segunda-feira, 28 de março de 2011

A Rússia Vai Criar Uma Esquadra "Antipirata"

Na Rússia está sendo criada uma unidade naval especial, destinada a combater a pirataria. O Comando da Zona Afastada de Defesa da Navegação no Oceano Indico vai surgir em 2013. O Estado-maior General da marinha de guerra informa que a nova unidade será constituída basicamente por navios da frota russa do mar Negro.

"Almirante Vinogradov". foto: RIA Novosti

Hoje em dia a pirataria é um buzines internacional bem organizado, - afirmam os peritos. Este ponto de vista é confirmado pelo fato de que os bandidos recebem informações exatas sobre o trajeto do navio e rastreiam-no, o que seria impossível sem sistemas, baseados em satélites, sem a tecnologia mais moderna e respectivos hábitos. A companhia “Sovkomflot” reputa que o problema de pirataria é muito subestimado. De acordo com os dados deste armador russo, a atividade de bandidos no golfo de Aden e na região do Corno Africano causa anualmente um prejuízo de 12 bilhões de dólares à economia mundial. Somente durante os dois primeiros meses de 2011 junto do litoral somali houve 87 ataques, treze navios foram seqüestrados. Durante este lapso de tempo mais de 200 pessoas foram presas por piratas. Ao todo mais de 700 tripulantes dos navios estão aguardando o resgate.

Agora, por encargo do presidente da Federação Russa Dmitri Medvedev os navios de todas as quatro esquadras da marinha de guerra russa defendem, revezando-se, os barcos russos e estrangeiros que passam pelo golfo de Aden. Estas belonaves patrulham durante um certo tempo as águas perigosas, a seguir retornam a suas bases. No presente momento ali está uma unidade de navios de guerra da esquadra russa do Pacifico, liderada pela fragata “Almirante Vinogradov”.

O protótipo da nova estrutura serão a Quinta Esquadra do Mediterrâneo e a Oitava Esquadra Operativa do oceano Indico que existiam na época da União Soviética. Isto é, os navios de guerra russos estarão nesta região em regime permanente. Já foi escolhida a base para eles, - o porto sírio de Tartus, que servia na época soviética na qualidade de ponto de apoio da esquadra russa do Mediterrâneo, e encetadas as respectivas conversações com as autoridades da Síria. De acordo com os planos, a nova esquadra deve incluir três fragatas, um navio de abastecimento de combustível e um rebocador-salvádego do mar.

O raio de ação dos piratas modernos vem crescendo permanentemente. E é pouco provável que um só Estado consiga garantir o controle sobre um aquatório tão vasto. Todavia, a decisão, tomada em Moscou, é um importante passo na luta contra a pirataria, - afirma Vassili Gutsuliak, perito em direito naval do Instituto do Estado e do Direito junto da Academia de Ciências da Rússia.

Os piratas também não estão “estagnados”, a sua tática muda. As regiões do oceano mundial, que devem ser controlados a fim de impedir os ataques de piratas, são enormes e está claro que mesmo toda a marinha de guerra de uma só potência dificilmente poderá exercer este controle. Na minha opinião, a decisão da marinha de guerra russa é um passo no sentido correto. Mas, certamente, é preciso esforços consolidados de todos os Estados marítimos. Certamente, o instrumento mais eficiente poderia ser uma coalizão de forças navais.

Na opinião da peritos, as tarefas do novo grupo naval russo ultrapassam os limites de defesa da navegação mercante. A Rússia pretende, além de todo o mais, estabelecer a sua presença naval nesta região perigosa. Agora os Estados do Próximo Oriente e do Norte da África estão abalados por uma série de revoluções. Por enquanto, ninguém sabe, qual será o resultado dos ataques da aviação da NATO contra a Líbia – é bem possível que os habitantes deste país não tenham outra saída, senão incorporar-se nas fileiras de flibusteiros. A exibição da bandeira russa num local em que se realiza a repartição das esferas de influência pode “arrefecer” algumas cabeças demasiado quentes.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2011/03/24/47919610.html (24/03/2011)

Vídeo

Grande Reportagem SIC - Mar de Piratas (Parte 1)



Grande Reportagem SIC - Mar de Piratas (Parte 2)

Piratas roban 5.1 toneladas de camarón en Altata

Un grupo de asaltantes marinos ha saqueado barcos camaroneros en la Bahía de Altata.

CULIACÁN, SINALOA
Javier Cabrera Martínez | El Universal

Foto: CAMARÓN Los raptores marinos roban el camarón en lanchas (Foto: Archivo)

En la parte profunda de la Bahía de Altata, en la zona de mar abierto, tripulantes de dos barcos camaroneros fueron asaltados por hombres armados, los cuales los despojaron de 5.1 toneladas de crustáceo que guardaban en las bodegas de los barcos.

Desde que inició la temporada de explotación de camarón en la zona del Pacifico, el 18 de septiembre del 2010, los "piratas modernos" han atracado a seis embarcaciones. La primera embarcación atracada por los piratas fue "Don Rodó 11", de la flota de Mazatlán; fueron saqueadas sus bodegas que contenían 2.3 toneladas de crustáceo.

Según el reporte de la capitanía, el domingo pasado al filo de la media noche, un grupo de hombres encapuchados y armados, abordaron el barco camaronero "La Niña", luego de someter a sus ocho tripulantes y destruir su comunicación. Los piratas se apoderaron de 600 kilos de crustáceo.

Una hora después, en la misma zona de la bahía de Altata, el mismo grupo delictivo de "piratas modernos" repitió la misma acción y ató de pies y manos a los marinos del barco "Arturo 1", para después pasar 4.5 toneladas a lanchas rápidas en las que viajaban.

Fonte: http://www.eluniversal.com.mx/notas/753509.html (22/03/2011)

Rusia: condenan a seis piratas del buque "Artic Sea"

Seis piratas, que en 2009 habían secuestrado el barco de carga "Artic Sea" en el mar Báltico, fueron condenados a penas de entre siete y 12 años de cárcel por un tribunal de Arjangelsk, en el norte de Rusia, informó la prensa local.

Los seis hombres, entre los cuales figuraban rusos y letones, fueron condenados por "piratería".

El "Arctic Sea", de bandera maltesa y explotado por la compañía finlandesa Sochart Management, había zarpado de Finlandia el 23 de julio de 2009 rumbo a Bejai, en Argelia.

El buque había sido desviado de su ruta cuando navegaba frente a las costas de Suecia en el mar Báltico.

Luego de navegar varios días en poder de sus secuestradores, el buque fue capturado por la marina rusa en aguas del Atlántico en agosto de 2009.

Varios medios de comunicación habían afirmado que Rusia decidió capturar el barco porque había sido alertado de que un grupo mafioso había cargado misiles antiaéreos S-300 para Irán.

En su momento, las autoridades rusas desmintieron esa versión.

Fonte: http://noticias.terra.com.ar/internacionales/rusia-condenan-a-seis-piratas-del-buque-artic-sea,1688e183128ee210VgnVCM10000098f154d0RCRD.html (24/03/2011)

'Vasco da Gama' vai combater a pirataria na Somália

A fragata 'Vasco da Gama' ao serviço da Marinha Portuguesa parte terça-feira de Lisboa para, a partir do dia 14 de Abril, comandar a força naval da União Europeia de combate à pirataria ao largo da Somália.

A fragata portuguesa irá partir da Base Naval de Lisboa (BNL) e permanecerá quatro meses na liderança da Operação Atalanta - European Union Naval Force Somalia -, a primeira operação naval da União Europeia, conduzida sob a égide das Nações Unidas.

A operação, assumida pela primeira vez pela Marinha Portuguesa, irá assegurar a protecção dos navios que transportam ajuda alimentar aos somalis no âmbito do Programa Alimentar Mundial e o apoio logístico à AMISOM - African Union Mission in Somalia.

Um outro objectivo da missão será contribuir para o esforço militar na prevenção da pirataria e o assalto à mão armada no mar, bem como contribuir para a monitorização da actividade piscatória ao largo da costa da Somália.

A cerimónia de entrega do comando da força à fragata portuguesa terá lugar no Porto Comercial do Djibouti a 14 de Abril. O comando será exercido pelo Capitão-de-mar-e-guerra Alberto Manuel Silvestre Correia, graduado, para o efeito, no posto de Comodoro.

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/vasco-da-gama-vai-combater-a-pirataria-na-somalia (25/03/2011)

Texas State University expert doing pirates study

SAN MARCOS, TX -- In 1671, the English pirate-for-hire Captain Henry Morgan spearheaded a raid on Panama, then the richest city in Spain's colonial empire, leading thousands of men and a naval fleet armed to the teeth.

But while Morgan was a brilliant military strategist, he wasn't much of a navigator, according to Texas State University underwater archaeology professor Frederick Hanselmann.

Not long after one of Morgan's advance parties captured a Spanish fortress at the mouth of the Chagres River, Morgan crashed his flagship, the Satisfaction, into a reef, causing it and three or four other ships to sink.

The ships disappeared into the water and were forgotten until last year when Hanselmann and fellow archaeologists unearthed cannons that might have belonged to Morgan's fleet.

It was the first archaeological study of the area and the first direct evidence of the presence of Morgan or his men.

After the wreck, Morgan continued up the river on foot to lead a devastating and politically controversial raid on what's now Panama City.

The guns recovered in September are undergoing restoration in Panama, where they will eventually be displayed in a museum. The team made the announcement of the discovery in late February.

Hanselmann, who joined Texas State in December, said the discovery is significant because it sheds light on an exciting time in human history, one that has captured people's imaginations in books and movies, such as Disney's "Pirates of the Caribbean," but isn't well-documented archaeologically.

"Archaeology is all about our shared past," said Hanselmann, the chief underwater archaeologist and dive training officer with the River Systems Institute and the Center for Archaeological Studies . "This is a global story."

Morgan was born in 1635 and was most active as a seafaring raider in the 1660s and early 1670s, Hanselmann said. He was employed as a privateer, a private citizen given wartime authorization by a nation to attack enemy ports and fleets. Hanselmann said such arrangements were less expensive for England than building a military armada like Spain's.

Morgan's exploits were some of the most lucrative.

"Morgan had a commission from the English to sack and raid enemies of the state," Hanselmann said, adding that the captain's tactics infuriated the Spanish government and gave him a substantial following of men on his expeditions.

"Now, one man's privateer is another man's pirate," Hanselmann said. "He was a thief; he was a dog."

