domingo, 29 de agosto de 2010

ONU nomeia conselheiro para pirataria

Nova Iorque (EUA) - Um antigo Ministro francês, Jack Lang, vai se tornar no conselheiro especial das Nações Unidas para a pirataria.

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Susan Rice, revelou esta notícia ao afirmar que Washington estava contente com a nomeação.

Lang é um antigo professor de direito internacional. O seu papel vai ser examinar a forma e onde julgar os piratas capturados.

Em Maio, a Rússia se queixou de imperfeições na lei internacional, depois de ter sido obrigada a libertar os piratas somalis que as suas forças capturaram no Golfo de Aden, durante uma operação para libertar um petrolífero russo.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2010/7/34/ONU-nomeia-conselheiro-para-pirataria,6f554168-1cc2-4804-b0a1-9bf3a6055a56.html (26/08/2010)

ONU quer que suspeitos de pirataria capturados no mar sejam levados à justiça

De Nadia Filipa Pessoa Dinis (LUSA)

Nova Iorque, 26 ago (Lusa) -- O Conselho de Segurança das Nações Unidas pediu hoje à comunidade internacional soluções para garantir que os acusados de pirataria sejam posto à disposição da justiça, face às dificuldades em processar os suspeitos capturados em alto mar.

Numa declaração, os 15 membros do órgão máximo da ONU consideraram que é de "capital importância" encontrar formas de ajudar o débil Estado da Somália a julgar e deter os responsáveis pelos sequestros de barcos em águas internacionais. O Conselho de Segurança apelou ainda aos países e às organizações internacionais que ajudem a fortalecer o poder judicial somali, para que seja capaz de combater os delitos de pirataria.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gc-IsHUfeTN84pAlan_BV8rnk7NQ (25/08/2010)

Suman 139 ataques piratas frente a costas de Somalia en 2010: ONU

NOTIMEX EN NACIONES UNIDAS

Durante los primeros siete meses de 2010 se han registrado 139 incidentes de piratería frente a las costas de Somalia, que han implicado el secuestro de 30 barcos, 17 de los cuales aún permanecen cautivos, informó hoy la ONU.

“Durante los últimos tres años, la comunidad internacional ha realizado un esfuerzo concertado para combatir el problema, que incluye la implementación de acciones navales significativas en la región. No obstante, podemos hacer más”, expresó Ban Ki-moon, secretario general de la ONU.

Al presentar su informe anual sobre el tema en el Consejo de Seguridad, Ban indicó que para combatir este delito y reducir al mínimo los ataques piratas, es preciso crear o fortalecer las estructuras jurídicas ya existentes para procesar a estos delincuentes.

Por ello, el titular de la ONU ofreció siete alternativas para que los miembros del Consejo de Seguridad tomen una resolución al respecto, además de que reiteró su apoyo para lograr paz y estabilidad en Somalia.

Entre las opciones planteadas por Ban para consideración del Consejo de Seguridad destacan la asistencia de la ONU a los Estados de la región para aumentar su capacidad de procesar y encarcelar a los piratas.

Asimismo, propuso yestablecer un tribunal somalí en el territorio de un tercer Estado, con o sin la participación de la ONU.

Pese a la insuficiencia de mecanismos legales para procesar supuestos piratas, los ataques frente a las costas de Somalia han disminuido respecto del año pasado, cuando se registraron 406 incidentes, de acuerdo con la Organización Marítima Internacional de la ONU.

Fonte: http://www.cronica.com.mx/nota.php?id_nota=527949 (25/08/2010)

China dá apoio a luta contra pirataria somali

A China expressou na quarta-feira seu apoio aos esforços para combater a pirataria somali em conformidade com o direito internacional e as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

A posição chinesa foi comunicada por Li Baodong, representante permanente da China na ONU, em uma reunião do Conselho de Segurança sobre pirataria na costa da Somália, em que as 15 nações membros do conselho discutiram um relatório do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sobre a maneira de condenar os piratas somalis.

"A China apoia as ações para combater a pirataria somali em conformidade com o direito internacional e as atuais resoluções do Conselho de Segurança", disse Li. "Na atualidade, as operações navais das nações interessadas em combater a pirataria e proteger a navegação desempenharam um papel muito positivo no que diz respeito a salvaguardar a segurança da navegação internacional".

"A China apoia o fortalecimento da cooperação internacional para punir os piratas à luz do direito internacional vigente e reconhece o trabalho realizado pelos países envolvidos, em particular os países costeiros", declarou o diplomata chinês.

"Recentemente, embora os ataques dos piratas na costa da Somália continuem ameaçando a segurança da navegação internacional, a sua chance de sucesso começou a decrescer, o que reflete o êxito inicial da cooperação internacional contra a pirataria", disse.

Segundo o representante chinês, a detenção de piratas por parte das forças armadas e os procedimentos judiciais contra eles só aliviam o problema de forma superficial. Para resolver o problema definitivamente é preciso adotar uma solução integrada.
(Agência Xinhua)

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2010/08/26/1s125998.htm (26/08/2010)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Henry Morgan

Henry Morgan (1635 — Jamaica, 25 de agosto de 1688) foi um corsário galês que saqueou grande parte do Caribe.

Associado com o pirata holandês Eduard Mansvelt e o governador da Jamaica, Thomas Modyford como protector, formou uma companhia de filibusteiros que realizaram diversos saques a colônias espanholas.

Um dos seus ataques que ficaria famoso foi a Porto Bello. Morgan atacou a cidade de Porto Bello com treze navios e mil cento e cinqüenta homens, invadindo-a e derrotando as forças espanholas depois de vários dias de batalha. Para retirar o ouro, a prata e as pedras preciosas utilizou-se de cento e cinqüenta mulas e, ao se retirar da cidade, incendiou-a. Em uma das expedições mais arrojadas, Henry Morgan saiu da Jamaica com uma pequena frota de navios em direção a Yucatan atravessaram o golfo do México e marchando por cinqüenta milhas, atacou a cidade de Villahermosa.

Ao retornarem ao porto seus navios haviam sido aprisionados pelas tropas espanholas que faziam a ronda para protegerem as colônias de Espanha. Num golpe arrojado, Morgan conseguiu roubar dois navios espanhóis e quatro canoas nativas e conseguiram navegar por quinhentas milhas sendo então arrastados por correntes marinhas adversas. Dando a volta à península de Yucatan foram parar na rica cidade de Granada onde a atacaram e saquearam. Diversos foram os ataques às cidades espanholas, entre outras Santiago de Cuba e Campeche. Essa cidade era defendida por dois fortes e muitos soldados espanhóis. A batalha durou dois dias sendo derrotadas as forças espanholas.

Porto Bello (1668)
Henry Morgan, sentindo que não era possível invadir a cidade de Porto Bello por mar, resolveu invadir a cidade por terra e assim tiveram que andar por três dias pela selva e por montanhas até chegarem à cidade no final da madrugada do terceiro dia quase à exaustão. Os espanhóis foram pegos de surpresa e não ofereceram muita resistência tanto que os piratas logo dominaram o Castelo de Santiago de las Dores.

Mas para tomar a Fortaleza de San Jerônimo, Henry Morgan recorreu a métodos não muito militares. Retirou dos conventos as madres amarrando-as e colocando-as como escudo na frente dos piratas. Assim os soldados da fortaleza não puderam atirar pois iriam ferir as religiosas. Porém o Governador de Porto Bello não se entregou sem luta, tanto que, para faze-lo parar já todo ensangüentado, Henry Morgan mandou dar um tiro no Governador que finalmente tombou heroicamente. Henry Morgan saqueou a cidade enquanto seus marujos se divertiam bebendo, e fazendo farra pela cidade. Os navios da frota pirata saíram carregados de ouro e prata e um montante de 150.000 pesos que era uma enorme fortuna na época.

