domingo, 26 de junho de 2011

UNISUL resgata peça do naufrágio mais antigo do Brasil

Mergulhadores do Projeto Barra Sul retiraram uma pedra com cerca de 800 quilos que estava há mais de 400 anos no fundo do mar da costa Sul da Ilha de Santa Catarina. Nas dimensões de 98 cm de altura por 76 cm de largura, a peça apresenta o desenho de dois leões e dois castelos em alto relevo e, no meio, um símbolo português, o que remete ao período da União Ibérica e ao reino de Leon e Castilla, entre os anos de 1580 a 1640. Pesquisas históricas indicam que a peça, possivelmente, estava na nau provedora de uma frota de 23 navios que saiu da Espanha em 1583 com a missão de construir duas fortalezas no Estreito de Magalhães, em terras chilenas, para conter o avanço de piratas ingleses que ameaçavam os domínios da coroa espanhola no novo continente.

Caso essa hipótese se confirme, trata-se do naufrágio mais antigo já localizado em águas brasileiras. Talvez, o mais antigo de toda a América. Uma outra pedra, na forma triangular, com inscrições em latim, e duas bolas ornamentais, não puderam ser retiradas ontem, quinta-feira (23), pois o peso de 800 quilos da peça retirada danificou o guindaste. A operação de resgate foi acompanhada pelo ministro interino da Cultura, Vitor Ortiz; pelo capitão-tenente Ricardo Guimarães, da Diretoria de Patrimônio Histórico Documentação da Marinha e por Dalmo Vieira, diretor do IPHAN/Brasília.

O presidente da Fapesc Sérgio Gargioni, financiadora do projeto, também estava presente, assim como arqueólogos da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), pois a peça será encaminhada ao laboratório de Arqueologia da instituição para trabalhos de recuperação, e por equipes da Uniasselvi e Set Produções, responsáveis por pesquisas históricas e documentário.

Esses objetos serão retirados do fundo do mar do acesso sul da Ilha de Santa Catarina até agosto, assim como um canhão de bronze com mais de três metros de comprimento, com data de fundição e outras inscrições, além de objetos menores, como fragmentos de cerâmica, pedaços de madeira, pedras de lastro que eram utilizadas para as embarcações não balançarem e projéteis de vários calibres.

O Projeto Barra Sul faz pesquisas no acesso marítimo sul da Ilha de Santa Catarina desde 2005, região considerada um verdadeiro cemitério de navios, pois fazia parte da rota das navegações - era o último porto de abastecimento antes do Rio da Prata.

De acordo com documentos históricos, o local, na época denominado Porto dos Patos, abriga, nas profundezas de suas águas , no mínimo oito naufrágios. “Quando eles adentravam a baía Sul para se abastecerem de provisões, eram surpreendidos com a geografia acidentada do leito marinho, com bancos de areia móveis, e muitas vezes pegavam até mesmo um inesperado vento Sul. Era um ponto crítico, muitas não conseguiam entrar no estreito canal de acesso sul da Ilha de Santa Catarina, e naufragavam”, relata Gabriel Corrêa, diretor do Projeto Barra Sul.

Fonte: http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=22826:unisul-resgatada-peca-do-naufragio-mais-antigo-do-brasil&catid=29:outros-eventos&Itemid=65 (24/06/2011)

Lego em águas misteriosas

Marca de brinquedos lança linha inspirada em Piratas do Caribe.

Por Victor Pereira

Uma das linhas licenciadas mais famosas, Piratas do Caribe, ganha novos produtos da Lego com a chegada do quarto filme da saga, Navegando em Águas Misteriosas.

Os brinquedos da linha LEGO Piratas do Caribe contam com uma série de detalhes para reproduzir com riqueza as cenas do filme e trazem minifiguras inéditas, como Jack Sparrow e Barba Negra, além da nova personagem Angélica. Todos vêm acompanhados de um pôster exclusivo para encantar ainda mais os fãs dessa aventura.

Entre os novos produtos, está a réplica da embarcação Queen Anne’s Revenge (4195), que traz elementos como as velas do barco em tecido, pecinhas que imitam fogo, timão e canhões que se movem. Montado, o brinquedo mede 50 cm de altura por 66 cm de comprimento.

Outras cenas de Piratas do Caribe Navegando em Águas Misteriosas retratadas na nova linha da LEGO são a Baía do Cabo Branco (4194), em que os piratas tentam capturar uma sereia, e a Fonte da Juventude (4192), em que Jack Sparrow e Barba Negra lutam pela lendária fonte que dá vida eterna, e também A Fuga de Londres (4193), que mostra o herói escapando dos soldados do Rei Jorge, e O Camarote do Capitão (4191), que vêm com duas garrafinhas com a ilustração de navios, elemento inédito encontrado apenas nesse kit.

Além disso, a LEGO apresenta mais três lançamentos que remetem aos antigos filmes da série. São eles: a Ilha da Morte (4181), A Fuga do Canibal (4182) e O Moinho (4183), que trazem minifiguras dos personagens mais marcantes da franquia, além de pecinhas raras, como moedinhas douradas, cálices, esqueletos e muitos outros.

Os brinquedos LEGO Piratas do Caribe são recomendados para crianças a partir dos seis anos e custam entre R$ 79,90 e R$ 729,90.

Também já está disponível no Brasil o game LEGO Piratas do Caribe nas versões PS3, PSP, XBox, Wii, Nintendo DS e 3DS.

Fonte: http://bagarai.com.br/lego-em-aguas-misteriosas.html (19/06/2011)

La ONU quiere ayudar a Somalia para que los tribunales cumplan el estándar internacional

Por Agencia EFE

Naciones Unidas (EFE).- La subsecretaria general de la ONU para Asuntos Legales, Patricia O'Brien, señaló hoy que una manera efectiva de combatir la piratería en Somalia es ayudar a ese país a que sus tribunales alcancen los estándares internacionales para celebrar juicios de los detenidos por esos delitos en el mar.

"Conseguir que cumplan los estándares internacionales puede ser clave porque ayuda a que los países costeros puedan llegar a acuerdos con las autoridades somalíes para la transferencia de los piratas detenidos en el mar", señaló O'Brien.

Los numerosos actos de piratería en el océano Indico protagonizados por embarcaciones somalíes son causa de preocupación de la ONU, y del Consejo de Seguridad que en abril pasado aprobó una resolución por la que se compromete a considerar con carácter de urgencia el establecimiento de tribunales especializados para juzgar a quienes cometan delitos de piratería en Somalia y en toda la región.

O'Brien informó al Consejo de Seguridad sobre las acciones legales ya contempladas por el organismo internacional, entre las que se incluye el establecimiento de esos tribunales especializados como un esfuerzo más en el combate contra la piratería.

Asimismo indicó al máximo órgano de seguridad de la ONU que el Programa de la ONU para el Desarrollo (PNUD) y la Oficina de la ONU para la Lucha contra las Drogas y los Delitos (UNODC) ya han comenzado a colaborar con las autoridades locales somalíes en las regiones de Somaliland y Puntland para mejorar la capacidad de los tribunales locales para juzgar esos delitos.

Precisó que lograr que los tribunales de Somaliland y Puntland alcancen los estándares judiciales internacionales puede llevar unos tres años, aunque no descartó que ese tiempo sea menor si se refuerzan con más expertos y mentores para los profesionales de la abogacía locales.

"Hay abogados profesionales entre la diáspora somalí que podrían ser contactados y que podrían desempeñarse", señaló O'Brien, que señaló que los expertos del PNUD y de la UNODC se han encontrado con obstáculos como la escasa formación de los jueces o con códigos y procedimientos obsoletos.

Respecto a la posibilidad de establecer un tribunal especial que juzgue esos delitos en otro estado africano, la subsecretaria general de la ONU para Asuntos Legales informó al Consejo de que el Gobierno Federal de Transición (GFT) de Somalia y las administraciones regionales se oponen a ello.

O'Brian agregó que en las últimas consultas realizadas con el GFT y con las autoridades de Puntland y Galmudug, sus representantes indicaron su preferencia para que un tribunal de ese tipo tenga su sede en Somalia.

En enero pasado el enviado especial de la ONU para asuntos legales relacionados con la piratería en Somalia, Jack Lang, aconsejó al Consejo de Seguridad la creación de un tribunal especial para juzgar a los piratas somalíes, que cuestan 7.000 millones de dólares anuales a la comunidad internacional.

La propuesta del exministro francés contempla la creación de una nueva instancia judicial que opere bajo jurisdicción somalí, pero tenga su sede en el extranjero debido a la inestabilidad en el país africano.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5hpyzUBYKYUhXimU4CL5_lFtVuAtg?docId=1554395 (21/06/2011)

Piratas do Caribe 4 entra para a lista das 10 maiores bilheterias da história

Da Redação

O longa Piratas do Caribe: Navegando em Água Misteriosas, que estreou em maio, chegou ao décimo lugar entre as maiores bilheterias da história.

O quarto filme da franquia conseguiu US$ 221,6 milhões de bilheteria nos EUA e US$ 735,2 milhões nos outros países. Com isso, o longa agora acumula um total mundial de US$ 956,8 milhões, revelou o site Deadline.

Piratas 4 ultrapassou outras produções como Harry Potter e as Relíquias da Morte, mas continua atrás de Piratas do Caribe 3. Três dos filmes da saga estão na lista dos dez mais e Johnny Depp estrela quatro filmes no top 10 de maiores bilheterias em todo o mundo.

Fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/piratas-do-caribe-4-entra-para-a-lista-das-10-maiores-bilheterias-da-historia/id/30889/ (23/06/2011)

Moçambique: Governo está a elaborar proposta de lei sobre a pirataria

Maputo -- O Governo moçambicano está a elaborar uma proposta de lei sobre o combate à pirataria marítima, a ser submetida, em breve, à Assembleia da República, disse hoje o vice-ministro da Justiça de Moçambique, Alberto Nkutumula. A iniciativa resulta do sequestro, em finais de dezembro, de um navio ao largo das águas de Moçambique com 24 tripulantes: 19 moçambicanos, três indonésios e dois espanhóis.

Em março, o navio de guerra indiano (INS Kalpeni) intercetou um navio com o nome de Vega 5, no Mar Arábico, cerca de 600 milhas náuticas a oeste da costa da Índia, resgatando 13 membros da tripulação e detido 61 piratas. Dos 19 tripulantes moçambicanos sete desapareceram.

Falando hoje aos jornalistas no final da 20ª sessão do Conselho de Ministros, Alberto Nkutumula, que é igualmente o vice-ministro moçambicano da Justiça, garantiu que "há equipas a trabalharem para a produção legislativa relativa a esta matéria" (pirataria).

"Está-se agora a pensar em aglutinar a lei num só instrumento. Há também entendimento de que se pode combater através de legislação diversa", contudo, "a parte de pirataria será objeto de documentação em legislação própria", disse.
Hoje, o Conselho de Ministro de Moçambique aprovou uma proposta da nova lei das pescas a ser submetida ao Parlamento para aprovação, visando adequar a atual que data de 1990.