Morgan's last great raid was his sacking of Panama Viejo , now a part of Panama City. At the time, the isthmus separating the Atlantic and Pacific oceans was pivotal for trading silver, gold, gems, furs, sugar and other precious items, and Spain kept other countries out. England, tired of being excluded, sent Morgan there to raid the city.

Although he crashed some of his ships in the Chagres River, he and 1,400 men went on to sack PanamDa Viejo on Jan. 28, 1671.

"He was this really charismatic guy who just didn't quit," Hanselmann said.
Morgan's forces defeated the city's militia, and then they or the Spanish military leaders started a fire that burned the city to the ground.

What Morgan didn't know, because of poor communication methods at the time, is that England and Spain had signed a peace treaty months earlier, Hanselmann said.
Morgan was arrested and charged as a pirate when he returned to England but was given a slap on the wrist. He was later knighted and made lieutenant governor of Jamaica. He retired to a sugar plantation in Jamaica, where he died in 1688 .

Morgan's ships and weapons sat on the bed of the Chagres River undisturbed until 2008, when Hanselmann, along with fellow archaeologists James Delgado, director of maritime heritage for the Office of National Marine Sanctuaries of the National Oceanic and Atmospheric Administration, and Dominique Rissolo, executive director of the Waitt Institute for Discovery , went looking for them.

They surveyed, mapped and documented submerged sites, shipwrecks and other artifacts along the banks of the river.

Thick coral reefs and violent currents make the Chagres River a dangerous place to dive, Hanselmann said. "It looks like Sarajevo down there. The waves were kicked up. Visibility is a mess," he said.

But the team found eight cannons, ranging from 2 to 6 feet in length, and an anchor under the waves.

After publishing its survey, the team returned in September 2010 with an excavation permit from the Panamanian government and brought up six of the guns. Two others could not be located, but Hanselmann thinks they're still down there.

What makes the researchers believe the wreckage was Morgan's? A naval vessel would have been outfitted with regulation guns, Hanselmann said. And the cannons his team found are of various sizes. Also, he said, the cannons appear to be French-made.
Morgan's ship, the Satisfaction, was a stolen French vessel, Hanselmann said. The guns are mobile, like those Morgan was known to prefer for firing at cities, he said. Also, guns from a more recent ship, that is, from the mid-1700s, would probably have serial numbers. The guns found near Panama do not, and Hanselmann said that indicates they were probably used during Morgan's time.

Finding and salvaging the cannons won't be the end of the archaeological effort. Being underwater for more than 300 years damaged the iron severely. They had to be transported in water to keep them from falling apart, Hanselmann said.

The cannons will be transferred soon to the Patronato Panama Viejo , a Panama-based nonprofit conservation group that is seeking to have Panama Viejo recognized as a World Heritage Site.

Hanselmann said it could take the group several years to reverse the centuries of saltwater intrusion and chemical changes endured by the cannons.

"For the Patronato Panama Viejo it is very important to be the final depository of the six recovered cannons from the mouth of the Chagres," officials said in a statement. "The inclusion of these cannons in our exhibits is of great importance and will greatly enrich our hall on piracy."

At Texas State, Hanselmann is mainly focused on research but is trying to put together some courses on underwater archaeology and diving for scientific research. He sees his field as romantic and adventurous.

"You never think you're going to get paid to study pirates," Hanselmann said. "I guess some of us never grow up."

Fonte: http://abclocal.go.com/ktrk/story?section=news/state&id=8024510 (21/03/2011)

Governo divulgou nomes dos tripulantes do Vega 5

Maputo - O governo moçambicano divulgou a identidade dos moçambicanos, alguns dos quais desaparecidos, que iam a bordo do navio de pesca Vega 5 interceptado no Mar Arábico, a 600 milhas náuticas, a oeste da costa da Índia.

Segundo o ministério das Pescas de Moçambique, os tripulantes são Gito Doliz, Domingos Arvista Sangadza, Monteiro Lima Sango, António Félix Joaquim, Silva Jolinho Lima Bila, Olívio Alves Simões, Florêncio António Segredo, Pedro Simão Bene, Marques António Segredo, Lucas Martins Gemo Chiremba, Joãozinho João Rosário e José João Chivode Mandava.

O navio foi sequestrado ao largo das águas de Moçambique em finais de Dezembro de 2010 com 24 tripulantes, 19 moçambicanos, três indonésios e dois espanhóis.

Pelo menos 13 foram resgatados, mas sete dos 19 tripulantes moçambicanos estão desaparecidos.

Constam entre os desaparecidos Luís Menezes Soares, Amâncio Ventura Cipriano, Alberto Juma Massanguaja, Abibo Zobaida Assane, Alberto Manuel Muleva, Horácio Magaíssa Nicoadala e António Vida Muhalo.

Os marinheiros desapareceram depois de a embarcação entrar em chamas, quando a Marinha de Guerra Indiana tentava o resgate no dia 12 de março.

Na sequência do confronto entre a marinha indiana e os piratas, uma parte da embarcação Vega 5 entrou em chamas obrigando a que parte da tripulação se lançasse ao mar, indica uma nota do ministério das Pescas de Moçambique.

"Os tripulantes resgatados pela marinha de guerra indiana já se encontram em Mombai (antiga Bombaim) sob assistência de uma equipa da embaixada de Moçambique na Índia e gozam de boa saúde.

No entanto, três compatriotas (moçambicanos) requerem alguns cuidados médicos por terem contraído ferimentos ligeiros", assinala a nota governamental.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2011/2/11/Governo-divulgou-nomes-dos-tripulantes-Vega,306a13d1-1d1b-420a-80cb-814cf7372bed.html (18/03/2011)

quarta-feira, 23 de março de 2011

O CORSÁRIO SEM PÁTRIA












O CORSÁRIO SEM PÁTRIA
The Buccanner”, 1958 (aka...”Lafitte, o Corsário”)

Direção: Anthony Quinn
Com: Yul Brynner, Claire Bloom, Charlton Heston, Charles Boyer, Inger Stevens.

No Brasil lançado pelaNew Line Home Video.

Um dos melhores filmes do gênero! Esqueçam o romance, o patriotismo americano e as bobagens cinematográficas da época. Vário elementos importantes estão presentes nesse grande filme: O confronto entre ingleses e americanos, o reino da Baratavia, batalhas, saques, o comércio ilegal, o jogo político entre Lafitte e as autoridades americanas...

Lafitte foi um pirata...corsário...pirata novamente...corsário... mas acima de tudo, um contrabandista muito esperto. Ele mandava em New Orleans. Ele era a lei, e manteve-se assim por muitos e muitos anos. No filme, inventaram uma desculpa surrealista – um romance com a filha do Governador – para justificar sua decisão em apoiar os americanos...Besteira! Na vida real, lutou ao lado dos americanos para não perder o controle da região e de seu contrabando local. Pô! O cara era um pirata, não um almofadinha apaixonado!

Mas o filme, além de tudo, apresenta mais uma ótima atuação de Yul Brynner, e do sempre picareta Charton Heston. O resto do elenco dá conta do recado. Destaque para a bela fotografia e vestimentas bem cuidadas, muitas delas inspiradas das ilustrações de Howard Pyle.

Curioso notar que anos mais tarde, Yul Brynner faria o papel de outro pirata, excêntrico e violento, em “O Farol do Fim do Mundo” (1971).


Segue resenha do filme, existente no DVD:
“1812, durante a luta contra a invasão inglesa, o General americano Andrew Jackson conta com um punhado de caçadores e homens destreinados para defender a cidade de New Orleans, quando é informado que a frota britânica está chegando, com 60 navios e milhares de homens para tomarem a cidade. Diante disso, uma ilha perto da cidade se torna estrategicamente importante para os dois exércitos, porém ela é habitada por Jean Lafitte, o mais impiedoso e temido corsário dos mares. Embora nunca tenha atacado um navio americano, o governador da cidade o detesta, pois Lafitte vende suas mercadorias sem pagar impostos e por isso, é adorado pelos cidadãos. Mas quando o grande combate se aproxima, Lafitte se vê preso entre os dois exércitos. Seu coração pertence aos Estados Unidos, mas seus homens querem lutar ao lado dos ingleses. Uma aventura emocionante, com muita ação no melhor estilo do gênero.”


Piratas assaltam cônsul da Espanha em lancha sobre o Rio Negro

Cleidimar Pedroso - portal@d24am.com

Lancha que saiu do Iranduba, ontem, foi interceptada por três assaltantes armados que levaram os pertences de 15 passageiros.

Manaus - Três assaltantes, entre eles uma mulher, renderam 15 passageiros de uma lancha que saiu do porto do Pepeta, no município de Iranduba (a 27 quilômetros a sudoeste de Manaus) com destino a Manaus, quarta-feira à tarde. Entre os passageiros, o empresário e cônsul da Espanha na Amazônia Ocidental, Modesto Nóvoa Rivas. As informações são da assessoria do município de Iranduba.

À assessoria de Iranduba, a assistente social Luíza Marilac informou que o assalto foi anunciado após a embarcação passar pela Ponte sobre o Rio Negro. Um assaltante armado levantou em direção ao condutor da lancha e os outros dois tomaram as bolsas e outros pertences de valor dos passageiros.

Um passageiro pulou da embarcação ao ver uma lancha que vinha no sentido de Iranduba e acionou a Polícia Militar pelo 190. A lancha deveria atracar no Porto do São Raimundo, mas os assaltantes desviaram o percurso para a Compensa, zona oeste de Manaus, onde desembarcaram.

Fonte: http://www.d24am.com/noticias/amazonas/piratas-assaltam-consul-da-espanha-em-lancha-sobre-o-rio-negro/17991 (25/02/2011)

Team including Texas State professor recovers cannons thought to be Captain Morgan's


Archaeologists searched in Panamanian waters for sunken pirate ship.

By Patrick George
AMERICAN-STATESMAN STAFF

SAN MARCOS — In 1671, the English pirate-for-hire Captain Henry Morgan spearheaded a raid on Panama, then the richest city in Spain's colonial empire, leading thousands of men and a naval fleet armed to the teeth.

But while Morgan was a brilliant military strategist, he wasn't much of a navigator, according to Texas State University underwater archaeology professor Frederick Hanselmann. Not long after one of Morgan's advance parties captured a Spanish fortress at the mouth of the Chagres River, Morgan crashed his flagship, the Satisfaction, into a reef, causing it and three or four other ships to sink. The ships disappeared into the water and were forgotten until last year when Hanselmann and fellow archaeologists unearthed cannons that might have belonged to Morgan's fleet.