Maracaibo (1669)
Henry Morgan entrou pela baía de Maracaibo a bordo de pequenos navios por serem ágeis e poderem fazer um ataque rápido. Dado que os navios espanhóis haviam saído mar adentro, a cidade estava desguarnecida, assim os espanhóis foram dominados sem resistência. Morgan se deteve na cidade por alguns dias torturando os civis para conseguir o resgate para libertar a cidade. Só pôde conseguir 5.000 moedas de oito (que valiam oito pesos cada). Quando se preparavam para sair em direção ao Caribe, entraram pela baía três galeões da armada espanhola, o Magdalena, o Luiz e o La Marquesa comandados pelo Almirante Alonso Del Campo. Morgan, em ataque desesperado, ateou fogo em um dos seus navios e lançou-o contra o Magdalena. Os tripulantes com mechas acesas jogaram no galeão produzindo uma enorme explosão e afundando o Magdalena. O capitão do Luiz ordenou uma manobra arriscada fazendo com que o casco do galeão chocasse com corais, ficando preso pelo casco. Os piratas se apressaram em abordar o La Marquesa havendo uma luta sangrenta. Logo Morgan ordenou aos outros navios da frota para que atacassem a fortaleza da cidade onde morreram mais de trinta piratas. Então o La Marquesa se posicionou para desembarcar soldados para defender a cidade, Morgan em um golpe estratégico mandou seus marujos subirem a bordo e assim puderam fugir a salvo.

Panamá 1671
O governador do Panamá Agustín Bracamonte havia desafiado Henry Morgan para que tentasse invadir o Panamá como havia feito em Porto Bello. Em resposta Morgan disse para que o governador aguardasse pois teria uma surpresa. No começo de 1671 Morgan partiu em direção do Panamá com 35 navios e 2000 marujos entre ingleses e franceses, Morgan estava preparando um ataque pirata sem precedentes. A invasão do primeiro forte custou-lhe a vida de 200 marujos e dezenas de feridos. Passada essa primeira fortaleza tiveram que caminhar através da selva o que resultou um tremendo cansaço dos marujos, mas além de tudo eram verdadeiros guerreiros, ainda mais quando havia muitos tesouros em jogo. Ao chegarem na cidade do Panamá, ela estava defendida por 500 soldados a cavalo e 2000 a pé e ainda possuia escravos e civis mal treinados. O desafortunado ataque frontal a cavalo fez com que os soldados espanhóis fossem dizimados pela artilharia de mosquetes dos piratas. Depois de uma luta sangrenta, os piratas de Morgan dominaram a fortaleza. O incêndio provocado não se sabe por quem, queimou todo o depósito de seda e especiarias armazenadas. Os piratas ficaram acampados por muitos dias torturando civis para descobrirem todos os tesouros que havia na cidade, o que resultou em um saque de 200 moedas de ouro para cada pirata. Esse ataque arrasador destruiu toda a cidade do Panamá que teve que ser reconstruída.
Ante as reações do rei da Espanha, o rei Carlos II de Inglaterra mandou prender Henry Morgan em Londres. Porém, o rei Carlos II reconheceu suas contribuições à coroa inglesa e lhe deu o título de cavaleiro, tornando-o tenente-governador da Jamaica e lhe atribuindo a tarefa de controlar a atividade de piratas na região. Já nomeado governador da Jamaica, viveu na ilha como rico fazendeiro até sua morte em 25 de agosto de 1688

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Henry_Morgan

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Kenia ultima los juicios para setenta y cinco presuntos piratas

La primera sentencia sobre este delito podría conocerse a finales de mes.

Europa Press

Madrid. La misión Atalanta de lucha contra la piratería en aguas próximas a Somalia y en el océano Índico han transferido a un total de 75 piratas detenidos para su procesamiento judicial en Kenia, de los cuáles 14 han sido apresados por fuerzas españolas. El operativo aeronaval europeo comenzó su despliegue en esta zona en diciembre de 2008 y se espera que la primera sentencia dictada contra un presunto pirata se haga pública a finales de mes, el día 27 en concreto, según informaron fuentes de la propia misión europea.

"A este primer fallo le seguirán un número de sentencias previstas en las próximas semanas", añadieron desde Northwood (Reino Unido), donde se encuentra el cuartel general de esta misión. La Unión Europea y Kenia firmaron un acuerdo de transferencia de piratas el 23 de abril de 2009 y desde entonces los mandos de Atalanta han procedido a transferir, en nueve grupos separados, a un total de 75 piratas que están siendo ya juzgados. Otros once piratas detenidos por fuerzas francesas de la misión de la UE tienen procesos abiertos en su contra en Seychelles, el único país que, junto con Kenia, tiene firmado un acuerdo de transferencia para procesar a los piratas en su territorio.

Además, los presuntos piratas Cabdullahi Cabduwily, alias Abdu Willy, y Raageggesey Hassan Aji están siendo procesados en España, a la espera de juicio, por 36 delitos de detención ilegal y uno de robo con violencia y uso de armas, tras la denuncia de cuatro marineros secuestrados durante 47 días a bordo del atunero Alakrana.

La entrega de piratas a las autoridades kenianas por los mandos de Atalanta se realiza, por aire o mar, en la ciudad de Mombasa, donde fuerzas policiales kenianas y representantes fiscales del país africano reciben la documentación recabada contra el pirata para su procesamiento.

La legislación keniana exige que las personas acusadas de cometer actos piratas se personen ante un magistrado en un plazo de 24 horas desde su arresto por las fuerzas policiales kenianas, un paso que sólo pueden dar si la Fiscalía keniana considera apta la tramitación del caso. Los procesos judiciales contra piratas suelen comenzar en un plazo de ocho a diez semanas desde el arresto.

Cadena perpetua Los juicios, realizados en inglés y con posibilidad de interpretación en somalí, son dirigidos por fiscales kenianos de acuerdo con la legislación nacional de este país africano. La máxima sentencia por actos de piratería en Kenia es cadena perpetua, dado que la aplicación de la pena capital no es posible por acuerdo expreso con la UE, que lo convirtió en una precondición para suscribir el acuerdo de transferencia de piratas.

Sin embargo, Kenia advirtió el pasado mes de abril que no juzgaría a más piratas en su territorio ante el incumplimiento de la comunidad internacional de ayudar a aliviar al país "la carga" que esto suponía para su país, según denunció el ministro de Asuntos Exteriores keniano, Moses Wetangula, en declaraciones a la prensa recogidas por el rotativo local Daily Nation.

La Unión Europea está intentando negociar en la actualidad acuerdos de transferencia de piratas con otros países de la región, como islas Mauricio, Sudáfrica, Mozambique, Tanzania y Uganda. De momento, sólo Alemania, Países Bajos, Francia, Suecia y Finlandia tienen legislaciones que permiten "automáticamente" detener y juzgar a piratas, mientras que otros como España impulsó una reforma de su Código Penal para tipificar el delito de la piratería, aprobada definitivamente por el Parlamento español el pasado mes de junio.

Fonte: http://www.deia.com/2010/08/22/sociedad/kenia-ultima-los-juicios-para-setenta-y-cinco-presuntos-piratas (22/08/2010)

Marina holandesa intercepta piratas en Somalia

La Haya - La fragata holandesa ´Siete Provincias´ ayudó este lunes a repeler un ataque de piratas contra un buque tanque frente a las costas de Somalia.

La marina holandesa recibió una llamada de socorro del Innovation Anangel MV, que navega con bandera griega, porque era atacado por un bote y una lancha rápida. Así lo ha dado a conocer el ministerio de Defensa de los países Bajos.

Los atacantes huyeron cuando apareció un helicóptero japonés, que según Defensa estuvo unos minutos antes en el lugar de los hechos. Finalmente la Armada holandesa logró detener a los piratas obligándolos a detenerse.

Actualmente el sistema de defensa y el comando de la fragata holandesa están participando en la misión de la OTAN ´Escudo del Océano´ contra la piratería.

