproximaram os piratas dispararam, iniciando um tiroteio. Além dos piratas também estavam no petroleiro 23 tripulantes russos. As forças russas então invadiram o petroleiro libertando a tripulação, que tinha se trancado em uma das salas seguras do navio.

Dez piratas foram presos e um morreu durante o tiroteio. De acordo com um porta-voz do Ministério da Defesa russo, coronel Alexei Kuznetzov, os piratas estão detidos no próprio petroleiro e serão transferidos depois para Moscou, onde serão julgados.

O petroleiro "Universidade de Moscou" foi tomado por piratas na quarta-feira, no Golfo de Áden, no Oceano Índico, uma das rotas marítimas mais movimentadas e perigosas do mundo.

O navio fazia um carregamento para a China, levando uma carga de mais de 80 mil toneladas de petróleo cru, avaliadas em cerca de US$ 50 milhões.
O Marechal Shaposhnikov foi enviado na quarta-feira resgatar o petroleiro sequestrado.

Resgate raro
Russos, europeus e americanos enviaram para o Golfo de Áden destacamentos da Marinha, depois do aumento do número de ataques de piratas contra cargueiros comerciais, de acordo com o correspondente da BBC em Nairóbi, no Quênia, Will Ross.

Mas, mesmo com a presença de forças de tantos países, os piratas somalis estariam mantendo mais de 20 navios estrangeiros com quase 400 tripulantes. Segundo Will Ross, é rara a realização de uma operação de resgate depois que piratas tomam um navio, pois muitos especialistas avaliam que uma intervenção iria pôr os reféns em risco.

Mas, no caso do petroleiro Universidade de Moscou, a tripulação tinha se trancado em uma sala segura, com porta reforçada.

Esta tática de se trancar em uma sala segura, de acordo com Ross, já evitou duas tentativas de sequestro anteriores, em outros cargueiros.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/ (06/05/2010)

ONU pretende criar tribunal para julgar piratas



Nova Iorque - As Nações Unidas pretendem criar um tribunal especial das Seychelles para julgar os piratas apanhados pelas forças navais da União Europeia (UE) que patrulham a costa marítima da Somália.

O tribunal será instituído pelo Departamento da ONU para o Combate às Drogas e à Criminalidade. Uma instituição similar está em funcionamento no Quénia.

Os países europeus se mostram reluctantes em julgar piratas somalis nos seus próprios tribunais mas também não os querem enviar para terceiros países, oe poderão ser condenados à morte.

Na quarta-feira, piratas capturaram um petroleiro da Rússia a cerca de 900 quilómetros da costa da Somália.

Um navio de guerra russo, que patrulha o Oceano Índico, foi enviado para o local do incidente.

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (06/05/2010)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Iconografia Pirata


N.C. Wyeth
Captain Bill Bones, 1911
Óleo sobre tela

Isaac o Pirata

Batalhas. Intrigas. Amores. Traições. Um pintor que toma parte da tripulação de um navio pirata. Uma bela noiva esperando em terra firme. Uma história de piratas diferente, vencedora do prêmio de melhor álbum no Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, em Portugal, e no Salão de Angoulême, o mais importante dos quadrinhos franceses, em 2002"

Para quem curte quadrinhos, uma obra imperdível! Realmente uma história original, possuidora de um humor sutil e inteligente; e de um traço melancólico e envolvente. Para comprar e guardar na biblioteca!

Blain, Christophe. Isaac o Pirata. Conrad Editora do Brasil, São Paulo, 2005.

www.conradeditora.com.br
www.lojaconrad.com.br/lojas/CONRAD/__Home.cfm

Los piratas se hacen con armamento pesado: “A dos millas te pueden machacar sin que les veas”


Foto: Un grupo de rebeldes islamistas en las calles de Mogadiscio, Somalia (Reuters).

Su negocio está en peligro. Los piratas somalíes no están dispuestos a renunciar a los miles de dólares que embolsan con los rescates de los barcos secuestrados en aguas del Índico, y eso implica endurecer sus medios de intimidación. Los pesqueros se han equipado con armas ligeras y ya están, en cierto modo, en igualdad de condiciones. Por eso, las mafias recurren ahora al armamento pesado. Las costas del Cuerno de África ya no estarán custodiadas por simples rifles AK47, sino por armas de gran alcance. “A dos millas de distancia te pueden machacar mientras tú ni siquiera les has visto”, afirman desde la Asociación Española de Escoltas (ASES), con presencia en el Índico.

