domingo, 3 de janeiro de 2016

Espanha quer museu na Colômbia para o navio San José

Foto: O quadro "Ação em Cartagena", que retrata a batalha que afundou o San José. Está no Museu Marítimo, em Londres. O autor é Samuel Scott | DR

Espanha quer participar na criação do museu que venha a ser criado em Cartagena das Índias a partir dos destroços do navio San José.

O presidente da Colômbia, José Manuel dos Santos, foi o primeiro a avançar com a ideia de um museu para albergar os destroços do navio espanhol afundado em 1708 pela armada britânica logo no dia 5, numa conferência de imprensa em Cartagena das Índias. Não se falou na participação de outro país que não a Colômbia. "Este património é de todos os colombianos", disse o chefe do Governo do país sul-americano.

Espanha, através do secretário de Estado da Cultura, José María Lassalle, disse que iria estudar o dossier a fundo e faria o que fosse necessário para defender este património. No sábado, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel García-Margallo, reuniu-se com a homóloga colombiana, Maria Angela Holguín.

Agora, segundo o El Pais, fontes do Governo vêm defender um museu conjunto, que assim evitaria um conflito diplomático entre os dois países cujas relações são boas. Espanha, de resto, não se opõe a que o museu fique em Cartagena, desde que haja uma exposição temporária em Espanha.

Além dos destroços do navio, o San José carregava moedas e pedras preciosas assim como um vasto conjunto de canhões. As mesmas fontes do Governo, citadas pelo diário espanhol, salientam que este conjunto tem um valor histórico incalculável, fundamental para o estudo do império hispânico do século XVIII. "Não queremos que pensem que queremos levar o ouro", avançam fontes diplomáticas.

A mensagem é estabelecer acordos com Colômbia através do diálogo já que um processo jurídico pode ser longo e de consequências inesperadas, contextualiza o El Pais. Por um lado, a Colômbia não subscreve o convénio da Unesco de proteção do património subaquático, de 2001 e rejeita a jurisdição do Tribunal Internacional de Haya.

Mesmo os casos como o do navio Las Mercedes, que Espanha ganhou nos tribunais em Tampa, Floria (EUA), não abrem precedente para o San José. Nesse caso, o país processa uma empresa caça-tesouros.

Espanha defende que um museu com dupla nacionalidade, espanhola e colombiana, também teria vantagens para o país sul-americano, já que partilhariam os gastos. Esse montante não está contabilizado mas é avultado, já que implica trazer à superfície os destroços do navio.

A ministra da Cultura, Mariana Garcés, admitiu já que a investigação dos achados, que começa em 2016, requer equipamento de que o país não dispõe.

Ao mesmo tempo, arqueólogos especialistas em destroços subaquáticos são partidários de que tudo se conserve onde está, segundo o princípio de conservação in situ -- e até que exista tecnologia para o trazer ao de cima sem danos.

Para o presidente colombiano, encontrar o galeão é mais do que uma missão científica ou histórica. É uma questão identitária para o presidente José Manuel dos Santos. A ministra da Cultura diz que foi "um trabalho planificado". Em que está incluída a lei de 2013 que permite entregar até 50% dos achados arqueológicos com empresas caça-tesouros. Segundo o El Pais, esta lei poderia mesmo chamar-se Lei San José, de tal forma foi criada a pensar na possibilidade de se encontrar este navio.

No encontro, no sábado, o representante dos Negócios Estrangeiros de Espanha terá tentado convencer a homóloga de que um mau acordo é melhor do que um bom processo. Ideia que, segundo o El Pais, vale para o Equador e para o Peru, países que também podem vir a reclamar a sua parte no tesouro que venha a emergir do fundo do mar de Cartagena das Índias.

Fonte: http://www.dn.pt/artes/interior/espanha-quer-museu-na-colombia-para-o-navio-san-jose-4928866.html (22/12/2015)

sábado, 12 de dezembro de 2015

Colômbia pode ter encontrado o maior tesouro já descoberto no mar

Foto: Imagem mostra artefatos encontrados em navio naufragado na costa da Colômbia em 1708(Divulgação/Reuters/VEJA)

Arqueólogos acharam navio espanhol que afundou em 1708 no mar do Caribe carregado de ouro, prata, esmeralda e outras pedras preciosas.

Um navio espanhol carregado de ouro, prata, esmeraldas e outras pedras preciosas foi encontrado pela Colômbia mais de 300 anos após naufragar. Segundo o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, o galeão São José pode se o maior tesouro já descoberto no fundo do mar, com valor estimado de pelo menos 1 bilhão de dólares (cerca de 3,7 bilhões de reais).

O navio foi atacado pelos britânicos em 1708 no mar do Caribe, perto da costa de Cartagena. Eles pretendiam roubar a carga do galeão, mas o barco espanhol afundou e os pertences nunca haviam sido encontrados. A carga, que também inclui joias e pertences do então vice-rei do Peru, havia sido coletada na América do Sul em 1708 para ser enviada à Espanha e ajuda a financiar uma guerra do Rei Philip V contra a Grã-Bretanha.

Juan Manuel Santos, que anunciou a descoberta neste sábado em seu pefil do Twitter, disse que um museu será construído no país para expor os objetos encontrados no navio. Um time de arqueólogos continuará trabalhando para preservar a carga encontrada.

(Da redação)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/colombia-pode-ter-encontrado-o-maior-tesouro-ja-descoberto-no-mar/ (06/12/2015)

sábado, 5 de dezembro de 2015

Colômbia diz ter localizado navio San José, tesouro submerso mais procurado do mundo

Foto: Getty Images. Galeão San José.

Da BBC Mundo

O governo da Colômbia anunciou ter localizado os restos do galeão San José, o mítico barco que afundou perto da costa de Cartagena no século 18 enquanto transportava um grande tesouro com ouro, prata e esmeraldas para a Espanha.