Fonte: http://www.rnw.nl/espanol/bulletin/marina-holandesa-intercepta-piratas-en-somalia (16/08/2010)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Cinema

Criaturas da Noite...aka...Captain Clegg
(Inglaterra/1962)

Direção: Peter Graham Scott

Elenco:
Peter Cushing ....Capt. Clegg
Patrick Allen .... Capt. Collier
Michael Ripper .... Jeremiah
Martin Benson .... Mr. Rash
Oliver Reed .... Harry Cobtree
Yvonne Romain .... Imogene


Sinopse:
Fiquei surpreso com esse filme! Inicialmente pensei se tratar de um filme de terror, mas nas sinopses, mencionavam piratas!!!! Fui conferir e é isso mesmo. No final do século XVIII, em um povoado distante, estranhos fantasmas cavalgam pelos pântanos locais. A história mistura piratas, contrabando e investigação policial. Não dá para contar mais nada da trama sem estragar a surpresa...

Filme da produtora inglesa Hammer. Atuações sinceras e esmero na produção fazem de "Criaturas da Noite", uma diversão garantida e nostálgica. Sem contar a presença da bela Yvonne Romain, de um novíssimo Oliver Reed e do sempre caricato Peter Cushing!

Suspense Sobrenatural/82 min.

Chacón recibe este domingo en Rota a la fragata 'Victoria' tras su participación en la operación 'Atalanta'

ROTA (CÁDIZ), 19 Ago. (EUROPA PRESS)

La ministra de Defensa, Carme Chacón, acudirá a la Base Naval de Rota (Cádiz) el próximo día 22 para recibir a la fragata 'Victoria' una vez finalizada su participación en la operación 'Atalanta' contra la piratería en aguas de Somalia.

Según ha explicado en un comunicado la Oficina de Relaciones Públicas de la Flota, Chacón estará acompañada por el jefe de Estado Mayor de la Defensa, José Julio Rodríguez, el jefe del Estado Mayor de la Armada, Manuel Rebollo, y el almirante de la Flota, Juan Carlos Muñoz-Delgado.

La fragata, con 222 militares a bordo pertenecientes a la dotación del buque, a la Unidad Aérea Embarcada (Unaemb) y a la Unidad de Infantería de Marina, partió el pasado 16 de marzo de Rota para incorporarse a la misión de la Unión Europea en el Índico, donde relevó a la fragata 'Navarra'.

Durante estos meses, la fragata 'Victoria' ha dado escolta a los buques del Programa Mundial de Alimentos de Naciones Unidas y realizado labores de vigilancia marítima en el marco de la operación europea.

Entre sus actuaciones más destacadas ha citado la participación el pasado 3 de junio en la liberación del buque de bandera norcoreana 'Rim', evitando con la presencia de un helicóptero que éste fuera recapturado por los piratas y facilitando la evacuación de un herido de bala. Asimismo, el 3 agosto consiguió abortar un ataque contra el barco noruego 'Bow Saga' en el golfo de Adén.

Fonte: www.europapress.es/andalucia/ (19/08/2010)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Estados Unidos: retiran cargos a supuestos piratas

Redacción BBC Mundo

El gobierno de Estados Unidos sufrió un revés en su intento de reprimir la piratería en el Golfo de Adén. Un juez retiró los cargos contra seis hombres somalíes que habían sido acusados de atacar un buque de guerra estadounidense pues sus acciones no podían ser legalmente definidas como piratería.

Los seis hombres estaban en un pequeño bote cuando presuntamente abrieron fuego contra el USS Ashland, un buque de guerra que patrullaba el Golfo de Adén. El Ashland devolvió el fuego y hundió el barco, matando a una de las personas a bordo.
Los hombres restantes fueron capturados y llevados de regreso a Estados Unidos donde fueron acusados de piratería en un tribunal penal.

Pero en virtud de una ley de 1819, la piratería implica robar, abordar un barco o tomar control de él y el juez del caso dijo que la definición utilizada por los fiscales en EE.UU., que catalogan de piratería a "cualquier asalto armado no autorizado", era demasiado amplia.

Como informa desde Washington la corresponsal de la BBC Jane O'Brien, aunque el juez Raymond Jackson rechazó la acusación de piratería, los somalíes igual serán sometidos a juicio en octubre, acusados de otros actos de violencia.

Tema confuso
Los seis acusados dicen ser inocentes. Omar Jamal, secretario de la misión somalí de Naciones Unidas en Nueva York, celebró la decisión y señaló que "la decisión del juez es muy clara".

"El tema de la piratería es muy confuso y muy complicado, y hay un montón de cuestiones jurídicas pendientes, cuestiones de derecho internacional, por lo que el hecho de que el juez haya rechazado los cargos de piratería -a pesar de que todavía se enfrentan a algunos cargos menores- es un nuevo comienzo. Es un paso muy pequeño en la dirección correcta".

Además, según Jamal, esta decisión sienta precedentes para futuros casos legales relacionados con la piratería. La resolución del tribunal determina que en ningún momento los acusados intentaron subirse al barco estadounidense.

"Por primera vez desde 1820 este tribunal debe emprender la tarea de interpretar el estatus de pirata y aplicarlo a las acciones que ocurren en aguas internacionales", dice el documento.

Fonte: www.bbc.co.uk/mundo/internacional/ (18/08/2010)

El buque anfibio ´Galicia´ parte hacia el Índico para luchar contra la piratería

El navío cuenta con tres helicópteros para la detección de embarcaciones piratas

AGENCIAS / REDACCIÓN | MADRID / A CORUÑA El buque de asalto anfibio Galicia tiene previsto zarpar hoy mismo de la Base Naval de Rota (Cádiz) para incorporarse a la misión europea Atalanta contra la piratería en el Índico, en un acto que será presidido por el Almirante de la Flota, Juan Carlos Muñoz-Delgado y Díaz del Río, que embarcará para saludar a la dotación y unidades embarcadas.

La Armada informó ayer de que el buque Galicia forma parte del compromiso adquirido por España, bajo bandera de la Unión Europea, en su lucha por mantener la seguridad en las aguas del golfo de Adén y Somalia, protegiendo de los ataques de los piratas somalíes tanto al tráfico mercante como a los pesqueros que faenan en esas aguas.

La tripulación del Galicia está formada por 240 personas (35 mujeres) entre la dotación, el Grupo Naval de Playa, la Unidad Aérea Embarcada, la Unidad de Infantería de Marina, sanitarios y una teniente de navío (oficial lingüista). La unidad aérea embarca con dos helicópteros de la Quinta Escuadrilla de Aeronaves y otro de la Décima Escuadrilla, medios que han demostrado su valía al localizar naves piratas.

Fonte: www.laopinioncoruna.es/mar/2010/ (18/08/2010)

Aumenta la piratería en Somalia a pesar de los esfuerzos internacionales

Texto de María Ángeles Moya

La delincuencia organizada sigue haciendo su particular agosto en el Cuerno de África, a pesar del despliegue que la OTAN y la Unión Europea mantienen desde hace dos años en la zona. El domingo pasado, el patrullero ´Infanta Cristina´ de la Armada española relevaba en el puerto de Yibuti a la fragata ´Victoria´, en el marco de la operación Atalanta de la UE contra la piratería. Tras cuatro meses desplegada en aguas de Somalia, la fragata española ponía fin a su misión, que culminó con el aborto del ataque pirata al buque noruego ´Bow Saga´. Antes de esa actuación, ya contribuyó a la liberación del buque de bandera norcoreana ´Rim´, enviando su helicóptero al lugar de los hechos.

Sin embargo, todos los esfuerzos que está llevando a cabo la comunidad internacional en el Cuerno de África parecen no ser suficientes, según los últimos datos facilitados por la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (UNODC).