Segundo Alberto Nkutumula, o novo instrumento visa "adequar a legislação sobre as pescas e a dinâmica do desenvolvimento da pescaria", reflexo da "evolução muito grande na área das pescarias" que tornou a norma jurídica "em desuso, não se adequando convenientemente à realidade que ela visa regulamentar".

"Esta lei surge da necessidade, primeiro, da regulação da aquacultura, que é nova e não está regulamentada no país, para que o Governo determine quem, como, onde será desenvolvida a aquacultura e da necessidade de responder às exigências do mercado internacional no que se refere à qualidade do pescado", referiu o porta-voz do Conselho de Ministros.


Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/21/mocambique-governo-esta-a-elaborar-proposta-de-lei-sobre-a-pirataria (21/06/2011)

Há pelo menos 50 embarcações afundadas no litoral do Paraná

Pelo menos 50 embarcações afundadas no litoral do Paraná marcam o estado como ponto importante na história naval brasileira.

O movimento das marés guarda sob as águas do litoral paranaense inúmeras histórias de navios que afundaram na região. Pelo menos 50 embarcações naufragaram no estado em aproximadamente quatro séculos, de acordo com levantamentos de historiadores.

A presença dos navios afundados no litoral mostra que o Paraná teve participação importante na história da navegação brasileira. Embarcações que seguiam com ouro e prata passavam pelo estado para reabastecer com mantimentos e também comprar mão de obra no mercado de escravos. A Baía de Paranaguá é a que concentra mais navios sob as águas, localizados próximo a entrada do Rio Itiberê (acesso à cidade pelo mar), na região das ilhas do Mel, das Peças e Superagui.

Apesar da pouca visibilidade, os naufrágios representam uma possibilidade de incremento do turismo e valorização da cultura local. Junto com a história de um navio surge também o imaginário popular. “As lendas transformam a praia comum em um lugar com histórias”, explica o diretor de turismo de Guaratuba, Mario José Natalino. Há alguns anos, a história da única embarcação que afundou na cidade, o Vapor São Paulo, caiu no esquecimento entre os moradores. O município investe agora na retomada de seu passado por meio de oficinas nas escolas. “Significa um resgate da cidade, em que os moradores conhecem sua própria história”, analisa.

Caçadores de tesouros
Incentivados pelas lendas que envolvem os naufrágios, muitos aventureiros buscam tesouros sob as águas. Os itens mais procurados são moedas de ouro, além de objetos de prata e cobre. A busca é encarada com seriedade pelos caçadores de tesouros, que investem dinheiro alto nas expedições. “A tradição oral é muito forte e as lendas atraem as pessoas. Se existe uma história, alguém vai procurá-la”, conta o tesoureiro do Instituto Histórico Geográfico de Paranaguá, José Maria Faria de Freitas.

Em muitos casos, os objetos encontrados nas embarcações ficam restritos a colecionadores particulares como forma de recompensa pelo apoio ao investimento, e sequer são catalogados. Nem mesmo os salvados, objetos que chegam à praia com o movimento do mar, são notificados. Por isso, os museus do estado guardam pouquíssimos objetos em seus acervos.

Em Paranaguá, por exemplo, restaram apenas alguns canhões do chamado “navio pirata”, história de naufrágio mais conhecida da cidade. Pesquisas apontam que alguns objetos estão em cidades longe do litoral paranaense, como a Lapa. Da embarcação de Guaratuba, um dos últimos registros é de uma empresa de Joinville que teria ficado com as peças, mas nada foi localizado.

As condições em que as peças são retiradas do fundo do mar dificultam o trabalho de conservação. Em geral, os objetos são conservados de maneira incorreta, o que danifica permanentemente sua estrutura. “Assim a história se dissipa, como um navio perdido na neblina. Este é um patrimônio coletivo e que o estado pode reverter como atração turística”, avalia a arqueóloga do Museu Paranaense, Claudia Inês Parellada, que tenta remontar o quebra-cabeças da história naval do estado com as poucas peças que restaram dos naufrágios paranaenses.

Lendas dão vida aos naufrágios
As histórias dos naufrágios alimentam o imaginário popular. Os dias de maré baixa na praia de Caieiras, em Guaratuba, revelam partes do Vapor São Paulo. Em novembro de 1868, sob o comando do oficial Jacinto Ribeiro do Amaral, marido da compositora e pianista Chiquinha Gonzaga, a embarcação voltava da Guerra do Paraguai com cerca de 600 passageiros, entre eles soldados feridos e médicos.

Em meio ao nevoeiro, o vapor encalhou ao se aproximar da costa e tombou. Um soldado morreu e os demais tripulantes se abrigaram nas grutas e nas casas dos moradores do povoado por três dias, aguardando o resgate. Muitos suspeitam que Chiquinha Gonzaga estava a bordo do navio. O principal argumento é de que a compositora era obrigada a acompanhar o marido em suas viagens. Mas nada comprovou sua presença entre os passageiros.

Já em Paranaguá, os piratas são os protagonistas do naufrágio mais famoso da cidade. Entre os séculos 16 e 18, a abundância de ouro e prata nas colônias da América Latina despertou o interesse de piratas, que saqueavam as embarcações que seguiam em direção à Europa.

Em 1718, o navio francês Le François, carregado de prata retirada do Chile, seguia rumo à França quando foi atacado por piratas a bordo da sumaca Louise, próximo à costa brasileira. Conhecedora da Baía de Pa¬ranaguá, a embarcação francesa tentou se proteger em águas paranaenses, mas foi seguida pelos piratas.

Ciente do risco que se aproximava, a população parnanguara pediu proteção a Nossa Senhora do Rosário e foi atendida. Quando o navio pirata se aproximava da cidade, uma forte tempestade se formou, fazendo com que a embarcação afundasse próximo à Ilha da Cotinga. Muitos piratas se salvaram e se estabeleceram na cidade, formando famílias que existem até hoje. Análises dos documentos recuperados na embarcação apontam os sobrenomes Fedalto e Du Bois como de alguns dos piratas do Louise.

Fonte: http://www.jmnews.com.br/noticias/regiao/2,9929,24,06,ha-pelo-menos-50-embarcacoes-afundadas-no-litoral-do-parana.shtml (24/06/2011)

Dispuesta la India a apoyar lucha mundial contra piratería

Nueva Delhi - La India expresó en Naciones Unidas su disposición a respaldar los esfuerzos internacionales para enfrentar la piratería marítima y coadyuvar a la seguridad y liberación de los secuestrados.

Medios de prensa locales citan hoy las palabras de la representante permanente de la India, Hardeep Singh Puri, en una reunión del Consejo de Seguridad el martes, cuando expresó el "firme y permanente" interés de su país en garantizar la seguridad del tráfico marítimo en las costas somalíes y el Golfo de Adén.

Estamos dispuestos a contribuir a los esfuerzos internacionales enfilados a aumentar la cooperación entre los Estados para enfrentar la amenaza de la piratería y el robo armado en el mar, y garantizar la seguridad y la liberación de los rehenes secuestrados por los piratas, dijo Puri.

La diplomática hizo notar que la mayor presencia de fuerzas navales internacionales frente a las costas de Somalia y en el Golfo de Adén ha llevado a los piratas a zonas como la del Océano Índico mayor, más cercano a la India.

Desde enero pasado, la Armada india ha hundido cuatro embarcaciones utilizadas como buques madres por los piratas en el Mar Arábigo, y capturado a más de 120 personas.

La India inició sus operaciones antipiratería en el Golfo de Adén en octubre de 2008, y según el Ministerio de Defensa, esas actividades criminales disminuyeron en 80 por ciento en los últimos tiempos.

Los astronómicos rescates obtenidos por los piratas les han permitido mejorar sus medios de navegación, comunicaciones y armamento, lo que les facilita sus acciones pese a la presencia en la zona de una flota internacional compuesta por buques de más de 20 países.

Fonte: http://www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=299385&Itemid=1 (22/06/2011)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Las tácticas de terror del pirata Barba Negra quedan al descubierto

El célebre pirata que navegó los mares por los años 1700 era experto en aterrorizar y tenía gran creatividad para elaborar armas complejas.

Por Laura Allsop

(CNN) — Desde su cabello largo y negro hasta su sombrero de tres cuernos, barba trenzada y seis pistolas consigo, Barba Negra el pirata era ciertamente creativo con su imagen.

Según nuevos descubrimientos de lo que se cree son los restos de su barco, el “Venganza de la Reina Ana”, también era creativo con su armamento.

Entre las municiones descubiertas en la zona del naufragio, justo en las afueras de la costa de Carolina del Norte, cerca de la ensenada de Beaufort, se encontraron piezas típicas de artillería como cañones, machetes y trabucos.

Los recientes descubrimientos incluyen balas de cañón de dos cabezas y paquetes letales de metralla.

“Hemos encontrado conglomerados fundidos principalmente con plomo, que contienen clavos, vidrios y hay evidencia de velamen”, dijo Mark Wilde-Ramsing, arqueólogo adjunto del departamento de Recursos Culturales de Carolina del Norte y líder de proyecto para expediciones hacia el lugar del naufragio.

“Es un costal de lo que hoy llamaríamos metralla y como se dispara desde un cañón, se despliega y cae sobre la tripulación del rival, 'barre' la cubierta”, explicó.

También se encontraron balas de cañón unidas con barras o con pernos de metal que causarían un gran caos cuando fueran disparados, girando en el aire y dañando las embarcaciones enemigas. Para Wilde-Ramsing, estos descubrimientos muestran un pensamiento creativo y contingente de parte de Barba Negra y sus secuaces.

“Tenían acceso limitado a artículos militares tradicionales, lo cual explica que utilizaran este tipo de cosas ya que no podían simplemente bajar a un puerto y adquirirlos”.

Según Pat Croce, dueño del Museo de Piratas y Tesoros de St. Augustine, Barba Negra frecuentemente dejaba que su reputación lo precediera.

“Aunque su carrera de pirata no era tan larga, él dejaba tal impresión porque usaba la guerra psicológica”, comentó Croce.

“Tenía su cabello largo y negro y ponía mechas de cañón que ardían lentamente bajo su sombrero, para que se viera rodeado de humo y los marineros o presas en barcos comerciales vieran a Satán acercándose”.

Croces, quien colecciona recuerdos de piratas y que incluso visitó el lugar del naufragio después de ser descubierto en 1996, recuerda haber visto varios cañones y trabucos en el fondo del mar. 24 cañones han sido encontrados por el equipo de Wilde-Ramsing y hasta el momento, 12 han sido traídos a la superficie.

Pero a pesar de su impresionante y creativo arsenal, Barba Negra y su tripulación no deseaban hundir los barcos de sus rivales.

“No intentaban hacer un hoyo en el barco y hundirlo, simplemente trataban de causar suficiente caos para bajar la velocidad y desalentar a sus oponentes, eso es lo que estamos descubriendo, un sello de los piratas”.

Gran parte de lo que se ha encontrado en el sitio del naufragio emerge sedimentado, compuesto con arena dura, cáscara y corrosión, donde se han encontrado objetos como armas, pedazos de barco e incluso huesos humanos.