La situación lejos de apaciguarse parece estar cada vez más desbordada. Los esfuerzos de la misión europea EU NAVFOR Atalanta, que patrulla la zona para proteger a los barcos comerciales frente a la piratería y la seguridad privada que los propios pesqueros han incorporado en su tripulación, no ha hecho si no provocar un cambio de estrategia de los grupos de piratas somalíes contrario al esperado: el contraataque. Los últimos golpes sufridos, con la detención e incluso muerte de algunos de sus hombres y el asalto de fuerzas extranjeras a Hobyo, uno de sus principales bastiones, solo ha reafirmado la intención de intensificar su actividad en un clima aún más violento.

El presidente de ASES, Vicente de la Cruz, alerta del previsible aumento del nivel de agresión y corrobora la adquisición de material pesado por parte de los piratas. “Ya lo tienen en tierra. Se lo hemos visto montado sobre pick up, furgonetas o coches de escasa capacidad. El embarcar todo este material es cuestión de tiempo, solo tienen que bajar las ametralladoras del coche y subirlas a las lanchas”.

Los somalíes tienen en su poder ahora mismo dos tipos de ametralladoras pesadas, ambas de origen soviético. La más potente es la NSV, con un calibre de 14,5 milímetros y dos millas naúticas de alcance, “lo más pequeño antes de un cañón”, según De la Cruz. La otra es la KSV, del calibre 12,70 y un alcance de entre 1.000 y 1.200 millas y equivalente a las que se han solicitado al Ministerio de Defensa, quien espera la autorización del gobierno de las islas Seychelles para poder embarcarlas, puesto que son consideradas armas de guerra.

Según el portavoz de ASES, es perfectamente viable embarcar las ametralladoras más pesadas (las NSV), de 34 kilos de peso, a las lanchas de fibra de vidrio que utilizan los grupos de piratas. Mientras, los pesqueros españoles se defienden con la última remesa de armas autorizada por el Gobierno: 19 ametralladoras y varios fusiles de asalto.

Mercado negro casi blanco
Este tipo de armamento no solo es muy abundante en África, sino también muy barato. Sin ir más lejos, la 12,70 cuesta en Somalia la mitad que en el mercado occidental. Se trata de un arma que ha sido de dotación gubernamental en países como Yemen, Etiopía o Libia y ha pasado a manos de cualquiera que se quiera hacer con una. “Tienen mercado y dinero. Es un mercado negro casi blanco”.

Una de las soluciones para hacer frente a la situación pasaría por fortalecer la seguridad de los pesqueros, una idea ya planteada por Defensa, que hizo el mismo análisis de riesgo que la asociación según su presidente. La otra, es la posibilidad de incorporar barcos de protección además de la seguridad a bordo de los buques. Barcos dotados a su vez de seguridad privada que se interpondrían entre los piratas y el pesquero en caso de ataque para que este último pudiese escapar sin mayores consecuencias. “La Operación Atalanta está atada de pies y manos por las normativas internacionales y los piratas no son tontos porque solo atacan cuando las embarcaciones están solas, sin protección”, indica de la Cruz. Actualmente, cientos de agentes privados internacionales custodian los armadores que faenan en el Índico, de los cuales 70 pertenecen a ASES.

Buques de guerra contra piratas
El tráfico marítimo internacional se está resintiendo. Más del 40% del tráfico de mercancías utiliza estas aguas, por lo que se trata de una zona estratégica de interés a nivel mundial. El problema reviste una gravedad importante, teniendo en cuenta el esfuerzo económico que supone el mantenimiento de las flotas. Además de la misión Atalanta, en la zona se encuentran desplegadas una flota de guerra norteamericana, otra china y otras de diferentes países. Una situación que en ASES califican de “gravedad sin precedentes”. “Posiblemente sea la mayor concentración de buques de guerra desde la II Guerra Mundial”. La base naval de las Seychelles es algo así como una gran base de guerra en medio del Índico, denuncian.

Desde 1995 el fenómeno de la piratería no ha hecho más que crecer, tornándose cada vez más violento. Somalia vive un continuo periodo de conflicto entre clanes, señores de la guerra y milicias islamistas que luchan por el poder desde la caída en 1991 del dictador Siad Barré, último gobierno efectivo. En un ambiente de miseria y caos absoluto, la piratería representa un medio de vida, una fuente rápida y efectiva de grandes cantidades de dinero para los más de mil somalíes que se dedican al secuestro de barcos, según la organización ReCAAP.