¿Quién está detrás de los piratas?
El año pasado, el número de ataques de piratería en la zona se duplicó, pasando de los 111 que se produjeron en 2008 a 217 en 2009. Además, según la UNODC, esta actividad sigue aumentando, a pesar de que los piratas que llevan a cabo los secuestros de las embarcaciones tan sólo perciben una cuarta parte del dinero que se paga por los rescates (cantidad que asciende, anualmente, a más de 100 millones de dólares estadounidenses).

Es cierto, como advierten muchos expertos, que el problema en Somalia pasa por solucionar la situación en tierra, en el propio país, y no sólo en las aguas que lo circundan. Sin embargo, habría que investigar más a fondo quiénes son los que reciben las tres cuartas partes del dinero de los rescates, puesto que ahí también radica el problema.

El pasado mes de junio se inauguró en Kenia el tribunal que juzgará a los sospechosos de piratería, con contribuciones de Alemania, Australia, Canadá, Francia, Estados Unidos y la Unión Europea. Auspiciado por la UNODC, este órgano judicial contribuirá, sin duda, al enjuiciamiento de los presuntos piratas, pero ¿qué ocurrirá con sus patrocinadores?

También la ONU ha decidido aumentar su presencia en Somalia (que se mantiene de manera constante desde 1991), según ha anunciado esta semana el representante especial de Naciones Unidas en la zona, Augustine Mahiga. El frágil Gobierno de transición, encabezado por el presidente Cheij Sharif Ahmed, se estableció en enero de 2009 y se mantiene gracias al apoyo de la comunidad internacional, y a pesar de los insurgentes islamistas que controlan la capital, Mogadiscio.

Sin duda, todos los esfuerzos son pocos para detener las actividades delictivas en una región de África en la que más de tres millones de personas necesitan de la ayuda internacional, una ayuda que llega vía marítima gracias al Programa Mundial de Alimentos de Naciones Unidas, por lo que garantizar la seguridad de la navegación es vital en esta zona del Cuerno de África.

Un millón de personas aisladas
En el mes de enero se hizo prácticamente imposible que el Programa Mundial de Alimentos continuase llegando a más de un millón de personas necesitadas en el sur de Somalia, debido al aumento de las amenazas y los ataques contra las operaciones humanitarias, así como la imposición de una serie de exigencias inaceptables por parte de los grupos armados que operan en el país. (El Gobierno de transición, en el poder desde 1991, todavía no controla totalmente el país a día de hoy, ni siquiera la capital, Mogadiscio).

Difícil se plantea, por tanto, la situación en tierra y en las aguas del Cuerno de África, aunque, según la ONU, no es ésta la única zona marítima afectada por la piratería. El Golfo de Guinea, y las aguas entre Bangladesh y el Mar del Sur de China también son objeto de esta actividad delictiva, aunque en 2009 más de la mitad de los ataques piratas se produjeron en las costas de Somalia.

La contribución española a la operación ´Atalanta´ (establecida por la Unión Europea en 2008) es un grano de arena más en el operativo militar desplegado en la zona (el nuestro es el segundo país, por detrás de Francia, que más efectivos aporta a la misión europea); pero, como ya señalaba anteriormente, aparte de pacificar el territorio somalí -aspecto éste necesario, sin duda-, habrá que ir más allá para identificar a los responsables de los ataques piratas que son, sin duda, un grave escollo para el tráfico marítimo en la zona.

Fonte: www.ateneadigital.es/RevistaAtenea/REVISTA/articulos/ (17/08/2010)

Los 75 piratas detenidos por la misión 'Atalanta' serán transferidos a Kenia

Europa Press | Madrid

La misión de la Unión Europea 'Atalanta' de lucha contra la piratería en aguas próximas a Somalia y en el Océano Índico han transferido a un total de 75 piratas detenidos gracias a intervenciones de la misión aeronaval europea para su procesamiento judicial en Kenia, de los cuáles 14 han sido detenidos por fuerzas españolas de la misión.

Se espera que la primera sentencia dictada por un tribunal keniano contra un pirata detenido por 'Atalanta' se conozca a finales de mes, el 27 de agosto, según informó la propia misión europea, con cuartel general en Northwood (Reino Unido). A este primer fallo le seguirán "un número de sentencias previstas en las próximas semanas".
La Unión Europea y Kenia firmaron un acuerdo de transferencia de piratas el pasado 23 de abril de 2009 y desde entonces los mandos de 'Atalanta' han procedido a transferir, en nueve grupos separados, a un total de 75 piratas que están siendo ya juzgados, 14 de los cuáles fueron detenidos, en dos grupos separados, por medios aeronavales de España integrados en Atalanta, según datos facilitados por la misión.

Respecto al resto de piratas transferidos a Kenia y con juicios en marcha, 23 piratas fueron detenidos por fuerzas alemanas de Atalanta, otros 22 por fuerzas francesas, otros nueve por fuerzas italianas y otros siete por fuerzas suecas.
Otros once piratas detenidos por fuerzas francesas de la misión de la UE tienen procesos abiertos en su contra en Seychelles, el único país que, junto con Kenia, tiene firmado un acuerdo de transferencia para procesar a los piratas en su territorio.

La entrega de piratas a las autoridades kenianas por los mandos de 'Atalanta' se realiza, por aire o mar, en la ciudad de Mombasa, donde fuerzas policiales kenianas y representantes fiscales del país africano reciben la documentación recabada contra el pirata para su procesamiento.

Fonte: www.elmundo.es/elmundo/2010/08/13/ (13/08/2010)

sábado, 14 de agosto de 2010

Veja o navio de Barba Negra em foto dos sets de “Piratas do Caribe 4″



Texto de Camila Fernandes

As filmagens de “Piratas do Caribe 4” continuam a todo vapor, mas enquanto os trailers e fotos oficiais não aparecem, os fãs podem matar a curiosidade com as fotos dos sets do filme que não param de sair. Desta vez, vemos o Queen Anne’s Revenge, navio do vilão Barba Negra.

Nesta nova aventura, o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp, de “Chocolate”) cruza com uma mulher de seu passado (Penelope Cruz, de “Nine”), e ele não tem certeza se é amor ou se ela o está usando para encontrar a lendária Fonte da Juventude. Quando ela o obriga a subir a bordo do Queen Anne’s Revenge, navio do temido pirata Barba Negra (Ian McShane, de “Caso 39″), Jack encontra-se diante de uma aventura inesperada, em que ele não sabe quem temer mais: Barba Negra ou a mulher de seu passado.

O elenco conta com o retorno de Geoffrey Rush (“Elizabeth: A Era de Ouro”) como Barbosa. O longa conta ainda com as presenças de Stephen Graham (“Inimigos Públicos”), Astrid Bergès-Frisbey (“Barragem contra o Pacífico”), Sam Claflin (“The Lost Future”) e a modelo Gemma Ward (“Os Estranhos”). O roteiro é de Ted Ellitot e Terry Rossio, responsáveis pelos três primeiros filmes. Rob Marshall (“Chicago”) assume a direção.

“Piratas do Caribe 4” tem previsão de estreia marcada para 20 de maio de 2011.

Fonte: http://cinemacomrapadura.com.br/noticias/169282/ (10/08/2010)

El patrullero de altura 'Infanta Cristina' releva a la fragata 'Victoria'

MADRID,(EUROPA PRESS)

El patrullero de altura 'Infanta Cristina' se sumará este domingo a la operación Atalanta de la Unión Europea de lucha contra la piratería y relevará a la fragata 'Victoria' en la misión en el golfo de Adén y aguas del Océano Índico, según adelantaron fuentes de la Armada a Europa Press.

Las fuentes precisaron que el patrullero, con una dotación de algo más de 90 militares, incluido un pelotón de Fuerza de Protección Operativa de seguridad de la Infantería de Marina, se pondrá a disposición de la misión "a partir de este domingo", una vez se proceda al relevo en el puerto de Yibuti de la 'Victoria', que el miércoles logró frustrar un asalto de un grupo de siete piratas a un mercante noruego.