Pero las riquezas de Barba Negra –que obtuvo cuando bloqueó el puerto de Charleston en Carolina del Sur en 1718– no han sido localizadas en el sitio del naufragio, provocando que Wilde-Ramsing crea que su tripulación sacó los objetos más valiosos del barco mientras se hundía, dejando sólo municiones pesadas, vajillas e instrumentos médicos.

En la última expedición al lugar del naufragio se encontró el ancla del barco pero las malas condiciones climáticas no permitieron traer más cosas a la superficie.
Con huracanes azotando la superficie del mar y destruyendo artefactos, el equipo está en una carrera para excavar el sitio por completo en su próxima expedición, la cual está programada para otoño.

Wilde-Ramsing espera que la excavación brinde una visión tan holística como sea posible sobre la vida diaria de los hombres a bordo del “Venganza de la Reina Ana”.
“Será un gran estudio entrar a sus mentes y decir, bueno, ¿cuáles eran sus prioridades?”, concluyó.

Fonte: http://mexico.cnn.com/mundo/2011/06/18/las-tacticas-de-terror-del-pirata-barba-negra-quedan-al-descubierto (18/06/2011)

Incendio en refugio de piratas

Los piratas han liberado algunos barcos y sus tripulaciones tras el pago de millonarios rescates.

La Fuerza Naval de la Unión Europea dice que los piratas actualmente mantienen secuestradas unas 30 embarcaciones y más de 650 tripulantes.

Los piratas somalíes liberaron un barco de carga alemán, luego de recibir una multimillonaria recompensa.

Las autoridades informaron que el MV Susan K y su tripulación de 10 miembros, que estaban secuestrados desde abril de 2011, se dirigen ahora hacia Djibouti.

Piratas somalíes mantienen secuestrados a decenas de embarcaciones en años recientes y han recibido cientos de millones de dólares en recompensas. En la primera semana de junio de 2011, los piratas dijeron que recibieron un pago de $12 millones de dólares para liberar un petrolero de Kuwait que habían capturado en marzo de 2011.
La Fuerza Naval de la Unión Europea dice que los piratas actualmente mantienen secuestradas unas 30 embarcaciones y más de 650 tripulantes.

Incendio
El servicio de la Voz de América para Somalia informó que un barco de bandera panameña que los piratas mantienen secuestrado se incendió. Los piratas somalíes dijeron que evacuaron a los 19 miembros de la tripulación del barco de carga MV Orna que se incendió en el refugio de los piratas en Harardhere, en las costas del océano Índico.

La Voz de América entrevistó al experto regional en piratería, Andrew Mwangura, quien confirmó el incendio.

Los piratas dijeron que estaban tratando de extinguir el fuego, del cual no se determinaron las causas.

Fonte: http://www.voanews.com/spanish/news/international/incendio-refugio-somalia-piratas-panama-124069904.html (17/06/2011)

Somalia cumple 20 años sumida en la anarquía

Miembros de la fuerzas de seguridad gubernamentales patrullan por las calles de Mogadiscio. :: A. A. / AFP

El país situado en el cuerno de África comenzó en 1991 a fragmentarse y hundirse en el caos político y militar.

GERARDO ELORRIAGA

Al principio, se antojaba otro derrocamiento manu militari más, la caída de un dictador, algo tan habitual en las jóvenes republicanas africanas durante su breve historia. Cuando, en enero de 1991 Mohamed Siad Barre fue destituido, la previsión general era que otro tirano sería encumbrado por la triunfante coalición guerrillera, apoyada en los clanes tradicionales. Pero todo se torció. La alianza se desgajó en dos facciones que pronto se enfrentaron por las armas y en junio una restante aprovechó el desorden reinante para proclamar la secesión de facto del extremo noroccidental. Somaliland había nacido y Somalia se fracturaba, dando lugar a un creciente proceso de fragmentación que no ha dejado de agudizarse en estas dos últimas décadas. El país del cuerno de África es hoy técnicamente considerado un Estado fallido y, en la práctica, el pozo sin fondo para la ayuda humanitaria, un nido de piratas y extremistas radicales, una pesadilla geopolítica de la que no parece posible despertar.

La inviabilidad no es un fenómeno ajeno a su historia, al hecho de que la colonización no trasformó realmente un territorio ligado a ancestrales estructuras tribales y que el mandato de Siad Barre favoreció la catástrofe. Su régimen marxista de partido único, corroído por la corrupción, era ampliamente contestado y el megalómano deseo de crear una gran potencia regional fomentando la rebelión en las provincias etíopes de mayoría somalí lo condujo al fracaso bélico y la consiguiente ruina. El colapso parecía inevitable, aunque no cabía esperar un desastre de tales proporciones.

La comunidad internacional reaccionó ante la crisis humanitaria generada por la guerra en una de las áreas más pobres del planeta. EE UU incluso organizó un plan televisado de rescate. Pero el Black Hawk derribado sobre la capital se convirtió en todo un símbolo de la impotencia ante un caos casi ininteligible. El 80% de la ayuda humanitaria fue desviada al mercado extranjero y convertida en armas. La guerra se generalizó y el mundo se olvidó de un laberinto de nuevas repúblicas autónomas, treguas precarias y caudillos efímeros.

Similitudes con Afganistán
Desde entonces, Washington ha seguido buscando una solución mediante fuerzas interpuestas. Curiosamente, la evolución del conflicto sigue similares patrones a los establecidos en Afganistán. Frente a las luchas de los señores de la guerra, se erigió un poder paralelo fundamentado en el radicalismo islámico. Los Unión de Cortes Islámicas propugnó una paz basada en la implantación de la sharia. Cuando, en 2009 su expansión amenazaba la supervivencia del Gobierno de transición, una entidad reconocida internacionalmente pero sin apenas autoridad efectiva, EE UU apoyó la invasión etíope.

El puzle somalí se volvió a recomponer. Tras un inicial éxito, los abisinios se mostraron impotentes para mantener el control y abandonaron el país, las cortes dieron paso al movimiento Al-Shabab, vinculado a Al-Qaida, y el Gobierno federal recuperó su natural debilidad. Sharif Sheid Ahmed, el líder de la lucha contra los extranjeros se convirtió en el nuevo presidente, el enemigo de los americanos se transformó en su único aliado. Todo cambió para que la situación permaneciera igual. La irrupción de los piratas atrajo de nuevo el interés internacional. El corsarismo amenaza el golfo de Adén, espacio privilegiado del comercio marítimo mundial, pero lo que ocurre costas adentro apenas motiva la atención de los medios de comunicación si no implica el secuestro de un superpetrolero.

El país parece enquistado en su tragedia, que a veces adquiere tintes shakesperianos. La pasada semana el ministro de Interior fue asesinado en casa por su propia sobrina, kamikaze, que acudió al domicilio del político al parecer para dar cuenta de sus malas notas. También fue muerto Fazul Abdullah Mohammed, considerado uno de los líderes de Al-Qaida en África. El precio por su cabeza era de 3,5 millones de euros. Ayer, el primer ministro Mohamed Abdullahi Mohamed dimitió, víctima de un complot alentado por el jefe del Ejecutivo y el presidente de la Cámara. El pueblo se ha manifestado a su favor, algo insólito, pero es que el exdirigente tenía fama de íntegro, una circunstancia también inusual en la escena local. En cualquier caso, nada parece especialmente relevante en su devenir. Somalia ha cumplido veinte años de anarquía. Quizás lo peor está por llegar.

Fonte: http://www.laverdad.es/murcia/v/20110621/mundo/somalia-cumple-anos-sumida-20110621.html (21/06/2011)

Hallan armas de Barbanegra que prueban sus violentas tácticas

Arqueólogos hallaron arsenal en el lugar donde está hundido su barco, la Venganza de la Reina Ana.

por Patricio Lazcano

En noviembre de 1717, Edward Teach, un marinero nacido en 1680 en Bristol, Inglaterra, capturó un barco de esclavos francés llamado La Concordia cerca de la isla de Martinica, en el Caribe. El navegante decidió cambiar el nombre de la embarcación por el de la Venganza de la Reina Ana, lo transformó en su buque insignia y con él asoló las aguas del Atlántico desde Honduras hasta Estados Unidos durante principios del siglo XVIII, depredando a cuanto barco se cruzara por su popa. Su característica barba oscura, que quemaba para darle un aspecto diabólico, y sus violentas correrías, dieron origen a la mayor leyenda pirata de la historia: Barbanegra.

Su crueldad fue cimentada por la literatura y el cine, además de algunos exiguos archivos de la época, pero un nuevo descubrimiento corrobora que sus terroríficas prácticas superan la literatura y tienen mucho sustento histórico.

Arqueólogos de la U. de Carolina del Norte (EE.UU.) encontraron armas del mítico bucanero en las aguas frente a ese estado, donde se cree el propio Barbanegra hundió la nave el 10 de junio de 1718 por razones no muy claras. "Toda la evidencia arqueológica encaja con el perfil histórico de la Venganza de la Reina Ana", dice a La Tercera Mark Wilde-Ramsing, jefe de la expedición que encontró el arsenal, reafirmando que se trata del barco.

Feroces municiones
Los expertos han desenterrado desde el fondo del mar -donde el barco fue descubierto en 1996- una colección de armas y municiones que ratifican sus intimidantes e innovadoras tácticas militares. Entre ellas, proyectiles de plomo, bombas de dos cabezas y bolsas de vidrio "que sospechamos fueron envueltas en telas y luego lanzadas desde los cañones" dice Wilde-Ramsing.

Entre los artículos hay 24 cañones, uno de ellos, de origen sueco, cargado con una bomba que en la punta tenía tres clavos de fierro. "Tal vez es el artefacto más significativo que logramos recuperar. Era un cañón cargado con una bala que en la punta tenía tres clavos grandes, lo que habla del ingenio de sus tácticas. Su objetivo era intimidar a las tripulaciones que enfrentaba, en vez de hundirlos, como en la guerra tradicional. Como no tenían municiones estándar, los piratas se conformaban con lo que estaba disponible, en este caso clavos", dice el arqueólogo. También encontraron dos proyectiles unidos por una barra de cadena, que al ser disparados producían un efecto de giro, que ocasionaba severos daños en la estructura de los barcos rivales.

El corso también usaba una mezcla de pólvora que colocaba en botellas con una mecha, que lanzaba a las cubiertas enemigas, como una bomba molotov. "Algunos piratas eran muy crueles con los capitanes y tripulaciones de los buques que encontraban. La mayoría era en respuesta a las fuerzas navales europeas, que colgaban a los piratas capturados", señala Wilde-Ramsing.

Quemaba su barba para parecer más diabólico
"Barbanegra era un hombre alto, de grueso pelo negro y barba, que trenzaba y quemaba en las puntas en darle una mirada diabólica", dice Wilde-Ramsing. Antes de dedicarse a la piratería, sirvió a la Marina Real Británica, pero finalizada la Guerra de Sucesión Española, quedó sin empleo, por lo que inició sus actividades delictivas. Su más sonado ataque fue realizado en la localidad de Charleston (Carolina del Sur) en mayo de 1718. Teach murió tras un enfrentamiento con el teniente Robert Maynard y su tropa, quienes realizaron una campaña por iniciativa del entonces gobernador de Virginia, Alexander Spotswood.