Hanselmann and fellow archaeologist James Delgado look over cannons that the Texas State professor says might have belonged to the Satisfaction, a French ship taken by Captain Henry Morgan. The ship crashed into a reef and sank in Panama's Chagres River.Foto: Facundo Bacardi

It was the first archaeological study of the area and the first direct evidence of the presence of Morgan or his men.

After the wreck, Morgan continued up the river on foot to lead a devastating and politically controversial raid on what's now Panama City. The guns recovered in September are undergoing restoration in Panama, where they will eventually be displayed in a museum. The team made the announcement of the discovery in late February.

Hanselmann, who joined Texas State in December, said the discovery is significant because it sheds light on an exciting time in human history, one that has captured people's imaginations in books and movies — such as Disney's "Pirates of the Caribbean" — but isn't well-documented archaeologically.

"Archaeology is all about our shared past," said Hanselmann, the chief underwater archaeologist and dive training officer with the River Systems Institute and the Center for Archaeological Studies . "This is a global story."

Scourge of the seas
Morgan was born in 1635 and was most active as a seafaring raider in the 1660s and early 1670s, Hanselmann said. He was employed as a privateer — a private citizen given wartime authorization by a nation to attack enemy ports and fleets. Hanselmann said such arrangements were less expensive for England than building a military armada like Spain's.

Morgan's exploits were some of the most lucrative.

"Morgan had a commission from the English to sack and raid enemies of the state," Hanselmann said, adding that the captain's tactics infuriated the Spanish government and gave him a substantial following of men on his expeditions. "Now, one man's privateer is another man's pirate," Hanselmann said. "He was a thief; he was a dog."

Professor Frederick Hanselmann recovers a cannon that might have belonged to Henry Morgan at the mouth of the Chagres River in Panama. Foto: Donnie Reid/ASSOCIATED PRESS

Morgan's last great raid was his sacking of Panamá Viejo , now a part of Panama City. At the time, the isthmus separating the Atlantic and Pacific oceans was pivotal for trading silver, gold, gems, furs, sugar and other precious items, and Spain kept other countries out. England, tired of being excluded, sent Morgan there to raid the city.

Although he crashed some of his ships in the Chagres River, he and 1,400 men went on to sack Panamá Viejo on Jan. 28, 1671 .

"He was this really charismatic guy who just didn't quit," Hanselmann said.
Morgan's forces defeated the city's militia, and then they or the Spanish military leaders started a fire that burned the city to the ground.

What Morgan didn't know, because of poor communication methods at the time, is that England and Spain had signed a peace treaty months earlier, Hanselmann said. Morgan was arrested and charged as a pirate when he returned to England but was given a slap on the wrist. He was later knighted and made lieutenant governor of Jamaica. He retired to a sugar plantation in Jamaica, where he died in 1688.

Unearthing a legend
Morgan's ships and weapons sat on the bed of the Chagres River undisturbed until 2008, when Hanselmann, along with fellow archaeologists James Delgado, director of maritime heritage for the Office of National Marine Sanctuaries of the National Oceanic and Atmospheric Administration, and Dominique Rissolo, executive director of the Waitt Institute for Discovery , went looking for them.

They surveyed, mapped and documented submerged sites, shipwrecks and other artifacts along the banks of the river.

Thick coral reefs and violent currents make the Chagres River a dangerous place to dive, Hanselmann said. "It looks like Sarajevo down there. The waves were kicked up. Visibility is a mess," he said.

But the team found eight cannons, ranging from 2 to 6 feet in length, and an anchor under the waves.

After publishing its survey, the team returned in September 2010 with an excavation permit from the Panamanian government and brought up six of the guns. Two others could not be located, but Hanselmann thinks they're still down there.

What makes the researchers believe the wreckage was Morgan's?

A naval vessel would have been outfitted with regulation guns, Hanselmann said. And the cannons his team found are of various sizes. Also, he said, the cannons appear to be French-made.

Morgan's ship, the Satisfaction, was a stolen French vessel, Hanselmann said. The guns are mobile, like those Morgan was known to prefer for firing at cities, he said. Also, guns from a more recent ship — that is, from the mid-1700s — would probably have serial numbers. The guns found near Panama do not, and Hanselmann said that indicates they were probably used during Morgan's time.

Finding and salvaging the cannons won't be the end of the archaeological effort. Being underwater for more than 300 years damaged the iron severely. They had to be transported in water to keep them from falling apart, Hanselmann said.

The cannons will be transferred soon to the Patronato Panamá Viejo , a Panama-based nonprofit conservation group that is seeking to have Panamá Viejo recognized as a World Heritage Site.

Hanselmann said it could take the group several years to reverse the centuries of saltwater intrusion and chemical changes endured by the cannons.

"For the Patronato Panamá Viejo it is very important to be the final depository of the six recovered cannons from the mouth of the Chagres," officials said in a statement. "The inclusion of these cannons in our exhibits is of great importance and will greatly enrich our hall on piracy."

Frederick Hanselmann joined the Texas State faculty in December. At an archaeology lab, he and his students do further research. Foto: Ricardo B. Brazziell/AMERICAN-STATESMAN

The team's discovery made more than just waves in the scientific community.

The makers of the Captain Morgan brand of rum (branded long after the real captain died) last week offered each adult member of the expedition team a barrel of the drink and will rename a section of the Captain Morgan distillery in St. Croix in the U.S. Virgin Islands in their honor.

At Texas State, Hanselmann is mainly focused on research but is trying to put together some courses on underwater archaeology and diving for scientific research. He sees his field as romantic and adventurous.

"You never think you're going to get paid to study pirates," Hanselmann said. "I guess some of us never grow up."

pgeorge@statesman.com; 512-392-8750

Fonte: http://www.statesman.com/news/local/team-including-texas-state-professor-recovers-cannons-thought-1335660.html (21/03/2011)

Pirata somalí gana 2.4 mdd en secuestros

El secuestro de embarcaciones es un negocio atractivo para los delincuentes africanos. (Foto: Reuters)

Saeed Yare lleva una vida de lujo gracias a los pagos de rescate por los ataques a tripulaciones; asegura que el objetivo de los piratas es económico, y no torturar o matar a sus rehenes.

BOSASSO, Somalia (Reuters) — Sólo dos años después de decidirse a ingresar a la desenfrenada piratería cerca de la costa de Somalia, Saeed Yare ha acumulado millones de dólares.

Apoyado sobre la puerta de su lujoso Toyota Landcruiser, uno de los últimos modelos en la ciudad costera de Bosasso, Yare da una pitada a su cigarrillo. "Ser pirata no es tarea fácil. Juegas con tu vida, pero yo disfruto de ser un magnate de la piratería", dice el delgado hombre de 27 años, vestido en un elegante traje que según él es italiano.

"El negocio de la piratería es como un sillón presidencial. Una vez que pruebas su comodidad no quieres levantarte una vez. Un amigo mío murió en una reciente operación naval -pero dejó un millón de dólares-", dijo Yare, refiriéndose a un frustrado intento de rescate que dejó cuatro ciudadanos estadounidenses muertos. Yare dijo haber ganado 2.4 millones de dólares en el 2010: 1.2 millones de dólares tras invertir en el emprendimiento que dio lugar al secuestro del buque Asian Glory de bandera británica, otros 700,000 dólares con el buque cisterna Al Nisr Al Saudi y 500,000 dólares con el navío búlgaro Panega.

"Gané más dinero luego de invertir en dos operaciones y participando personalmente en otro secuestro, todos ellos exitosos", dijo Yare. "Usé parte del dinero en armas, guardaespaldas privados, autos de lujo, camiones, un barco y tres residencias. Y todavía tengo suficiente hasta que se secuestre otro barco", añadió el pirata.

Pandillas de piratas armados han ganado millones de dólares arremetiendo contra embarcaciones en la vasta extensión del Océano Indico, al sur hasta las islas Seychelles y hasta India al este.

Yare abandonó el lucrativo comercio de khat, el camino del éxito garantizado para amasar una fortuna en este país del Cuerno de África, cuando vio a ex pescadores enriquecerse aún más con la piratería.

Se hizo amigo de un pirata que le aconsejó "invertir" 80,000 dólares para ayudarlo a llevar a cabo un secuestro y esperar un rendimiento de 50% de 120,000 dólares una vez pagado el rescate. "Me sentí inspirado a volcarme totalmente a la piratería en 2009. Primero, zarpé a altamar con ellos y secuestramos un buque cisterna saudita que nos hizo chuparnos los dedos", dijo Yare.

Yare fue obligado a adoptar el oficio de pescador de su padre a los nueve años y se esperaba que contribuyera a los ingresos de la familia cuando llegara a adolescente.
Comenzó a vender khat después de ahorrar lo suficiente para importar un cargamento del estimulante de la vecina Kenia.

Pero la rentabilidad del 300% de la venta del ligero narcótico no fue suficiente para el ambicioso joven, que se volcó a la piratería para alimentar un extravagante estilo de vida.

Las pandillas tienen una fórmula acordada para dividir su botín: los secuestradores reciben un 50%, los inversores reciben 35%, y los guardias a bordo del barco reciben el 15% restante.

Yare dijo que el objetivo de los piratas era puramente económico, no torturar o matar a sus rehenes. El asesinato de cuatro estadounidenses cuando fuerzas especiales intentaron rescatarlos fue porque los que los retenían fueron puestos contra las cuerdas, dijo el hombre.

Sin embargo, Yare emitió una escalofriante advertencia para las tripulaciones de cualquier buque surcoreano y ruso que sean capturados.

La marina de Corea del Sur rescató un buque surcoreano de productos químicos secuestrado por bucaneros somalíes en el Mar de Arabia, capturando a cinco piratas y matando a ocho.

En un incidente separado, las fuerzas rusas dejaron a 10 piratas a la deriva sin equipamiento de navegación ni muchas esperanzas de supervivencia después de abordar un buque cisterna que la pandilla tuvo como rehén.

"Las operaciones de rescate surcoreanas y rusas no nos afectaron, pero (...) debemos vengarnos. Vamos a matar a tripulaciones rusas y surcoreanas hasta que sus marinas detengan sus ataques", dijo Yare.

La riqueza de los bandidos ha elevado el costo de vida en ciudades piratas costeras como Garad, Hobyo y Hardheere, pero las pandillas son filantrópicas con los menos afortunados, añadió Yare.