El 'Infanta Cristina', que está al mando del capitán de corbeta Eduardo Riedel Francés, partió el pasado 27 de julio de su base en Cartagena (Murcia) para sumarse a las labores de patrullaje y disuasión contra la piratería en aguas próximas a Somalia y se espera que el patrullero permanezca en la zona de operaciones hasta mediados de diciembre.

El patrullero de altura, que anteriormente ha participado ya en operaciones marítimas en el exterior, incluido en el mar Rojo y el Mediterráneo, está encuadrado en las Fuerzas de Acción Marítima de la Armada española, cuyas misiones se centran sobre todo en la vigilancia de los espacios marítimos de interés de soberanía española, el apoyo a la flota pesquera en los caladeros donde faena, la lucha contra la contaminación marítima, la detección y seguimiento de posibles actividades de inmigración ilegal y la colaboraciones con las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado en la lucha contra el narcotráfico y el terrorismo.

A partir de este domingo, el patrullero de altura español se sumará a las tres fragatas que aportan a la misión Grecia, Alemania y Francia, al buque de patrulla marítima de Suecia y a la plataforma anfibia que aporta Luxemburgo a la misión.

Además de estos seis buques integrados en 'Atalanta', la misión de la UE también cuenta en la actualidad con un avión de patrulla marítima Orión P-3 que aporta España, más los otros cuatro aviones de vigilancia que contribuyen Portugal, Luxemburgo, Suecia y Alemania.

La operación 'Atalanta', que fue lanzada en diciembre de 2008 en cumplimiento de varias resoluciones del Consejo de Seguridad de la ONU para frenar los ataques piratas en la zona, contribuye a dar escolta a los barcos del Programa Mundial de Alimentos de la ONU para trasladar de forma segura la ayuda humanitaria destinada para los somalíes. Igualmente, a través de patrullas, contribuyen a la seguridad de la zona y limitar el impacto de los ataques piratas contra buques mercantes.

CONTRIBUCIÓN ESPAÑOLA CONTRA LA PIRATERÍA
Se espera que el buque 'Galicia' ponga rumbo a finales de este mes a la zona para integrarse en la misión en septiembre, una vez termine el periodo intermonzónico, han precisado las fuentes consultadas.

La ministra de Defensa, Carme Chacón, adelantó el pasado mes de junio en el Parlamento Europeo la próxima incorporación en la misión del patrullero de altura 'Infanta Cristina', para relevar a la fragata 'Victoria' y del buque 'Galicia'.

Además, España ejerce de nación marco en la misión de entrenamiento de la Unión Europea para adistrar a hasta 2.000 efectivos de las fuerzas de seguridad somalíes, capaces de convertirse en el embrión de un futuro cuerpo de seguridad en el país del cuerno de África. El establecimiento de la misión fue aprobada por los Veintisiete en enero de 2010 y, desde el 1 de mayo, ha comenzado las tareas de formación y adiestramiento.

España aporta a esta misión, bajo el mando del coronel del Ejército de Tierra español Ricardo González Elul, aporta 38 efectivos de un total de 150 que componen la misión.

Los efectivos españoles están desplegados en el Cuartel General de la misión en Uganda, concretamente 16 efectivos en Kampala y 3 en la localidad ugandesa de Bihanga, así como otro efectivo de enlace en Bruselas y otros 18 instructores para el adiestramiento específico en la zona de Bihanga, según datos del Ministerio de Defensa.

Fonte : www.europapress.es/nacional/ (08/08/2010)

Tailandia quiere unirse a patrullas ONU que vigían a los piratas en Somalia.

Bangkok,(EFE).- Tailandia quiere unirse a las patrullas bajo mando de las Naciones Unidas que protegen de ataques de piratas a barcos comerciales y de ayuda humanitaria en aguas del Golfo de Adén en Somalia, informa hoy la prensa local.

El jefe de la Armada tailandesa, almirante Kamthorn Poomhiran, indicó al diario "Bangkok Post" que el plan es enviar al menos dos fragatas y personal, siempre que el Gobierno dé su visto bueno.

Poomhiran explicó que desean tomar parte en la operación para adquirir experiencia en misiones internacionales de paz, y después de que varios navíos mercantes tailandeses hayan sido atacados por bandidos en el Golfo de Adén.

En la actualidad, los piratas somalís aún retienen al menos 22 barcos y 400 tripulantes secuestrados en el Océano Índico y el Golfo de Adén, considerada la ruta marítima más peligrosa del mundo pese a la labor de las patrullas de la ONU. La mayoría de los bandidos son jóvenes desempleados o antiguos pescadores que ven en los lucrativos rescates una nueva forma de ganarse la vida en un país que carece de gobierno efectivo desde 1991 y vive sumido en la miseria y un conflicto permanente entre señores de la guerra, clanes y milicias.

Por otra parte, el Ejército de Tailandia ya ha comenzado los preparativos para enviar 800 tropas a la misión conjunta de pacificación de las Naciones Unidas y la Unión Africana en Darfur (Sudán).

Los primeros soldados partirán hacia África a finales de octubre, y el contingente se completará antes de diciembre. EFE

Fonte: www.abc.es/agencias/noticia (10/08/2010)

Sequestrado na Somália regressa a Argozelo

Manuel Teles fez uma visita relâmpago à terra natal para abraçar a mãe

Argozelo festejou o regresso do comandante do navio espanhol sequestrado quatro meses e meio na Somália, que na passada sexta-feira visitou a vila que o viu nascer.
Manuel Maria Teles, 56 anos, deixou cedo a terra natal, mas nunca a esqueceu e sempre que pode vem de férias para visitar a família, nomeadamente a mãe, de 90 anos, que vive no lar de idosos da localidade.

O transmontano é capitão do navio "Sakoba", de bandeira queniana, ao serviço da empresa galega, Malaca Shipping, sediada em Vigo, mas foi sequestrado por piratas somalis, quando fazia a rota de África, no regresso a Espanha depois de vários meses na pesca em alto mar.

Manuel Maria Teles enfrentou meses muito duros durante o cativeiro, ele e a restante tripulação do navio, composta por 11 pessoas, 10 de nacionalidade queniana. “Quando somos privados da liberdade é sempre duro e incómodo, mas são coisas que acontecem”, contou.

Apesar do clima de violência e das privações, o capitão não foi agredido, mas mesmo assim são situações que admite serem muito difíceis. “Estávamos sempre vigiados por pessoas armadas de metralhadoras, era um clima de ameaça constante”, recordou.
Desde os primeiros dias, sabia que estava a ser definido um resgate, mas desconhecia a duração e o desenrolar das negociações. “Havia confusões. Eles queriam fazer as coisas à sua maneira, nós não queríamos deixar, mas como estávamos debaixo da pressão de armas tínhamos que ceder”, explicou.

No dia 19 de Junho, Manuel Teles soube que iam ser libertado

A história foi dramática, mas teve um final feliz. No dia 19 de Junho Manuel Teles soube que iam ser libertado, mas o cativeiro manteve-se por mais um mês, até 19 de Julho. Durante esse tempo o capitão de Argozelo e a sua tripulação produziram litros de água doce na embarcação que estava preparada para isso. “Fazíamos a água para nós, para o outro navio sequestrado e para os próprios piratas. O prolongamento do nosso cativeiro também lhes era útil”, referiu.

Emigrante em Espanha há mais de 20 anos, mal pisou terras de ibéricas - mais concretamente Vigo, onde reside com os dois filhos - pensou logo em matar saudades da terra natal.

Na sexta-feira fez uma visita relâmpago a Argozelo, para abraçar a mãe e agradecer aos conterrâneos todo o apoio, pois souberam manter o sequestro em segredo. “Tenho de agradecer à gente da minha terra, que resguardou a minha mãe. Temiam que o choque prejudicasse a sua saúde”, contou.