O presidente colombiano Juan Manuel Santos anunciou a descoberta de forma empolgada pelo Twitter nesta sexta-feira. "Grande notícia: encontramos o galeão San José!", disse ele.

O navio, um dos maiores da época, transportava aquilo que viraria o maior tesouro submerso da história quando foi afundado por ingleses perto da península de Barú em junho de 1708.

Acredita-se que, a bordo, estavam 11 milhões de moedas de ouro, além de outras riquezas.

Na década de 1980, o Congresso da Colômbia avaliou a carga em US$ 11 bilhões. Outros cálculos falam em US$ 5 bilhões.

Com o passar os anos, o San José virou o sonho de muitos "caça-tesouros", que chegaram a travar longas batalhas legais com o governo colombiano.

"Acredito que, entre os tesouros lendários que ainda estão sendo buscados, o San José é aquele do qual as pessoas mais falam", disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Mark Gordon, presidente da empresa Odissey Marine Exploration, em 2011.

Em 1982, a empresa Sea Search Armada anunciou o descobrimento do galeão a poucos metros da costa de Cartagena, o que acabou sendo negado pelo governo colombiano.

Mas, em 1989, a empresa deu início a uma disputa legal com a Colômbia.
Em 2007, o tesouro finalmente foi declarado patrimônio cultural e histórico da nação pelo governo colombiano e um tribunal americano se pronunciou a seu favor quatro anos depois.

O governo da Espanha também reclama direitos sobre o San José, argumentando que ele pertencia a uma frota militar espanhola.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2015/12/05/colombia-diz-ter-localizado-navio-san-jose-tesouro-submerso-mais-procurado-do-mundo.htm (05/12/2015)

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

CURSO: Piratas e o Novo Mundo


Do USP Online

O Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos, Base Avançada de Cultura e Extensão da USP em Santos, promove o curso de difusão cultural: Piratas e o Novo Mundo.

As atividades acontecerão durante dois finais de semana: dias 5 e 6 e dias 12 e 13 de dezembro. Cada aula terá 3 horas de duração, sendo realizada das 14 às 17 horas aos sábados e das 10 às 13 horas aos domingos.

Ministradas pelo professor Paulo Edson Alves Filho, as aulas apresentarão as influências das investidas corsárias e piratas no Novo Mundo, denominação dada pelos grandes navegadores europeus em suas jornadas pelo hemisfério ocidental, mais especificamente nas Américas, a partir do século 16
As inscrições são gratuitas e estarão abertas de 16 a 30 de novembro ou enquanto houver vagas pelo telefone (13) 3203-3901 ou pelo email: resjesantos@gmail.com.

Mais informações: (13) 3203-3901, E-mail resjesantos@gmail.com; Site http://www.engenho.prceu.usp.br/

Fonte: http://www.usp.br/agen/?p=224957 (13/11/2015)

sábado, 19 de setembro de 2015

SOS de la sociedad civil panameña frente a los cazatesoros de IMDI y al cártel cazatesoros de Florida.

Publicado por José María Lancho


Siempre que veo en una página en internet, cada vez más, que ésta se puede leer en varios idiomas y junto a la opción del español encuentro la bandera de México, me parece algo emocionante y legítimo. Al menos el liderazgo en la cultura, en lo hispánico, es para quien se lo gana. En patrimonio subacuático México ha demostrado mucho más sentido técnico, jurídico y político que nuestras propias administraciones. Pero esta vez, la bandera grande, la que enlaza con una correcta traducción de la identidad viva que nos vincula, merece ser la de Panamá.

Bandera de Panamá

La sociedad civil panameña ha plantado cara sola al cazatesorismo sobre los galeones hispánicos en las aguas de ese país. En concreto frente a la empresa IMDI (Investigaciones Marinas del Itsmo, S.A.) y toda su conexión con el cártel cazatesoros de Florida, que en situaciones que contradecían cualquier legalidad nacional e internacional, venía explotando comercialmente los restos –al menos- del galeón San José. Fueron esos ciudadanos panameños lo que me permitieron documentar el expolio -consentido y cómplice por anteriores administraciones de aquél país, con silencio del nuestro- sobre un patrimonio histórico común. Efectivamente, el saqueo del San José en aguas del primer Estado que suscribió la Convención UNESCO, era un secreto a voces. Pero pudimos denunciarlo ante la comunidad científica en el Congreso IKUWA celebrado en Cartagena (España) en una ponencia precisamente denominada “Hacia un patrimonio cultural subacuático común hispánico”. Asimismo, fue el primer caso de expolio que se denunció, ante el mundo de la cultura, en un Hay Festival y finalmente, gracias de nuevo al diario ABC, lo fue desde las páginas de este periódico. Entonces, nuestro país tampoco quiso desarrollar una acción de Estado sino que, forzando el sentido de la UNESCO, mandó una representación a la que los cazatesoros respondieron desafiantes no sólo haciendo ostentación de la salida comercial, fuera del país, de buena parte del expolio sino trayendo a Panamá un barco aún mayor: el Sea Reaper III.