"Les damos a los residentes 200,000 dólares cada vez que un barco es liberado para permitirles lidiar con el cambio de vida. Esta cantidad les llega por medio de funcionarios locales como los ancianos del clan", dijo el pirata.

Pandillas de piratas de otras zonas son forzadas a compartir los rescates con rebeldes islamistas Shabaab, los representantes de al-Qaeda en el este de Africa. "Nuestros colegas en otras ciudades les dan dinero a islamistas para seguir con su negocio. Al Shabaab es solo otro grupo pirata, los islamistas son parásitos", dijo Yare.

Fonte: http://www.cnnexpansion.com/economia-insolita/2011/03/21/pirata-somali-gana-24-mdd-en-secuestros (21/03/2011)

Guanahacabibes, otrora guarida de corsarios y piratas en Cuba

Por Adalys Pilar Mireles

Pinar del Río, Cuba, Muy frecuentada por corsarios y piratas en los siglos XVI, XVII y XVIII, la península de Guanahacabibes atesora abundantes vestigios de la presencia de esos navegantes en el extremo occidental de Cuba.

En la apartada demarcación existe más de un centenar de sitios donde ocurrieron naufragios de filibusteros y de otros marinos, aseguran investigadores.

Además de los restos de embarcaciones encontradas en sus playas, en las profundidades se conservan evidencias de esos accidentes, provocados por las difíciles condiciones de acceso a la zona y los frecuentes combates mar adentro.

La extensa llanura cársica, casi a las puertas del golfo de México, era visitada asiduamente por marineros de diversas nacionalidades durante sus travesías por la región.

En el paraje algunos ocultaron tesoros y bautizaron con sus nombres muchos de estos emplazamientos.

La toponimia de la península da fe de su estancia en ese lugar, el más visitado del país antillano por los aventureros del corso y la piratería, quienes llegaban a esos predios para evadir ciclones, ocultar cargamentos y reabastecer sus naves.

Cabo Francés, Punta del Holandés, el Farallón del Inglés y Cueva del Pirata, son algunas de las huellas de su permanencia en esa localidad salpicada por el diente de perro.

Entre los visitantes más conocidos sobresale John Hawkins, considerado uno de los pioneros de la piratería inglesa, quien se refugió en la planicie para reparar su embarcación tras sufrir los azotes de una tormenta, revelan apuntes históricos.

Francis Drake fue avistado también por los vigías de ese emplazamiento en varias oportunidades, la primera de ellas en 1586.

Desde sus dunas algunos contrabandistas conocidos como "piratas de tierra" desorientaban a las tripulaciones con el fin de provocar el hundimiento de los barcos y facilitar el saqueo de sus botines, comentó a Prensa Latina el historiador Enrique Giniebra.

Declarada Reserva de la Biosfera, en las playas de la península anidan tres de las siete especies de tortugas marinas que existen en el orbe.

Además de sus valores naturales, Guanahacabibes posee otro rico patrimonio y es su inmensa tradición oral, preservada por los habitantes de esta tierra que hace guiños al tiempo entre leyendas y revelaciones.

arc/AP

Fonte: http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=273984&Itemid=1 (22/03/2011)

sábado, 19 de março de 2011

Recuperado crânio de pirata alemão roubado de museu

Foto: EFE

A diretora do Museu de História de Hamburgo, Lisa Kosok, segura o crânio do pirata recuperado.

Foi encontrado nesta quinta-feira, o crânio do pirata alemão Klaus Stoertebeker. O artefato foi roubado no dia 9 de janeiro de 2010 do Museu de História de Hamburgo, na Alemanha, e foi recuperado pela polícia local. As informações são da agência EFE.
De acordo com alguns historiadores, o pirata Klaus Stoertebeker foi decaptado por volta do ano 1.400

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5002892-EI238,00.html (18/03/2011)

Pósters de Barbanegra y Barbossa en Piratas 4


Enviado por jvelez el Vie

Hace un par de días presentamos un emocionante póster con Penélope Cruz en su rol de Angélica en la secuela Piratas del Caribe: Navegando en aguas misteriosas (Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides).Y poco antes, también mostramos pósters del genial Jack Sparrow (Johnny Depp).

Y antes de cerrar la semana, tenemos dos sorpresas más de Disney que, francamente y tratándose de una saga de piratas, causan mucha más emoción que Angélica: los pósters del pirata Barbanegra (Ian McShane) y el supuesto pirata regenerado, Hector Barbossa (Geoffrey Rush).

¿Cuál les gustó más? La verdad ambos nos encantaron, pero Barbanegra con el “craneo de Jack” en pose de “Ser o no ser”, nos robó el aliento.

Piratas del Caribe: Navegando aguas misteriosas es dirigida por Rob Marshall (Chicago) y estelarizada por Ian McShane, Johnny Depp, Keith Richards y Penélope Cruz, y se estrenará el 20 de mayo en México.

Fonte: http://www.cinepremiere.com.mx/node/15453 (18/03/2011)

En El Oro capturan a ocho presuntos piratas que estaban armados.

En El Oro, la Marina de Puerto Bolívar capturó a diez presuntos piratas, los cuales estaban armados. Los detenidos, ocho de ellos peruanos y dos ecuatorianos, niegan la acusación y aseguran ser pescadores artesanales.

A bordo de un guardacostas llegaron los pescadores acusados de piratas, fueron encontrados en el sector de la Isla Santa Clara, mar ecuatoriano, abordo de dos embarcaciones 'Javier Eduardo' y 'Mi Juancito', navegaban sin documentos y tenían armas de fuego.

Los supuestos pescadores andaban con una carabina, además se encontraron 32 cartuchos, dos GPS, dos celulares y cinco cuchillos. La detención ha causado el rechazo del gremio de los pescadores artesanales tanto de Puerto Bolívar, como de Perú.

Aseguran que todos son pescadores con registro tanto de Ecuador como de Perú desde donde llegaron representantes de la Unidad Ejecutiva de Pescadores Artesanales y piden que los dejen en libertad.

La Marina manifiestó que trabaja en el fortalecimiento de la seguridad en alta mar tras denuncias de los propios pescadores artesales de ser víctimas permanentes de la delincuencia.

Fonte: http://www.ecuavisa.com/noticias-nacionales/34461-en-el-oro-capturaron-a-ocho-presuntos-piratas-que-estaban-armados.html (10/03/2011)

Tom Hanks fará papel de capitão sequestrado por piratas somalis

LOS ANGELES, EUA - O ator americano Tom Hanks vai interpretar no cinema Richard Phillips, o capitão da marinha americana sequestrado por piratas somalis em abril de 2009, informou nesta terça-feira o blog especializado Deadline.

O projeto, com roteiro de Billy Ray ("Intrigas do Estado", 2007), contará com a produção de Scott Rudin, Michael DeLuca, Kevin Spacey e Dana Brunetti, a equipe por trás do filme "A Rede Social".

Os estúdios Columbia Pictures adquiriram os direitos sobre o livro "A Captain's Duty", escrito por Phillips, em 2009. O objetivo é revisar a história do capitão do Maersk Alabama e dos fatos acontecidos quando se dirigia a Mombaça (Quênia) quando foi aprisionado.

O Maersk Alabama, tripulado por Phillips e seus companheiros, navegava próximo do litoral da Somália quando foi abordado por piratas no dia 8 de abril de 2009. Phillips pediu aos 20 membros da tripulação que se trancassem em um camarote e se ofereceu como voluntário para garantir a segurança de sua equipe. O capitão foi resgatado pela marinha americana após passar cinco dias sequestrado em um bote salva-vidas.

O episódio atraiu a atenção da mídia internacional e até resultou em declarações do presidente americano, Barack Obama, que, ao ser informado de sua libertação, admirou a "coragem do capitão Richard Phillips", a quem qualificou de "modelo para os Estados Unidos".

Hanks acaba de fechar o contrato da filmagem de outro projeto produzido por Rudin: "Extremely Loud and Incredibly Close", para o estúdio Warner Bros.

Fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/efe/2011/03/15/tom-hanks-fara-papel-de-capitao-sequestrado-por-piratas-somalis.jhtm (15/03/2011)

Bandas de asaltantes amplían su acción en la bahía del Callao

(Foto referencia/ Archivo El Comercio)

Dirección de Capitanías destaca patrullera y lanchas para enfrentar robos

LUIS GARCÍA PANTA

Una de las bandas de delincuentes del Callao que suelen asaltar los camiones con contenedores sería la que el sábado 5 de marzo atacó el barco pesquero japonés Kenyo Maru II, acoderado a 3,5 millas de la bahía, según Inteligencia de la PNP.

En el 2010 se produjeron tres robos a embarcaciones y se sabe que los malhechores provenían de los barrios chalacos Puerto Nuevo, Sarita Colonia, Castilla y Loreto.
La Dirección de Capitanías y Guardacostas (Dicapi) ha desplazado una patrullera y lanchas rápidas para evitar acciones delictivas y dentro de poco instalará cámaras de video para vigilar el puerto,indicó el vicealmirante AP Carlos Tejada, jefe de dicha dependencia militar. “No son tan frecuentes los robos en el mar, pero reforzaremos la seguridad en la bahía para evitar casos como el de Kenyo Maru”, expresó.

El robo al barco pesquero fue perpetrado por 20 sujetos armados que llegaron en dos lanchas para abordarlo. El Kenyo Maru II había estado en reparación en Servicios Industriales de la Marina (SIMA) y estaba próximo a reanudar sus operaciones de pesca en alta mar, cuando sufrió el robo de objetos y material de pesca.

Para la PNP, los piratas serían parte de las bandas que asaltan los camiones remolques que llevan contenedores con mercadería de exportación al puerto del Callao. Esos grupos pretenden ampliar su acción delictiva en la rada exterior del puerto del Callao.

La Empresa Nacional de Puertos S.A. (Enapu), responsable de la custodia de los buques cuando tocan puerto, señaló que allí no hay robos porque los muelles son rigurosamente vigilados. “Solo si los malhechores ingresaran en submarinos podría haber algún robo, de otra forma no existe la posibilidad de alguna sustracción”, señaló Diana Álvarez, funcionaria de esa entidad.

DELINCUENCIA CAMPEA
Para Leoncio Irigoyen, gerente general de Asociación Peruana de Operadores Portuarios (Asppor), el problema de la delincuencia no está en el mar sino en las avenidas Néstor Gambetta y Manco Cápac. “El mal estado de la avenida Gambetta, la cual no se repara pese a que se seleccionó un concesionario, genera congestión y lentitud. Eso es aprovechado por los delincuentes para robar la carga y algunas veces el camión con el contenedor”, señaló.