El personaje inspiró a los estudios de Disney, para que en la cuarta saga de Los Piratas del Caribe, Navegando en aguas misteriosas, el capitán Jack Sparrow (Johnny Depp) se enfrentara al despiadado y malévolo pirata interpretado por Ian McShane.

Fonte: http://diario.latercera.com/2011/06/20/01/contenido/tendencias/16-73492-9-hallan-armas-de-barbanegra-que-prueban-sus-violentas-tacticas.shtml (20/06/2011)

Un buque de guerra alemán hunde dos esquifes de un grupo de piratas

MADRID, (EUROPA PRESS)
El buque de guerra Niedersachsen, desplegado en aguas del océano Índico en el marco de la misión de la UE contra la piratería EUNAVFOR, ha hundido a dos esquifes de ataque de un grupo de piratas en aguas próximas al sur de Somalia, según ha informado en un comunicado la operación aeronaval comunitaria.

Los hechos se produjeron en la mañana del pasado 10 de junio, cuando el buque alemán detectó a un grupo de piratas cuando realizaba una patrulla rutinaria en aguas cercanas a la cuenca sur de Somalia.

El grupo de corsarios, que es sospechoso de haber perpetrado numerosos ataques a buques mercantes, navegaba a bordo de un buque nodriza tipo dhow y disponía de dos esquifes de ataque. Los corsarios tenían armas ligeras y lanzagranadas RPG.

Tras considerar que el buque nodriza representaba una amenaza real para la navegación, el buque de guerra germano decidió interceptarlo aunque no adoptó ninguna acción en su contra por temor a que los corsarios pudieran tomar represalias contra los rehenes que pudieran transportar en el barco. Finalmente, el Niedersachsen decidió destruir los dos esquifes de ataque de los corsarios, sin los que los piratas no podrán realizar ningún abordaje.

Después de hundir los dos esquifes, el buque nodriza de los piratas cambió de rumbo y volvió a navegar en dirección a la costa de Somalia. La misión de la Unión Europea contra la piratería ha destacado que la acción del buque de guerra alemán ha impedido que los piratas puedan volver a atacar a los buques civiles que navegan por la zona.

Fonte: http://www.europapress.es/internacional/noticia-buque-guerra-aleman-hunde-dos-esquifes-grupo-piratas-20110614202453.html (14/06/2011)

Ação dos piratas está fora de controle nos rios

Quem depende do rio para se locomover é quem mais sofre com a violência no Pará, de acordo com informações de ribeirinhos, pescadores, prefeitos, e da comunidade em geral que reside nas regiões onde o principal meio de transporte são embarcações. A reclamação sobre a insegurança nos rios paraenses gerou debate ontem na Assembleia Legislativa, em uma sessão especial proposta pelo deputado Chico da Pesca (PT), que contou com a presença de representantes da segurança pública do Estado, Capitania dos Portos, Ministério Público, dos municípios do arquipélago do Marajó e do Baixo Tocantins, além de representantes de colônias de pescadores de todo o Pará, entre outros.

Há ribeirinhos que já foram assaltados mais de dez vezes em apenas um ano. Outros desistiram de morar à beira do rio, onde a locomoção é mais fácil, porque não aguentam mais a ação de piratas, que assaltam com requintes de crueldade as famílias ribeirinhas. A grande maioria vem vender a produção de pescado e da pequena agricultura no Ver-o-Peso, em Belém, mas tem sido surpreendida com a ação dos piratas.

A situação pior é da população do Marajó, com 16 municípios e mais de 400 mil habitantes e o pior índice de desenvolvimento humano do país. O policiamento é insuficiente, 12 dos 16 municípios não possuem sequer uma agência bancária, o que força comerciantes e prefeitos a circularem nas embarcações com dinheiro vivo. Mas o que mais preocupa a população é o isolamento entre as cidades locais.

Maria Gorete da Silva, da comunidade do Tartarugueiro, em São Sebastião da Boa Vista, já foi assaltada nove vezes desde 2009 até abril deste ano, quando teve toda a carga roubada da embarcação da família, numa viagem para a capital, e foi amarrada junto com os outros passageiros. “É preciso que as autoridades olhem para o Marajó e nos ajudem, não temos mais a quem recorrer!”.

Fernando Feio, presidente da Colônia de Pescadores de Cachoeira do Arari, afirma que é muito difícil encontrar um pescador que não tenha sido assaltado no trecho entre Marajó e Belém nos últimos seis anos. Ele ressalta que muitas famílias estão abandonando as colônias rumo às sedes das cidades com medo da violência. “A situação tem piorado nos últimos anos. Estão roubando até os peixes que levamos para vender no Ver-o-Peso”.

Situação semelhante de violência viveu o coordenador do Movimento de Pescadores do Pará (Mopesca), Tomaz Ribeiro, de Ponta de Pedras. Em parceria com o governo federal, a entidade conseguiu construir um entreposto pesqueiro na ilha de Outeiro, onde também funcionava uma fábrica de gelo para os pescadores associados armazenarem a produção. Em 5 de março deste ano, eles foram surpreendidos por 12 piratas fortemente armados, que chegaram de embarcação a motor pelo rio Maguari, renderam os trabalhadores, surraram alguns deles, incluindo Tomaz, e levaram todos os equipamentos do entreposto, inclusive quatro computadores doados pelo governo federal. “Desde lá a gente está em pânico e com dificuldades de armazenar a produção.”

AÇÃO
Os participantes na sessão especial apontaram o assalto ao navio que vinha de Soure a Belém, na semana passada, como a gota d’água para que se tome uma atitude radical de combate aos piratas. O autor da sessão afirma que não se pode planejar segurança pública no Pará sem levar em consideração os rios e a aquisição de equipamentos para policiamento fluvial.

Prefeitos dos municípios afetados pela criminalidade nas águas apelam por uma ação mais abrangente. Jaime Barbosa, prefeito de Cachoeira do Arari, alertou que além da desigualdade social no Marajó, a polícia local sofre com a falta de estrutura para atuar no combate ao crime, principalmente nos rios. Ele confessou que também já foi assaltado por três vezes em embarcações. Em uma delas, transportava o salário dos funcionários da prefeitura e, por sorte, os ladrões não levaram a bolsa com o dinheiro.

Segundo o prefeito, as prefeituras é que estão bancando reformas de delegacias, combustível para viaturas policiais, entre outros serviços. O representante da Polícia Militar na sessão, coronel Osmar Rocha, admitiu que a situação de insegurança nos rios do Pará é real, mas disse que desde fevereiro a segurança pública tem planejado ações para melhorar a prevenção e repressão ao crime no Marajó e Baixo Tocantins.

A primeira delas é conectar todos os 16 municípios por rádio, o que já está em funcionamento. Ele pediu ajuda das prefeituras para manter a parceria para segurança pública e anunciou que a partir deste mês a PM vai começar a controlar a entrada de pessoas a partir da ilha do Camará, entrada do Marajó.

Medo é companhia usual de quem viaja
Os ataques de piratas às embarcações têm sido cada vez mais frequentes. Na semana passada, 150 passageiros de um navio que partiu de Soure foram vítimas de um assalto comandado por onze “piratas”. Foram cerca de duas horas de pânico, com agressões e ameaças. O caso gerou repercussão e consequências na rotina de quem depende das travessias.

“Com esse negócio de piratas o pessoal parou de viajar no horário da noite, que é o mais perigoso. Antes o barco ia lotado, com mais ou menos 140 passageiros, e esse número reduziu pela metade porque as pessoas estão com medo”, conta o marítimo Everaldo Góes. Ele diz que nunca foi assaltado, mas conta que vários amigos já passaram por situações de terror e tiveram seus barcos atingidos por disparos. “Tenho ouvido muitas histórias, ultimamente tem acontecido frequentemente. Fico com medo, ainda mais quando se aproximam embarcações pequenas, como a ‘rabeta’. Na Ilha das Onças é pior, ela está tomada de piratas”, alerta Góes, que faz cerca de seis travessias por dia.

O pescador Manoel Gomes sempre atravessa o rio rumo a Abaetetuba. De acordo com ele, o temor é menor nos horários da manhã e nos trajetos curtos. “Para as localidades como Soure e Ponta de Pedras é mais perigoso, eles estão mais vulneráveis, principalmente de noite. Mas de manhã não deixa de dar uma tensão nos passageiros. Entrou no mar, já sabe que está sujeito a qualquer coisa ”. Ele também acredita que falta interesse das autoridades em fiscalizar. “Hoje a pirataria é uma epidemia, mesmo de dia eles atacam os ribeirinhos na baía. Eles têm armamento pesado e embarcações com motores potentes”, diz.

“Dá medo, a gente pensa que está seguro, mas não está. Não tem como se proteger, nem como evitar a travessia. Vou rezando na viagem”, afirma a dona de casa Marinea Lobato, que esporadicamente vai a Abaetetuba visitar a família. Maria do Socorro Assunção é cobradora e proprietária de um barco que faz travessias do porto do Ver-o-Peso. Sua embarcação já foi assaltada duas vezes há oito anos. “Esses assaltos vêm acontecendo há muito tempo. Agora eles estão agindo mais. Já levaram o reversor do nosso barco, que custa mais de 20 mil reais. Até hoje não conseguimos recuperar. Viajamos amedrontados”, explica.

Maria do Socorro reclama que os policiais sempre chegam com atraso quando acionados. Com a proximidade das férias, ela diz que a preocupação é ainda maior. “Nessa época as travessias são mais intensas. Não temos hora, o tempo todo estamos transportando, até de madrugada”.

O DIÁRIO contatou a Delegacia Fluvial da Polícia Civil, mas o delegado Samuelson Higaki declarou que somente hoje poderia passar dados ao jornal. (Diário do Pará)

Fonte: http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-135650-ACAO+DOS+PIRATAS+ESTA+FORA+DE+CONTROLE+NOS+RIOS.html (21/06/2011)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Jovem somali nega ser pirata perante justiça belga

Bruxelas - Um jovem somali negou hoje (quarta-feira) ter participado na captura do navio belga -Pompéi- no largo do seu país, em Abril de 2009, durante a abertura do seu processo em Bruxelas, o primeiro sobre pirataria na Bélgica.

"Eu nunca estive a bordo do Pompéi", declarou Omar Mohammed Abdiwahad, "de 18 anos", no seu interrogatório na câmara do tribunal correccional de Bruxelas.

O presumível pirata havia sido capturado em Novembro de 2010 no largo do Quénia pela fragata belga Louise-Marie, engajada na operação europeia de luta contra a pirataria, Atalanta, no momento em que participava no ataque do Petra 1, um navio de bandeira da Serra Leoa e fretado pelo Programa Alimentar Mundial (PAM).