El Sea Reaper III, buque de refuerzo q fue traído a Panamá por los cazatesoros

Pero aunque la administración de nuestro país echara algún hueso a la prensa, desde aquí seguía sin hacerse mucho. Los que no cejaron fueron los anónimos héroes de la sociedad civil de Panamá que consiguieron involucrar a sectores jurídicos, culturales y políticos de ambos países. Sabemos que esas personas pueden estar en riesgo por el tipo de redes que andan detrás del expolio de galeones y del respaldo que tienen desde el cártel cazatesoros de Florida con el que, extrañamente, el estado Español jamás se ha enfrentado (hablamos de los Fisher y de un nutrido grupo de familias, empresas y fundaciones que incluso despreciaban a Odyssey por su empleo de alta tecnología para expoliar, pues para ellos bastaba el empleo de “buzones de correo”, es decir las “artes tradicionales” del saqueo y la destrucción de yacimientos arqueológicos de origen hispánico) que consiguen que la ley española no vincule ni siquiera a nuestros altos funcionarios. Interesante…

El Blue Water Rose, buque de los cazatesoros en Panamá

El tesón de la ciudadanía panameña ha servido para que las circunstancias legales, conforme al propio derecho panameño, de la compañía IMDI fueran revisadas. En ese sentido, y este abogado es testigo del inmenso esfuerzo desplegado por esos ciudadanos de Panamá, abordaron el problema de los cazatesoros desde todas las perspectvas posibles. Esas personas han dado la mayor dignidad cultural, ética y cívica a la expresión “hispánico”, y merecerían el mayor reconocimiento, incluido su consideración para el mismísimo Príncipe de Asturias, logrando que la Contraloría General de la República de Panamá denunciase, desde la legalidad panameña y tras un pormenorizado análisis técnico, las actividades de los cazatesoros.

Como primicia cito textualmente la NOTA Nº 2126-15-LEG de 19 de agosto de 2015 Contraloría General de la República que ha sido dirigida se ha recepcionado por la Dirección General del Instituto Nacional de Cultura, en concreto el 24 de agosto, que son los que deberían ahora actuar directamente contra los cazatesoros.

“Le solicitamos que, con fundamento en el artículo 62 de la Ley 38 de 31 de julio de 2000, revoque oficiosamente el permiso otorgado mediante la resolución nº 136-13 de la Dirección Nacional de Patrimonio Histórico de 16 de julio de 2013, así como cualquier otro acto mediante el cual se hubiese extendido la duración de dicho permiso, habida cuenta que, de conformidad con lo previsto en el artículo 12 de la Ley 14-1982, el mismo debe otorgarse mediante un contrato firmado por el Director del Instituto Nacional de Cultura y el concesionario, debe contar con el concepto favorable del Ministerio de Economía y Finanzas y, ser refrendado por la Contraloría General de la República, presupuestos que no fueron cumplidos por el Instituto Nacional de Cultura, quien por tal razón, emitió el mencionado permiso sin competencia para ello.

En caso de que la Dirección Nacional de Patrimonio Histórico del Instituto Nacional de Cultura no revoque oficiosamente la resolución nº 136-13 DNPH de 16 de julio de 2013, así como cualquier otro acto mediante el cual se hubiese extendido su duración, la Controlaría General de la República ejercerá las acciones legales que correspondan en ejercicio de la facultad que le otorga el artículo 280 (numeral 7) de la Constitución Política y el artículo 11 (numeral 8) de la Ley 32 de 8 de noviembre de 1984.

Por otra parte, es oportuno recordarle que cualesquiera actos de disposición, enajenación, adjudicación o traspaso de bienes que sean recuperados y salvados del fondo del mar deben ser sometidos al refrendo de la Contraloría General de la República, a fin de que nuestra Institución, en ejercicio de la función fiscalizadora, determine si dichos actos de afectación de fondos o bienes públicos cumplen con los requisitos establecidos en el ordenamiento jurídico, de conformidad con lo normado en el artículo 280 (numeral 2) de la Constitución Política, desarrollado por los artículos 11, 45 y 48 de la Ley 32 de 1984, entre otras disposiciones legales.”

Esta resolución debe tener consecuencias inmediatas y el más pronto y potente refuerzo desde España y el resto de la comunidad hispánica, incluido Estados Unidos, frente a una práctica que confiamos que acabará siendo asimilada una forma de piratería moderna.


Es fundamental ahora que las Autoridades del Gobierno de Panamá sean congruentes (e invitamos, en ese sentido, a las autoridades del Reino de España, a sus funcionarios del Ministerio de Asuntos Exteriores, de Justicia y desde luego a las autoridades de Cultura a que intervengan) y se persiga no sólo la interrupción de ninguna nueva actividad sobre el pecio, sino que se inste la confiscación y recuperación de los bienes históricos que necesariamente han sido obtenidos de forma irregular -desde luego desde el 2013- no sólo desde el derecho español, sino desde el derecho panameño, y que están en manos de los responsables de IMDI con la intención de comercializarlos. Europa no debería ser nunca más el mercado de este tipo de restos.

Curiosamente, el Sea Reaper III zarpó del puerto de Colón (en el Caribe) el 24 de agosto, el mismo día que el Instituto Naciona de Cultura (INAC) recibió la anterior Nota de la Contraloría.

Pace ser que el navío navegaba en dirección a Estados Unidos y se detuvo en Port Antonio, Jamaica sin ningún sentido aparente. Nos tememos, expresado esto en términos de hipótesis, necesaria dada la actividad cazatesoros sobre un buque histórico que aún ostentaría la cualidad de buque de guerra que hayan buscado un lugar remoto y opaco de Jamaica para descargar el denominado tesoro.


Es hora de no dejar solo a esos ciudadanos de la cultura universal e hispánica, como tantas veces se ha hecho y con tantos héroes anónimos, al menos en este ámbito del patrimonio, y que hacen que todavía tenga un sentido digno sentirse hispánico en el difícil camino de esta humanidad presente.