“Esto sucede en el cruce del tren o en los semáforos de Gambetta. Cuando el camión no tiene carga también es asaltado porque se llevan desde los extinguidores hasta los celulares de los choferes”, añadió Irigoyen.

Agregó que en Manco Cápac se forman dos filas de camiones por una mala práctica de la empresa DP World, que opera el Muelle Sur. “Y la policía, lejos de apoyar en la seguridad de la carga, aplica multas por mal estacionamiento o porque los camiones carecen de ciertos elementos de tránsito. Pero cómo los van a tener si los delincuentes se los roban. Debe intervenir el Ministerio del Interior”, se preguntó.

Irigoyen señaló que los operadores portuarios pierden US$10 millones anuales por estos problemas y los transportistas de carga, US$7,5 millones al mes.

EL DATO
Delito reiterado
En el último trimestre del 2010, hubo 35 robos a empresas afiliadas a la Asociación Peruana de Operadores Portuarios, informó su gerente general, Leoncio Irigoyen.

Fonte: http://elcomercio.pe/lima/727351/noticia-bandas-asaltantes-amplian-su-accion-bahia-callao_1 (14/03/2011)

Fracassa resgate de dinamarqueses em poder de piratas

AE - Agência Estado

Um funcionário do governo do Quênia disse hoje que uma tentativa de libertar uma família dinamarquesa do poder de piratas somalis fracassou. O pirata Bile Hussein afirma que forças da região semiautônoma de Puntland, no norte da Somália, atacaram o vilarejo de Hul Anod, onde a família é mantida por seus captores, mas foram rechaçadas. Ele disse que alguns soldados de Puntland foram mortos e outros capturados, mas não forneceu números exatos de baixas.

Um funcionário do governo do Quênia confirmou em Nairóbi o incidente, citando autoridades de Puntland. Ele diz que os piratas emboscaram as forças do governo, que estavam na missão de resgate. Ele falou sob anonimato.

O casal dinamarquês Johansen, seus três filhos, com idades entre 12 e 16 anos, e mais dois membros da tripulação foram sequestrados há duas semanas pelos piratas somalis no Mar da Arábia. As informações são da Associated Press.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,fracassa-resgate-de-dinamarqueses-em-poder-de-piratas,690181,0.htm (10/03/2011)

Marinha indiana captura 61 piratas somalis e resgata 13 pescadores

(AFP)

NOVA DÉLHI — A Marinha da Índia capturou 61 piratas somalis e resgatou 13 pescadores, após um tiroteio no Mar da Arábia, anunciou o porta-voz da força militar indiana.

"Capturamos 74 homens, 61 deles piratas somalis, em um incidente no sábado a 1.100 km da costa indiana", declarou o porta-voz da Marinha, P.V.S Satish.

Treze pescadores estavam a bordo do navio capturado, de bandeira moçambicana, que havia sido sequestrado em dezembro e era usado como base dos piratas.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jsX9KB587hNixP-rFIrigg70qNFg?docId=CNG.ee2d67900fc1d633f50c93e2074d7575.641 (14/03/2011)

Dois filmes de realizadores portugueses no Macau Indies

By pontofinalmacau

“Viagem no Tempo, de António Caetano Faria, Carolina Neves Rodrigues e João Silva é um dos filmes realizados por portugueses que integra a programação do Macau Indies. O outro é “A Ilha dos Ladrões”, de Ricardo Pinto.

Em “Viagem no Tempo”, Wong Kei, um rapaz de 25 anos a viver na cidade moderna, é levado numa viagem ao passado – à pequena vila piscatória de Macau. “O documentário ficcional desvenda as raízes da antiga profissão esquecida pelo progresso”, refere nota do Centro Cultural.

Também “A Ilha dos Ladrões” tem uma proximidade com o mar. Há cem anos, a pequena aldeia de Coloane transformou-se subitamente num campo de batalha entre as tropas portuguesas e os piratas locais. “As motivações de ambos os lados não eram completamente claras, mas o resultado era previsível”, enuncia a sinopse da obra.

As sessões do Macau Indies começam a 11 de Maio e estendem-se até dia 14. Ao todo serão mostradas 21 obras. Fei Ho, jovem realizador de “Macau no Limite”, filme que passou no festival do ano passado, está agora presente em dose dupla. “A Carta” conta a história de Chong, que leu as cartas escritas por Cheng uma vez por engano e a partir daí transformou-se num ladrão destas missivas. “Dez Anos–O Sonho da Dança” segue por sua vez um grupo de entusiastas de ‘break dance’, que contribuiu para esta história com uma década de suor.

Vincent Hoi, que os espectadores locais também já conhecem de outras andanças, mostra “Uma Pataca Apenas”, que segue Ah Yi, um agiota de casino que chega a casa bêbedo e é abordado por uma sombra. O vulto exige-lhe apenas uma pataca para uma misteriosa aposta.

“Todos = Um” é a obra do designer Puzzle Lai. A vida é como um filme. Tudo pode mudar nalguns segundos apenas. “Uma construção menor, ou uma pequena destruição, podem de facto ser suficientes para afectar a temperatura global e o meio ambiente”, diz a sinopse do filme.

Entre muitas outras propostas, conta-se ainda “Cavaleiros do Asfalto, de Chang Chi Hin. A Macau dos nossos dias inclui um numeroso grupo de motards. Alguns querem apenas afirmar-se através do grupo, outros querem fazer disso um modo de vida. Há ainda os que estão apenas a realizar um sonho.

Fonte: http://pontofinalmacau.wordpress.com/2011/03/15/dois-filmes-de-realizadores-portugueses-no-macau-indies/ (15/03/2011)

Marino mercante chileno lleva 52 días secuestrado por piratas en Somalía

Eddie López, capitán de un barco danés, se encuentra desde enero en manos de los plagiadores.

Suma que piden por liberarlo a él y a otras cinco personas es "inimaginable", dijo su mujer.


Un marino mercante chileno se encuentra secuestrado por piratas fuertemente armados desde hace 52 días en Somalía, junto al resto de la tripulación del barco que comandaba.

Según informa el diario La Tercera, Eddie Lopez, capitán del barco mercante danés "Leopard", fue raptado junto con otras cinco personas, el 12 de enero, en las costas del golfo de Adén, en el mar Arábigo.

La nave, que transportaba explosivos desde Omán a Jordanía, fue encontrada sin tripulantes navegando a la deriva por un barco de la OTAN.

La naviera Shipcraft, dueña del buque, junto con el gobierno danés, negocia desde hace dos meses con los secuestradores, pero la cifra que piden es "inimaginable", según señala la mujer del chileno, Marjorie Oñate, quien ha podido hablar algunas veces con su esposo.

"Desde el 9 de febrero que la naviera no tiene contacto con el barco", indicó Oñate, cuyo marido tiene nacionalidad danesa pero vive junto a ella en Villa Alemana. Por lo mismo, pidió ayuda al Gobierno de Chile, sin embargo, las autoridades señalaron que hasta ahora "la familia no ha hecho ninguna petición formal de ayuda", y "si ella no se realiza, no podrían actuar".

Los secuestros en el golfo de Adén son frecuentes por la pobreza y la nula estabilidad de Somalía. Durante el 2010, 1.181 personas fueron capturadas por piratas de ese país, de las cuales, ocho murieron.

Fonte: http://www.cooperativa.cl/marino-mercante-chileno-lleva-52-dias-secuestrado-por-piratas-en-somalia/prontus_nots/2011-03-05/114250.html (05/03/2011)

Liberado el buque panameño secuestrado por piratas en noviembre

Bruselas, (EFE).- El buque de bandera panameña "Mv Hannibal II", secuestrado por piratas el 11 de noviembre de 2010 en aguas del Índico, ha sido liberado hoy con toda su tripulación, según informó EU-Navfor, la misión antipiratería de la Unión Europea.

El carguero de productos químicos fue atacado por piratas cuando navegaba a unas 860 millas al este del Cuerno de África, según recuerda Navfor en un comunicado. El "Mv Hannibal II" fue secuestrado con toda su tripulación, compuesta por 31 personas originarias de Túnez, Filipinas, Croacia, Georgia, Rusia y Marruecos, aunque uno de los tripulantes sufrió apendicitis durante el cautiverio y fue evacuado a mediados de diciembre por Navfor y la Fuerza Marítima Combinada. Los restantes 30 tripulantes "se encuentran sanos y salvos", señaló la misión antipiratería europea.

La EU-Navfor controla la actividad de los pesqueros en las costas de Somalia, donde se lleva a cabo la operación "Atalanta", cuya principal misión es proteger los buques que llevan ayuda humanitaria del Programa Mundial de Alimentos y los barcos de la Misión de la Unión Africana para Somalia (AMISOM). EFE

Fonte: http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=740523 (17/03/2011)

Piratas utilizaram navio sequestrado para tentar capturar outro

Vinte e quatro horas depois, os piratas utilizaram o "Sinar Kudus" para atacar na mesma região o navio liberiano "Emperor", mas este tinha guardas de segurança armados e o ataque fracassou, segundo a missão europeia.

France Presse

BRUXELAS, (AFP) -Entre 30 e 50 piratas somalis sequestraram um navio de carga indonésio nas costas do Iêmen, com o qual posteriormente tentaram, sem êxito, capturar a outro barco, de bandeira da Libéria, anunciou a 'Atalanta', a missão europeia de luta contra a pirataria.

O "Sinar Kudus", com 20 tripulantes a bordo, foi capturado na quarta-feira na costa do noroeste de Socotra, no Iêmen.

Vinte e quatro horas depois, os piratas utilizaram o "Sinar Kudus" para atacar na mesma região o navio liberiano "Emperor", mas este tinha guardas de segurança armados e o ataque fracassou, segundo a missão europeia.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Piratas-utilizaram-sequestrado-tentar-capturar_0_445755436.html (17/03/2011)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Vendaval na Jamaica!

Vendaval na Jamaica (High Wind in Jamaica - 1965)

Direção: Alexander Mackendrick
Com: Anthony Quinn, James Coburn, Debora Baxter, Isabel Dean, Nigel Davenport entre outros

Um grupo de crianças é embarcada na Jamaica com destino a Inglaterra. No caminho, vão parar – por engano – a bordo de um navio pirata.

