sábado, 29 de outubro de 2011

Achado canhão de Barba Negra

(Foto: Chuck Beckley/AP) Canhão pesa 1.100 quilos e mede 2,4 metros

Arqueólogos dos EUA resgataram, no litoral da Carolina do Norte, um canhão que pertencia ao navio do pirata Barba Negra, o bucaneiro mais famoso da história.

O objeto, que pesa cerca de 1.100 quilos e mede 2,4 metros, estava submerso desde 1718, quando o navio foi afundado. “É uma descoberta fantástica”, disse Mark Wilde-Ramsing, diretor da expedição à agência Reuters.

Barba Negra, cujo nome verdadeiro acredita-se ser Edward Teach, ou Thatch, vivia na Carolina do Norte e capturou um navio de escravos francês em 1717, rebatizando-o Queen Anne’s Revenge (Vingança da Rainha Ane) e dando início a sua vida de saques. Ele eventualmente recebeu perdão da Coroa Britânica, mas segundo alguns especialistas, começou a ficar entediado e voltou ao crime.

O pirata foi morto a tiros, por voluntários da Marinha Real Britânica, em novembro de 1718, cinco meses depois de seu navio ter sido afundado na região.

Os pesquisadores passaram os últimos meses recuperando uma série de artefatos do Queen Anne’s Revenge, cujo naufrágio foi localizado em 1996.

Liderada pelo Departamento de Recursos Culturais da Carolina do Norte, a expedição já retirou do local 12 canhões junto com outros objetos como um copo de cristal, correntes e itens ligados ao sistema de velas do navio.

“Quatro das peças estavam municiadas com as balas de canhão e espoletas, e prontas para serem disparadas”, afirmou Sarah Watkins-Kenney, chefe da equipe de restauração do projeto.

Aproximadamente 50% do sítio arqueológico já foi examinado e cerca de 280 mil artefatos encontrados. Os pesquisadores esperam terminar o trabalho no local até pelo menos 2013.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-radar/achado-canhao-de-barba-negra/ (27/10/2011)

Encontrados dois navios de Sir Francis Drake

Material de pesquisa da expedição Francis Drake. DR.

Passados mais de 400 anos do desaparecimento de Sir Francis Drake, o lendário pirata inglês da era de Isabel I, foram encontrados dois navios da sua frota. Os caçadores de tesouros acreditam que a sepultura de Drake está próxima e que também é possível encontrá-la.

Uma equipa de caçadores de tesouros liderada por Pat Croce, fundador do St. Augustine Pirate e do Museu dos Tesouros dos EUA, afirma ter descoberto os dois navios afundados de Drake em Portobelo, na costa norte do Panamá.

"Temos 98% de certeza de que são os navios de Drake. A madeira carbonizada e a cerâmica inglesa a bordo confirmam as nossas suspeitas", disse Pat Croce.
Esta afirmação foi depois confirmada pelo arqueólogo marítimo Jim Sinclair, segundo o site noticioso "First Coast News".

Pat Croce descreveu a descoberta como "selvagem" e depois de alguns dias de busca em águas turvas, aproximadamente uma semana, a equipa encontrou parte do tesouro que tanto desejava. Ainda lhe falta o alvo de tantos caçadores de tesouros e historiadores: a sepultura de Sir Francis Drake.

A busca aos navios e à sepultura de Francis Drake começou depois de Pat Croce ter tido acesso a vários registos da época do pirata, incluindo um diário de Thomas Maynard, um membro da tripulação de Drake que navegou no Defiance. No diário, ele relata que o caixão de Drake pode ter sido depositado a três quilómetros dos destroços dos navios.

O caixão, todo em chumbo, foi concebido para garantir que ninguém iria encontrar o corpo, especialmente os espanhóis.

A equipa de Croce inclui especialistas e exploradores da Grã-Bretanha, França, Austrália, Panamá e Colômbia e usam os equipamentos mais sofisticados do mundo para explorar do fundo do oceano.

Corria o ano de 1595 quando, após um ataque ao Panamá, Francis Drake morreu de disenteria, tendo o seu corpo sido sepultado nas águas das Caraíbas. Segundo a lenda, o corpo do corsário foi lançado ao mar trajado com uma armadura de ouro de 18 quilates e uma espada, também de ouro, e os navios queimados e afundados para que a Armada Espanhola não pudesse tomar posse deles.

Drake, uma das principais figuras da corte de Isabel I, é conhecido como um dos maiores aventureiros da Grã-Bretanha. O pirata inglês é muito conhecido por ter completado a segunda circum-navegação do mundo entre 1577 e 1588, entre tantas outras aventuras.

Fonte: http://www.jn.pt/VivaMais/Interior.aspx?content_id=2081170&page=-1 (26/10/2011)

Sir Francis Drake's final fleet 'discovered off the coast of Panama'

Treasure hunters claim they have discovered two ships from Sir Francis Drake’s fleet off the coast of Panama and believe his coffin could lie on the seabed nearby.


By Barney Henderson, and Jon Swaine in New York

His burial at sea in full armour and in a lead casket was designed to ensure that no one – but especially the Spanish – would find his body.

Now, more than 400 years after Sir Francis Drake's death in the Caribbean, the great seafarer's watery grave may be close to being discovered.

A team of treasure hunters led by an American former basketball team owner claims to have discovered two ships from Drake's fleet lying on the seabed off the coast of Panama. The 195-ton Elizabeth and 50-ton Delight were scuttled shortly after the naval hero's death from dysentery, aged about 55, in 1596. It is thought that Drake's final resting place may be nearby.

Pat Croce, a former president of the Philadelphia 76ers and self-professed "pirate aficionado", embarked on a search for the ships after researching a book on the latter part of Drake's career, as a privateer plundering Spanish ships in the New World.

Mr Croce, 56, described the discovery as "pretty wild", saying that after several days of searching in murky waters, the team suddenly got lucky.

“It’s been truly miraculous,” Mr Croce told The Daily Telegraph. “You set yourself impossible goals in life but to find these two ships has been amazing.

“We are 98 per cent sure of their veracity. The charred wood, the lead on board, the English pottery from that period. And we’re confident no crew in its right mind would have deliberately sailed there.

Mr Croce said that based on multiple records from the time, including the journal of Thomas Maynard, a member of Drake’s entourage who sailed on the Defiance, the coffin was believed to be one league – or just over three miles – away from the wrecks.

Mr Croce described Drake as his “favourite pirate of all time”. “Here’s a fellow in the 16th century who sailed around the world and single-handedly wreaked havoc in the New World when navigation was still primitive,” he said. “Even Queen Elizabeth described him as her pirate. The British members of our crew have been very excited.”


Drake fell ill a few weeks after failing to conquer the port of Las Palmas. He died while anchored off the coast of Portobelo and his two badly damaged ships were scuttled to avoid them, or their contents, falling into Spanish hands. Mr Croce's team, which includes experts and explorers from Britain, France, Australia, Panama and Colombia, used what diving experts have described as the most sophisticated equipment in the world to scan the ocean floor.

After locating the two ships, they now hope to find Drake's body, which has long been the target of treasure hunters and historians.

"It's truly a needle in a haystack, but so were the ships. We found them within a week. We just haven't found him, yet," said Mr Croce, the founder of the St Augustine Pirate and Treasure Museum. The Elizabeth and Delight were emptied and torched after Drake died, so no treasure has been recovered, Mr Croce said.
The ships will remain in the water because they are the property of Panama, he added.

Marine archaeologists were amazed at the find. "We've really, I feel, hit a home run here with what we found with Pat," said James Sinclair, a marine archaeologist. "Finding the Elizabeth and Delight near where Sir Francis Drake is buried is as exciting to me as helping discover the [Spanish treasure ship] Atocha and
diving the RMS Titanic." He added: "Finding ship structures from that time period in this temperature water with the type of organisms that exist is a treasure in itself.

"We have an area that future students of underwater archaeology will be able to use for years to come."

