quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pirataria no Sudeste Asiático


Depois da neutralização da agressiva pirataria que durante anos assolou os navios comerciais que navegavam as águas que banham a Somália, esta criminosa atividade se deslocou principalmente para os mares do sul da Ásia.

Em cada cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), o assunto é citado sem falta dentro do que este bloco considera como desafios não tradicionais que enfrentam em conjunto.

Aparece listado junto a outras ameaças como a criminalidade transfronteiriça, o tráfico humano e de droga, as ingerências cibernéticas, os desastres naturais, a mudança climática e o terrorismo.

O Escritório Marítimo Internacional (IMB em inglês) acaba de informar que de 245 casos de pirataria e complô conhecidos em 2014 em todo mundo, 183 ocorreram nas águas da Ásia, e 141 deste último número correspondem ao Sudeste.

O diretor da entidade, com sede na Malásia, Pottengal Mukundan, apontou que o aumento deste tipo de crime se deve ao aumento dos ataques aos navios petroleiros que transitam por zonas litorais da região.

Trata-se de uma região de itinerários marítimos que transporta metade das mercadorias e um terço dos hidrocarbonetos do mundo.

Apesar dos esforços internacionais para reprimir a pirataria, esta continua com um crescente nível de violência, que deixou no ano quatro tripulantes assassinados, outros 13 feridos e nove sequestrados.

Em menos de três meses dois navios petroleiros do Vietnã foram assaltados na mesma rota entre Cingapura e o sul da Península Indochina - no último caso morreu um engenheiro por golpes - e todos os bens pessoais dos marinheiros foram roubados.

Para o IMB os esforços da polícia marítima da Indonésia merecem elogios por frear o aumento dos ataques em portos e lugares identificados como mais conflituosos.

Fora dos limites costeiros, os piratas são particularmente ativos nas águas ao redor de Palau e o mar do sul da China, onde 11 barcos foram sequestrados em 2014.

Também reconhece as ações adotadas pela Agência de Controle Marítimo da Malásia e outras forças navais de países da região.

Autoridades e especialistas neste tema concordam em apontar que o sudeste da Ásia se converteu em um ponto quente, junto com o golfo da Guiné, depois que o sucesso das operações internacionais reduziu drasticamente o número de assaltos provenientes da Somália.

Mas diferentemente do acordo de forças e recursos em uma zona relativamente limitada do oriente africano, um confronto de tal magnitude ainda está por se conceber nos extensos mares asiáticos.

O Instituto das Nações Unidas para a formação profissional e investigações (Unitar em inglês) expôs em um relatório que "nos países de média-baixa renda da Ásia que experimentam o maior crescimento per capita, as rotas de transporte adicionais devem ser exploradas e avaliadas".

Aponta em particular que a pirataria no estreito de Malaca continua sendo um problema importante para as rotas de segurança no leste do Oceano Índico.

Tirando da cabeça a imagem dos piratas representados em filme que abordavam galeões nos séculos passados, os do século 21 dispõem até do apoio do sistema de posicionamento global por satélite (GPS), usam fuzis automáticos e lança-foguetes, bem como embarcações de alta velocidade. Roubam dinheiro e pertences da tripulação e artigos diversos como televisores e vídeos. Alguns são simplesmente criminosos oportunistas que operam na costa de estados débeis, o que se considera roubo armado.

Os de agora continuam com prioridade a circulação de navios petroleiros, para extrair e levar seu conteúdo a outros cargueiros com dispositivos tecnológicos apropriados.

O Banco Mundial estima que ao todo a pirataria custa à economia global mais ou menos 18 bilhões de dólares, aumentando consideravelmente os custos do comércio marítimo.

A Asean, que no final de 2015 se constituirá em uma comunidade econômica, tem colocado no centro de suas preocupações tamanha ameaça para seus planos de integração e desenvolvimento.

Fonte: Prensa Latina

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/257677-9 (25/01/2015)

Primeiros detalhes da trama do novo “Piratas do Caribe” podem ter sido revelados?