O arguido foi reconhecido por três membros da tripulação do Pompéi, um navio belga sequestrado a 18 de Abril de 2009 ao largo da Somália, como sendo um dos assaltantes. As suas impressões digitais foram igualmente encontradas no Pompéi, segundo a justiça belga.

O Pompéi e a sua tripulação foram libertados a 28 de Junho de 2009, contra um resgate que, segundo o jornal belga Le Soir, se estima em 1,94 milhões de euros.

O jovem, cujas declarações foram traduzidas por um intérprete somali, reconheceu hoje (quarta-feira) que se encontrava a bordo do navio que atacou o Petra 1. Admitiu igualmente que a bordo desta embarcação encontravam-se armas e escalas.

Mas assegurou que "desconhecia o objectivo" das outras pessoas a bordo, que afirma conhecer "apenas um homem".

Dois marinheiros que se encontravam a bordo do Pompéi intentaram uma acção criminal contra si. Os seus advogados disseram hoje (quarta-feira) continuam a sofrer as consequências "físicas e morais" do seu rapto.

"O meu cliente viu uma bala roçar à sua cabeça", explicou o advogado de um dos marinheiros, sublinhando que o homem ainda não conseguiu retomar o seu trabalho por causa de problemas psicológicos.

O proprietário do Pompéi e a sua companhia de seguros fizeram também uma queixa.

Segundo a procuradoria federal belga, as condições de detenção eram particularmente agressivas. "Houve simulação de execuções quando as negociações estavam a caminhar mal", declarou à AFP o porta-voz da procuradoria federal, Lieve Pellens.

O jovem somalí, detido sob prisão preventiva desde a sua transferência para a Bélgica em Dezembro de 2010, é acusado em virtude de uma lei anti - pirataria que entrou em vigor no final de 2009, em relação ao Petra 1, e por uma lei sobre sequestros para o caso do Pompéi. O mesmo pode ser condenado a 30 anos de prisão por sequestro.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2011/5/24/Jovem-somali-nega-ser-pirata-perante-justica-belga,3a817593-9b0d-4dab-99d5-feb0034e9b63.html (15/06/2011)

Tom Hanks, Paul Greengrass e os piratas da Somália

Conhecido por uma grande parcela do público, mais pelo sucesso de seus filmes A Supremacia Bourne e O Ultimato Bourne do que pelo próprio nome, Paul Greengrass (foto) anda transitando por alguns projetos, mas de concreto nada ainda foi confirmado.

Agora mesmo, por exemplo, o cineasta está dividido entre o mar e o asfalto, depois que o estúdio Universal puxou o freio de mão no drama político Menphis, que seria pilotado por ele. Assim, surge no horizonte do cineasta a possibilidade de trabalhar com Tom Hanks na adaptação do livro "A Captain's Duty", escrito por Richard Phillips, refém e comandante do navio dominado por piratas somalis em 2009. Batizado de Maersk Alabama, o projeto da Sony Pictures precisa apenas esperar que Hanks, que será o protagonista, finalize seus trabalhos em Cloud Atlas.

Em outra ponta, existe um roteiro sendo escrito por Peter Morgan (Frost/Nixon) para Rush, drama baseado na vida de Niki Lauda, piloto campeão da Fórmula 1 e vítima de um acidente que quase causou sua morte em 1976, queimando boa parte de seu corpo. O projeto é da Working Title Films e promete mostrar, entre outras coisas, os fatos do trágico episódio e também a grande rivalidade com o piloto inglês James Hunt.

Fonte: http://www.adorocinema.com/cinenews/tom-hanks-paul-greengrass-e-os-piratas-da-somalia-7190/ (10/06/2011)

Los asaltan y los dejan en alta mar

Un pescador fue golpeado y arrojado al mar, otros dos están desaparecidos.

LA CEIBA, HONDURAS

No solo en las películas se ven ataques a pescadores en alta mar por parte de piratas que roban mercancías, en la actualidad bandas de delincuentes se están dedicando a esa activad que ha dejado como saldo una persona herida y dos desaparecidas.

Ayer en horas de la mañana, los elementos del cuerpo de bomberos, rescataron en las playas de esta ciudad, al pescador identificado como Tiburcio Collins, de 42 años, residente en la colonia Sierra Pina, quien presentaba quebraduras en los brazos y laceraciones en la cabeza, luego de ser atacado en alta mar por “piratas”, quienes lo dieron por muerto y luego arrojaron al mar.

En sus relatos el aún confundido pescador, dijo que estaba en plena faena cuando fue abordado por los sujetos, quienes se llevaron su embarcación con todo y lo que tenía. Luego de nadar varias horas, llegó hasta las playas de esta ciudad, cercano a donde está el plantel de la discoteca Le Pachá, en donde fue auxiliado, para ser llevado al hospital Atlántida.

Dos desaparecidos
En la aldea garífuna de Corozal, existe el temor que algo malo les ha pasado a los pescadores, René Antolín Ávila y Nelson Geovany Lambert, quienes desde el domingo salieron con la intención de ir a pescar en los alrededores de Utila, pero hasta ayer no se sabía nada de ellos.

Ambos pescadores que son considerados expertos en navegación, no han podido ser localizados.

El comandante de la base naval, Nelson Varela, dijo que hasta ayer recibió las comunicaciones sobre el caso.

“Desconocíamos este caso, así como el del pescador que fue agredido, nos pondremos de acuerdo con el personal de investigación para tomar medidas en el asunto”, dijo Varela.

Fermín Fernández, uno de los líderes comunitarios, explicó que ya se hicieron comunicaciones con pescadores de Utila, pero nadie sabe nada, “estamos preocupados, por lo que este miércoles, vamos a salir a buscarlos”, dijo.

Familiares de los desaparecidos esperan poder encontrarlos sanos y salvos.

Fonte: http://www.laprensa.hn/Sintesis/Lo-ultimo/Ediciones/2011/06/15/Noticias/Los-asaltan-y-los-dejan-en-alta-mar (14/06/2011)

'Alakrana': El diablo está en tierra, el infierno en el océano

TELECINCO.ES

Faenaban en las peligrosas aguas del Golfo de Adén a 413 millas de las costas de Somalia cuando un grupo de piratas fuertemente armados secuestró el 2 de octubre de 2009 a los 36 tripulantes de 7 nacionalidades distintas del atunero vasco Alakrana.

Los 47 días de cautiverio del buque pesquero español, una dramática historia que mantuvo en jaque a sus familias, al Gobierno, a los Servicios de Inteligencia y a la opinión pública, han sido recreados en 'Alakrana', miniserie que Telecinco estrenará el miércoles 25 de mayo, a partir de las 22:00 horas.

En su regreso a televisión, Miguel Ángel Silvestre (Verbo, Sin tetas no hay paraíso) encabeza junto a Francesc Orella (Los ojos de Julia, Alatriste) el elenco de este drama de suspense dirigido por Salvador Calvo (La Duquesa, Paquirri, Masala) y producido por Telecinco Cinema con Fausto P.C. y Zentropa Spain.

Dos jóvenes somalíes tratan de matar el tiempo en una barca en medio del mar mientras se dejan llevar por la corriente. Están demasiado alejados de la costa y el sol del Índico cae implacablemente sobre ellos mientras buscan algo que comer entre sus escasas provisiones. Llevan 17 días en alta mar cuando uno de ellos descubre la figura de un buque de pesca a travésde unos viejos prismáticos.

Los avistadores se llenan de alegría cuando comprueban que el barco no dispone de armamento y llaman al clan pirata para comunicarle la noticia y facilitarle su posición exacta gracias a un GPS. Así se inicia el secuestro del buque Alakrana por parte del cabecilla del operativo, El Hijoputa, y sus piratas, mientras los pescadores intentan recoger las redes con las que se encuentran faenando en ese momento. Los corsarios en tierra entran en contacto con un bufete de abogados en Londres que les facilita los datos sobre el atunero y el posible rescate que pueden pedir. Mientras la fragata de la Operación Atalanta intenta dar alcance al buque, un esquife con los dos jóvenes somalíes se cruza en su camino. Ambos son detenidos y puestos a disposición judicial en España.

Desde Kenia, los agentes del CNI y el embajador trabajan en la resolución de secuestro de los marineros, situación que se complica con la detención de los jóvenes.

El Hijoputa recibe órdenes de su jefe, El Presidente, desde tierra. Los marineros son presionados para que hablen con sus familias y forzar así al Gobierno a que libere a los dos detenidos y pague el elevado rescate. Bajo circunstancias extremas, los tripulantes sufren numerosas humillaciones y son separados: por un lado los marineros y por otro el patrón y el capitán. Intentan mantener la calma en tan difíciles circunstancias, pero a medida que pasan los días la situación se complica y aumenta el nerviosismo entre los secuestradores.

Las familias de los secuestrados exigen al Gobierno que traigan de regreso a los suyos sanos y salvos, pero el arresto de los dos somalíes dificulta el rescate. Varios flashbacks descubrirán el pasado de El Hijoputa y del patrón, dos visiones totalmente diferentes, pero a la vez cercanas. Mientras tanto los agentes del CNI, intentan sin éxito pagar un rescate, cruzando fronteras y estableciendo contacto con intermediarios, embajadores y traductores.

Víctimas, verdugos y mediadores
El joven capitán del buque, encarnado por Miguel Angel Silvestre, se enfrenta a la veteranía del patrón encargado de las faenas de pesca, interpretado por Francesc Orella. La amenaza reside en Somalia, donde la banda de los Burkab Abib, capitaneados por el actor Babu Cham, se encargarán de secuestrar el atunero Alakrana. Entre los marineros, Juan Carlos Vellido, Toni Sevilla, Paul Berrondo, Paco Hidalgo y José Yebenes, harán piña ante la terrible situación.

Sus familiares, entre los que destacan Edurne, la mujer del engrasador (Cristina Plazas), y Patricia, la hija del patrón (Irene Montalá), presionarán al Gobierno para llegar a una solución favorable para los marineros. En tierras africanas, los agentes del CNI, Fernando Cayo y Antonio Velázquez, negociarán con el embajador en Kenia, Carlos Hipólito, el armador del barco, Manel Barceló, y el abogado de Londres que representa a los piratas, Brendan Price.

El secuestro del Alakrana es una historia real, con una cronología precisa y ampliamente difundida por los medios de comunicación durante los 47 días de cautiverio. La simple narración de los hechos proporciona una historia de suspense, tensión e intrigas políticas que logra mantener vivo el interés del espectador. Sin embargo, hay algo más, algo que trasciende la propia anécdota del secuestro y que permite desarrollar un relato de mayor calado que supera esa mera relación de acontecimientos, como en las películas El jardinero fiel, United 93 o Black Hawk derribado.

Además, es una historia de alcance universal que une dos partes de una misma realidad, que son al mismo tiempo reflejos de un mismo espejo. Sin héroes ni villanos, ni vencedores ni vencidos, los marineros y secuestradores de Alakrana son las dos caras de una misma moneda: seres humanos expuestos a situaciones límite.