Fonte: http://abcblogs.abc.es/espejo-de-navegantes/2015/09/09/sos-de-la-sociedad-civil-panamena-frente-a-los-cazatesoros-de-imdi-y-al-cartel-cazatesoros-de-florida/ (09/09/2015)

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Hallan en la costa de Florida 350 monedas de oro valoradas en 4,5 millones dólares

Foto: Abc. Monedas de oro halladas en las costas de Florida

efe / miami

El tesoro está compuesto por «cientos de escudos, doblones y reales» que formaban parte del cargamento que transportaba la Flota Española de 1715

Submarinistas de una compañía cazatesoros de Florida (EE.UU.) han recuperado del fondo marino de Vero Beach, en la costa este del estado, 350 monedas de oro valoradas en 4,5 millones de dólares, procedentes de un galeón español de principios del siglo XVIII, informó hoy la empresa. Menos de un mes después de que una familia recuperara, utilizando un detector de metales, 60 monedas de oro valoradas en más de un millón de dólares, la compañía 1715 Fleet-Queens Jewels, poseedora de los derechos sobre varios lugares del naufragio, ha hecho el anuncio de este nuevo hallazgo.

«Unas 350 monedas de oro, incluidos nueve reales valorados cada uno en 300.000 dólares, fueron recuperadas los pasados 30 y 31 de julio. Este hallazgo asombroso tuvo lugar durante el trigésimo centenario de la flota española de 1715. Felicidades al equipo de (la nave) la Capitana, ¡el mejor que nunca ha tenido!», señala la compañía en su página web, en la que aparece fotografías de los submarinistas exhibiendo las monedas.

El tesoro está compuesto por «cientos de escudos, doblones y reales» que formaban parte del cargamento de oro que transportaba la Flota Española de 1715, que zarpó desde La Habana rumbo a España, pero once naves se hundieron en las costas de Florida debido a un huracán que se cobró la vida de un millar de personas. Una parte del oro, la plata y otros objetos que quedaron diseminados por el suelo marino fueron recuperados tras la tormenta, pero los historiadores y cazatesoros creen que millones de dólares en plata y oro permanecen todavía en el fondo del mar.

La compañía 1715 Fleet-Queens Jewels, fundada en 2010 por William y Brent Brisben, es una de las que opera en aguas de Florida, un Estado que atesora en cada yacimiento subacuático una cápsula del tiempo cuyo valor histórico y cultural permanece todavía sellado en un gran número de casos. Si bien esta empresa afirma en su web que su prioridad es «llevar la asombrosa historia de la flota de 1715 al público» y «educar a la gente sobre la colonización española del Nuevo Mundo», en otra, se convierte en almoneda de oro, plata y artefactos extraídos.

«Aquí está tu oportunidad de poseer una pieza rara y valiosa de la historia del tesoro de la flota 1715. Tenemos escudos de oro y reales de plata. También ofrecemos monedas montadas como joyas, así como balas de mosquete, cañón y fragmentos de cerámica», reza el anuncio de venta en una de las páginas de la compañía.

Fonte: http://www.abc.es/cultura/20150820/abci-hallan-florida-trescientas-cincuenta-201508201717.html (21/08/2015)

domingo, 10 de maio de 2015

Exploradores afirmam ter encontrado tesouro pirata em naufrágio


BBC Brasil

Uma barra de prata de aproximadamente 50 quilos foi supostamente recuperada pelo arqueólogo marinho Barry Clifford no local do naufrágio de um navio, na ilha de Sainte Marie, em Madagascar. Uma equipe de exploradores americanos afirmou ter descoberto o tesouro composto de objetos de prata do barco que teria pertencido ao pirata escocês William Kidd, que teria naufragado na costa de Madagascar

Mergulhadores dizem ter encontrado nas águas de Madagascar, na África, o suposto tesouro de um famoso pirata escocês, William Kidd. A barra de 50kg de prata foi trazida para a superfície e recebida pelo presidente de Madagascar e diplomatas do Reino Unido e dos Estados Unidos. Agora, ela está sob a custódia de soldados na ilha de Sainte Marie.

O repórter da BBC Martin Volgt acompanhou a cerimônia e relata que a descoberta gerou grande entusiasmo em Madagascar. "A equipe do explorador Barry Clifford não tem dúvidas de que o tesouro é genuíno", diz Volgt. Clifford liderou a equipe de mergulhadores que encontrou o suposto tesouro

Clifford e seus mergulhadores acreditam que a barra de prata data do século 17 e foi forjada na Bolívia. Já o navio onde ela se encontrava teria sido fabricado na Inglaterra. No entanto, afirma Volgt, ainda existe um ceticismo em torno da legitimidade do tesouro e provavelmente haverá pedidos para que isto seja provado. Uma alternativa seria retirar amostras da madeira do navio para checar se de fato ele veio da Inglaterra.

Tecidos, ouro e prata
O Capitão Kidd foi executado em 1701 por pirataria depois de retornar de uma viagem pelo oceano Índico. Ele havia sido designado pela Coroa britânica para combater a pirataria e capturar navios franceses inimigos. Em 1698, Kidd saqueou um navio armênio, o Quedagh Merchante, que aparentemente navegava sob a proteção da França. Mas o capitão da embarcação era um inglês, e Kidd foi executado em Londres em 1701. O Quedagh Merchant carregava tecidos, ouro e prata quando foi atacado.
Acredita-se que grande parte de sua carga pertencia à Companhia Britânica das Índias Orientais.

Além da acusação de pirataria, o capitão Kidd foi sentenciado à morte por assassinar um dos seus tripulantes durante uma briga em 1697. Durante sua execução, a primeira corda colocada em seu pescoço arrebentou. Houve ainda uma segunda tentativa, quando a corda arrebentou novamente. Kidd só morreu na terceira tentativa. Seu corpo foi coberto por piche e pendurado por correntes sobre o rio Tâmisa para servir de alerta para os interessados em entrar na pirataria.