Drake, one of the key figures of the Elizabethan court, is revered for his defeat of the Spanish Armada in 1588. One of Britain's greatest adventurers, he became only the second seafarer in history to circumnavigate the world between 1577 and 1580.

Fonte:http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/centralamericaandthecaribbean/panama/8847105/Sir-Francis-Drakes-final-fleet-discovered-off-the-coast-of-Panama.html (24/10/2011)

Marinheiros russos são horror dos piratas dos mares do sul

Hoje, no Dia dos Marinheiros das belonaves de superfície, na região de Murmansk deu-se o encontro solene da fragata Severomorsk que tinha mantido durante quase meio-ano o plantão de combate no golfo de Aden e na região do Corno Africano. A tripulação cumpriu impecavelmente a tarefa de que tinha sido incumbida pelo comando da marinha de guerra russa – garantir a segurança de navios mercantes que navegam nesta região.

EPA

Esta belonave percorreu ao todo 30 mil milhas. Os marinheiros da frota russo do Oceano Glacial Ártico escoltaram nas condições de tempo mais desfavoráveis onze caravanas de navios mercantes de todos os países do mundo. Trabalhamos apesar de procelas e do calor estupefaciente de 50 graus, depõe o vice-almirante Vladimir Korolev, comandante da Frota do Oceano Glacial Ártico.

A nossa campanha decorreu na região tropical, durante o verão. E é preciso constatar que tanto o pessoal, como o equipamento do navio e a própria belonave se mostraram perfeitos. Ao mesmo tempo, foram treinadas ações indispensáveis e suficientes de colaboração com navios de guerra estrangeiros, que se encontram lá no quadro da mesma missão.

Não faltaram também choques com piratas. Já no fim de seu tempo de plantão a tripulação da fragata russa impediu o seqüestro do petroleiro grego United Emblem. O valor da carga que se encontrava a seu bordo era estimada em cem milhões de dólares. Depois do ataque dos piratas, a tripulação do navio deu um sinal de alarme e abrigou-se na casa de máquinas. O petroleiro sem governo continuava a avançar a 15 nós numa direção desconhecida. O Severomorsk teve que começar a perseguição, relata o capitão-de-mar-e-guerra, Andrei Klimenko, comandante do navio.

Meia-hora depois estava pronto o helicóptero do grupo de assalto que realizou um vôo de reconhecimento. Durante a perseguição mais quatro navios mercantes foram incorporadas no processo de conversações, pois o raio de ação do posto de rádio portátil que estava à disposição do capitão do petroleiro não superava cinco quilômetros. Foram combinados todos os pormenores. Dois grupos que desembarcaram no navio fizeram sua vistoria. A tripulação pôde sair da casa de máquinas. Quanto aos piratas, estes fugiram ao ver o helicóptero se aproximando a fim de efetuar o reconhecimento da situação.

A luta contra a pirataria na região do Corno Africano e do Golfo de Aden realiza-se no quadro da missão naval da União Européia Atlanta, levada a cabo a partir de 2008, e da operação da OTAN Ocean Schield, iniciada em 2009. Os navios de guerra russos mantêm o plantão de combate junto do litoral da Somália já há três anos. A maioria dos piratas que atacam navios mercantes são jovens, naturais de Putland – um Estado auroproclamado na parte nordeste da Somália. De acordo com as estimativas da Associação de Ajuda aos marinheiros da África Ocidental, existem pelo menos cinco bandos básicos de piratas que congregam no mínimo mil terroristas armados. São pescadores locais, antigos militares que participaram das guerras intestinas da Somália, peritos que sabem lidar com a aparelhagem técnica e, em particular, com os navegadores GPS. Neste ano apenas 12% dos ataques de piratas resultaram no seqüestro de navios. Os demais foram rechaçados pelos navios militares de patrulhamento e pela aviação naval. As caravanas escoltadas pelo navio de guerra russo Severodvinsk não sofreram perdas. Ele foi substituído no plantão de combate pela fragata da frota russa do Pacífico, Admiral Panteleev, que já escoltou com êxito juntamente com o rebocador-salvádego Fotiy Kirilov uma caravana de navios sob diversas bandeiras do mundo que atravessaram a zona do risco.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2011/10/28/59526806.html (28/10/2011)

Pesquisadores recuperam canhão do navio do pirata Barba Negra na costa dos EUA

Arqueólogos americanos içaram nesta quarta-feira mais um canhão do naufrágio do navio do famoso pirata Barba Negra, na costa do estado da Carolina do Norte. Com 2,4 metros de comprimento e pesando cerca de uma tonelada, a arma estava no fundo do mar desde 1718, quando o navio do pirata foi afundado.

"É como se já fosse Natal", comemorou Mark Wilde-Ramsing, diretor do projeto de recuperação.

Barba Negra, cujo nome verdadeiro acredita-se ser Edward Teach, ou Thatch, vivia na Carolina do Norte e capturou um navio de escravos francês em 1717, rebatizando-o “Queen Anne′s Revenge” (Vingança da Rainha Ane) e dando início a sua vida de saques. Ele eventualmente recebeu perdão da Coroa Britânica, mas segundo alguns especialistas começou a ficar entediado e voltou a atuar. Barba Negra foi morto por voluntários da Marinha Real Britânica em novembro de 1718, cinco meses depois de seu navio ter sido afundado.

Os pesquisadores passaram os últimos meses recuperando uma série de artefatos do “Queen Anne`s Revenge”, cujo naufrágio foi localizado em 1996. Liderada pelo Departamento de Recursos Culturais da Carolina do Norte, a expedição já retirou do local 12 canhões junto com outros objetos como um copo de cristal, correntes e itens ligados ao sistema de velas do navio.

"Quatro dos canhões estavam municiados, com as balas de canhão e espoletas e prontos para serem disparados", contou Sarah Watkins-Kenney, chefe da equipe de restauração do projeto.

Aproximadamente 50% do sítio arqueológico já foi examinado e cerca de 280 mil artefatos encontrados. Os pesquisadores esperam terminar o trabalho no local até 2013.
Da Agência O Globo

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111027104941&assunto=18&onde=Mundo (27/10/2011)

Hallan en Panamá los restos del naufragio de la flota de Sir Francis Drake y buscan su féretro

Alfredo R. Mendizabal.- Otra de piratas del Caribe. Una expedición norteamericana de buscadores de tesoros alega haber hallado cerca de la costa panameña los restos del naufragio de la flota de Sir Francis Drake. Ahora buscan en el fondo del mar su cuerpo o lo que quede de él y están seguros de que no tardarán en encontrarlo gracias a sus investigaciones y al moderno equipo electrónico de rastreo con que cuentan. Héroe para los británicos y pirata para los españoles desde su victoria sobre la Armada Invencible de Felipe II en 1588, Drake murió de disentería en 1596 y su cuerpo fue arrojado al mar vestido con su armadura y dentro de un féretro de plomo en aguas próximas a la ciudad costera panameña de Portobelo. Su flota, que estaba de retirada tras un asalto fallido al ser repelido su intento de tomar San Juan de Puerto Rico, abandonó esas aguas caribeñas días más tarde.

Pero antes de partir, la tripulación de la flota hundió a propósito dos de los buques, el Elizabeth, de 195 toneladas, y el Delight, de 50 toneladas. Este pecio es el que están seguros de haber encontrado los buscadores de tesoros. Lo afirma con rotundidad el jefe de la expedición, Pat Croce, antiguo comentarista de televisión y ex presidente de los Philadephia 76ers, club de baloncesto de la NBA. Croce le ha dicho a The Daily Telegraph, que como el resto de la prensa inglesa se ha galvanizado con la noticia: ''Es realmente milagroso. A veces te marcas unas metas imposibles en la vida, pero verdaderamente el hallazgo de estos dos barcos es algo extraordinario'. Y añade: 'Estamos seguros en un 98 por ciento de la autenticidad de hallazgo. La madera carbonizada, el plomo a bordo, la cerámica inglesa de la época...'.