Con el último carguero capturado el pasado miércoles -el barco Voc Daisy de bandera panameña- ya son al menos 24 los que permanecen retenidos en poder de piratas somalíes, con unos 405 tripulantes secuestrados, según Ecoterra, organización ecologista dedicada al seguimiento y vigilancia de la pesca ilegal y actos de piratería en el Índico. Si bien a primeros de año se registró una caída de los ataques a embarcaciones, la piratería ha resurgido con intensidad.

No son pocas las voces que alertan sobre el incremento de la violencia. Para Andrew Mwangura del East African Seafarers Assistance Program, con sede en Kenia, “las cosas serán más violentas de ahora en adelante

Fonte: www.elconfidencial.com/mundo/ (02/05/2010)

Orçamento de Piratas do Caribe 4 é reduzido

Da Redação

De acordo com o jornal Los Angeles Times, Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides será produzido com orçamento inferior ao seu último longa, Piratas do Caribe - No Fim do Mundo. O diretor do novo filme, Rob Marshall, terá de se contentar com os US$ 200 milhões disponibilizados pela Disney, para a produção do quarto filme da franquia, que é US$ 100 milhões a menos do que o valor gasto na terceira produção.

E, para reduzir o orçamento, diversas medidas foram tomadas:

- Cenas: Jack Sparrow, interpretado por Johnny Depp, terá mais cenas em terra do que no mar, devido ao alto custo da filmagem. Também foi cortada uma cena em que ocorreria uma perseguição no rio Tâmisa congelado, por ela ser muito considerada muito cara;

- Local de filmagens: Em vez do Caribe e Los Angeles, o novo longa será filmado em Londres e Havaí, onde as taxas fiscais são favoráveis;

- Diminuição de efeitos especiais: Foi anunciado que haverá redução nos efeitos especiais, entre 1.300 e 1.400, cerca de 600 efeitos a menos do que o filme anterior;

- Dias de filmagens: A quarta produção contará com menos dias de filmagens; o esperado é que durem apenas de 90 a 95 dias;

"O difícil é que você tem que tomar decisões dolorosas, como cortar algumas sequências muito divertidas.Você tem que descobrir como manter o filme muito divertido e dar mais audiência do que eles (os estúdios) esperam, e ainda ser ecônomico", disse o produtor, Jerry Bruckheimer. Ele ainda admitiu: "O público nunca vai sentir falta delas."

Pirates of Caribbean: On Stranger Tides contará com o roteiro de Ted Elliott e Terry Rossio (os mesmos roteiristas dos outros filmes da série) e mostrará a busca do Capitão Jack Sparrow pela Fonte da Juventude. Bergès-Frisbey, Geoffrey Rush, Ian McShane e Penélope Cruz também estão no elenco.

A previsão de estreia é 20 de maio de 2011.

Fonte: http://cinema.cineclik.uol.com/noticias/ (04/05/2010)

Navio da França "afunda" piratas



O navio de guerra francês Nivose, que participa na operação internacional Atalanta, destruiu, quinta-feira, um navio pirata, que actuava com mais duas embarcações, a 900 quilómetros do litoral da Somália, anunciou, ontem, em comunicado, a força naval da União Europeia (EUNAVFOR).


Os piratas foram presos e levados para o navio francês Nivose, enquanto a embarcação em que viajavam se afundava, refere a nota, que adianta que a acção fez parte da nova estratégia, mais agressiva, para acabar com a pirataria na região, uma das mais importantes para o transporte marítimo.

Nos últimos dois meses, as forças navais da União Europeia conseguiram anular 40 ataques piratas na região, ao largo da Somália.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, na quarta-feira, uma resolução de combate à pirataria na Somália.

O documento pede aos países da região que incluam o delito de pirataria nos códigos penais e que o reforcem o sistema legal internacional para acabar com a impunidade de que gozam os piratas.

O Conselho de Segurança da ONU pediu a todos os Estados membros que adoptem leis nacionais que criminalizem actos de pirataria marítima.

O pedido consta de uma proposta da Federação da Rússia aprovada, por unanimidade, pelas forças que combatem a pirataria na costa da Somália. Os signatários da proposta pedem também ao Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que apresente, nos próximos três meses, um relatório sobre possíveis opções para processar judicialmente e prender os piratas.

Fonte: http://jornaldeangola.sapo.ao/ (01/05/2010)

Islâmicos dominam reduto pirata na Somália

Tomada de controle de base levanta temores de que militantes da Al-Qaeda consigam nova forma para ameaçar o comércio global

Militantes islâmicos radicais da Somália tomaram o controle de um dos mais notórios redutos piratas no domingo, levantando temores sobre a possibilidade de a rede terrorista Al-Qaeda passar a ter acesso a milhões de dólares - e a uma nova capacidade de ameaçar o comércio global.