A lenda dá conta que Kidd escondeu boa parte de seus saques, o que levou a inúmeras caças ao tesouro e inspirou o autor Robert Louis Stevenson a escrever A Ilha do Tesouro (1883), um dos clássicos da literatura infanto-juvenil.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2015/05/07/exploradores-afirmam-ter-encontrado-tesouro-pirata-em-naufragio.htm (07/05/2015)

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Sueco é alvo de piratas em Cubatão

Foto: Vítimas estavam em barco de alumínio

Por Eduardo Velozo Fuccia

A expedição que um sueco realizava na Bacia Hidrográfica de Cubatão para fotografar e filmar aves, em especial o guará vermelho, foi interrompida pela ação de quatro piratas, que transformaram o passeio ecológico em momentos de pânico.

Em um barco de pequeno porte e com motor de popa de 15 HP, os criminosos portavam armas de fogo e se aproximaram da embarcação na qual estava o estrangeiro e um piloto por ele contratado.

As vítimas estavam perto da margem do Rio Cascalho e foram obrigadas a pular na água. Além da embarcação ocupada pelo sueco e pelo piloto, um biólogo de 45 anos morador em Santos, os ladrões roubaram todos os pertences deles. No mesmo rio, em dezembro de 2012, um turista paulistano de 78 anos morreu afogado após piratas mandarem ele pular na água para roubar o barco. O latrocínio permanece sem esclarecimento.

Como foi
O empresário Lennart Henriksson, de 66 anos, mora na cidade sueca de Hyssna e se interessa por ecologia. As imagens que ele registrava no Rio Cascalho seriam exibidas em seu país e também poderiam atrair para a região não só outros ecologistas da Suécia como de outras partes da Europa.

Para o seu documentário, Lennart alugou um barco em uma garagem náutica localizada na Ilha Caraguatá, em Cubatão, e contratou o biológo para atuar como piloto. Os dois saíram da marina por volta 6 horas de terça-feira, com previsão de retorno às 10 horas.

Na metade da expedição, porém, as vítimas foram rendidas pelos piratas. Por sorte, o barco que elas ocupavam estava perto da margem, em local raso. A embarcação roubada é de alumínio, mede 6,9 metros e possui motor de popa Yamaha de 90 HP e quatro tempos.

O biólogo teve levados binóculos, câmera Nikon D-4, lente 70x200 mm e celular. O sueco ficou sem duas câmeras digitais (Nikon AW 1200 e Panasonic Lumix), minigravador Olympus, relógio italiano Lambretta, celular, outros objetos e R$ 650,00.

Vítimas foram resgatadas em mangue
O local onde aconteceu o ataque dos piratas fica isolado. A pé e na beira do rio, em uma área de mangue, o sueco e o biólogo que pilotava a embarcação não tinham como retornar à garagem náutica ou sequer pedir socorro.

Com menos idade, melhor condição física e conhecedor da área, coube ao biólogo a missão de nadar pelo Rio Cascalho até chegar à moradia de uma família ribeirinha, onde pediu um celular emprestado para comunicar o roubo.

“Ele me ligou para dizer o que tinha ocorrido, informou a sua localização e eu mandei um barco para resgatá-lo junto com o sueco”, disse o dono da garagem náutica da Ilha Caraguatá, que pediu para não ter o nome identificado.

Até que fosse feito o resgate, por volta das 15 horas, as vítimas permaneceram semiatoladas no mangue, debaixo de forte sol, sob intenso calor, sem água e alimentação, porque os assaltantes também haviam levado os lanches e as bebidas delas.

Reabilitação
Na mochila roubada do estrangeiro, que recentemente foi operado para a retirada de tumor nos rins, também havia medicamentos. “Um triste fim de uma viagem que seria de reabilitação e recreação para ele”, comentou a mulher do sueco, por meio de mensagem de Whatsapp ao dono da marina.

Ela também lamentou os prejuízos materiais e a perda da filmagem que Lennart já havia conseguido realizar de guarás vermelhos. No entanto, diante do desfecho ainda mais grave que o episódio poderia ter, a mulher comemorou: “Estou feliz, porque ele está vivo!”

Ave de beleza exuberante e que tem nos manguezais da costa atlântica o seu habitat, o guará vermelho é símbolo da recuperação ambiental de Cubatão, porque chegou a estar em processo de extinção na região, mas nos últimos anos teve significativo aumento de sua população.


Prejuízos ao turismo
Os ataques piratas nos canais da Baixada Santista não trazem prejuízos apenas às vítimas diretas dos roubos, mas ao turismo da região. Eles ainda realçam o contraste das belezas naturais dos rios e braços de mar com o cenário de extrema pobreza formado por palafitas em áreas que deveriam ser intocáveis.

Pescadores, biólogos, ecologistas, pesquisadores e outras pessoas que possam ter interesse em passeios ou expedições pelos canais da Baixada Santista ficam à mercê dos assaltantes que agem nas águas, onde inexiste patrulhamento aquaviário e a segurança é zero.

Durante três anos, entre 2002 e 2005, a Polícia Militar dispôs de cinco embarcações para esse tipo de patrulhamento, mas os barcos ficaram sucateados e esse policiamento especializado deixou de acontecer. Os canais se transformaram em água de ninguém.

Em 27 de dezembro de 2012, o aposentado Hitoshi Suekane, de 78 anos, veio com dois amigos de São Paulo para pescar. As águas calmas do Rio Cascalho foram as escolhidas pelos turistas, que tiveram o seu barco interceptado por outra embarcação ocupada por cerca de cinco homens.

Os marginais atiraram na direção das vítimas, sem atingi-las, e depois as agrediram, jogando-as na água. Apesar de estar com colete salva-vidas, Hitoshi se afogou. Além dos três turistas, um marinheiro incumbido de pilotar a embarcação também foi alvo do bando.

Os criminosos fugiram com os dois barcos e até hoje não foram identificados. Dias depois, a embarcação foi encontrada no Rio do Bugre, em Santos. Avaliada em R$ 30 mil na época, ela estava sem o motor de popa Yamaha de 60 HP.