En otra entrevista con el tabloide Philadephia Daily News, que presenta el hallazgo en toda su primera página con el título de 'La llamada del botín', Croce muestra de nuevo su emoción: 'Los exploradores han intentado lograr esto desde siempre, y aquí estoy yo, un tipo de Filadelfia que va al Caribe y da en el blanco'. Sus palabras se quedan algo cortas para sus méritos: no es un buceador profesional ni un científico, pero su afición por el mundo de la piratería le viene de lejos. De hecho, posee un lucrativo negocio en San Agustín, en Florida, la ciudad más antigua de EEUU, fundada por Pedro Menéndez de Avilés el 28 de agosto de 1565. ¿Cuál es el negocio de Pat Croce en San Agustín? ¡Un museo pirata! Su nombre en inglés incluso suena más rimbombante: St. Augustine Pirate & Treasure Museum. Además, escribe libros sobre piratería para niños. Él mismo confiesa ser un 'aficionado' a investigar y documentarse sobre historias de piratas.

Con todo lo contento que está por lo que supone son los restos del Elizabeth y el Delight, Croce se muestra también realista en su búsqueda del féretro de Drake: 'Verdaderamente es buscar una aguja en un pajar, pero también lo eran los barcos, y sin embargo, los hemos encontrado en una semana. Así que desde nuestro punto de vista, a él no lo hemos encontrado... todavía'. La expedición la integran doce personas de varios países: Gran Bretaña, Francia, Australia, Panamá y Colombia. Entre ellos figura el arqueólgo marino James Sinclair, que sí tiene todos los antecedentes y requisitos para la búsqueda: participó, entre otras expediciones, en las que dieron con los restos del galeón español Nuestra Señora de Atocha y con el Titanic. Ambos descubrimientos se produjeron en 1985.

* * *

Sólo manda una palabra este martes: confusión. A 24 horas de la recumbre definitiva que debería alumbrar la salida del túnel, nadie parece estar seguro de nada. Los medios aquí titulan con entusiasmo el anuncio de Merkel del reforzamiento del fondo de rescate europeo hasta más de un billón de euros. Pero la prensa alemana en bloque baja la euforia: como dice Handelsblatt, a la cumbre irá el paquete 'siempre que lo apruebe antes el Bundestag'.

Horas antes de la cumbre europea, lo votará el pleno del parlamento alemán y no sólo en la comisión de Presupuestos, en una decisión de última hora forzada por el propio portavoz democristiano. Con ello, se completa el siguiente panorama de lo que The New York Times llama 'incomodidad' entre los europeos: pulso Sarkozy-Merkel que parece anar la alemana; bronca de Sarkozy a Cameron por interferencias en el euro; tirón de orejas de Sarkozy y Merkel a Berlusconi, que replica con un bufido y es apoyado hasta por sus enemigos en su desplante a lo que en Roma denominan 'comisión Merkozy'; 81 parlamentarios tories se rebelan contra Cameron, que de todas formas frena el intento de referéndum para salir de la UE; y las propias filas de Merkel se le revuelven y la canciller se lanza a una 'huída hacia adelante', en expresión de Der Spiegel.

Pero además, ya han surgido esta noche opiniones que recuerdan lo que se venía diciendo desde hace tiempo: que un billón no será suficiente, además de que las fórmulas del paquete pueden no ser todo lo ágiles que se necesitan. Financial Times Deutschland afirma, en efecto, que los líderes saben que el billón no sirve para blindar los riesgos de contagio a Italia y España. En el FT de la City londinense, George Soros detalla su plan de siete puntos para salvar el euro, y el hermanastro financiero de Sarkozy, Oliver, dice que si se quiere evitar la catástrofe, hay que frenar la salida de liquidez del sistema bancario europeo. Le Monde avanzó que se iba a conceder el uso preventivo del paquete para Italia, por si era urgente antes de su aprobación. Luego se desmintió.

Sobre la recapitalización bancaria, están las versiones como la de Cinco Días en el sentido de que la banca española precisa sólo 5.700 millones para recomponer su capital, aunque deberá provisionar 6.500 millones por depreciación de la deuda soberana. Pero a las cinco de la madrugada, Bloomberg ha divulgado su última actualización: los bancos italianos, españoles y portugueses pueden necesitar la mayor parte de los 108.000 millones de recapitalización, mientras los británicos, alemanes y franceses pueden evitar el golpe. La clave está en los bonos que cotizan por encima de su valor nominal. De ser verdad, daría todo un vuelco. Expertos consultados igualmente por Bloomberg temen el contagio a España de la crisis de la deuda tras la subida de la prima de riesgo, que ha puesto el coste del bono a 5,54%. Pronostican un déficit del 7%.

También los últimos indicadores como el PMI del índice compuesto de la eurozona advierten del riesgo inminente de que el parón pase a recesión. Y de nuevo el Financial Times, con un editorial titulado: 'Cae el crepúsculo sobre la guerra sucia de ETA'. Pide al Gobiero que 'elimine las últimas causas del descontento vasco'.
Aquí hay también mucha cobertura europea adicional. Según Jaume Viñas en Cinco Días, la UE debe ya 10 billones y Europa refinancia más de un billón de euros en vencimientos a lo largo de este año. Según Expansión, Europa pide ayuda a China y Rusia para salir a flote. Según Germán Gorraiz López en La Carta de la Bolsa, se va hacia 'la Europa de los 6', con 'una constelación de países satélites dentro de la órbita de la alianza franco-alemana'. Según José García Abad en El Plural, ZP está con Sarkozy y frente a Merkel. Según José Hervás en Capital Madrid, la agonía del Gobierno Berlusconi y la quita de la deuda griega amenazan a España, tras rebajar Moody's de golpe la calificación de Italia tres escalones. Según Luis Alcaide en el mismo medio, hay riesgo para el euro, que puede convertirse en una 'peseta europea'.

Otras novedades. Carlos Sánchez en El Confidencial, que Salgado cuadra las cuentas tras una 'oportuna' revisión del PIB y comunica a Bruselas que la economía crece 7.660 millones menos de lo estimado. Ana I. Gracia en el mismo medio, que Gallardón se rodea de un equipo de ocho secretarias, cuatro nombradas a dedo. Federico Castaño en Vozpópuli, que el PP dinamitará el blindaje del PSOE en los entes reguladores al preparar el desalojo de 21 altos cargos nombrados por el PSOE en la Comisión Nacional de Competencia (CNC), Comisión Nacional de la Energía (CNE) y Comisión para el Mercado de las Telecomunicaciones (CMT). Jorge Chamizo en Economía Digital, que los inversores que pujan por El Prat y Barajas dan por abortada la privatización y han optado por dejar en suspenso sus trabajos a la espera de una posible victoria del PP, que cancelará el concurso. D. Badía en Expansión, que Popular y Crédit Mutuel bautizan como Targobank su nuevo banco.

Fonte: http://www.capitalmadrid.com/news_links/769 (25/10/2011)

África: mercenários protegem navios comerciais contra piratas

Cada vez mais embarcações comerciais ao largo de África têm escolta privada armada a bordo para proteger contra a pirataria, o que às vezes roça os limites da legalidade e levanta preocupações sobre a proliferação de armas e mercenários no mar.

O recorde de 369 ataques no mar registados no mundo em 2011 prova que a presença de patrulhas militares não é suficiente para tranquilizar os proprietários de navios, que se estão a voltar para as empresas de segurança privada, uma das grandes 'indústrias' da África do Sul.

«É uma tendência massiva. Actualmente, a procura excede a oferta", diz Graham Cormack, director da Specialist Maritime Services, uma empresa especializada da África do Sul, que cobra 5 mil dólares diários pelo serviço de guarda privada com quatro homens armados.

«O principal problema para os governos é a questão da sua soberania e as leis do armamento, que não acompanham a evolução da ameaça», disse, à AFP, numa conferência acerca da segurança costeira na região de Cape Town.

Os navios com homens armados a bordo devem obter uma autorização, que é dada por um determinado país e pode violar a lei dos países vizinhos.