Um filme muito interessante e que aborda de forma diferente a questão da pirataria. Nada de brigas de espada e canhões. Nada de tesouros pedidos e aventuras irreais. A história se concentra unicamente na relação entre um grupo de crianças e seus tripulantes. A ação dá lugar ao conflito humano. A relação entre os personagens encontra barreiras naturais e nunca se resolve totalmente. No mais, vários elementos da pirataria estão presentes: a tripulação mestiça, as artimanhas para abordagem e as superstições existentes entre os marinheiros.

O filme tem ares de "Sessão da Tarde", mas resiste bravamente em cair no piegas! Sentimentos de culpa e dúvida levam os piratas ao desfecho final, que não poderia ser de outra forma... Este, juntamente com "O Farol do Fim do Mundo" são os dois filmes de piratas que quebram os "chavões" do gênero. Vale a pena conferir!





Para saber mais: http://cinecultclassic.blogspot.com/2011/03/vendaval-na-jamaica-1965-alexander.html

Mocidade Independente homenageia piratas e corsários em Laguna

Escola foi a terceira a desfilar, Foto: Marcelo Becker

Escola desfilou embaixo de chuva

A escola de samba Mocidade Independente, de Laguna, no Sul de Santa Catarina, levou a história dos mares para o sambódromo Hindenburg. Velas ao Mar: a dourada era dos piratas e corsários foi o enredo escolhido pela agremiação, terceira escola a desfilar.

A chuva não deu trégua e caiu durante todo o desfile da escola, que tem 500 componentes e ficou em terceiro lugar no carnaval do ano passado.

Passam pelo sambódromo Hindenburg Moreira cinco escolas da cidade

A campeã será conhecida nesta terça-feira a partir das 16h. Quem quiser conferir basta ir até o sambódromo. A entrada é livre.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/carnaval-sc/19,0,3232790,Mocidade-Independente-homenageia-piratas-e-corsarios-em-Laguna.html (08/03/2011)

ITF advierte por ataques de piratas a barcos

Ante secuestro de capitán chileno y nave que sufrió ataque en Callao.

El encargado de la ITF en Chile, Juan Luis Villalón, organización que reúne en el mundo a más de 781 sindicatos que representan a más de 4,6 millones de trabajadores del transporte (de más de 155 países), no descartó que los puertos chilenos puedan ser objeto de ataques de grupos desconocidos.

De hecho, se refirió al hecho ocurrido hace menos de una semana en el puerto de Callao, en Perú, donde una veintena de delincuentes conocidos como "los piratas del mar" asaltó un barco pesquero japonés y desvalijó a la tripulación. De hecho, el asalto ocurrió de madrugada y tomó por sorpresa a los 15 tripulantes de la nave "Kenyu Maru II", quienes fueron atados y golpeados.

Las advertencias las realizó Juan Luis Villalón mientras continúan las pesquisas para dar con el paradero del marino mercante porteño-danés, Eddy López, capturado por piratas somalíes que el 12 de enero abordaron el barco "Leopard" en el Golfo de Adén.

Villalón dijo que a raíz de este caso, esa organización acudirá, próximamente, al Gobierno chileno, "para instarlo a tener una participación en temas de piratería ante la OMI (Organización Marítima Internacional) y para que manifieste su repudio ante hechos de piratería".

Además, recordó que hace unos meses la ITF realizó una campaña de firmas a nivel mundial, en la que se recolectaron un millón de rúbricas, las que fueron llevadas hasta la OMI para presionar "la creación de politicas claras que ayuden a evitar estos hechos".

Cabe señalar que en este momento hay más de 800 marineros secuestrados por piratas somalíes, que ya ejecutaron a dos marinos el mes pasado.

Fonte: http://www.mundomaritimo.cl/noticias/itf-advierte-por-ataques-de-piratas-a-barcos (11/03/2011)

Pescadores se tomaron puerto de Esmeraldas para rechazar asesinato

Manuel Toro | ESMERALDAS

El asesinato del pescador Hólger Ubaldo Portocarrero, de 35 años, ocasionó la reacción airada de pescadores esmeraldeños que ayer se tomaron las instalaciones del puerto pesquero artesanal de Esmeraldas.

Portocarrero, de nacionalidad colombiana, se encontraba en faenas de pesca junto a dos ecuatorianos a bordo de la embarcación de fibra JH2, frente a las costas de Same, cantón Atacames, al sur de Esmeraldas, en la madrugada del pasado viernes, cuando fueron atracados por piratas.

Freddy Ávila, dirigente de los pescadores, dijo que ese no fue el único atraco que se cometió, pues otras seis naves también fueron víctimas de los piratas. “Anoche nos reunimos y resolvimos que todos en el puerto, pescadores, comercializadores y dueños de bodegas, pleguemos a un paro”.

En las paredes de las bodegas donde se almacena la pesca se colocaron carteles ofreciendo una recompensa de 5.000 dólares para quien proporcione información que permita la captura de los piratas.

Maura Oviedo, presidenta de la Cámara de Pesquería de Esmeraldas, dijo que ellos han sido reiterativos en exigir seguridad a las autoridades y es poco lo que se ha hecho. “Tengo las denuncias del asalto que fueron víctimas los tripulantes de las fibras María José, Sabina Maribel, Pablo Júnior. Ana Karen, JH2 y Candy, aún faltan por lo menos otras tres denuncias, todas estas embarcaciones fueron asaltadas entre el viernes y el sábado”.

Los pescadores presentaron ayer un pliego de peticiones al gobernador de la provincia, Lenín Lara.

Entre los pedidos se destacan que se haga realidad el ofrecimiento del presidente de la República de construir un muelle para la pesca artesanal, la creación de una fiscalía de delitos acuáticos y la compra de un helicóptero y varias lanchas rápidas para los patrullajes.

Róger Correa, uno de los pescadores asaltados, está hospitalizado porque le clavaron un arpón al oponerse al robo. Otra víctima, Jhonny Requené, dijo que eran seis los piratas que se movilizaban en una lancha verde en el asalto.

Patrullajes
Un informe de la Armada de Esmeraldas asegura que la cantidad de patrullajes contra la piratería aumentó, aunque no niega que el accionar de los piratas también afecta a los pescadores. Durante el año 2010 se realizaron 1.229 patrullajes en el mar y en lo que va de este año se han efectuado 185 operativos.

Fonte: http://www.eluniverso.com/2011/03/01/1/1447/pescadores-tomaron-puerto-esmeraldas-rechazar-asesinato.html?p=1354&m=638 (01/03/2011)

Nações Unidas Preconizam Novas Medidas no Combate à Pirataria

foto: EPA

O Conselho de Segurança das Nações Unidas expressou extrema preocupação com a continuada instabilidade na Somália, a qual gera muitos problemas, especialmente o terrorismo e as ações armadas de bandidos marítimos. A declaração aprovada pelos membros do Conselho de Segurança acentua a necessidade de umas medidas adicionais a tomar no combate à pirataria.

As águas banhando o litoral da África Oriental e uma grande parte do oceano Índico tornaram-se perigosas para a navegação. Vai aumentando constantemente o número dos navios assaltados. Segundo os dados divulgados pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, desde outubro do ano passado foram registradas mais de 80 tentativas de tomada de embarcações, das quais quase metade bem-sucedidas. O montante do resgate exigido pelos bandidos pela libertação dos tripulantes ascende a 5,5 milhões de dólares, em média.

As medidas tomadas por diversos países e os mecanismos jurídicos existentes são insuficientes para conter os flibusteiros contemporâneos – diz convencido Vassili Gutsuliak, perito em Direito Marítimo no Instituto de Estudos Estatais e Jurídicos junto à Academia de Ciências da Rússia. E continua: A situação já fugiu praticamente ao controle. O mais importante é que agora os piratas já estão cometendo suas atrocidades não somente junto ao litoral, mas também a grandes distâncias da costa, ou seja, no alto mar. Mas para poder abarcar essas vastidões marítimas imensas são necessários esforços de toda a comunidade internacional, e não somente de alguns Estados, embora seja, grandes potências navais. Quanto aos esforços suplementares a emanar do Conselho de Segurança, merecem uma aprovação total.

Por sinal, tais ainda deverão ser combinados. A delegação russa, por exemplo, está disposta a apresentar num futuro imediato ao Conselho de Segurança das Nações Unidas um projeto de nova resolução sobre a pirataria. Segundo Vitali Tchurkin, representante permanente da Rússia junto às Nações Unidas, o documento visará um solucionamento integral do problema.

A necessidade de lutar contra a impunidade dos bandidos marítimos continua, sem dúvida, como uma linha mestra importantíssima. Infelizmente, falta uma base legal para isso. É porque aconteceram muitos casos em que os piratas capturados por vasos de guerra de diversos países tiveram que ser postos em liberdade. Ultimamente, tem se falado mundo em constituição de um tribunal internacional para julgar os piratas. Todavia, não existe por enquanto nas Nações Unidas uma unanimidade em relação a essa questão.

Essa praga do século XXI, como foi a pirataria batizada por alguns órgãos de imprensa, não poderá ser erradicada sem que seja normalizada a situação na Somália. Atualmente, o país encontra-se praticamente dividido e controlado por vários grupos. Por isso, é cada vez mais premente a tarefa de elaborar uma estratégia internacional capaz de resolver a problemática da Somália. No entender de Vitali Tchurkin, urge alcançar uma reviravolta político-militar na Somália, sendo para isso necessários uma consolidação da sociedade civil e um reforço das forças da lei a serviço do Estado.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2011/03/11/47261384.html (11/03/2011)

Tumbes: Guardacosta ecuatoriano arresta a peruanos en alta mar

LIMA | Personal guardacosta de la Marina de Ecuador detuvo este lunes a dos pequeñas embarcaciones sobre el mar ecuatoriano en las que viajaban ocho peruanos, manifestó la Dirección Nacional de los Espacios Acuáticos (Dirnea), del país norteño.

El Capitán de fragata Armando Elizalde, señaló que se pudo capturar a los presuntos piratas mediante un operativo diligenciado por controles de guardacosta cerca de la isla Santa Clara, y esta se realizó al verificar que los ocupantes de la embarcación estaban indocumentados.

Las dos naves estaban juntas, supuestamente en faenas de pesca, pero sin nada a bordo, y cada una llevaba cuatro peruanos y un ecuatoriano que fueron puestos a órdenes de la capitanía de Puerto Bolívar, en la provincia de El Oro (suroeste y limítrofe con Perú). Los militares registraron las embarcaciones y encontraron una escopeta y municiones.

Los detenidos fueron trasladados a los calabozos de la policía ecuatoriana, donde estarán a la espera de las instrucciones fiscales correspondientes. Se trata de pescadores de Puerto Pizarro.