Nessa mesma data, dois homens moradores em Santos foram assaltados durante passeio de jet ski no braço de mar que passa atrás do São Manoel, em Santos. Os ladrões estavam em um barco e mandaram as vítimas pular na água, fugindo com a motoaquática.

As vítimas usavam colete salva-vidas, mas tiveram dificuldades para nadar até a margem, distante cerca de 250 metros, porque o mar estava revolto. Segundo elas, o jet ski funcionava em baixa rotação, porque um saco plástico ficou preso na turbina, e os piratas se aproveitaram desse situação.

No mais recente roubo, o sueco e o biólogo registraram boletim de ocorrência ontem de manhã no 1º DP de Santos. Eles descreveram os ladrões como brancos, frisando que dois aparentam ser adolescentes.

Informações podem ser transmitidas de forma anônima ao 181, do Disque-Denúncia. Pelo local onde ocorreu o ataque, é provável que os marginais sejam da Vila dos Pescadores, comunidade mais próxima do Rio Cascalho.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/pol%C3%ADcia/sueco-%C3%A9-alvo-de-piratas-em-cubat%C3%A3o-1.426378 (29/01/2015)

Un muerto y tres rehenes en el secuestro de un petrolero en Nigeria


El barco de bandera maltesa estaba anclado frente a la costa esperando para cargar cuando fue abordado por piratas.

Un grupo de piratas secuestró un petrolero frente a las costas de Nigeria tomando a tres rehenes y matando al subcomandante griego, indicó este miércoles una portavoz de los guardacostas griegos.

El petrolero "Kalamos", con bandera maltesa y 23 tripulantes, estaba anclado frente a la costa esperando su carga desde el terminal de Qua Iboe, en la costa del sureste de Nigeria, cuando fue abordado.

Entre la tripulación hay diez griegos, entre ellos los tres rehenes, indicó a la AFP la portavoz.

El secuestro del "Kalamos", de 15 años de antigüedad, tuvo lugar en el Golfo de Guinea, que según los expertos es el nuevo epicentro de la piratería en África.

Según la Oficina Marítima Internacional (MIB), entre enero y septiembre de 2014 hubo 33 casos de piratería y robo a mano armada en la zona.

Los piratas que operan en las costas de Nigeria, Togo y Benín van armados, son muy agresivos y suelen tomar rehenes durante varios días, según la MIB.

Fonte: http://subrayado.com.uy/Site/noticia/41669/un-muerto-y-tres-rehenes-en-el-secuestro-de-un-petrolero-en-nigeria (04/02/2015)

Asia registra un 75% de los casos de piratería marítima mundial

SINGAPUR, 14 Ene. (Reuters/EP) –

Tres cuartas partes de los casos de piratería marítima mundial el año pasado se registraron en Asia, un año en el que se incrementó un 22 por ciento los ataques a buques que navegaban en la región.

En total se registraron 183 ataques, entre tentativas y éxitos, en aguas asiáticas, frente a los 150 casos durante el año 2013, tal y como ha informado un grupo de anti piratería intergubernamental.

Según estos datos, Asia aglutina el 75 por ciento de los casos de piratería teniendo en cuenta que la Oficina Marítima Internacional (IMB) confirmó 245 ataques, entre tentativas y éxitos, en su informe mundial de 2014.

"El incremento de un 22 por ciento de la actividad pirata en la región es significativo y preocupante", ha reconocido Tim Wilkins, portavoz regional de una sociedad de cargueros, Intertako.

La zona experimenta así su mayor cifra de ataques armados a navíos desde 2006, año en el que se conformó el Acuerdo de Cooperación Regional para combatir la piratería y el robo a mano armada contra buques en Asia (ReCAAP), un organismo de coordinación con 20 Gobiernos regionales que recopila el número de ataques.

Con respecto al curso anterior, se produce un incremento importante en los casos registrados en aguas asiáticas --en 2013 Asía representó el 60 por ciento de los casos--. No obstante, el principal motivo de los ataques es el robo, en comparación con la piratería mucho más violenta que se vive en África Occidental y Somalia.

Fonte: http://www.europapress.es/internacional/noticia-asia-registra-75-casos-pirateria-maritima-mundial-20150114194030.html (14/01/2015)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Pirataria no Sudeste Asiático


Depois da neutralização da agressiva pirataria que durante anos assolou os navios comerciais que navegavam as águas que banham a Somália, esta criminosa atividade se deslocou principalmente para os mares do sul da Ásia.

Em cada cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), o assunto é citado sem falta dentro do que este bloco considera como desafios não tradicionais que enfrentam em conjunto.

Aparece listado junto a outras ameaças como a criminalidade transfronteiriça, o tráfico humano e de droga, as ingerências cibernéticas, os desastres naturais, a mudança climática e o terrorismo.

O Escritório Marítimo Internacional (IMB em inglês) acaba de informar que de 245 casos de pirataria e complô conhecidos em 2014 em todo mundo, 183 ocorreram nas águas da Ásia, e 141 deste último número correspondem ao Sudeste.

O diretor da entidade, com sede na Malásia, Pottengal Mukundan, apontou que o aumento deste tipo de crime se deve ao aumento dos ataques aos navios petroleiros que transitam por zonas litorais da região.

Trata-se de uma região de itinerários marítimos que transporta metade das mercadorias e um terço dos hidrocarbonetos do mundo.

Apesar dos esforços internacionais para reprimir a pirataria, esta continua com um crescente nível de violência, que deixou no ano quatro tripulantes assassinados, outros 13 feridos e nove sequestrados.

Em menos de três meses dois navios petroleiros do Vietnã foram assaltados na mesma rota entre Cingapura e o sul da Península Indochina - no último caso morreu um engenheiro por golpes - e todos os bens pessoais dos marinheiros foram roubados.