G.L.

Fonte: www.jornalnordeste.com/ (10/08/2010)

domingo, 8 de agosto de 2010

Félix Von Luckner, o Último Corsário Romântico dos Tempos Modernos

Texto de Luis Filipe Morazzo

A pirataria nos mares é praticada desde a antiguidade. Os Piratas, versão marítima dos saqueadores que atacam caravanas comerciais desde que os povos negoceiam entre si, existem desde que existe o comércio marítimo. Os mais antigos registos vêm dos gregos. Em 730 a.C., eles já pilhavam navios fenícios e assírios, segundo relato de Homero, na Odisseia, embora tenha sido a partir do século IX que adquiriu enormes proporções, tendo atingido a sua Época de Ouro entre os séculos XV e XVIII. Os piratas actuavam à margem da lei, muitas vezes atacando navios do seu próprio país.
A partir do século XIV os piratas muçulmanos, sediados em Tripoli (Líbia), Argélia, Gibraltar, Ceuta e Salé (Marrocos), e também no antigo Reino de Granada (Espanha), iniciam continuas expedições de saque aos reinos cristãos.

Portugal, um dos países mais atingidos por essa pirataria, especialmente a partir do século XVI, iniciou nesta altura periódicas acções punitivas no Norte de África as quais se prolongaram até 1807. Os piratas muçulmanos saqueavam tudo o que encontravam (navios, cidades, etc.), reduzindo as populações à escravatura e obtendo também enormes lucros com o regaste de prisioneiros cristãos. Calcula-se que entre 1500 e 1800 mais de um milhão de cristãos tenham sido mortos ou escravizados por piratas e corsários muçulmanos. A carnificina foi total. Muitos países como a Inglaterra, Suécia ou mesmo os EUA (depois de 1776), pagavam aos chefes muçulmanos do Norte de África para evitar que os seus navios fossem atacados. Apenas na segunda metade do século XIX foi possível acabar com a pirataria no Mediterrâneo e no Atlântico.

O Corso, isto é, a pirataria autorizada por um Estado, atingiu o apogeu nos séculos XVI e XVII. Foi até ao século XIX uma forma de os estados possuírem uma "marinha de guerra" sem custos, concedendo o direito a particulares de se apossarem dos navios e saquearem as povoações dos seus inimigos. O Corso, desde o século XIV, esteve regulamentado em muitos reinos europeus, inclusive Portugal. Para dar um ar oficial, eles usavam a Carta do Corso, documento que autorizava um capitão e a sua tripulação para perseguir e atacar qualquer embarcação que levasse a bandeira de um país inimigo. O saque deixava de ser crime, tornando-se uma actividade legal e tributável - desde que fosse contra os adversários.

Finalmente o Bucaneiro, também é uma designação utilizada para o tipo de actividade da pirataria. É a forma como eram chamados os piratas franceses que aportaram na região da ilha de Hispaniola, actual Haiti e Republica Dominicana, por volta de 1600. O nome vem do termo francês "bucan", que designava a grelha com a qual defumavam carne. Esses piratas logo se apossaram da então colónia espanhola e criaram as suas próprias regras, sem obedecer a ninguém - o que acabou atraindo gente de todo tipo para a região, incluindo ex-presidiários, escravos fugitivos e perseguidos da Inquisição Católica. Os bucaneiros foram expulsos em 1620, quando a Espanha resolveu dar um "basta" ao que já se estava transformando numa verdadeira terra de ninguém. Os piratas franceses escolheram então a ilha de Tortuga como novo destino, onde continuaram a praticar a pirataria, tendo as embarcações espanholas como alvo predilecto. Toda a região das Antilhas ficou famosa pela violência bucaneira.

Hoje vamos contar a história do comandante alemão Félix Von Luckner, o homem que na primeira guerra mundial, afundou 19 navios aliados sem nunca ter vertido sangue. Este corsário dos tempos modernos que nunca se viu forçado a matar para obrigar à rendição as tripulações dos navios que atacava, é um caso extraordinário que merece ser contado. Nasceu em Dresden, na Alemanha, em 1881. Logo muito cedo o seu espírito aventureiro o chamou para o mar. Foi assim com catorze anos que o vamos encontrar sob um nome de empréstimo, matriculado como grumete a bordo de um barco russo, onde lhe faziam a vida dura. Pouco depois da passagem do Equador e do tradicional baptismo da "linha", o jovem grumete caiu à água, foi pescado quando se julgava perdido e, momentaneamente desgostoso com a vida do mar, desertou na Austrália.



Em breve porém se esqueceu da aborrecida experiência e tornou a embarcar. Desta vez no "Pinmare", uma barca inglesa de quatro mastros que, com mantimentos para 120 dias, levou 288 de Liverpool a São Francisco. Resultado: uma viagem tormentosa, durante a qual a tripulação esteve prestes a morrer de fome e sede.

No entanto, aquilo ainda não era suficiente para desanimar Félix Von Luckner. Ao sair do hospital onde fora internado, matriculou-se finalmente num navio de nacionalidade alemã, o "Caesarea", e julgou terminadas as suas desventuras.

Enganava-se! O navio foi apanhado por uma tremenda tempestade. Muitos dos homens da tripulação morreram. O próprio Félix ficou com uma perna partida. Foi o capitão quem o tratou, com os poucos meios de que a bordo podia dispor.

Finalmente, aos vinte anos, Félix Von Luckner decidiu desembarcar para fazer o seu curso de piloto. Depois de aprovado no exame final, alistou-se como voluntário na marinha de guerra. Foi então que foi visitar a família que o julgava morto há já longo tempo, sendo recebido com a alegria que se calcula. Mais tarde é promovido a capitão; Agosto de 1914, a primeira guerra mundial encontra-o a bordo do "Panther", navio da armada alemã.

Foi então que começou a sua incrível carreira de corsário. Tendo sabido da experiência de Von Luckner em navios à vela, o Estado-maior Alemão pediu-lhe que tomasse o comando de um veleiro transformado em cruzador auxiliar para forçar o bloqueio inglês. Deram-lhe o "Pass of Balmaha"um bom veleiro inglês de três mastros, capturado no início da guerra, com um deslocamento de 1600 toneladas, um comprimento fora a fora de 84m, podendo chegar aos 10 nós com alguma facilidade. Dotaram o navio com um motor auxiliar de 900hp e camuflaram-no como um três mastros norueguês, idêntico a um outro dessa nacionalidade que, de facto existia: O "Maletta"
Tudo o que fosse alemão tinha sido cuidadosamente escondido. A tripulação fora escolhida a dedo entre especialistas de vela, muitos falavam fluentemente várias línguas como o holandês, norueguês, inglês etc. Havia armas e munições ocultas nos sítios mais inesperados. O armário das vassouras escondia metralhadoras. "Seeadler" era o novo nome do navio, que a mais minuciosa inspecção não deixaria de tomar por uma unidade da marinha mercante norueguesa.

A 21 de Dezembro de 1916, o "Seeadler" fez-se ao mar. A 25 do mesmo mês o homem que estava de vigia, anunciava que um navio se aproximava pela popa a grande velocidade. Tratava-se do cruzador auxiliar inglês "Avenger" que, de imediato, mandou parar o veleiro para de seguida enviar uma força de inspecção a bordo. Quando os ingleses subiram a bordo do "Seeadler", encontraram vários marinheiros com cabeleiras loiras e envergando trajos femininos, estendidos em cadeiras de lona, bem á vista no convés.
Como pensar que a bordo de um navio onde viajavam mulheres pudesse haver intenções suspeitas?

Von Luckner em pessoa acompanhou o comandante da força inglesa na visita de inspecção. No final despediram-se cordialmente, com desejos mútuos de um Feliz Natal e boas singraduras.