La moderna piratería que tiene lugar en las aguas del Índico es una de las situaciones con mayor repercusión mediática a nivel mundial que afecta a gran parte del mundo, desde Japón hasta Grecia. Sin embargo, hablar sólo de la piratería en esta miniserie no haría justicia al guión ni al planteamiento de la dirección.

Fonte: http://www.telecinco.es/tvmovies/detail/detail31079.shtml (24/05/2011)

Piratas marítimos: Problema internacional

Os piratas marítimos assaltaram dois barcos da ONU no estreito de Malaca, informou o Escrtório Marítimo Internacional com sede em Kuala Lumpur. Os navios transportavam material de construção para Aceh, na ilha indonésia de Sumatra, na noite de domingo.

Os piratas roubaram e arruinaram vários equipamentos do primeiro barco. No segundo barco foi os tripulantes os alvos ao serem despejados de todo o dinheiro e objectos pessoais.

Um relatório do Escritório, divulgado em Janeiro último, mostra que as rotas marítimas da Indonésia continuam a ser as mais perigosas.

Outro região perigoso que sofre dos ataques dos piratas é o Golfo da Tailândia, rodeado por Vietnã, Malásia, Camboja e Tailândia. Segundo o relatório 41 navios vietnamitas foram atacados na primeira metade do ano por pirates neste Golfo.

Vu Minh Luan, funcionário do departamento de Pesca, informou que não houve mortos nos ataques, mas que membros das tripulações de 26 navios assaltados em águas da província vietnamita de Ca Mau tiveram que pagar para evitar seu sequestro.

Outros 15 ataques piratas ocorreram na província de Kien Giang, mas as autoridades suspeitam que o número é maior, já que muitos dos pescadores extorquidos não denunciaram os fatos.

Segundo a fonte, em todos os casos os piratas estavam fortemente armados e se suspeita de que são parte de redes de pirataria de Camboja, Malásia e Indonêsia.
- O problema da pirataria piorou nos últimos anos. Aumentamos o número de patrulhas marítimas e alertamos os pescadores para que não se afastem muito do litoral – acrescentou Luan.

Em 2005, o Escritório Marítimo Internacional informou de uma grande escalada dos atos de pirataria em Vietnã, Somália e Iraque. Mas em total em todo o mundo o número dos ataques se diminuiu de 276 ataques de piratas em 2005 , até os 329 de 2004.

Mais de 30% dos casos aconteceram no arquipélago indonésio, que integra mais de 18 000 ilhas.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/piratas-maritimos-problema-internacional/250648/ (06/06/2011)

domingo, 12 de junho de 2011

El aumento de costes y la piratería llevan a la flota atunera a una situación "difícil"

Flota atunera española en aguas de Seychelles. // Efe

Pese a la normalización de las capturas en los últimos meses, el creciente gasto en combustible, seguridad y licencias limitan el balance de las empresas del sector.

P. PIÑEIRO - VIGO. La flota atunera española, que faena en el Índico pero también en el Atlántico y con gran parte de tripulantes gallegos, vive "momentos difíciles" en los que la rentabilidad de las empresas armadoras se ve lastrada por el importante incremento de los gastos de explotación que solo en parte compensó el año pasado la "cierta normalización" de las capturas con respecto a ejercicios anteriores.

Así lo señala Juan Pablo Rodríguez, responsable de Anabac, una de las dos asociaciones de armadores de esta flota. Rodríguez dibuja una situación "complicada" y en buena medida marcada por la actividad y la constante amenaza de los piratas somalíes. "Los gastos de la seguridad privada son muy elevados y, aunque valoramos los esfuerzos que hace la Administración, lo cierto es que por el motivo que sea no se está cumpliendo íntegramente el compromiso adquirido para ayudar a costear la seguridad a bordo", señala Rodríguez. Hay que recordar que Estado y comunidades habían asumido el pago del 25% del coste de embarcar a cuatro agentes armados por buque, que representa unos 10.000 euros al mes por barco, según fuentes del sector.

En paralelo, desde la flota se señalan otros "serios" problemas actuales que condicionan las cuentas de resultados, como el incremento del precio del combustible, la reducción de los acuerdos de pesca de la UE, el incremento del coste de los acuerdos empresariales para lograr licencias de pesca e, incluso, el serio revés que padece esta flota desde finales del pasado año por el conflicto político y armado en Costa de Marfil, que obligó a buscar puertos alternativos al de Abiyán, vetado unos meses. El único dato optimista que señala Rodríguez es que el año pasado las capturas recuperaron valores "normales" después de un par de años den que se habían reducido entre un 30 y un 35% en el Índico, según datos aportados entonces por el propio sector, que estimaba una reducción de capturas de entre 50.000 y 60.000 toneladas en 2009 frente a la media anual en esas aguas, de unas 200.000 toneladas y que cubren en torno al 40% de la demanda de la industria atunera española.

Por lo que respecta a la situación actual en el Índico, desde el sector se señala que "se vive una cierta tranquilidad, porque seguridad ya no hay nunca", por la actual temporada de monzón –que dificulta la salida al mar de los piratas– y por encontrarse ahora faenando en zonas alejadas de Somalia.

Fonte: http://www.farodevigo.es/economia/2011/06/09/aumento-costes-pirateria-llevan-flota-atunera-situacion-dificil/552641.html (08/06/2011)

Paul Greengrass hesita entre piratas e F1.

Por Tiago Alves

O realizador britânico prepara-se para assumir mais um filme baseado em factos reais.

O realizador Paul Greengrass e a Sony Pictures iniciaram negociações em torno do drama sobre o assalto ao navio mercante Maersk Alabama, na Costa da Somália.

Greengrass constava de uma pequena lista com realizadores adequados ao projecto. De acordo com alguns meios norte-americanos especializados em cinema, já terá sido sondado para dirigir o drama.

Caso aceite, Greengrass poderá dirigir Tom Hanks no papel de Richard Phillips, o capitão da marinha mercante norte-americana que foi sequestrado por piratas do mar na costa da Somália, em 2009.

O projecto adapta o livro "A Captain's Duty", escrito por Richard Phillips (na foto ao lado), em 2009, com o objectivo de revisitar a história vivida a bordo do Maersk Alabama.

O cargueiro navegava próximo da costa da Somália, com destino a Mombaça, no Quénia, quando foi tomado de assalto por piratas, em 8 de Abril de 2009.

O capitão Richard Phillips ofereceu-se como refém para garantir a segurança dos seus vinte subordinados. Ele foi salvo pela marinha norte-americana após ter passado cinco dias em cativeiro a bordo de um bote salva vidas.

O seu gesto foi considerado heróico e suscitou diversos elogios, nomeadamente do presidente Barack Obama, que reconheceu publicamente a valentia do capitão. No entanto, a operação de resgate não ficou isenta de controvérsia já que os piratas foram assassinados.

O realizador está associado ao projecto "Memphis", sobre a morte de Martin Luther King Jr, mas as rodagens desse filme foram adiadas por problemas financeiros, o que lhe dá margem para pensar noutros filmes.

Em alternativa, de acordo com a imprensa britânica, Greengrass poderá realizar "Rush", igualmente baseado em incidentes da vida real - o projecto dramatiza a rivalidade pessoal e profissional entre os pilotos da fórmula 1 Niki Lauda e James Hunt.

O argumento de Peter Morgan ("Frost/Nixon" e "A Raínha") recua até 1976 e evoca o terrivel acidente que quase vitimou Niki Lauda (foto ao lado) durante o grande prémio de Nürburgring, na Alemanha. Lauda tinha acabado de ganhar o seu primeiro mundial no ano anterior, e registava o melhor início de campeonato de um piloto de Fórmula 1.

A meio da temporada, Lauda liderava com o dobro dos pontos do segundo, o seu rival James Hunt. A revalidação do título parecia certa e a dinâmica foi quebrada por esse acidente.

Lauda ainda recuperou a tempo de retomar as derradeiras corridas do campeonato mas não conseguiu evitar a consagração de James Hunt, na derraderia prova, por um único ponto de vantagem.

São dois projectos à medida de Greengrass, o realizador de filmes de espionagem da série Bourne ("Ultimato" e "Supremacia") e de dramas baseados em factos reais, como "United 93" e "Domingo Sangrento". O seu mais recente filme foi o thriler "Green Zone: Combate pela Verdade" no cenário de guerra iraquiano.

Fonte: http://www.rtp.pt/cinemax/?t=Paul-Greengrass-hesita-entre-piratas-e-F1.rtp&article=4116&visual=2&layout=8&tm=54 (09/06/2011)

La primera mujer pirata

Por Silvio González (Jefe del Departamento de Difusión de Prensa Latina.)

La Habana, (Prensa Latina).- Una de las más famosas mujeres piratas que navegaron por el Caribe lo fue Anne Bonny quien luchó al mando del capitán "Calico Jack" Rackham entre los años 1718 y 1720. Famosos como pocos entre los bandidos del entonces turbulento Caribe en los inicios del siglo XIX, los hermanos Jean y Pierre Lafitte fueron corsarios, piratas, traficantes negreros y espías a sueldo del que mejor les pagara.

Bonny es la inspiración de innumerables libros, filmes y leyendas y aunque nació en Irlanda, en su infancia su familia la llevó a Charlestón, Carolina del Sur, por lo que se puede decir que fue estadounidense de origen irlandés. El nacimiento de Bonny, considerada como la primera de un puñado de mujeres piratas, fue el resultado de un romance escandaloso entre el abogado británico William Cormac y su sirvienta, Peg Bernnan.

El padre estuvo obligado a huir con su hija a tierras americanas, escribe Marcus Rediker en su libro Villanos de Todas Las Naciones. Cuentan que ya en su adolescencia, era rebelde y licenciosa, lo que provocó que fuera expulsada del hogar por su padre y se casa con el marinero James Bonny, de quien toma el apellido.
Luego se establece en New Providence (hoy Nassau, capital de Bahamas) y durante una ausencia de James conoce al capitán Rackham y queda enamorada del famoso aventurero, quien de inmediato le propone que lo acompañe en sus correrías por el Caribe y la costa del Golfo de México.

Bonny hablaba, bebía y peleaba como los demás marinos, según el libro Piratas Más Notorios, escrito por Daniel Defoe (1660-1731). Vestía como un hombre, sin que nadie sospechase que aquel apuesto joven, convertido en ayudante del capitán Rackham, en la privacidad de su camarote era una mujer ardiente de deseos.
En uno de los abordajes a mercantes perpetrados por Calicó es capturada y reclutada otra marinera que vestía de hombre, la inglesa Mary Read. Bonny descubrió su identidad femenina, las dos mujeres se hicieron amigas y Rackham la dejó quedarse a bordo.

Read y Bonny se convirtieron en dos de los más valientes miembros de la tripulación de Rackham. Como resultado de este romance arriesgado y clandestino entre Rackham y Bonny, ella quedó encinta y fue desembarcada en un secreto escondite de los vándalos del mar, ubicado en el litoral sur cubano, donde muchos confirman que dio a luz a una niña.