Dezenas de insurgentes invadiram Xarardheere, uma base pirata na região central da costa da Somália, por volta das 12 horas locais, mas, em vez de lutar, os piratas fugiram. Segundo as testemunhas, vários chefes piratas deixaram a cidade em luxuosas caminhonetes, com TVs na bagagem e colchões amarrados no teto.

Combatentes islâmicos fortemente armados chegaram em uma frota de caminhonetes e ocuparam os pontos estratégicos da cidade, incluindo a extinta delegacia e vários cruzamentos. Ainda não se sabe o que acontecerá em seguida. Dois dos maiores problemas da Somália e seu principal produto de exportação - o extremismo islâmico e a pirataria - parecem estar em conflito.

Os piratas de Xarardheere mantêm diversos navios sequestrados. Mas, antes de fugirem, eles enviaram os navios mar afora para evitar que os insurgentes pudessem capturar seus reféns - uma possibilidade preocupante para os diplomatas, que temem que os insurgentes possam explorar os reféns para fins políticos.

Um porta-voz insurgente deixou implícito no domingo que seu movimento acabará com a pirataria em Xarardheere. "Nós tomamos a cidade de maneira pacífica e agora vamos impor a sharia islâmica," disse o xeque Abdinasir Mohamed Afdhuub, porta-voz do grupo Hizbul.

Mas muitos receiam que os insurgentes foram realmente atraídos a Xarardheere por causa de sua iniciativa criminosa e que diferentes grupos disputarão o controle da cidade. "A tensão é enorme," disse Nor Ahmed, um morador de Xarardheere. "As pessoas estão preocupadas com possíveis ataques Shabab no futuro próximo."

Hizbul e Shabab são dois dos mais poderosos grupos insurgentes da Somália e já foram aliados. Ambos sustentam uma ideologia islâmica rígida e já organizaram amputações e apedrejamentos públicos.

Oficiais de segurança americanos e somalis disseram que os líderes de ambos os grupos já trabalharam em estreita colaboração com terroristas procurados da Al-Qaeda.
*Por Jeffrey Gettleman e Mohamed Ibrahim (The New York Times)

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/ (03/05/2010)

Riquezas submergidas e tesouros enterrados

Texto de Francisco mota

Historiadores de crédito vem assinalando que, ao longo de toda a história, somente a metade de toda cifra extraída pelos espanhóis da América conseguiu chegar aos portos peninsulares. Da metade perdida, 3/5 partes foram parar nas mãos de piratas, corsários e outros aventureiros do mar. As outras 2/5 partes se perderam em naufrágios. Os fundos oceânicos – às vezes em zonas bastante litorâneas – guardam milhares de milhões em ouro e prata... Ao longo dos tempos, vão aparecendo notícias da busca deste ou daquele tesouro submergido, às vezes menos valiosos do que prometiam. Os novos meios de detecção que o homem dispõe, fazem supor que a extração de uma grande parte dos tesouros submersos não se fará esperar.

Por outro lado, não é lenda, mas realidade, que muitos dos aventureiros que exerceram a pirataria tiveram por costume enterrar – em lugares que poucos conheciam – o fruto de suas depredações entre as expedições que praticava. E se sabe também que muitos daqueles piratas não retornaram de sua última expedição em que pensavam aumentar o tesouro enterrado. A preocupação popular por estes tesouros perdidos deu lugar a um verdadeiro mundo de lendas... O litoral cubano, tão propício a viver ações de piratas em seus dias áureos, não podia estar livre deste “folclore”, tirando a ocasião em que a realidade é premiada com riquezas enterradas, a tenaz preocupação de alguém curioso.

Uma das regiões mais ricas em lendas sobre tesouros perdidos é a Baía de Jagua (Cuba). A história mostra que existe certa razão nessa tradição. Em 1537, os primeiros piratas franceses que navegavam em litoral cubano fizeram refúgio na dita baia. Playa Alegre e Cayo Arenas foram freqüentadas por piratas e bucaneiros durante os séculos XVI e XVII. E sabe-se que o pirata inglês William Bruce enterrou seu butim próximo a atual Cienfuegos antes de sair para sua última expedição, da qual nunca regressou.