«É uma fonte de litígios», diz Joyce Marangu, investigador da Autoridade Marítima do Quénia, salientando que o uso de segurança privada presta «soluções, mas também tem sérios desafios», nomeadamente a questão da responsabilidade legal e os riscos de uma militarização privada do mar.

O Quénia faz fronteira com a Somália, país de origem de muitos piratas. Os somalis estão na origem de 208 ataques só este ano e cometeram 24 dos 36 sequestros de barcos ocorridos no mundo, mantendo atualmente como reféns cerca de 249 pessoas e 13 barcos.

Isto leva a custos exorbitantes do pagamento de seguros e de resgates para os proprietários e faz com que, por exemplo, nenhum barco turístico tenha ainda acostado este ano no porto de Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

A agência da ONU para os assuntos marítimos, a Organização Marítima Internacional (IMO), não recomenda o uso de guardas armados, mas é claro que essa solução tem uma «imagem positiva» para o sector, diz o capitão Philip Holihead, da IMO.

Embora vários países concordem que os barcos devem estar armados - estimam-se em 20% as embarcações com armas a bordo nos mares em risco - a África do Sul está cética. «Devemos evitar essas pessoas [os piratas], mas, ao mesmo tempo, nós não queremos ver a proliferação de armas em África, porque os problemas vão piorar», disse o vice-almirante da Marinha Sul-Africano, Johannes Mudimu.

Por seu turno, a câmara internacional dos armadores acredita que as escoltas não são uma solução a longo prazo, mas os Estados também não fazem o suficiente.

«Muitas empresas chegaram à conclusão de que os barcos armados foram uma alternativa necessária para que não tenham de evitar completamente o Oceano Índico, o que teria um enorme impacto prejudicial para o comércio mundial», disse o seu porta-voz, Simon Bennett.

Bennett admite que, por outro lado, o armamento nos barcos pode conduzir a um aumento da violência usada pelos piratas, aumentando o risco de as tripulações serem mortas.

Lusa/SOL

Fonte: http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=32407 (29/10/2011)

Arqueólogos recuperan un nuevo cañón del barco de Barbanegra

Los investigadores han pasado los últimos meses recuperando objetos antiguos del "Queen Anne's Revenge", ubicado en la costa de Carolina del Norte.

por Reuters

Un equipo de arqueólogos recuperó otro cañón de los restos hundidos del legendario barco del pirata Barbanegra en la costa de Carolina del Norte.

El cañón de 2,4 metros, que descansaba en el fondo de la Ensenada de Beaufort desde que el buque "Queen Anne's Revenge" (Venganza de la reina Ana) se hundió en 1718, estaba cubierto de un caparazón parecido al cemento compuesto por arena, sal y vida marina.

Barbanegra, cuyo verdadero nombre se cree que era Edward Teach o Thatch y que tenía una residencia en Carolina del Norte, capturó un barco francés de esclavos en 1717 y lo rebautizó como "Queen Anne's Revenge".

Los investigadores han pasado los últimos meses recuperando objetos antiguos del sitio de naufragio, localizado en 1996 por Intersal, con sede en Florida.

El Departamento Recursos Culturales del estado dijo que la expedición ya había recuperado una serie de objetos como cadenas, municiones de hormigón, un fragmento de vidrio de una copa y varios elementos relacionados con la nave.

En total, se han sacado y recuperado 12 cañones a través de un proceso de limpieza que puede llevar hasta cinco años.

El cañón sacado el miércoles será trasladado al laboratorio de conservación del Queen Anne's Revenge en East Carolina University.

Fonte: http://www.latercera.com/noticia/tendencias/2011/10/659-401536-9-arqueologos-recuperan-un-nuevo-canon-del-barco-de-barbanegra.shtml (27/10/2011)

Presos piratas acusados da morte de jovem

O nono integrante de uma das principais quadrilhas de “piratas fluviais”, conhecida por “Família Caterpillar”, foi preso na manhã de ontem, por policiais civis da Delegacia de Crimes Fluviais (DPFLU), ligada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Drco). Segundo a Polícia Civil, Elielson de Souza Marques, de 21 anos, conhecido como “Lourinho”, integrou o bando que assaltou a embarcação “Arca da Aliança de Anajá”, em Muaná, que resultou na morte da estudante universitária Rafaelen de Souza Cavalcante, de 20 anos.

Além dele, foi preso Odileno Martins Rodrigues, de 28 anos, o “Calu”, que também teria participação em pelo menos cinco roubos a embarcações. As prisões ocorreram em uma residência na passagem Duas Estrelas, bairro da Prainha II, em Belém.

Com as autuações, segundo o delegado Samuelson Igaki, titular da Deflu, foram desvendados todos os assaltos a embarcações registrados durante o ano de 2011. “Entre os crimes solucionados, de acordo com análise dos depoimentos dos outros integrantes da quadrilha, foi revelado o autor do assassinato da estudante universitária Rafaelen”, afirmou o delegado.

Com a prisão de “Lourinho”, o delegado concluiu que o autor do disparo que atingiu a jovem na nuca partiu da arma de Sirval de Jesus Fereira, conhecido por “Sniff” ou “Japonês”, preso no último dia 28 de setembro. Em depoimento, “Sniff” acusou “Lourinho” de ser o autor do disparo. “Mas, na verdade, a princípio ele usou uma estratégia de defesa e passou a culpar ‘Lourinho’, já que era o mais inexperiente da quadrilha e ainda estava foragido”, explicou Igaki.

Ainda segundo o delegado, o disparo que atingiu a estudante na nuca foi acidental. “Segundo os assaltantes, no momento em que “Sniff” puxou da mochila um revólver, a arma de fogo disparou de dentro da bolsa e atingiu Rafaelen. No momento, os criminosos fugiram do barco e apenas souberam da morte da jovem através da imprensa”, disse o delegado.

Apenas neste ano, Elielson confessou ao delegado que participou de cinco assaltos a embarcações, entre eles o “Arca da Aliança de Anajás”, em 22 de julho, em Muaná, no Marajó, e aos barcos “Jubileu II”, “Nossa Senhora da Conceição” e “Denildo Júnior”, ocorridos em forma de “arrastão” em 27 de julho deste ano, na região do Baixo-Tocantins.

O outro preso, Odileno Martins Rodrigues, de 28 anos, o “Calu”, confessou participação nos assaltos aos barcos “Princípe da Paz”, no início de 2011, e navio “Soure”, em 14 de junho passado, na baía do Marajó. “Odileno é foragido da Justiça de Muaná, no Marajó, desde abril do ano passado, e tem mandado de prisão preventiva por roubo em uma embarcação. “Lourinho”, “Calu” e todos os outros que já estão presos respondem pelo crime de formação de quadrilha armada e assalto seguido de morte (latrocínio)”.
LAÇOS DE FAMÍLIA

“Lourinho” é sobrinho de Abelardo Souza Marques, também conhecido por “Luciano”, líder da “Família Caterpillar”, preso em 8 de setembro deste ano. Ainda, segundo ressaltou o delegado Samuelson, o assalto à embarcação “Arca da Aliança de Anajás” foi cometido por duas quadrilhas - uma delas a “Família Caterpillar” e a outra o bando liderado por Sirval.

Os dois grupos criminosos se juntaram por intermédio do Edinogal Pedro Flor, o “Dinoca”, que também está preso. Outros três envolvidos no assalto à embarcação “Arca da Aliança de Anajás” permanecem foragidos, mas já estão com prisão preventiva decretada. (Diário do Pará)

Fonte: http://diariodopara.diarioonline.com.br/N-143499-PRESOS+PIRATAS+ACUSADOS+DA+MORTE+DE+JOVEM.html (08/10/2011)

Piratas somalíes liberan buque de propiedad griega con 23 tripulantes

Por XINHUA

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2011-10-04 Piratas somalíes liberaron un buque de carga griego con 23 tripulantes a bordo que fue capturado en febrero, a unas 260 millas náuticas al noreste de Salalah, en el Mar Arábigo.