Azurina
Una misteriosa leyenda, que se extiende hasta nuestros días, surgió por aquella misma época en el sitio conocido como Tureira, cerca del poblado de Fernandina de Jagua (hoy Cienfuegos), en la costa sur de Cuba. De acuerdo con investigaciones históricas y arqueológicas, Tureria era el nombre de un asentamiento aborigen ubicado donde está hoy la ciudad de Cienfuegos, y significa "camino al cielo y a los dioses".

La leyenda cuenta que un campesino cubano nombrado José Díaz recibió una noche en su bohío la visita de uno de aquellos peligrosos bandidos del mar, célebre por sus fechorías. El capitán pirata explicó a Díaz que necesitaba le cuidara y alimentara a una recién nacida y le entregó ropas, joyas y abundante dinero que le servirían para paliar los gastos.

El marino, quien estaba acompañado entonces por una hermosa mujer, jamás le precisó cuando vendría a buscar a la niña. La menor creció bajo la protección de la familia de Díaz, quien la bautizó con el nombre de Azulina y a los 15 años ya era una belleza de piel blanca, cabellos rubios, con grandes ojos almendrados y azules.

Después de aquel momento, nunca más se supo que fue de Azurina o si permaneció en esa zona cienfueguera. En tanto, Bonny también se perdió silenciosamente en el anonimato después de haber llamado la atención de todos como una de las figuras de la Era de Oro de la Piratería. En plena época victoriana, donde la libertad de las mujeres era seriamente limitada, Bonny logró convertirse en una especie de heroína.
Muy poco recogió la historia, que dejó borrosa e inconclusa la trayectoria de esta mujer y, aunque muchos la consideran la primera feminista del mundo, nadie puede precisar la influencia que tuvo su figura en otras féminas de su época, o de la actualidad.

El 20 de octubre de 1720, Rackham y su tripulación fueron apresados por la marina británica en medio de una borrachera y solo Bonny y Read opusieron resistencia. Varios investigadores alegan que Bonny y Read estaban embarazas en el momento en que fueron sentenciadas a la horca el 18 de noviembre de 1720 en Jamaica por actos de piratería. Pero por su estado de gravidez ambas recibieron un aplazamiento en la ejecución.

Read murió de fiebre dos meses después en la prisión, pero el paradero de Bonny continúo siendo un indescifrable enigma, pues su registro oficial desapareció y todos aseguran que nunca fue ejecutada pues pudo ser liberada. Algunos estudiosos cuentan que el capitán Rackham pidió como su último deseo antes de morir en el patíbulo que le permitieran despedirse de su amada.

En esa última entrevista, Bonny le manifestó a su amante que si hubiera luchado como un verdadero hombre, no hubiera muerto ahorcado como un perro. Las osadas acciones de Bonny fueron una y otra vez transformadas, edulcoradas, contadas y magnificadas hasta convertirla en un paradigma deslumbrante de valor, apunta Nigel Cawthorne en su libro Sangre y Trueno en Alta Mar

Los últimos piratas del Caribe
El español Hernando de Soto partió a la conquista de la Florida después de participar en la expedición que descubrió Nicaragua y de ejercer brevemente como gobernador de Cuba entre 1538 y 1539. En busca de oro y otras riquezas, este personaje y sus soldados macheteaban su camino a través de la densa foresta norteamericana cuando de pronto descubrieron, casi sin quererlo, un esplendoroso río, según detalla David Swing Duncan en su libro: Una Búsqueda Salvaje en las Américas.

Así encontraron el Mississippi, que tiene una longitud de tres mil 770 kilómetros y conjuntamente con el Missouri, conforman una amplia cuenca hidrográfica que hace del primero uno de los más importantes ríos del mundo. Su cuenca es la mayor de toda Norteamérica y la tercera del mundo y su superficie es un tercio del territorio total de Estados Unidos.

Durante la época precolombina, ya constituía una importante vía de navegación para los pueblos originarios que lo llamaban "Meschacebé", que significa "padre de las aguas", según escribió el Inca Gracilazo de la Vega en su Historia del adelantado Hernando de Soto.

Otros colonizadores siguieron las huellas de aquellos españoles hacia ese fértil valle durante los 200 años siguientes y ya en 1682 el francés René Robert Cavelier de La Salle descendió hasta su desembocadura, donde reclamó las tierras que estuvieran bañadas por el mismo para la corona francesa.

En 1699 el también francés Bautista le Moyne, Señor de Iberville, dirigió una partida desde la desembocadura hacia el territorio indio conocido por Natchez y para 1716 ya los franceses establecieron Fort Rosalie, la primera colonia blanca en esa región mientras que la ciudad de Nueva Orleans era fundada dos años más tarde.
El Tratado de París en 1763 pone fin a la Guerra de los Siete Años y establece la cesión al Reino de Gran Bretaña de toda la parte del valle al este del Mississippi y a España las tierras occidentales.

El misterioso río convivía en silencio con indígenas rebeldes, piratas, traficantes negreros, corrientes impredecibles y sus traicioneros bancos de arena todo lo cual hacía de cualquier viaje por el mismo una verdadera odisea.

En el siglo XIX, el Mississippi es famoso por los peligrosos bandidos que proliferaban en sus márgenes e islotes, los que eran refugios ideales para cometer todo tipo de fechorías y llevar sus licenciosas vidas en secreto.

Entre los más notorios se encontraba el asesino John Murrell, ladrón de caballos y traficante de esclavos, quien tenía su cuartel en una de las islas de esa vía fluvial. Su notoriedad era tal que el escritor estadounidense Mark Twain le consagró un extenso capítulo en su famoso libro Vida en el Mississippi.

Los hermanos Lafitte
Famosos como pocos entre los bandidos del entonces turbulento Caribe en los inicios del siglo XIX, los hermanos Jean y Pierre Lafitte fueron corsarios, piratas, traficantes negreros y espías a sueldo del que mejor les pagara.

Retoños de vascos emigrados a Francia, hijos y nietos de paradigmáticos marinos, hicieron desde muy temprano una atrevida carrera en el mar según revelan varios historiadores.

En Nueva Orleáns, según el historiador Francisco M. Mota en su libro Piratas y Corsarios en las costas de Cuba, los hermanos Lafitte construyeron toda una serie de enclaves secretos escondidos a lo largo del delta del Mississippi.

De todos ellos el lugar que se hizo más famoso fue el nombrado de manera quijotesca como Barataria, en honor a la Ínsula imaginaria concebida en su principal obra por el genio de la lengua castellana, Miguel de Cervantes y Saavedra.

Multitudes de poderosos hacendados acudían a esa isla sin ni siquiera molestarse en encubrir el objetivo real de su viaje, el cual no era otro que comprar los numerosos lotes de esclavos capturados por los Lafitte.

Tanto era el contrabando que en noviembre de 1813, el gobernador de Luisiana William Claiborne, enfurecido por el creciente poder de estos piratas, hizo publicar un bando donde ofrecía una recompensa de 500 dólares a quien los capturara vivos.

Los piratas a su vez elevaron la recompensa a mil 500 dólares por la entrega en Barataria del que en lo adelante sería el más perseguido gobernador de Estados Unidos.

El poder de los Lafitte en lo referente a su accionar en el Delta y en el Mar Caribe duró cerca de tres lustros durante los cuales en muchas oportunidad las costas cubanas fueron atacadas por ellos sin ningún tipo de misericordia.

Cuando trabas legales afectaron el comercio de esclavos y Barataria fue destruida por buques de guerra de Estados Unidos, ellos traicionaron a los independentistas cubanos como ya lo habían hecho anteriormente con los insurgentes mexicanos.

Los temibles delincuentes le informaron a las autoridades coloniales españolas sobre una expedición que se organizaba en Filadelfia para liberar a los esclavos en Cuba.

De esta forma vil lograron el perdón de los delitos cometidos contra España y recibieron además el pago de una gran suma de dinero por sus servicios de espionaje.

Adicionalmente obtuvieron una patente de traficantes de esclavos que les permitiría abastecer legalmente a los ingenios cubanos durante un largo tiempo.

Los piratas devenidos ahora en hacendados compraron una finca en la habanera Calzada de Jesús del Monte y allí se trasladaron con el botín adquirido en sus andanzas por el Mississippi según revela la revista cultural cubana La Jiribilla.

Aquella finca también creó su propia leyenda, la cual perdura hasta nuestros días, según la cual muchos lugareños aseguran que allí esta aún enterrado el tesoro de los que hoy son considerados por los expertos como los últimos piratas del Caribe.

Fonte: http://www.bolpress.com/art.php?Cod=2011061203 (12/06/2011)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Produção quer Tim Burton como diretor de 'Piratas do Caribe 5'

Com uma bilheteria que, independente das críticas, vai muito bem obrigado, a produção da franquia Piratas do Caribe já começa a pensar num quinto filme da saga.

E de acordo com o site Cinema Blend, o sonho da equipe é mesmo ter Tim Burton como diretor, o que seria uma forma de manter Johnny Depp atrelado à saga, já que Burton e Depp têm uma parceria de longa data.

É bom lembrar que Depp ainda não assinou para o quinto filme e, recentemente, ele declarou que era preciso ter mais espaço entre os filmes Piratas do Caribe.

De acordo com o Cinema Blend, a Disney quer Rob Marshall, diretor deste último Piratas, mas que o sonho mesmo era ter Tim Burton à frente do projeto. Nomes como Shawn Levy, Sam Raimi, Chris Weitz e Alfonso Cuaron também estariam sendo cogitados.

Fonte: http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI5166773-EI1176,00-Producao+quer+Tim+Burton+como+diretor+de+Piratas+do+Caribe.html (03/06/2011)

Son Of Captain Blood (1962)

Também conhecido como “Il Figlio del Captano Blood”

Itália, Espanha, USA, 1962
Direção: Tulio Demecheli
Com: Sean Flynn, Alessandra Panaro, John Kitzmiller, José Nieto, Roberto Camardiel, Fernando Sancho, Ann Todd e Álvaro de Luna


Son of Captain Blood (01)


Son of Captain Blood (02)


Son of Captain Blood (03)


Son of Captain Blood (04)


Son of Captain Blood (05)


Son of Captain Blood (06)


Son of Captain Blood (07)


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Son of Captain Blood (09)


Son of Captain Blood (10)


Son of Captain Blood (11)


Son of Captain Blood (12)


Son of Captain Blood (13)

Los “piratas” somálies son pescadores en lucha contra el saqueo occidental de la pesca de arrastre y la descarga de basura tóxica.

Por Johann Hari, Mohamed Abshirwaldo , Najad Abdullahi

La prensa comercial en los países del norte sólo hablan de ellos cada vez que un occidental es secuestrado. Nunca han contado le verdadera historia de los «piratas» somalíes ni las condiciones de vida de sus compatriotas. Esta gente está en lucha contra el pillaje de pesca occidental y la descarga de basura tóxica en sus aguas de los países industrializados, principalmente a cargo de las mafias europeas. En este artículo del Proyecto Censurado, se explica cómo el caos político persistente en Somalia ha sido aprovechado por ciertos intereses, que representan a Somalia únicamente bajo el ángulo de la piratería: incluso la ONU ha demostrado mucha negligencia en cuanto a los tratados en vigencia para impedir el tráfico de desperdicios tóxicos. Se incluyen dos videos documentales.