Em Cienfuegos existe a lenda do pirata John o Temerário, violento e namorador às vezes, que havia feito da baia de Jagua seu refúgio e quartel. Quando saiu dela pela última vez, em 1657, acredita-se que deixou enterrado um valioso butim. Muitos caçadores de tesouros tentaram descobri-lo, se bem que até a data nenhum deles obteve sucesso. Também dizem que em 1596, os flibusteiros de Maynard, antes de ter destruído seu navio na baía de Jagua, levaram suas riquezas a terra e as enterraram em algum lugar nas proximidades. Perseguidos em terra, acabaram por ser exterminados pelos espanhóis, sem que em nenhum momento soubessem do local exato onde o tesouro estivesse enterrado.

Sabe-se também que, em 1656, outros piratas franceses buscaram refúgio na Baía de Jagua, onde provavelmente enterraram seus tesouros. Em 1622 o inglês Dolley carenou seus barcos, e fez seus “enterros”, antes de empreender uma aventura da qual não retornou. E é quase seguro que Lorencillo de Graaf, o temerário pirata holandês, deixara em Jagua o grande tesouro que acabará de roubar dos espanhóis antes de empreender a expedição de 1683, da qual também não retornou. A todas essas histórias de piratas na Baía de Jagua, devemos somar também os quatro navios espanhóis da Esquadra de Bao, que naufragaram em suas proximidades quando regressavam de Tierra Firme, em 1691. Dizem inclusive, que possuía em seus porões, um dos mais ricos carregamentos daquela época...

(extraído da obra Piratas en El Caribe, cap. XXXV, pg. 215/216, Ediciones Casa de Las Américas, 1984)

'Piratas' de Angra

"Piratas" estariam atacando no mar de Angra dos Reis, RJ. Desde a semana passada, duas lanchas afundaram e nenhum vestígio delas foi encontrado.

Os afundamentos seriam propositais. Os "piratas" agiriam depois dos naufrágios, à noite, saqueando tudo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/ (03/05/2010)

Piratas escapan de pueblo somalí al llegar milicia islámica

Por MOHAMED OLAD HASSAN © 2010
The Associated Press

Combatientes de una de las milicias islámicas más poderosas en Somalia llegaron el domingo a un poblado del norte y provocaron la fuga de los piratas que utilizaban el lugar como base de operaciones.

Milicianos de Hizbul Islam arribaron al estratégico bastión pirata de Haradhere. Los islamistas podrían estar tratando de tomar el control de la piratería o simplemente recibir una parte de los millones de dólares en rescate que los piratas obtienen. Hizbul Islam muy probablemente va a establecerse en Haradhere antes de que lo haga un grupo islámico rival, al-Shabab.

Cualquier combinación de los piratas con la insurgencia islamista tiene implicaciones graves para los más de 300 rehenes actualmente en poder de los malhechores y para las capacidad futura de las compañías navieras internacionales de pagar los rescates. Si los milicianos toman el control de la piratería, esos fondos terminarían en manos de grupos terroristas.

"Unos 200 milicianos fuertemente armados arribaron al pueblo esta mañana en 14 vehículos con ametralladoras y tomaron posiciones estratégicas, tales como la estación de policía y algunas antiguas instalaciones del gobierno", dijo el poblador Aden Jim'ale a The Associated Press por teléfono.

Mohamed Abdi Aros, jefe de operaciones de Hizbul Islam, confirmó que los milicianos habían ingresado al poblado. Afirmó que los residentes habían solicitado que acudiesen para proveer seguridad. Milicianos de al-Shabab, él grupo rebelde islámico más peligroso en Somalia, envió exploradores al pueblo previamente este mes. "Hace dos días, Hizbul Islam envió agentes a las ciudades costeras diciendo que deseaban establecerse en el área antes que al-Shabab y demandaron una tajada del negocio, pero los piratas le hicieron caso omiso a la demanda. Es por eso que ellos llegaron hoy", dijo Abdiwali Gadid, quien se identificó como un pirata.

Antes de la llegada de la milicia se pudo ver a centenares de piratas escapando del pueblo en automóviles lujosos y camionetas en las que se llevaban televisores, generadores y colchones.

Hizbul Islam perdió una importante fuente de ingresos cuando fue expulsada del puerto sureño de Kismayo por al-Shabab. Milicianos imponen impuestos a las actividades portuarias en Kismayo.

Insurgentes islámicos controlan gran parte de Mogadiscio y han estado tratando de derrocar al frágil gobierno central desde hace tres años. Somalia no ha tenido un gobierno efectivo por casi 20 años.

Fonte: www.chron.com/ (02/05/2010)