Fernando Castillo - Tumbes

Fonte: http://correoperu.pe/correo/nota.php?txtEdi_id=4&txtSecci_parent=&txtSecci_id=100&txtNota_id=573026 (09/03/2011)

Batalha Contra Piratas Custa Caro, Mas Vale a Pena

foto: EPA

Os prejuízos anuais causados à economia mundial pelas ações dos piratas somalis são avaliados em 5 a 7 bilhões de dólares – informou o porta-voz da força naval dos Estados Unidos, a qual é diretamente responsável pela batalha contra os bandidos marítimos na zona do Corno da África.

Os almirantes estadunidenses calcuaram não somente o dinheiro pago para resgatar os barcos capturados. Na avaliação do prejuízo foram também levados em consideração outros fatores, tais como o custo de uso dos vasos de guerra partulhando as áreas perigosas, o pagamento dos serviços dos guardas armados a seu bordo, assim como o aumento do seguro das embarcações circulando nas zonas de risco.

O vice-procurador-geral da Rússia, Aleksandr Zviaguintsev, responsável, em sua instituição, pelos assuntos da cooperação internacional, apontou a cifra de 15 bilhões de dólares. E alegou umas estatísticas a corroborar esse cálculo. Todo ano, quase 20 mil barcos passam pela via marítima mais curta entre a Europa, a Ásia e a África. Transportam cerca de 7 por cento de todo o petróleo consumido pela humanidade e 30 por cento do petróleo e gás consumidos pela Europa. Oitenta por cento das operações de carga são realizados por via marítima. As despesas com seu transporte recaem em orçamentos nacionais e ficam embutidos no custo das mercadorias transportadas, assim elevando seu preço final. É porque a Rússia apela à comunidade internacional que sejam elaboradas umas normas sobre persecução penal aos piratas e criado um tribunal internacional.

Tal tribunal haveria de se situar o mais perto possível da zona de ação dos bandidos marítimos e funcionar sob os auspícios das Nações Unidas. Entretanto, a zona de atividades piratas vai se ampliando, tendo praticamente todo o oceano Índico se tornado um valhacouro de bandidos. Mesmo as Marinhas de todos os países do mundo não estariam em condições de controlar tais vastidões de uma maneira eficiente. Que é que impede uma luta exitosa contra os piratas? A pergunta é respondida por Vassili Gutsuliak, especialista em Direito Marítimo trabalhando no Instituto de Pesquisas Estatais e Jurídicas junto à Academia de Ciências da Rússia: É sobremaneira complicado patrulhar vastidões oceânicas infinitas, não podendo, portanto, a ajuda vir sempre prontamente. É porque as forças navais deveriam ser reforçadas, em primeiro lugar, no aspeto quantitativo. Urge criar uma força naval aliada por decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

E embora alguns analistas não vinculem diretamente as atividades dos piratas às dos terroristas internacionais, os últimos fatos mostram que a bandidagem no mar é um nutriente importante para a ação de grupos extremistas.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2011/03/10/47165361.html (10/03/2011)

Piratas Marítimos Têm Que Ser Liquidados Como Terroristas

© Flickr.com/High Above Texas/cc-by-nc-sa 3.0

O Sindicato dos marinheiros da Rússia começa a campanha chamada “SOS: Save our Seafarers”. O seu objetivo é atrair a atenção da comunidade internacional ao problema de pirataria marítima e fazer com que os governos de vários países passem a combatê-la com maior eficiência. Várias organizações internacionais que unem armadores e marinheiros juntaram-se a esta iniciativa.

As ações cada vez mais violentas dos piratas obrigaram a comunidade prestar atenção ao problema de segurança de navegação e dos marinheiros no Golfo de Aden. Durante o assalto não só ameaçam com armas, mas recorrem ao seu uso. As medidas tomadas pela comunidade internacional não são suficientes, opina o perito em direito marítimo do Instituto de estado e de direito da Academia Russa das Ciências Vassili Gutsulyak.

As medidas tomadas pelo Conselho de Segurança da ONU que já fez uma série de decisões ligadas com as maiores possibilidades de combate à pirataria perto da costa, a Organização marítima internacional e o Bureau marítimo internacional que opera como órgão de coordenação no combate à pirataria, infelizmente, não trazem resultados produtivos.

É preciso combater a pirataria assim como se faz em relação aos terroristas, diz o vice-presidente do Sindicato dos marinheiros da Rússia Yuri Sukhorukov.

Os marinheiros têm que examinar todas as variantes possíveis, inclusive roteiros alternativos que contornam o Golfo de Aden. Mesmo se a navegação nesta região for suspensa, o que é impossível por razões económicas, os piratas, como baratas, vão espalhar-se por todo o Oceano Índico. A escolta de cada navio por no oceano é menos eficiente do que a escolta de navios no Golfo de Aden. Para a luta produtiva contra os piratas é necessário combater a pirataria na costa, destruir as bases dos piratas, suas armas e meios de navegação. É preciso aprovar a resolução da ONU sobre a criação do grupo especial da marinha que terá o direito de liquidar piratas e as suas bases na costa. Para além disso, será necessário o bloqueio marítimo completo da Somália. Isso significa que qualquer navio que abandona a zona das águas territoriais de 12 milhas da Somália, tem que ser examinado, e, se resistir, - destruido.

O Sindicato, ao qual se juntaram a Câmara internacional de navegação, a Federação internacional de navegação, INTERCARGO, tem a certeza de que o combate à pirataria tem que ser realizado a todos os níveis: a partir da criação de uma legislação comum e da persecução penal até os golpes preventivos às bases dos criminosos, pois é mais barato organizar o combate eficiente à pirataria marítima do que sempre introduzir alterações à segurança marítima, acham os representantes do sindicato.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2011/03/03/46864385.html (02/03/2011)

Estados Unidos apoyará a Panamá en arqueología submarina

Ciudad de Panamá, (dpa) - Estados Unidos apoyará a Panamá en la búsqueda de antiguas naves hundidas en el mar y en el desarrollo de varios proyectos de arqueología submarina, confirmaron hoy autoridades panameñas del aérea cultural.
El secretario general de Instituto Nacional de Cultura (INAC), Raúl Castro, dijo a dpa que el gobierno panameño intenta recuperar el patrimonio subacuático y, para ello, inició conversaciones con Estados Unidos en procura de un convenio binacional.

Castro hizo el anuncio durante una conferencia de prensa en la que fueron suministrados detalles del descubrimiento de seis cañones ingleses de la flotilla del pirata Henry Morgan, quien el siglo XVII encabezó una campaña contra fortalezas hispánicas en Panamá.

Las evidencias apuntan a que los cañones pertenecían a la nave insignia "Satisfaction", de 120 toneladas, en la que viajaban 140 hombres al mando de Morgan. El barco encalló en el arrecife Lajas, en el Caribe panameño, y fue abandonada por la tripulación que tomó el Castillo de San Lorenzo.

"Esto es simplemente el inicio de trabajos de rescate del patrimonio subacuático", reseñó el funcionario en alusión a la posibilidad de una mayor exploración científica. La propuesta incluiría la creación de un Centro de Investigación, además del rescate y conservación.

Se estima que en aguas panameñas se produjeron unos 35 naufragios importantes durante el período colonial. Algunas naves llevaban a bordo tesoros de valor incalculable.

Universidades norteamericanas apoyaron el proyecto en Panamá, que ha permitido sacar a la superficie los cañones ingleses. Las piezas de artillería serán sometidas a restauración en instalaciones del Instituto Smithsonian de Investigaciones Tropicales.

La propuesta científica recibió el apoyo de la directora Nacional de Patrimonio Histórico, Sandra Cerrud, quien destacó los esfuerzos dirigidos a proteger, conservar, custodiar y salvaguardar las piezas de valor histórico de este país.

Cerrud destacó que desde 2003 Panamá está adherida a convenio de la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (Unesco), sobre la forma correcta en la que debe ser tratado el patrimonio subacuático.

Fonte: http://www.elpais.cr/articulos.php?id=41982 (28/02/2011)

El barco “Guanabara” de MOL sufre un ataque pirata en aguas de Omán

El buque cisterna “Guanabara” de la naviera japonesa Mitsui OSK Lines (MOL) fue atacado por piratas el fin de semana pasado en el Océano Índico, a unas 400 millas náuticas al este de Omán (aguas somalíes).

Durante el incidente, no se registraron daños personales y tampoco se produjeron vertidos al mar.

Los piratas responsables del ataque fueron capturados posteriormente por destacamentos navales de Turquía y de Estados Unidos.

Transporte combustible
El barco, que prosiguió con su travesía, tiene un tonelaje bruto de 57.462 toneladas y una eslora de 240,5 metros y en el momento del incidente transportaba un cargamento de combustible entre el puerto ucraniano de Kerch y Zoushan (China).

El “Guanabara”, que navega bajo pabellón de Bahamas, fue construido en 2007 y cuenta con una tripulación de 24 personas.

La naviera MOL está representada en el puerto de Valencia por la firma Transcoma.

MOL prueba una nueva pintura antiadherente de silicona para buques
Los astilleros Minaminippon Shipbuilding de Usukishi (Japón) están empleando una pintura antiadherente nueva, a base de silicona, en la construcción de un nuevo buque granelero de 38.000 toneladas de capacidad para la naviera Mitsui OSK Line (MOL).

Esa pintura, bautizada como “Intersleek900” y creada por la compañía International Paint, reduce las incrustaciones en la superficie del casco y repele mejor los organismos marinos, con lo que se reducen las adherencias, explicó la naviera japonesa.

La mejora del coeficiente de fricción de la nave, que será fletada por Doun Kisen Company una vez esté terminada, en el mes de mayo, reducirá su consumo de combustible en un 6%, lo que conllevará un descenso adicional de sus emisiones de dióxido de carbono (CO2).

MOL puso en marcha el año pasado el proyecto Senpaku ISHIN, que incluye iniciativas encaminadas a promover la protección medioambiental mediante el uso de tecnologías que permitan reducir el nivel de emisiones de gases de efecto invernadero de sus operaciones.

Fonte: http://www.veintepies.com/secciones/internacional_more.php?id=61797_0_28_0_M (11/03/2011)

terça-feira, 8 de março de 2011

Barco Pirata

É isso ai. Mais alguns detalhes do barco ADVENTURE, de nosso saudoso Barba Negra!

Depois da encrenca que foi aquele casco, entrei agora em uma fase de detalhes. Em breve, estarei trabalhando nos mastros.