Para o IMB os esforços da polícia marítima da Indonésia merecem elogios por frear o aumento dos ataques em portos e lugares identificados como mais conflituosos.

Fora dos limites costeiros, os piratas são particularmente ativos nas águas ao redor de Palau e o mar do sul da China, onde 11 barcos foram sequestrados em 2014.

Também reconhece as ações adotadas pela Agência de Controle Marítimo da Malásia e outras forças navais de países da região.

Autoridades e especialistas neste tema concordam em apontar que o sudeste da Ásia se converteu em um ponto quente, junto com o golfo da Guiné, depois que o sucesso das operações internacionais reduziu drasticamente o número de assaltos provenientes da Somália.

Mas diferentemente do acordo de forças e recursos em uma zona relativamente limitada do oriente africano, um confronto de tal magnitude ainda está por se conceber nos extensos mares asiáticos.

O Instituto das Nações Unidas para a formação profissional e investigações (Unitar em inglês) expôs em um relatório que "nos países de média-baixa renda da Ásia que experimentam o maior crescimento per capita, as rotas de transporte adicionais devem ser exploradas e avaliadas".

Aponta em particular que a pirataria no estreito de Malaca continua sendo um problema importante para as rotas de segurança no leste do Oceano Índico.

Tirando da cabeça a imagem dos piratas representados em filme que abordavam galeões nos séculos passados, os do século 21 dispõem até do apoio do sistema de posicionamento global por satélite (GPS), usam fuzis automáticos e lança-foguetes, bem como embarcações de alta velocidade. Roubam dinheiro e pertences da tripulação e artigos diversos como televisores e vídeos. Alguns são simplesmente criminosos oportunistas que operam na costa de estados débeis, o que se considera roubo armado.

Os de agora continuam com prioridade a circulação de navios petroleiros, para extrair e levar seu conteúdo a outros cargueiros com dispositivos tecnológicos apropriados.

O Banco Mundial estima que ao todo a pirataria custa à economia global mais ou menos 18 bilhões de dólares, aumentando consideravelmente os custos do comércio marítimo.

A Asean, que no final de 2015 se constituirá em uma comunidade econômica, tem colocado no centro de suas preocupações tamanha ameaça para seus planos de integração e desenvolvimento.

Fonte: Prensa Latina

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/257677-9 (25/01/2015)

Primeiros detalhes da trama do novo “Piratas do Caribe” podem ter sido revelados?


Por Cine Set

A trama do vindouro novo filme da franquia “Piratas do Caribe” – o quinto – ainda está sendo mantida sob sigilo, mas o ator Brandon Twaithes pode ter deixado escapar alguns detalhes sobre a futura aventura do capitão Jack Sparrow. Twaithes, que já está confirmado no elenco como um soldado britânico que se alia a Sparrow, insinuou que a trama pode ter a ver com o personagem Davy Jones, vilão do segundo e do terceiro longa da franquia.

“Ainda não sei muito sobre a história, mas estou indo para a Austrália para começar a pré-produção daqui a um mês”, disse Twaithes. “O que sei é que é sobre um filho tentando se reconectar com o pai, Davy Jones. Há uma maldição que o impede de fazer isso. Acho que a trama é sobre isso, sobre ele tentando consertar essa situação e salvar o pai”.

O vilão Davy Jones foi vivido por Bill Nighy em “Piratas do Caribe: O Baú da Morte” (2006) e “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” (2007). No final deste ultimo filme o heroi Will Turner (Orlando Bloom) assumiu o lugar de Davy Jones no fundo do mar, e as declarações de Bloom sobre seu possível retorno neste novo filme agora fazem um certo sentido…

“Pirates of the Caribbean: Dead Man Tell No Tales”, ainda sem título em português, tem data de estreia marcada para 7 de julho de 2017. Além de Twaithes, estão confirmados no elenco Johnny Depp, Geoffrey Rush e Javier Bardem como o vilão da história.

Fonte: http://www.cineset.com.br/primeiros-detalhes-da-trama-novo-piratas-caribe-podem-ter-sido-revelados/ (22/01/2015)

Um segredo, um barco em Lisboa, um tesouro e um pirata


Um novo livro revela segredos históricos do Vaticano e de um tal "São Vicente", um barco que saiu de Lisboa em 1357 com um tesouro de um bispo, capturado por piratas.

O "São Vicente" saiu de Lisboa carregado com o tesouro de um bispo morto, Thibaud de Castillon, que incluía ouro, prata, anéis, tapeçarias, jóias ou altares portáteis.

Pelo que diz o autor do livro, de Castillon não teve que fazer um voto de pobreza (nem todos os sacerdotes eram obrigados a isso) e a forma conseguiu a sua riqueza era questionável. Por isso o Vaticano quis ficar com o espólio do bispo, quando ele morreu.

A missão do "São Vicente" era entregar o tesouro em Avinhão, França, onde estava baseado o Papa Inocêncio VI (1352-1362). Mas quando navegava perto da cidade de Cartagena (no que é hoje Espanha), o navio, com cerca de uma dúzia de tripulantes, foi atacado por dois barcos de piratas. Um deles era comandado por um homem chamado Antonio "Botafoc" (que significaria "explosão de fogo").

Azar dos piratas, já depois de roubarem o "São Vicente": o seu barco encalhou perto da cidade de Aigues-Mortes, França, e os marinheiros foram enforcados.