El vocero de la Fuerza Naval para Somalia de la Unión Europea, Harrie Harrison, dijo que el buque "MV Dover" con bandera de Panamá, que fue capturado el 28 de febrero, fue liberado el viernes frente a la costa de Somalia, pero que hasta hoy llegó al puerto de Omán.

"Luego del pago de un rescate, el "MV Dover" fue liberado del control pirata frente a la costa de Somalia el 30 de septiembre. El buque llegó hoy al puerto de Salalah (Omán)", dijo Harrison hoy en un comunicado.

El carguero se dirigía hacia Saleef (Yemen) desde el puerto de Quasim (Pakistán) cuando fue atacado. El "MV Dover" cuenta con tres rumanos, un ruso y nueve filipinos.

El "MV Dover" está registrado en el Centro de Seguridad Marítima del Cuerno de Africa (MSCHOA, por sus siglas en inglés) y se reportaba con Operaciones Comerciales Marítimas Britanicas (UKMTO, por sus siglas en inglés).

El Golfo de Adén, cuerpo de agua que se localiza entre Somalia y Yemen es la principal ruta marítima entre Europa y Asia.

Buques sisterna con petróleo del Medio Oriente que cruzan el Canal de Suez deben atravesar primero el Golfo de Adén. Alrededor del cuatro por ciento del sumnistro mundial diario de petróleo es transportado por el golfo.

Los atques son llevados a cabo por bandas somalíes cada vez más coordinadas con armas automáticas y granadas propulsadas por cohete, de acuerdo con oficiales marítimos.

La nación de Cuerno de Africa ha estado sin un gobierno en funciones desde 1991 y sigue siendo uno de los países más violentos y sin ley del mundo.

La Fuerza de Tarea Combinada 150, una alianza naval dominada por Estados Unidos y con base en Djibouti, en el Golfo de Adén, patrulla el área dentro del golfo para ayudar a proteger a los barcos de ataques piratas.

Fonte: http://laestrella.com.pa/online/noticias/2011/10/04/piratas_somalies_liberan_buque_de_propiedad_griega_con_23_tripulantes.asp (08/10/2011)

domingo, 16 de outubro de 2011

Britânicos e americanos resgatam navio sequestrado por piratas


Navios das Marinhas britânica e americana assumiram o controle de um cargueiro sequestrado por piratas da Somália e libertaram a tripulação, informou o Ministério da Defesa britânico.

O cargueiro italiano MV Montecristo, sequestrado na segunda-feira, navegava no Oceano Índico, a quase mil quilômetros da costa da Somália.

O Ministério da Defesa britânico disse à BBC Brasil que os piratas se entregaram sem resistência quando forças britânicas e americanas abordaram a embarcação.

Representantes do Ministério das Relações Exteriores da Itália disseram à BBC que 11 piratas foram detidos e que a tripulação, de 23 pessoas, foi libertada.

Resgate
O navio britânico RFA Fort Victoria, que participa atualmente de operações antipirataria da Otan ao leste do Canal de Suez, respondeu a pedidos de socorro do navio italiano acompanhado de uma fragata americana.

Segundo relatos não confirmados, a tripulação - composta por italianos, indianos e ucranianos - teria se escondido em um compartimento blindado, o que teria dificultado aos piratas fazer reféns.

Nos últimos anos, piratas somalis vêm capturando embarcações no Oceano Índico na esperança de obter resgates pelo retorno das tripulações e dos navios.

Com o sucesso de algumas dessas operações, os piratas estão ficando mais ousados.
Em setembro, um grupo de piratas teria sequestrado a turista britânica Judith Tebbutt, de 56 anos, que estava hospedada em um centro turístico na costa norte do Quênia.

O marido de Judith, David Tunbridge, foi morto durante o sequestro.
Em 2010, os velejadores Paul e Rachel Chandler, da cidade de Tunbridge Wells, na Inglaterra, foram libertados após mais de um ano no cativeiro.

Nas últimas duas décadas, a Somália vem sendo devastada por conflitos entre milícias. Como resultado, armas e gangues criminosas são abundantes no país.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/10/111011_resgate_navio_piratas_mv.shtml (11/10/2011)

Orlando Bloom quer voltar a «Piratas das Caraíbas»

O actor Orlando Bloom, que interpreta o ferreiro Will Turner na saga «Piratas das Caraíbas», diz que adoraria voltar a trabalhar naquela produção para tornar a vestir o fato de pirata e embarcar em aventuras de acção.

«Fiquei bastante triste por não estar no quarto filme, e sinto muito a falta de trabalhar com eles», disse o artista ao Daily Star.

«Se eles dissessem que me queriam de volta, claro que o faria. É óptimo saber que a saga continua um sucesso», referiu.

O último título, «Piratas das Caraíbas: Por Estranhas Marés», foi o mais rentável até agora, com as receitas de todo o mundo a chegar aos mil milhões de dólares (cerca de 738,5 milhões de euros).

Actualmente, Orlando Bloom está a filmar a prequela de «Senhor dos Anéis», «The Hobbit: An Unexpected Journey», onde interpreta o elfo Legolas.

Entretanto, estreia esta quinta-feira uma nova versão de «Os Três Mosqueteiros», por Paul W.S Anderson, onde tem um papel de vilão, ao lado de Milla Jovovich, Logan Lerman e Matthew Mcfadyen.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=181&id_news=535687 (11/10/2011)

Pirataria custa 6,5 mil milhões por ano

Por Bárbara Silva

A pirataria representa prejuízos anuais de 6,5 mil milhões de euros para o comércio marítimo mundial.

A estimativa é dos proprietários de navios indianos, que exigiram hoje que as Nações Unidas criem uma força marítima especial para travar os ataques piratas ao largo da costa da Somália e no Oceano Índico. Neste momento, os piratas somalis mantêm reféns cerca de 26 navios e 600 marinheiros em cativeiro.

Desde o passado dia 1 de Setembro, a fragata da Marinha portuguesa D. Francisco de Almeida está integrada na operação Ocean Shield, da força naval permanente da NATO SNMG1, que combate a pirataria no Corno de África, uma das zonas com maior tráfego marítimo e onde se têm verificado numerosos ataques de piratas a cargueiros e petroleiros. A missão termina a 30 de Outubro.

Anil Devli, responsável da Organização Nacional de Armadores da Índia, disse hoje que foi enviada uma carta ao governo indiano para pedir a criação de uma força marítima sob o comando das Nações Unidas, à semelhança das forças de manutenção da paz, com vista a garantir a protecção e segurança das rotas marítimas no Mar da Arábia e no Oceano Índico.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/pirataria-custa-65-mil-milhoes-por-ano_128147.html (03/10/2011)

Piratas da Somália sequestram navio italiano com 23 pessoas a bordo

No primeiro semestre deste ano houve 266 ataques de piratas ao largo da Somália (Reuters)

Cinco piratas somalis sequestraram um navio italiano com 23 pessoas a bordo. A embarcação seguia de Liverpool, no Reino Unido, em direcção ao Vietname.

O sequestro foi confirmado pela empresa proprietária do navio Montecristo, a empresa Alesio Group, horas depois de se ter perdido o contacto com a embarcação. A bordo seguiam sete pessoas de nacionalidade italiana, dez ucranianos e seis indianos.

“Após dez horas de tentativas, podemos considerar que o navio foi capturado”, disse à AFP um porta-voz da Alesio Group. O sistema de alarme do navio foi activado ainda de madrugada (eram 5h44 em Lisboa), e na última mensagem do comandante foi anunciado que a embarcação tinha sido atacada “por um grupo de cinco homens armados”.

O navio tinha partido de Liverpool, carregado de sucata. A empresa proprietária está em contacto com as autoridades italianas e internacionais para “enfrentar esta situação de emergência”, os familiares dos ocupantes do navio já foram avisados e o ministério italiano dos Negócios Estrangeiros activou o seu gabinete de crise e contactou com as várias partes envolvidas.