Apesar de toda minha incompetência, estou satisfeito com o resultado obtido até o momento.

Detalhe da popa e do leme. Colocar esse leme não foi fácil. Tem que furar a madeira até a haste do leme surgir por entre as tábuas do convés. Nessa ponta que surge, será colada a peça que serve como "direção" do barco.

Detalhe da máscara que cobre a popa.

Ah! Está ai a peça que serve como "direção" do barco, colada na haste do leme que surge do convés.

Proa do barco, já com as âncoras penduradas.

Detalhe das âncoras. No kit, as linhas que fazem o papel das cordas são brancas. Se colocar da forma pura, fica tudo muito falso. Eu peguei as linhas e fervi junto com pó de café, para deixá-las sujas. Mergulhar numa solução de chá mate também funciona.


Detalhe da amarração das âncoras. A corda enrolada é detalhe meu. Ainda não estou totalmente satisfeito com a cor do convés...está muito claro, muito limpo...acho que vou sujar mais um pouco com cera pátina...

E para quem estiver interessado em montar o kit do barco ADVENTURE, basta entrar em contato com o site da Artimanha Modelismo: http://www.artimanha.com.br/Vendas/Kits_a_venda/Venda%20Adventure.htm

Piratas amenazan en alta mar

EMBARCACIONES. Las lanchas que traen su producto después de dos días de pesca lo hacen desde muy lejos, recorriendo más de 200 millas.

"Solo se ha contado con la ayuda del comando Guardacostas Coguar, quienes están monitoreando las zonas del embarco, pero esto no es suficiente, ya que a diario se observa el tráfico en el sector”.
Vincent Durin Cornet,
presidente de la Cámara de Acuacultura.

"Los piratas no asaltan con el rostro oculto, sino vestidos de marinos y con armas del Estado”.
Gabriela Cruz Salazar,
presidenta de la Federación Nacional de Cooperativas de Pesca del Ecuador.

"Es necesario que haya atención al pescador desde el Gobierno, con la dotación de seguridad y la entrega de créditos blandos desde el BNF”.
José Valdez,
esmeraldeño,40 años de edad, dedicado a la actividad de pesca desde hace 24 años.

Hólger Ubaldo Portocarrero (35 años de edad) se convirtió en la séptima víctima, en lo que va de este año, de la acción delictiva de los piratas de alta mar. El cuerpo del pescador, que presentaba un impacto de bala que le perforó el corazón, fue abandonado cerca de la Dirección Regional de Espacios Acuáticos de Esmeraldas (Dirges).

El hecho se suscitó el sábado 26 de febrero, mientras Portocarrero se encontraba pescando, junto a dos personas más, cerca de Same, parroquia Tochigüe del cantón Atacames, en la embarcación ‘Otache Dos’.

El pequeño navío fue sorprendido por cuatro sujetos, a bordo de una lancha verde, dos de los cuales se enfrentaron con los tripulantes que trataban de impedir el asalto. Cuando los antisociales estaban casi vencidos, se acercó otra lancha blanca y uno de los antisociales disparó al cuerpo de Portocarrero, en tanto fue herido a puñaladas Wágner Cortez Segura y el propietario de la embarcación.

El domingo 27 de febrero, dos pescadores fueron heridos con arma blanca, mientras el martes 22 fueron desvalijados los tripulantes de las embarcaciones ‘David Mar 1’ y ‘Recorriendo el mar’ que habían salido desde el puerto de Santa Rosa, en Salinas, a labores de pesca.

Los antisociales intimidaron a los artesanos con armas de fuego y se llevaron el producto de la pesca, los motores fuera de borda, implementos y equipos de comunicación.

Pese al resguardo naval, la zona costera del Pacífico se ha convertido en una amenaza para los pescadores y camaroneros que sufren el azote de la delincuencia.

PROTESTA. Pescadores esmeraldeños piden la acción de las autoridades para evitar los robos.

Zonas rojas
La Federación Nacional de Cooperativas de Pesca del Ecuador (Fenacopec) registró, solo en enero de 2011, el robo de 27 motores, que con un valor de $ 5.000 cada uno, suman pérdidas por $135.000. En el mercado los motores se ofertan sobre los $ 6.600.

Gabriela Cruz Salazar, presidenta del gremio que agrupa a unos 50 mil pescadores, señala que la actividad delictiva ha ido in crescendo. En el 2010 se perdieron 227 motores (ver recuadro estadísticas) y en lo que va del 2011, solo en Esmeraldas, se han reportado 15 motores robados. Los delitos han quedado impunes.

La Fenacopec ha identificado tres sectores del mar, dentro de las ocho millas de pesca, a las cuales considera zonas rojas: el Matal (Manabí), La Poza (Guayas) y Muisne (Esmeraldas). Todos los robos se concentran en estos puntos, con mayor énfasis en los motores de fabricación desde el 2008 hasta el 2011.

“Se llevan, además de la pesca, los radios, GPS, documentos y hasta la fibra. De paso, si el motor es viejo, golpean al pescador y hasta lo matan”, refiere Cruz.

Denuncias sin resultados
Silvio Chichande Suárez, pesquero artesanal de Santa Rosa de Salinas, provincia de Santa Elena, sumó su nombre a la extensa lista de pescadores víctimas de la delincuencia de alta mar o piratería marina.

El pasado 28 de enero, a la 01:00, cuando cumplía sus faenas en el sector de La Puntilla fue interceptado por una embarcación rápida cuyos tripulantes armados le arrebataron su motor fuera de borda, marca Mercuri 6300, para luego abandonarlo al garete y a la buena de Dios.

Chinchande denunció su caso, como el de muchos otros de sus compañeros, en la Fiscalía de Santa Elena y la Capitanía de Salinas, con el fin de que se investigue y lo ayuden a recuperar su herramienta de trabajo. Las pesquisas hasta ahora no dan resultados y está condenado a pagar la diferencia que aún debe por la compra del motor.

Más aún, el pescador se vio en la necesidad de presentar otra denuncia debido a las amenazas de muerte que ha recibido de parte de los delincuentes de alta mar.

Quienes han sido víctimas de los piratas afirman que les da lo mismo denunciar el hecho o no hacerlo. “Son trámites engorrosos, hay que andar de un lado para el otro y al final las autoridades no hacen nada”, comentó el dueño de una embarcación a quien hace tres meses le robaron el motor de 75 caballos de fuerza.

APETECIDOS. Los motores son el principal blanco de la delincuencia.

El papel de la Armada
Pese a que las denuncias por robo se hacen en un marco de confiabilidad que no revela el nombre del agraviado, Cruz se interroga: “Si hay la reserva, porqué los delincuentes llegan a los compañeros y los amenazan”, dice.

Añade que de ahí nace la duda sobre el personal de la Armada porque “cómo puede ser que cuando un pescador se acerca a denunciar a un retén, el mismo marino le conteste, ya sabemos que te robaron y te vamos ayudar a recuperar el motor. El pescador confiado le entrega $2.500, el ladrón deja el motor en el retén, se lleva la plata y no es detenido”, explica Cruz.

A esto añade que las patrullas a cargo del Comando de Guardacostas no pueden ser empleadas en control de piratería, sino en acciones de erradicación del narcotráfico, contrabando y coyotaje. “Esto ha sido manifestado a los pescadores cuando acuden a pedir ayuda a las capitanías”, indicó.

La Cámara de Pesquería ha planteado a la Capitanía del Puerto de Esmeraldas, que cuente con helicópteros permanentes para que vigile día y noche la zona de pesca, informe que fue avalado por esa entidad el año pasado, por el capital saliente, Alejandro Vela Loza.

¡Ya basta!
Gabriela Cruz sostiene que la gente no aguanta más y que en los próximos días tendrán una reunión con los ministros de seguridad con tres puntos en discusión y, de no haber resultados, habrá la necesidad de armarse para defenderse.

Las acciones ya empiezan a concretarse. Más de 1.200 pescadores salieron a las calles de Esmeraldas el martes anterior para exigir a las autoridades mayores acciones para frenar la piratería. Un pliego de siete peticiones fue entregado a los representantes del Ejecutivo, Lenin Lara Rivadeneira, Comando de Operaciones Norte (Coopno), Fabián Ferrín; Dirección de Espacios Acuáticos de Esmeraldas, David Palma, y de la Policía.

En el pliego de peticiones presentado por la presidenta de la Cámara de Pesquería, Maura Oviedo Numerable, se destaca la adquisición de un helicóptero para patrullaje nocturno, con parte de los 50 millones de dólares ofrecidos por el Gobierno para equipar las capitanías.

Esta es la segunda protesta de los pescadores este año. El 31 de enero, también salieron a las calles. En esa fecha, el pescador Rógger Correa, exhibió un cartel con la frase: “Policía, investiguen las vacunas en el Puerto”, otro de los problemas que enfrentan los pescadores, sin que encuentren el apoyo de las autoridades.



Cifras
6.600 dólares
aproximadamente cuesta el motor de una embarcación pesquera pequeña.

22.000 dólares
es la inversión para adquirir una lancha con motor y equipos de pesca.

227 motores
fueron robados en el 2010.
No hay seguro para embarcaciones

Los robos permanentes obligaron a la aseguradora que operaba en el Puerto de Esmeraldas a dejar de trabajar con ellos, porque el tema se volvió frecuente y, pese a las gestiones de la Dirección de Espacios Acuáticos, los resultados fueron negativos.

La presidenta de la Cámara de la Pesquería de Esmeraldas, Maura Oviedo, dijo que han mantenido conversaciones con representantes de las aseguradoras Equinoccial y Sucre, para garantizar los equipos de los pescadores, en caso de pérdida o robo.

Una de las cosas que más interesa es que todos los dueños de embarcaciones se sumen, con la finalidad de bajar la prima del aseguramiento que actualmente está en el 4.2%. En el Puerto de Esmeraldas hay 800 embarcaciones y unas 5 mil familias viven de esa actividad.

Para paliar la situación el Gobierno estudia crear un subsidio para 7.000 botes, a cargo del plan Agro Seguros, unidad del Ministerio de Agricultura, Ganadería y Pesca (Magap). El 60% del costo de la póliza lo subsidia el Gobierno y el 40% restante lo asume el propietario de la embarcación, en caso de siniestro, robo, pérdida parcial o total.

Fonte: http://www.lahora.com.ec/index.php/noticias/show/1101105184/-1/Piratas_amenazan_en_alta_mar.html (06/03/2011)