Por Cine Set

A trama do vindouro novo filme da franquia “Piratas do Caribe” – o quinto – ainda está sendo mantida sob sigilo, mas o ator Brandon Twaithes pode ter deixado escapar alguns detalhes sobre a futura aventura do capitão Jack Sparrow. Twaithes, que já está confirmado no elenco como um soldado britânico que se alia a Sparrow, insinuou que a trama pode ter a ver com o personagem Davy Jones, vilão do segundo e do terceiro longa da franquia.

“Ainda não sei muito sobre a história, mas estou indo para a Austrália para começar a pré-produção daqui a um mês”, disse Twaithes. “O que sei é que é sobre um filho tentando se reconectar com o pai, Davy Jones. Há uma maldição que o impede de fazer isso. Acho que a trama é sobre isso, sobre ele tentando consertar essa situação e salvar o pai”.

O vilão Davy Jones foi vivido por Bill Nighy em “Piratas do Caribe: O Baú da Morte” (2006) e “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” (2007). No final deste ultimo filme o heroi Will Turner (Orlando Bloom) assumiu o lugar de Davy Jones no fundo do mar, e as declarações de Bloom sobre seu possível retorno neste novo filme agora fazem um certo sentido…

“Pirates of the Caribbean: Dead Man Tell No Tales”, ainda sem título em português, tem data de estreia marcada para 7 de julho de 2017. Além de Twaithes, estão confirmados no elenco Johnny Depp, Geoffrey Rush e Javier Bardem como o vilão da história.

Fonte: http://www.cineset.com.br/primeiros-detalhes-da-trama-novo-piratas-caribe-podem-ter-sido-revelados/ (22/01/2015)

Um segredo, um barco em Lisboa, um tesouro e um pirata


Um novo livro revela segredos históricos do Vaticano e de um tal "São Vicente", um barco que saiu de Lisboa em 1357 com um tesouro de um bispo, capturado por piratas.

O "São Vicente" saiu de Lisboa carregado com o tesouro de um bispo morto, Thibaud de Castillon, que incluía ouro, prata, anéis, tapeçarias, jóias ou altares portáteis.

Pelo que diz o autor do livro, de Castillon não teve que fazer um voto de pobreza (nem todos os sacerdotes eram obrigados a isso) e a forma conseguiu a sua riqueza era questionável. Por isso o Vaticano quis ficar com o espólio do bispo, quando ele morreu.

A missão do "São Vicente" era entregar o tesouro em Avinhão, França, onde estava baseado o Papa Inocêncio VI (1352-1362). Mas quando navegava perto da cidade de Cartagena (no que é hoje Espanha), o navio, com cerca de uma dúzia de tripulantes, foi atacado por dois barcos de piratas. Um deles era comandado por um homem chamado Antonio "Botafoc" (que significaria "explosão de fogo").

Azar dos piratas, já depois de roubarem o "São Vicente": o seu barco encalhou perto da cidade de Aigues-Mortes, França, e os marinheiros foram enforcados.

Leia mais (em inglês) sobre esse livro no link abaixo:
http://www.livescience.com/48067-pirate-tale-revealed-in-vatican-archives.html?cmpid=558326

Fonte: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4159532 (03/10/2014)

Caçador de tesouros busca ouro nas praias de Pernambuco

Engenheiro usa detector de metais para encontrar objetos. Foto: teresa MAia/DP/D.A Press

Por Marcionila Teixeira

O anel de ouro pesava 12 gramas. Cravado nele, um diamante. A joia brotou da areia do mar, depois de sabe-se lá quanto tempo perdida. Naquele dia, o caçador de tesouros deu um dos sorrisos mais largos de sua vida. Vendeu a preciosidade e recebeu dinheiro suficiente para sustentar a mulher e quatro filhos pequenos durante meses. A história do carioca Iguatemi Gonçalves de Souza, 47, e sua busca incansável pelo ouro no litoral pernambucano, começou durante um passeio despretensioso na praia.