E assim Von Luckner forçou o bloqueio, e estava pronto para a tarefa que lhe fora designada: atacar a navegação aliada. A sua primeira vítima seria o vapor inglês, o "Gladis Royle", de 3,268 toneladas, afundado perto de Gibraltar, a 9 de Janeiro de 1917. Toda a sua tripulação, de 26 homens, foi recolhida sã e salva a bordo do "Seeadler". No dia seguinte foi a vez de outro vapor da mesma nacionalidade, o "Lundy Island"ser afundado, com um deslocamento de 3,095 tons, para de seguida ter o mesmo fim a barca francesa "Charles Gounod", de 2,199 toneladas. De todas as vezes as tripulações foram previamente recolhidas pelo atacante.

Em oito semanas, Luckner afundará mais 40000 toneladas de carga e fará mais de 263 prisioneiros, como resultado dos afundamentos em série da escuna canadiana "Perch" a 24-1-17, da barca francesa de 4 mastros "Antonin" de 3070 tons., a 3-2-17, do veleiro italiano "Buenos Aires" de 1811 tons., a 9-2-17, da barca inglesa "Pinmore", de 2,431 tons, a 19-2-17, da barca canadiana "British Yeoman," de 1,953 tons., a 26-2-17, da barca francesa "La Rochefoucauld", de 2,200 tons, a 27-2-17, da barca "Dupleix" de 2.206 tons da mesma nacionalidade que a anterior, a 5 -3-17 e do vapor inglês "Horngarth", com um deslocamento 3,609 tons., afundado a 11 de Março de 1917. Todos estes afundamentos tiveram lugar no Atlântico central na zona inter-tropical. Surgiu no entanto um problema que se foi agravando, sempre que se dava um novo afundamento. Como alimentar todas aquelas bocas? Von Luckner resolveu-o facilmente. Tendo capturado a barca francesa "Cambrone" de 1830 tons., a 21-03-17, fez transportar todos os prisioneiros para bordo desse navio, enviando-o em seguida para a Alemanha.

Depois, aliviado de todas daquelas bocas inúteis, Von Luckner faz rumo ao Pacífico a fim de fazer a aguada da qual estava urgentemente necessitado, cruza o famigerado Cabo Horn a 18-4-17. Com a intenção de encontrar uma ilha deserta, tira rumo a Mopelia no arquipélago da Sociedade, não sem antes ter afundado as escunas americanas "A. B. Johnson", de 529 tons, a 14 de Junho de 1917, a "R. C. Slade", de 673 tons, e a "Manila", de 731 tons. Mas finalmente chegou a hora em que a sua sorte mudaria. Estava fundeado ao largo de Mopelia, a 2 de Agosto de 1917, fazendo a aguada e dando o descanso merecido à sua tripulação, quando repentinamente uma violenta tempestade tropical o surpreendeu, inutilizando irremediavelmente o "Seeadler. Eis Von Luckner instalado na ilha com os seus homens, formando uma longínqua e ignorada colónia alemã.

Capturados e transportados para a Nova Zelândia, Von Luckner e os companheiros conheceram horas amargas. Por duas vezes o capitão-corsário tentaria a fuga. E por duas vezes seria capturado. A 11 de Novembro de 1918 chegava o Armistício, a vitória dos Aliados e o desabar da Alemanha. Luckner voltou ao seu país em Julho de 1919.
- Acabámos de descrever mais uma história de guerra como muitas outras, dirão.

Sim, uma história de guerra, como muitas. Mas o que houve de notável no caso do capitão Von Luckner, depois de ter conduzido o seu navio durante 224 dias, perfazendo mais de 30000 milhas através de dois oceanos e após ter destruído 19 navios inimigos com enorme mestria, foi a grande cortesia com que sempre fez a guerra.

Todos os seus antigos e inimigos proclamaram mais tarde:que Félix Von Luckner tinha sido um autêntico cavalheiro. Os capitães dos navios prisioneiros comiam à sua mesa, os seus homens recebiam o mesmo tratamento que a tripulação alemã do "Seeadler". Antes de os enviar para terra oferecia-lhes um jantar de despedida e não se esquecia de lhes entregar o soldo a que teriam direito se estivessem a bordo do seu próprio navio. E, finalmente, servindo-se do ataque de surpresa e dos seus grandes conhecimentos em tácticas navais, nunca fora forçado a matar para obrigar as suas presas a render-se.

Muitos daqueles que haviam sido seus adversários durante a guerra, reconheceram publicamente o perfeito cavalheirismo com que tinham sido tratados. Isto terá sido a melhor recompensa para o capitão Von Luckner, que foi alvo de várias manifestações públicas de homenagem ao longo da sua vida. Porém, houve uma em especial, aquela que em 1960 lhe foi prestada por todos os membros dum clube francês de vela.

Félix Von Luckner morreu em Malmo na Suécia, em 13-4-66, aos 85 anos, com honras de um verdadeiro herói de guerra alemão, prestadas com orgulho pelo seu povo, mas incrivelmente por alguns dos seus antigos inimigos, também.

Fonte: www.revistademarinha.com/ (20/02/2010)

Piratas somalis capturaram cargueiro no Golfo de Áden: UE

BRUXELAS — Um cargueiro com bandeira das ilhas San Vicente e Granadinas, o "Syria Star", com 24 tripulantes a bordo, sírios e egípcios, foi capturado esta quinta-feira por piratas somalis no Golfo de Áden, anunciou a "Atalanta", força naval antipirataria da União Europeia (UE).

"Na tarde de 5 de agosto de 2010, o 'Syria Star' informou que estava sendo atacado por piratas, que subiram a bordo e atiraram contra a tripulação", informou o quartel-general da força "Atalanta", em um comunicado.

A força europeia enviou "imediatamente" helicópteros, que encontraram um baú abandonado próximo, com combustível e munições, acrescentou o comunicado.

"Quando os navios de guerra chegaram ao local, pouco depois, o 'Syria Star' havia mudado de rumo" e se dirigia à costa da Somália, "controlada pelos piratas, que se negaram a responder aos contatos por rádio", acrescentou o comunicado.

Fonte: www.google.com/hostednews/afp/article/ (05/08/2010)

Piratas somalis liberam navio, mas deixam 2 tripulantes feridos

Piratas somalis liberaram na sexta-feira o cargueiro Syrian Star, que tinha sido sequestrado há dois dias, mas deixaram dois feridos entre os 24 tripulantes, segundo informou neste sábado a força naval europeia EU NAVFOR.

"O Syrian Star foi sequestrado na quinta-feira, 5 de agosto, na parte leste do golfo de Áden, mas agora está livre; os primeiros relatórios indicam que os piratas deixaram o navio voluntariamente, em um dos botes salva-vidas", assinalou a EU NAVFOR em comunicado.

A força europeia acrescentou que, "na noite de 6 de agosto, o Syrian Star pediu assistência médica para dois membros da tripulação, que tinham sido feridos durante o ataque e sequestro".

A tripulação do Syrian Star, que navega com bandeira do arquipélago caribenho de São Vicente e Granadinas e transporta uma carga de açúcar, é formada por 22 sírios e dois egípcios.

A fragata alemã Schleswig-Holstein, da missão Atalanta da força europeia, estava perto do Syrian Star e enviou um helicóptero com uma equipe médica para atender os feridos.

Em sua chegada, a equipe encontrou um terceiro tripulante que requeria ajuda médica após um incidente relacionado com o trabalho.

O comandante da força europeia, Jan Thörnqvist, disse no comunicado que "sempre é bom ouvir que um navio sequestrado está livre, e agora a EU NAVFOR dará aos tripulantes feridos a assistência médica que necessitam".

Após esta libertação, os piratas somalis ainda retêm pelo menos 22 navios e 400 tripulantes sequestrados no oceano Índico e no golfo de Áden, segundo números da Ecoterra, uma organização que vigia a pirataria e a pesca ilegal nestas águas.
Navios da EU NAVFOR patrulham estas águas na operação Atalanta, cujo objetivo é proteger navios comerciais e humanitários de ataques piratas.