Também a Navfor, organismo europeu de combate à pirataria, adiantou que já estão a ser efectuadas buscas com navios e aviões militares, enquanto o diário italiano La Repubblica noticiou que será enviado para a região um navio da NATO para tentar perceber o que aconteceu ao Montecristo. A operação da NATO contra a pirataria, que tem o nome de código de Ocean Shields, está também a investigar este desaparecimento.

Desde o início do ano já foram sequestrados dois outros navios ao largo da Somália, primeiro o petroleiro Savina Caylyn, com 22 pessoas a bordo, a 8 de Fevereiro, e depois o Rosario D’Amato, um cargueiro com 21 pessoas. Estas embarcações e as pessoas que levavam a bordo continuam sequestradas.

A costa da Somália é das mais perigosas do mundo para a navegação comercial. Nos primeiros seis meses deste ano houve 266 ataques de piratas contra barcos estrangeiros, sublinhou o El País, mais 70 do que no mesmo período de 2009.

Fonte: http://www.publico.pt/Mundo/piratas-da-somalia-sequestram-navio-italiano-com-23-pessoas-a-bordo-1515810 (10/10/2011)

Tanzânia inibe ataque a navio a serviço da Petrobras

A Marinha da Tanzânia evitou um ataque de piratas a um navio de exploração de petróleo a serviço da Petrobras e capturou sete suspeitos de participação no episódio, informou a Autoridade Reguladora de Transportes Terrestres e Marítimos do país africano.

O alvo do ataque foi a plataforma de exploração oceânica Poseidon, de propriedade da Ocean Rig of Norway. A ação ocorreu no momento em que a plataforma executava um serviço de exploração para a Petrobrás.

"O ataque ocorreu por volta das 20h15 (hora local) de segunda-feira, 23 milhas náuticas a sudeste da ilha de Mafia, cerca de 82 milhas a sudeste de Dar Es-Salaam", a capital tanzaniana, informou por meio de nota a Autoridade Reguladora de Transportes Terrestres e Marítimos

"As forças navais encarregadas de proteção à embarcação responderam, dominaram os agressores e os capturaram", prosseguia a nota.

"O plano de segurança funcionou conforme o esperado", disse por telefone um porta-voz da Ocean Rig of Norway.

Ações promovidas por piratas do mar tornaram-se comum nos últimos anos no Oceano Índico, mas ataques a plataformas oceânicas têm sido raros. Em setembro do ano passado, um navio da britânica Ophir Energy foi atacado na costa tanzaniana, mas a ação também foi repelida e um pirata foi capturado. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5917666/tanzania-inibe-ataque-a-navio-a-servico-da-petrobras.aspx (04/10/2011)

Piratas somalis têm quase 300 reféns e 15 navios sequestrados

Os piratas somalis têm sequestrados 277 tripulantes e 15 navios, revelou a Câmara de Comércio Internacional (CCI) à Agência Lusa, ao informar sobre o balanço da pirataria marítima nos primeiros nove meses do ano.

A nível mundial, até ao dia 27 de setembro, foram registados 346 incidentes de pirataria marítima, que levaram ao sequestro de 35 navios e respetivas tripulações, parte dos quais foram entretanto libertados, especificou a entidade em resposta a uma solicitação da Agência Lusa.

A CCI [International Chamber of Commerce, na designação em Inglês] dá ainda conta do alastramento da pirataria à África Ocidental, entre a Nigéria e a Guiné, e ao Brasil, em particular nas zonas do porto de Santos e Vila do Conde.

Dos 35 ataques registados, 24 foram na região da Somália, Corno de África, onde os piratas somalis mantêm "sequestrados 277 tripulantes, pertencentes a 15 navios aprisionados".

A CCI defendeu a "importância de continuar a resistir à pirataria e roubos à mão armada" que, no caso da Somália, já provocaram "a morte a 15 tripulantes e mais de 400 reféns", além de "milhões de dólares pagos em resgates" pelos armadores nos últimos anos.

Só durante o mês de outubro, os dados da CCI, ainda provisórios, já indicam "10 ataques, cinco dos quais na região da Somália", com os outros ocorridos no Vietname, Equador, na Venezuela, Tanzânia e Nigéria.

Acrescenta que os piratas "já estão a utilizar embarcações de alta velocidade" para atacar os navios ao largo, como ocorrido em 04 de outubro, com "cinco homens numa embarcação semi-rígida a abordarem ao largo de Guanta [Venezuela] um navio de contentores", especifica.

O último caso de pirataria foi registado pela CCI no porto de Vung Tau, no Vietname, no dia 10, com "homens armados a atacarem os tripulantes, para roubarem material transportado a bordo".

No rio Guayaquil, no Equador, no dia 07 de outubro, "15 homens com armas de fogo abordaram um navio mercante e rebentaram dois contentores para levar o seu recheio", concluiu a fonte.

A atividade de pirataria levou a que a comunidade internacional aprovasse duas operações militares para proteção dos navios, uma da NATO e outra da União Europeia, em que Portugal participa com navios da Marinha no patrulhamento, escolta e proteção das embarcações, na região da África oriental.

Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/?t=Piratas-somalis-tem-quase-300-refens-e-15-navios-sequestrados.rtp&article=488988&visual=3&layout=10&tm=7 (15/10/2011)

domingo, 9 de outubro de 2011

Tanzânia prende sete piratas após ataque a navio da Petrobras

Seguranças com a ajuda da Marinha conseguiram deter piratas em embarcação que prestava serviço para Petrobras

A Tanzânia anunciou nesta terça-feira a prisão de sete supostos piratas somalis depois de um ataque a um navio de exploração de petróleo e gás que prestava serviços para a Petrobras na costa do país localizado ao leste da África. A embarcação, da empresa americana terceirizada Tidewater, auxiliava nas operações de perfuração no Oceano Índico.

"O Centro Marítimo de Coordenação de Resgate (MRCC, na sigla em inglês) recebeu relatos de um ataque contra uma embarcação de exploração conhecida como Ocean Rig Poseidon", informou o Registrador de Embarcações da Tanzânia em um comunicado nesta terça-feira.

"No incidente, sete piratas armados em um barco pequeno atacaram o navio. O pessoal da segurança do navio, com a ajuda da Marinha tanzaniana, devolveu o fogo e conseguiu subjugar e prender os piratas."

A Petrobras tem um acordo de compartilhamento da produção para as bacias marítimas nos blocos 5 e 6 na costa da Tanzânia e iniciou o trabalho de exploração do barco Poseidon em Mtwara, no sudeste do país, em setembro.

A empresa brasileira, que investiu US$ 11 milhões na Tanzânia e planeja injetar outros US$ 14 milhões para desenvolver o porto de Mtwara, informou que a embarcação trabalhará na exploração durante 20 meses.

O incidente, que segundo as autoridades ocorreu na noite de segunda-feira a cerca de 82 milhas náuticas da capital Dar es Salaam, aumenta para 18 o número de piratas presos na Tanzânia em por ataques seguidos nas águas territoriais do país no Oceano Índico.

Em abril, a Tanzânia determinou que o Exército escoltasse os navios de petróleo e gás na costa do país para protegê-los de piratas somalis, que são suspeitos de sequestrar trabalhadores expatriados nos barcos de exploração buscando resgates volumosos.

Analistas advertiram que provavelmente os piratas somalis se voltariam para alvos menores, como turistas no vizinho Quênia, em resposta a uma defesa mais forte das embarcações comerciais feita por seguranças privados.

O incidente com o navio da Petrobras acontece após dois casos separados de sequestro de mulheres ocidentais no Quênia em menos de um mês. No sábado, uma francesa foi raptada de um resort e levada em um barco rápido para a região sul da Somália, que faz fronteira com o norte do Quênia.