La comunidad internacional condenó con fuerza y declaró la guerra a los piratas-pescadores somalíes, mientras protege discretamente las operaciones de sus flotas dedicadas a la Pesca Ilegal No Declarada y No Reglamentada (IUU, por su sigla en inglés) procedentes de todo el mundo, que pescan furtivamente y, además, descargan basura tóxica en aguas somalíes desde que cayó el gobierno de ese país hace 18 años.

Cuando colapsó el gobierno de Somalia, en 1991, los intereses extranjeros aprovecharon la oportunidad para comenzar a saquear las riquezas marinas que son las fuentes alimenticias del país y a utilizar las aguas sin vigilancia como vertedero de basura nuclear y tóxica.

Según el Grupo de Trabajo de Alta Mar (HSTF, su sigla en inglés), en 2005 más de 800 barcos pesqueros IUU operaban al mismo tiempo en aguas de Somalia, aprovechándose de la incapacidad del país de vigilar y controlar sus propias aguas y zonas de pesca. Los barcos IUU arrasan anualmente por un valor estimado de 450 millones de dólares en mariscos y peces del mar somalí. Al obrar así, roban una fuente inestimable de proteínas a una de las naciones más pobres del mundo y arruinan el sustento legítimo de vida de los pescadores.


Los reclamos contra la descarga de basura tóxica, así como la pesca ilegal, han existido desde principios de los años 90, pero las pruebas físicas emergieron cuando el tsunami de 2004 azotó el país.

El Programa de Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA) reportó que el tsunami arrastró contenedores oxidados de desechos tóxicos hasta las tierras de Puntland, en el norte de Somalia. Nick Nuttall, portavoz del PNUMA, dijo a la cadena de televisión árabe Al- Jazzera que cuando los envases fueron destrozados y abiertos por la fuerza de las olas, los contenedores sacaron a la luz una «actividad espantosa» que se había estado llevando a cabo por más de una década. «Somalia está siendo utilizada como vertedero para desechos peligrosos desde comienzos de los años 90, y continuó durante toda la guerra civil desatada en ese país», dijo.

«La basura es de muy diversas clases. Hay residuos radioactivos de uranio, la basura principal, y plomo y metales pesados como el cadmio y el mercurio. También hay residuos industriales, desechos de hospitales, desechos químicos. De todo».

Nuttall también dijo que desde que los contenedores llegaron a las playas, centenares de residentes han caído enfermos, afectados por hemorragias abdominales y bucales, infecciones en la piel y otras dolencias. «Lo más alarmante aquí es que se están vertiendo residuos nucleares. La basura radiactiva de uranio está matando potencialmente a los somalíes y está destruyendo totalmente el océano», dijo.

Ahmedou Ould-Abdallah, enviado de la ONU para Somalia, dijo que en la práctica el petróleo contribuyó a la guerra civil que dura ya 18 años en ese país, pues las compañías pagan para descargar su basura a los ministros del gobierno y/o a los líderes de la milicia. «No hay control gubernamental… y sí hay pocas personas con alta base moral…, están pagándole a gente dirigente, pero a causa de la fragilidad del «gobierno federal transitorio», algunas de estas corporaciones ahora ni siquiera consultan a las autoridades: «simplemente descargan sus desechos y se van».

En 1992 los países miembros de la Unión Europea y otras 168 naciones firmaron la Convención de Basilea, sobre el control de movimientos transfronterizos de desechos peligrosos y su almacenamiento. El convenio prohíbe el comercio de residuos entre los países signatarios, así como también a los países que no hayan firmado el acuerdo, a menos que haya sido negociado un acuerdo bilateral. También prohíbe el envío de desechos peligrosos a zonas de guerra.



Por asombrosamente que esto pueda parecer, la ONU ha desatendido sus propios principios y ha ignorado súplicas somalíes e internacionales para detener la devastación continua de los recursos marinos somalíes y la descarga de basura tóxica. Las violaciones también han sido largamente ignoradas por las autoridades marítimas de la región. Éste es el contexto en el que aparecieron los hombres que estamos llamando «piratas».

Hay acuerdo en que al principio los pescadores somalíes ordinarios fueron quienes usaron lanchas rápidas para intentar disuadir a los barcos descargadores y rastreadores, o por lo menos aplicarles un «impuesto». Se llamaron a sí mismos «Guardacostas Voluntarios de Somalia». Uno de los líderes de los piratas, Sugule Ali, explicó que su motivo fue «ponerle fin a la pesca ilegal y a las descargas de basura en nuestras aguas… No nos consideramos bandidos del mar. Consideramos que los bandidos del mar son aquellos que pescan ilegalmente y descargan basura, y portamos armas pero en nuestros mares».

El periodista británico Johann Hari observó en el diario estadounidense Huffington Post que, mientras nada de esto justifica la toma de rehenes, los «piratas» tienen, de manera aplastante, el apoyo de la población local que les da la razón. El sitio web independiente WardherNews1, de Somalia, condujo la mejor investigación que tenemos sobre qué está pensando el somalí ordinario.

Encontró que el 70% «apoya fuertemente la piratería como una forma de defensa nacional de las aguas territoriales del país».

En vez de tomar medidas para proteger a la población y las aguas de Somalia contra las transgresiones internacionales, la respuesta de la ONU a esta situación ha sido aprobar resoluciones agresivas que dan derecho y animan a los transgresores a emprender la guerra contra los piratas somalíes. Un coro de voces de países que demandan endurecer la acción internacional condujo a una precipitación naval multinacional y unilateral por invadir y tomar el control de las aguas somalíes. El Consejo de Seguridad de la ONU (algunos de cuyos miembros pueden tener muchos motivos ocultos para proteger indirectamente a sus flotas pesqueras ilegales en aguas somalíes) aprobó las resoluciones 1816, en junio de 2008, y 1838, en octubre de 2008, que «invitan a los estados interesados en la seguridad de las actividades marítimas a participar activamente en la lucha contra la piratería en alta mar fuera de las costas de Somalia, particularmente desplegando buques de guerra y aviones militares…»

La OTAN y la Unión Europea han publicado órdenes al mismo efecto. Rusia, Japón, India, Malasia, Egipto y Yemen se han unido a la batalla, junto con un número cada vez mayor de países. Durante años, las tentativas realizadas para controlar la piratería en los mares del mundo a través de resoluciones de la ONU no pudieron aprobarse, en gran parte porque las naciones miembros sentían que tales acuerdos afectarían a su soberanía y seguridad.

Los países son poco proclives a ceder el control y patrullaje de sus propias aguas. Las resoluciones 1816 y 1838 de la ONU, a las que se opusieron algunas naciones de África Occidental, del Caribe y Suramérica, por consiguiente fueron acordadas para aplicarse solamente a Somalia, un país que no tiene ninguna representación en las Naciones Unidas con fuerza como para exigir enmiendas destinadas a proteger su soberanía.

Igualmente, fueron ignoradas las objeciones de la sociedad civil somalí al proyecto de resolución, que no hizo ninguna mención a la pesca ilegal ni a los peligros de la descarga de basura. Hari preguntó: «¿Esperamos que los somalíes hambrientos permanezcan pasivamente en sus playas, remando entre nuestra basura nuclear, y nos observen cómo les arrebatamos sus peces para comérnoslos en restaurantes de Londres, París y Roma? No hemos actuado contra esos crímenes. Pero cuando algunos pescadores respondieron interrumpiendo el tránsito por el corredor marítimo del 20% del suministro de petróleo del mundo, comenzamos a chillar sobre esta «maldad». Si realmente queremos ocuparnos de la piratería, necesitamos extirpar la raíz que la causa –es decir perseguir a nuestros propios crímenes-, antes de enviar a las cañoneras a despejar la ruta de criminales somalíes».

Actualización de Mohamed AbshirWaldo (de WardheerNews)
Las crisis de piratería múltiple en Somalia no han disminuido desde mi artículo anterior, «Las dos piraterías en Somalia: ¿Por qué una palabra ignora a la otra?», publicado en diciembre de 2008. Continúa con nuevos bríos toda la piratería ilegal de pesca, la descarga de basura y el tráfico marítimo ilegal.

Los pescadores somalíes, convertidos en piratas como reacción a la pesca furtiva masiva extranjera armada, han intensificado su guerra contra toda clase de naves en el Golfo de Adén y el Océano Índico.

People & Power - The toxic truth - 17 January 09 - Part 1


People & Power - The toxic truth - 17 January 09 - Part 2


En una respuesta internacional, los gobiernos extranjeros, las organizaciones internacionales y los grandes medios de información se han unido para demonizar a Somalia y describir a sus pescadores como hombres malvados que sorprenden a las naves y aterrorizan a los marineros (aunque no se ha dañado a ninguno). E
Esta versión es distorsionada. Los grandes medios dijeron relativamente poco sobre las otras piraterías, la de la pesca ilegal y la descarga de basura. Las marinas de guerra aliadas del mundo –con una flota superior a 40 buques de guerra, de ellos 10 asiáticos, árabes y de países africanos, así como de muchas naciones miembros de la OTAN y de la Unión Europea– intensificaron su cacería de pescadores-piratas somalíes, sin importar si realmente practican la piratería o a la pesca normal en las aguas somalíes.

Las diversas reuniones del Grupo Internacional de Contacto para Somalia (ICGS, por su sigla en inglés) en Nueva York, Londres, El Cairo y Roma continúan haciendo parecer a los pescadores somalíes como demonios e impulsan acciones punitivas, sin una sola mención a las violaciones de la pesca ilegal y la descarga tóxica de basura, cometidas por los barcos de sus propias flotas. De los mismos países que se sientan en los foros del ICGS y de la ONU para juzgar a la piratería.

En la reunión anti-piratería del ICGS en El Cairo, el 30 de mayo de 2009, Egipto e Italia fueron los países que más insistieron en pedir un castigo severo para los piratas-pescadores somalíes. Mientras estos países ICGS se reunían en Roma (10 de junio de 2009), la comunidad local de la ciudad costera somalí de Las Khorey retuvo a una embarcación italiana y a dos barcos rastreadores egipcios abarrotados de peces capturados ilegalmente en aguas somalíes, que a la vez remolcaban dos enormes tanques sospechosos de contener basura tóxica o nuclear.

La comunidad de Las Khorey invitó a los expertos internacionales a que vinieran a investigar estos casos, pero hasta ahora no hubo respuesta a la invitación.
Debe señalarse que la IUU (sigla en inglés de Pesca Ilegal, No Declarada y No Reglamentada) y la descarga de desechos están ocurriendo también en otros países africanos. Costa de Marfil es otra víctima importante de la descarga tóxica internacional.

Se dice que los actos de piratería obedecen a la lógica de la desesperación, y en el caso de Somalia, ¿los piratas para unos no serian los guardacostas para otros?

Fonte: http://www.voltairenet.org/_Johann-Hari_?lang=es (06/06/2011)