A Somália não teve um Estado ou um Governo efetivo desde 1991, quando o ditador Siad Barre foi derrubado, e vive desde então em situação de guerra aberta entre diferentes senhores da guerra, clãs e milícias.

Esta situação de caos e miséria, somada à possibilidade de conseguir grandes resgates, faz com que jovens desempregados e antigos pescadores decidam se dedicar à pirataria, segundo a ONU e organizações marítimas.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/noticias/ (07/08/2010)

Navios ficam em alerta após ataque a petroleiro japonês

LONDRES - Um suposto atentado contra um petroleiro japonês demonstrou o quanto os navios mercantis são vulneráveis a ataques em alto mar, apesar de as Marinhas já estarem atuando para combater a pirataria somali, avaliam analistas e fontes do setor. Há preocupação crescente com a segurança marítima depois que uma agência estatal de notícias dos Emirados Árabes Unidos informou na manhã desta sexta-feira que investigadores haviam descoberto indícios de explosivos no petroleiro japonês danificado próximo do estreito de Ormuz na semana passada.

Um grupo militante chamado Abdullah Azzam Brigades, ligado à al-Qaeda, assumiu a responsabilidade. Analistas de segurança do Golfo, alguns céticos sobre a reivindicação do grupo, disseram acreditar no relatório da agência de notícias.
Embora a proprietária do M.Star, navio japonês de 333 metros, a Mitsui O.S.K, não tenha confirmado os detalhes do relatório e esteja aguardando a conclusão de sua própria investigação, o último incidente aumentou o risco para navios. Navios mercantis têm sofrido cada vez mais com gangues somalis operando no Golfo de Áden e no Oceano Índico.

- Se for comprovado que a explosão no M.Star foi resultado de um ataque terrorista, certamente haverá uma necessidade maior de vigilância e talvez uma revisão dos protocolos de segurança - disse J. Peter Pham, conselheiro estratégico dos EUA e dos governos europeus.

Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/ (06/08/2010)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

La piratería en costas andaluzas se inició en plena Edad Media

El Centro de Estudios Andaluces presenta el número 29 de 'Andalucía en la historia', en el que también dedica un estudio especial a la figura de Blas Infante .

ROSA PARÍS / SEVILLA

La actividad de los piratas en torno a Andalucía, escenario de unos asaltos que se iniciaron durante la Edad Media con las primeras incursiones de grupos norteafricanos, protagoniza el extenso informe, dividido en cinco artículos y en el que participan otros cuatro expertos en la materia, que coordina Valeriano Sánchez Ramos, historiador del Instituto de Estudios Almerienses, para el número 29 de la revista Andalucía en la historia, del Centro de Estudios Andaluces. El ex director del IEA además firma el epígrafe Terror al turco, donde se aborda el ataque turco-argelino que en el año 1620 asoló la localidad almeriense de Adra. El segundo trabajo del dossier corre a cargo de la doctora en Historia Beatriz Alonso Acero, que analiza la constitución de la República corsaria de Salé, la cual se erigió como el primer puerto corsario del Atlántico. Por su parte, el catedrático Francisco Andújar Castillo estudia en El rescate de cautivos la labor mediadora de mercaderes, judíos, familiares y miembros de las órdenes religiosas en la liberación de quienes caían capturados en los abordajes que tuvieron lugar en el Mediterráneo. En cuarto lugar, el historiador Francisco Javier Gutiérrez Núñez repasa en La conjura de las legiones infernales los ataques que Cádiz sufrió durante los siglos XVI y XVII por parte, entre otros, de célebres piratas como Jeireddín Barbarroja y sir Francis Drake. Por último, Julia Hernández Salmerón relata en El Rocroi de Cabo de Gata los enfrentamientos con los corsarios franceses a partir de 1643 y que supusieron el declive del potencial militar de España.

El otro especial de la publicación, Hombre y memoria, centrado en la figura de Blas Infante con motivo del 125 aniversario de su nacimiento, comienza con un repaso a la biografía del Padre de la Patria Andaluza de la mano de Juan Antonio Lacomba. Por su parte, Manuel Ruiz Romero, investigador del Centro de Estudios Históricos de Andalucía, se aproxima a la labor de Infante en la construcción de la identidad andaluza. Por otro lado, Manuel Hijano del Río centra su atención en la preocupación que la educación y la cultura despertaron en el intelectual como modo de liberar a los jornaleros. Y es que la realidad económica constituyó otra de sus grandes miras, consciente de la tiranía latifundista que se vivía en las tierras del sur, tal y como analiza el catedrático Carlos Arenas Posadas. José Acosta Sánchez, profesor honorífico de la Universidad de Córdoba, recorre las bases de la ideología de Blas Infante, mientras que el periodista Antonio Ramos Espejo narra los testimonios de la familia del ilustre andaluz después de su asesinato el 10 de agosto de 1936. Finalmente, cierran este especial Alberto Egea, quien abre las puertas de Villa Alegría, la casa de Blas Infante en Coria del Río declarada Bien de Interés Cultural en 2006, y el repaso a las vidas de otros tres andalucistas relegados al olvido con un artículo de José Antonio González Alcantud.

Fonte: www.diariodesevilla.es/article/ocio/ (21/07/2010)

Piratas somalis sequestram cargueiro com 23 tripulantes

Piratas somalis sequestraram um navio de bandeira panamenha com 23 tripulantes na manhã de hoje, informou a Força Naval da União Europeia (UE). A tripulação a bordo do MV Suez, embarcação de 17.300 toneladas, é composta por cidadãos do Egito, do Paquistão, do Sri Lanka e da Índia. "O MV Suez ficou sob fogo de armas de mão durante um ataque e minutos mais tarde informou que havia piratas a bordo", afirma a força, em comunicado. "Imediatamente após o primeiro relato, um helicóptero foi enviado para o navio, mas os piratas já haviam tomado o comando da embarcação."

O navio, que leva sacos de cimento, viajava pelo corredor de trânsito internacionalmente recomendado, uma faixa de água patrulhada pela coalizão naval. Integrantes da Marinha dizem que o oceano é muito grande para que eles consigam interromper todos os ataques piratas. Nos últimos tempos, o número de ataques diminuiu por causa do período de monções na costa somali. Mas pelo menos 17 navios e centenas de tripulantes continuam nas mãos dos piratas, dentre eles um casal britânico capturado em seu iate em outubro do ano passado.

Fonte: www.parana-online.com.br/editorial/mundo/news/ (02/08/2010)

Pilar Rubio, 'pirata' en Telecinco

La cadena le confiará el personaje protagonista en una ambiciosa serie de corsarios para este nuevo curso.

Pilar Rubio ya tiene asignado su primer gran proyecto de ficción en Telecinco. La presentadora será la gran estrella femenina de Piratas, una nueva y ambiciosa serie ambientada en el mundo del bandolerismo marítimo que comenzará su grabación este verano, según ha sabido Vertele.com.

Seis meses después de su incorporación a Telecinco, Pilar Rubio centrará así la próxima temporada su carrera en la ficción, tarea que compaginará con la conducción de los castings de Operación Triunfo y la próxima edición de Más que baile.

Piratas, serie de gran inversión que recreará la época de los corsarios y bucaneros, supone el debut como actriz de Pilar Rubio en Telecinco tras algunas incursiones cinematográficas en películas como la más reciente,Tensión sexual no resuelta, y las anteriores Isi Disi, Alto voltaje y Carlitos y el campo de los sueños.


La grabación comienza a finales de verano

Telecinco se encuentra en estos momentos cerrando el casting de Piratas, que comenzará su rodaje en Galicia este mes de agosto para convertirse en una de las grandes apuestas de ficción de la cadena en la próxima temporada.

Fonte: http://vertele.com/noticias/ (03/08/2010)