A cena era aparentemente simples, mas Iguatemi, engenheiro mecânico formado pela Unisinos, no Rio Grande do Sul, não segurou a curiosidade. “O que você está cavando?”, perguntou a um desconhecido que mergulhava e, em seguida, cavava.

“Procuro objetos perdidos”, revelou. Desempregado, Iguatemi enxergou ali uma forma de fazer dinheiro. Se tivesse um detector de metais, além de sorte, talvez fosse mais bem sucedido que aquele homem.

Inicialmente, ele comprou um aparelho que não era à prova d’água e limitou suas pesquisas à areia seca. Depois, adquiriu outro, capaz de operar na água. Com parte do dinheiro da venda do anel de 12 gramas e diamante, investiu em um detector profissional, com capacidade para mergulhar até 63 metros. E os achados se multiplicaram.

Hoje, Iguatemi leva a vida mergulhando em busca de tesouros perdidos no Litoral Sul, onde vive desde abril do ano passado. Em alguns dias, chega a ficar 12 horas no mar, muitas vezes de madrugada, na maré baixa. Antes disso, viajava o país na função de supervisor de montagem industrial. “Com essa auditoria na Petrobras não estão contratando. Na verdade, estão demitindo”, lamenta o engenheiro, que acumula no currículo uma pós-graduação na Unicamp em terminologia de soldagem, além de passagem por Suape, onde trabalhou durante seis meses.

As alianças de ouro são os principais achados do caçador de tesouros. No dia em que o Diario acompanhou Iguatemi na praia de Muro Alto, em Ipojuca, ele localizou em pouco tempo três alianças de ouro. Uma delas pesava sete gramas e foi avaliada em R$ 560.

Entre os achados, estão relíquias comok uma moeda do século 18

Objetos antigos e raros também chegam às mãos dele. Um exemplo é o anel em ouro de 1736 - que diz ter pertencido a um pirata - composto por uma caveira com dois olhos de rubi. Moedas antigas, do século 18, ele guarda. “Estou pensando agora em negociar com colecionadores.”

Mas o detector de metais também avisa dos dejetos jogados ao mar. Os lacres de garrafas de alumínio são vendidos pelo filho de 14 anos. As tampinhas plásticas ganham o destino correto: o lixo. Iguatemi confessa ser viciado no que faz, mas deseja um emprego fixo. “Queria ir para o mar como hobby. Sonhava com aqueles garimpeiros em Serra Pelada. O que ganho hoje é uma incógnita”, desabafa. Morador de uma casa simples em Ipojuca, a vida do caçador de tesouros não é tão fácil quanto parecem ser seus achados.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2015/01/26/interna_vidaurbana,556681/cacador-de-tesouros-busca-ouro-nas-praias-de-pernambuco.shtml (26/01/2015)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Piratas do Caribe 5

Em outubro, a Walt Disney Pictures confirmou que iria filmar Piratas do Caribe 5: Os Mortos Não Contam Histórias em Queensland, na Australia. Agora, foram divulgadas as primeiras fotos do set, em Gold Coast Hinterland. Confira abaixo!

No novo filme da franquia, Johnny Depp reprisa o papel de Capitão Jack Sparrow, enquantoGeoffrey Rush retornará como Capitão Barbossa. Javier Bardem será o vilão, Capitão Brand eBrenton Thwaites foi escalado como o soldado britânico Henry. Há ainda o par romântico de Henry, que permanece sem atriz definida (as últimas notícias anunciavam que cinco atrizes estariam interessadas no papel). Além disso, rumores indicam que Orlando Bloom poderá retornar como William Turner.

Piratas do Caribe 5: Os Mortos Não Contam Histórias está sendo produzido por Jerry Bruckheimer, com direção de Joachim Ronning e Espen Sandberg. A estreia está prevista para ocorrer em 14 de julho de 2017 no Brasil.