Militantes somalis da Al-Shabab também intensificaram seus ataques no país do Chifre da África, deixando pelo menos 65 mortos em um ataque em Mogadíscio nesta terça-feira. O atentado suicida com um caminhão-bomba aconteceu em frente ao prédio do Ministério da Educação e deixou mais de 40 feridos, segundo autoridades.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/tanzania-prende-sete-piratas-apos-ataque-a-navio-da-petrobras/n1597256016178.html (04/10/2011)

Rússia na guerra contra a pirataria

Marinha russa já escoltou mais de 120 navios mercantes de várias bandeiras

Navios da frota russa do Pacífico estão ancorados no mar da Arábia, entre o golfo de Áden e as ilhas Socotra ou Socotorá, participando das operações internacionais de combate aos piratas que agem ao largo da costa da África. A missão da frota russa é proteger todas as embarcações que navegam pela região em frente ao chamado Chifre de Ouro da África, justamente a região em que mais acontecem os ataques dos piratas.

Desde que se envolveu nas operações internacionais de combate à pirataria, a Marinha russa já escoltou mais de 120 navios mercantes de várias bandeiras.

Fonte: http://www.diariodarussia.com.br/internacional/noticias/2011/10/03/russia-na-guerra-contra-a-pirataria/ (03/10/2011)

sábado, 1 de outubro de 2011

Conheça os 10 mares mais pirateados do mundo e fuja deles

Carlsberg Ridge é um dos lugares preferidos de piratas
Foto: stock.xchng/Divulgação


Piratas nos fazem pensar em histórias antigas, com batalhas no mar e caça a tesouros. Mas, nos dias atuais, piratas modernos ameaçam navegantes nas águas de algumas regiões, assaltando embarcações para roubar equipamentos e dinheiro, mas também sequestrando tripulações para pedir resgates.

O site americano Travel and Leisure criou uma lista com as águas mais perigosas do planeta onde você corre o risco de cruzar com estes piratas sem qualquer glamour.

1) Litoral da Somália
Próximo às rotas do Mar Vermelho, o litoral da Somália, com mais de 3 mil km, virou nos últimos anos um dos mais frequentados do planeta por delinquentes. Piratas a bordo de navios enviam grupos armados em pequenas lanchas à abordagem de veleiros e cargueiros, sequestrando os tripulantes e cobrando resgates altíssimos para liberá-los. Os piratas da Somália são conhecidos por serem cada vez mais violentos e ousados, atacando não somente o litoral do país, mas também de outros como Tanzânia, Quênia e Omã.

2) Carlsberg Ridge
O Carlsberg Ridge é uma área entre Maldivas e as Seychelles, no oceano Índico. Por estar nestas belas ilhas, o local é frequentado por muitos iates de luxo que atraem alguns visitantes indesejados que tentam abordagens para roubar tripulação e passageiros. No litoral das Seychelles, em abril de 2009, um grupo de delinquentes atacou o MSC Melody, mas passageiros e tripulantes conseguiram repelir a ação, jogando cadeiras e atirando nos piratas.

3) Litoral norte do Peru
O Peru tem mais de 3 mil km de litoral no Oceano Pacífico, com fronteiras com o Chile e o Equador. A cidade de Callao, na periferia da capital, Lima, tem o maior porto do país, e as águas das redondezas têm, não só piratas que assaltam cargueiros que chegam ou saem do porto de Callao, mas também traficantes de drogas, que levam a outros países a cocaína produzida no Peru.

4) Golfo de Áden
Situado entre a Somália e o Iêmen, entre o oceano Índico e o Mar Vermelho, o Golfo de Áden tem ataques voltados ao tráfego de carga do Canal de Suez. Mas sequestros a tripulações de turistas também acontecem, como quando uma família dinamarquesa foi capturada em 2009. Hoje, muitas medidas de segurança, com meios navais e aéreos, procuram acalmar a violência na área, mas continua pouco recomendado navegar por estas águas.

5) Mar da Arábia
Piratas, muitas vezes, migram em diferentes áreas, dependendo da temporada, para fugir das forças da lei, mas também em relação das mudanças climáticas. Durante as monções, o Mar da Arábia, parte do Oceano Índico que vai de Omã até a Índia, é tempestuoso demais para ser navegado tranqüilamente. Mas de outubro a maio, o lugar é um dos destinos favoritos de piratas somalis, que estendem cada vez mais sua área de alcance.

6) Das Seychelles à Tanzânia
A faixa de mar que vai das Seychelles até a Tanzânia tem belezas naturais que atraem cada vez mais turistas, além de uma movimentada rota marítima. Ambas, infelizmente, atraem também muitos piratas modernos, que não pensam duas vezes antes de abordar barcos de carga ou de turismo para assaltar ou sequestrar seus tripulantes. Em 2009 um casal britânico foi capturado e liberado depois de nada menos que treze meses, após o pagamento de um resgate.

7) Estreito de Malaca
O estreito de Malaca tem cerca de 800 km entre a península Malásia e a ilha Indonésia de Sumatra. Antigamente eram consideradas como as águas mais perigosas do mundo, com cargueiros e turistas sendo frequentemente atacados por piratas. Hoje, felizmente, o problema diminui bastante graças a um melhor patrulhamento das águas, mas alguns grupos de piratas continuam a atuar em algumas áreas do estreito.

8) Golfo da Guiné
O Golfo da Guiné, no litoral atlântico da África, banha países como Nigéria, Camarões e Costa do Marfim. Nos últimos anos, a riqueza petroleira da Nigéria fez com a pirataria em seu litoral aumentasse fortemente. Muitos barcos desviados do Canal do Suez para evitar a pirataria acabam atraindo novos piratas para a região.

9) Mar Vermelho
O Mar Vermelho banha diversos países, como Arábia Saudita, Egito e Israel. Tradicionalmente, piratas do Mar Vermelho se concentram em áreas pouco turísticas, na parte sul e na área de Bab-el-Mandeb, um estreito entre o Iêmen e o Djibuti. Neste ano, cerca de vinte ataques já foram registrados, mas sempre contra cargueiros, não contra barcos ou iates de turismo.

10) Litoral da Tanzânia
O arquipélago de Mafia Island, no litoral da Tanzânia, oferece lugares incríveis para a prática do mergulho. Com pontos turísticos como Zanzibar e as Ilhas Comores, o litoral é um destino muito frequentado por barcos e cruzeiros turísticos. Em janeiro deste ano, um cruzeiro com 348 passageiros foi atacado durante um jantar, mas o capitão conseguiu fugir e os passageiros, com muita sorte, voltaram ao porto sãos e salvos.

Fonte: http://vidaeestilo.terra.com.br/turismo/noticias/0,,OI5386692-EI18236,00-Conheca+os+mares+mais+pirateados+do+mundo+e+fuja+deles.html (01/10/2011)

A Fragata NRP D. Franciso de Almeida presta apoio a navio que foi alvo de sequestro por piratas

Na manhã de 30 de Setembro de 2011, a Fragata N.R.P. D. Francisco de Almeida em patrulha a poucas milhas da costa Nordeste da Somália, junto ao corno de África, foi solicitada para prestar apoio ao navio mercante Dover, que tinha estado em poder de piratas desde Fevereiro deste ano.

Dover, de bandeira do Panamá, com a tripulação constituída por 24 pessoas, foi agora libertado, sete meses depois, após pagamento de um resgate.

O Comandante deste navio mercante em contacto com o N.R.P. D. Francisco de Almeida solicitou apoio alimentar e médico para o pessoal da sua tripulação, para garantir o seu trânsito desde a costa da Somália até ao porto de Salalah, no Sultanato de Oman.

Prontamente, a bordo do N.R.P. D. Francisco de Almeida foi elaborado o plano de apoio, que consistiu no fornecimento de alimentos e água para mais de 3 dias, através do Helicóptero orgânico, e o envio de uma equipa de socorristas através das embarcações semi-rígidas do navio para efectuar a verificação do estado de saúde das pessoas a bordo.

Prestado o apoio necessário e garantidas todas as condições de segurança para a navegação, o Comandante do navio mercante Dover endereçou os seus sinceros agradecimentos à Fragata Portuguesa e prosseguiu viagem até ao porto seguro de Salalah, prevendo-se um trajecto de dois a três dias.

A Fragata NRP D. Francisco de Almeida é comandada pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Salvado de Figueiredo e possui uma guarnição de 185 militares, incluindo duas equipas do pelotão de abordagem do Corpo de Fuzileiros, e o destacamento do Helicóptero Lynx (Fenix) que embarcou para esta missão.

Integrada na Força Naval Permanente da NATO (SNMG1[1]), encontra-se desde 01 de Setembro, a patrulhar o mar junto á costa da Somália, na chamada Operação Ocean Shield. Esta Força Naval é comandada pelo Contra-almirante Gualtiero Mattesi, embarcado no navio italiano ITS Andrea Doria, e tem como principal objectivo proteger o tráfego marítimo que atravessa a costa da Somália, detendo e prevenindo actos de pirataria ou assaltos a navios naquela costa, incluindo, designadamente, o envolvimento de meios navais e de aeronaves de patrulhamento marítimo, garantindo a cooperação às Marinhas e Guardas Costeiras dos Estados Regionais.

[1] Standing NATO Maritime Group One
Fonte - EMGFA

Fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=95904&mostra=2&seccao=moldura&titulo=A-Fragata-NRP-D.-Franciso-de-Almeida-pre (30/09/2011)

Gobiernos se unen contra piratas

Por Noël Kokou Tadégnon

LOMÉ, sep (IPS) - Los más de 30 ataques piratas registrados este año en alta mar en la región de África occidental llevó a los gobiernos a convocar una reunión en Cotonou, Benin, en octubre para intercambiar información que permita contener el flagelo.

Los dueños de las embarcaciones denunciaron los incidentes en el Centro de Información sobre Piratería de la Oficina Internacional Marítima y subrayaron la creciente amenaza a la navegación en esta región petrolera.

Entre los últimos ataques se cuenta el secuestro del petrolero español Mattheos I con 23 personas a bordo, a la altura de Togo. Diez días después, los propietarios declararon a la prensa que el buque y la tripulación habían sido liberados sin pagar rescate, pero la compañía informó que los piratas habían robado parte del gasóleo.

Los gobiernos de los países de África occidental están preocupados por el aumento de ataques contra cargueros y buscan combinar sus limitados recursos mediante acciones concertadas, como las últimas patrullas conjuntas realizadas en el golfo de Guinea.

"Pero no queremos limitarnos a patrullas conjuntas entre Benin y Nigeria. Pronto las ampliaremos para incluir naves togolesas y ghanesas", dijo a IPS el comandante Maxime Ahoyo, jefe de Estado Mayor de la Marina de Benin.

"Si nos hacemos cargo del problema en aguas territoriales de Benin, pero por ejemplo, Togo no toma las medidas de precaución necesarias y no colaboramos con las autoridades togolesas y las de otros países, el fenómeno, que tiene largos tentáculos, no hará más que propagarse", añadió.

Consecuencias económicas
El presidente de la Comisión de la Comunidad Económica de Estados de África Occidental, James Victor Gbeho, pidió que se ampliaran las medidas contra la piratería de modo de incluir a todos los estados costeros.

"Los buques de nuestros estados costeros deben combinar permanentemente sus operaciones", dijo Gbeho a IPS, quien dijo estar convencido de que el problema de la piratería debe atenderse de forma integral. "El fenómenos se vuelve preocupante y podría tener consecuencias económicas para nuestros países. Por eso actuaremos con firmeza", añadió.

La piratería ya hizo que las aseguradoras marítimas de Londres colocaran a Benin en la lista de zonas de alto riesgo para el transporte por mar. El sector, representado por Lloyd’s Market Association, reclama cuotas más altas para cubrir los barcos que navegan por la región.

Con seguridad, la situación tenga repercusiones sobre los ingresos en los puertos regionales así como sobre el costo de los productos de consumo, señaló Bénetti Gagalo, secretario general ajunto de la Asociación de Consumidores Togoleses.

Asistencia externa
La urgencia de la situación llevó a los gobiernos regionales a solicitar apoyo de Francia y Estados Unidos, y ambos despacharon barcos a la zona.

La fragata francesa Germinal ya realiza tareas de patrullaje a lo largo de la costa de Benin, Togo y Ghana para tratar de neutralizar a los piratas y capacitar al personal portuario de los tres países.

"Recibimos a los marinos quienes participaron en todos los ejercicios de seguridad y patrullas que realizamos para prevenir actos de piratería. Además nos ayudaron con su conocimiento minucioso del área de operaciones", dijo a IPS el capitán del buque francés Sébastien Chatelin.

También está en el golfo de Guinea el navío estadounidense HSV Swift que capacita marinos benineses, togoleses y ghaneses en el marco del programa de cooperación militar Africa Partnership Station (APS).

"Nuestra misión es entrenar a nuestros socios africanos en materia de seguridad y precaución", explicó el capitán del buque estadounidense Rhett S. Mann.

"El programa APS nos permitirá trabajar haciendo frente a los problemas que afectan a nuestras áreas costeras", añadió el oficial ghanés Sam Nkruma.

Su colega beninés, Christian Oussa, agradeció el entrenamiento recibido a bordo de los buques.

"Podremos hacer frente a los piratas y a varios traficantes en mar abierto. Aprendimos a abordar barcos sospechosos para inspeccionarlos", detalló. (FIN/2011)

Fonte: http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=99225 (28/09/2011)

Piratas atacan y roban barco frente a costas de Africa Occidental

The Associated Press
CONAKRY, Guinea (AP) — Un grupo de vigilancia de barcos comerciales informó el viernes que piratas armados tomaron por asalto un buque de carga anclado frente a las costas de Guinea en Africa Occidental.

En tanto, el grupo marítimo danés Torm informó que los guardias de uno de sus barcos impidieron el ataque de presuntos piratas contra la embarcación en aguas del sur del Mar Arábigo.

La Oficina Internacional Marítima emitió el viernes un comunicado en el que dio a conocer que piratas atacaron el jueves un barco frente a Conakry, la capital de Guinea.

La oficina indicó que los piratas escaparon con dinero en efectivo y otras propiedades que eran trasladadas en el barco, mientras que las autoridades portuarias jamás respondieron a los llamados de auxilio.

En tanto, el vocero del grupo Torm, Jakob Risom, informó que seis hombres a bordo de un bote se acercaron el jueves al barco Torm Republic y dispararon contra el buque cisterna registrado en Dinamarca a medio camino entre Somalia y la India.

Risom afirmó que cuatro guardias armados británicos lanzaron disparos al aire como señal de advertencia y otros más al agua cuando los presuntos piratas decidieron abandonar su asalto.

En su declaración del viernes, Risom indicó que nadie en el barco resultó herido y que continuaron con su viaje según lo programado hacia Taiwán.

Fonte: http://feeds.univision.com/feeds/article/2011-09-30/piratas-atacan-y-roban-barco?refPath=/noticias/ultimas-noticias/ (30/09/2011)

Francesa é sequestrada por piratas somalis no Quênia

Do UOL Notícias

Uma cidadã francesa foi sequestrada neste sábado (1) por piratas somalis na ilha turística de lamu, no norte do Quênia, segundo informou o jornal “Daily News”. A turista foi abordada às 3h locais por homens armados na porta do bangalô onde estava hospedada, segundo a polícia.

De acordo com o periódico queniano, os piratas fizeram vários disparos e levaram a mulher a bordo de uma lancha. Marie Dedidue Manrd, jornalista aposentada de 66 anos, havia chegado de Paris há dois dias junto com seu companheiro, o queniano Lepapa Ole Moiyio.

O “Daily Nation” afirma que têm ocorrido ações semelhantes no norte do Quênia. Segundo as primeiras informações, ainda não confirmadas oficialmente, a Marinha do país cercou os sequestradores a cerca de 15 km da fronteira com a Somália e houve troca de tiros.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/10/01/francesa-e-sequestrada-por-piratas-somalis-no-quenia.jhtm (01/10/2011)