Leia mais (em inglês) sobre esse livro no link abaixo:
http://www.livescience.com/48067-pirate-tale-revealed-in-vatican-archives.html?cmpid=558326

Fonte: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4159532 (03/10/2014)

Caçador de tesouros busca ouro nas praias de Pernambuco

Engenheiro usa detector de metais para encontrar objetos. Foto: teresa MAia/DP/D.A Press

Por Marcionila Teixeira

O anel de ouro pesava 12 gramas. Cravado nele, um diamante. A joia brotou da areia do mar, depois de sabe-se lá quanto tempo perdida. Naquele dia, o caçador de tesouros deu um dos sorrisos mais largos de sua vida. Vendeu a preciosidade e recebeu dinheiro suficiente para sustentar a mulher e quatro filhos pequenos durante meses. A história do carioca Iguatemi Gonçalves de Souza, 47, e sua busca incansável pelo ouro no litoral pernambucano, começou durante um passeio despretensioso na praia.

A cena era aparentemente simples, mas Iguatemi, engenheiro mecânico formado pela Unisinos, no Rio Grande do Sul, não segurou a curiosidade. “O que você está cavando?”, perguntou a um desconhecido que mergulhava e, em seguida, cavava.

“Procuro objetos perdidos”, revelou. Desempregado, Iguatemi enxergou ali uma forma de fazer dinheiro. Se tivesse um detector de metais, além de sorte, talvez fosse mais bem sucedido que aquele homem.

Inicialmente, ele comprou um aparelho que não era à prova d’água e limitou suas pesquisas à areia seca. Depois, adquiriu outro, capaz de operar na água. Com parte do dinheiro da venda do anel de 12 gramas e diamante, investiu em um detector profissional, com capacidade para mergulhar até 63 metros. E os achados se multiplicaram.

Hoje, Iguatemi leva a vida mergulhando em busca de tesouros perdidos no Litoral Sul, onde vive desde abril do ano passado. Em alguns dias, chega a ficar 12 horas no mar, muitas vezes de madrugada, na maré baixa. Antes disso, viajava o país na função de supervisor de montagem industrial. “Com essa auditoria na Petrobras não estão contratando. Na verdade, estão demitindo”, lamenta o engenheiro, que acumula no currículo uma pós-graduação na Unicamp em terminologia de soldagem, além de passagem por Suape, onde trabalhou durante seis meses.

As alianças de ouro são os principais achados do caçador de tesouros. No dia em que o Diario acompanhou Iguatemi na praia de Muro Alto, em Ipojuca, ele localizou em pouco tempo três alianças de ouro. Uma delas pesava sete gramas e foi avaliada em R$ 560.

Entre os achados, estão relíquias comok uma moeda do século 18

Objetos antigos e raros também chegam às mãos dele. Um exemplo é o anel em ouro de 1736 - que diz ter pertencido a um pirata - composto por uma caveira com dois olhos de rubi. Moedas antigas, do século 18, ele guarda. “Estou pensando agora em negociar com colecionadores.”

Mas o detector de metais também avisa dos dejetos jogados ao mar. Os lacres de garrafas de alumínio são vendidos pelo filho de 14 anos. As tampinhas plásticas ganham o destino correto: o lixo. Iguatemi confessa ser viciado no que faz, mas deseja um emprego fixo. “Queria ir para o mar como hobby. Sonhava com aqueles garimpeiros em Serra Pelada. O que ganho hoje é uma incógnita”, desabafa. Morador de uma casa simples em Ipojuca, a vida do caçador de tesouros não é tão fácil quanto parecem ser seus achados.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2015/01/26/interna_vidaurbana,556681/cacador-de-tesouros-busca-ouro-nas-praias-de-pernambuco.shtml (26/01/2015)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Piratas do Caribe 5

Em outubro, a Walt Disney Pictures confirmou que iria filmar Piratas do Caribe 5: Os Mortos Não Contam Histórias em Queensland, na Australia. Agora, foram divulgadas as primeiras fotos do set, em Gold Coast Hinterland. Confira abaixo!

No novo filme da franquia, Johnny Depp reprisa o papel de Capitão Jack Sparrow, enquantoGeoffrey Rush retornará como Capitão Barbossa. Javier Bardem será o vilão, Capitão Brand eBrenton Thwaites foi escalado como o soldado britânico Henry. Há ainda o par romântico de Henry, que permanece sem atriz definida (as últimas notícias anunciavam que cinco atrizes estariam interessadas no papel). Além disso, rumores indicam que Orlando Bloom poderá retornar como William Turner.

Piratas do Caribe 5: Os Mortos Não Contam Histórias está sendo produzido por Jerry Bruckheimer, com direção de Joachim Ronning e Espen Sandberg. A estreia está prevista para ocorrer em 14 de julho de 2017 no Brasil.





domingo, 28 de dezembro de 2014

Exposição “Piratas Assombrados” continua em cartaz em Campinas até fevereiro e é opção de passeio nas férias


Atração que traz piratas robotizados e circuito temático está instalada no Parque D. Pedro Shopping desde outubro

Depois de três meses em Campinas, a exposição “Piratas Assombrados”, instalada no Parque D. Pedro Shopping, é prorrogada até 1º de fevereiro para garantir a diversão de crianças e adultos durante as férias de janeiro.

A exposição traz um circuito temático que começa por um túnel do tempo, onde o visitante é transportado dos dias de hoje para o ano de 1690, a Época Dourada da Pirataria, nos mares do Caribe.

Idealizado por Reinaldo Garcia, empresário de entretenimento, a mostra faz uma viagem pelo cenário da época dos piratas. Luzes apagadas, cenografia e desenhos tridimensionais nas paredes, além de efeitos especiais, com iluminação e sons, ajudam a construir o clima que irá conduzir o visitante a testemunhar o passado dos piratas, que agora são fantasmas em forma de esqueletos. Ao todo, o visitante irá encontrar 43 personagens e diversas experiências diferentes.

Toda a concepção do projeto é do empresário, que quando criança viajou com o circo do pai. Filho caçula de Antolin Garcia, fundador do tradicional Circo Garcia, o circo brasileiro de maior longevidade, que nasceu em Campinas e percorreu mais de 70 países, Reinaldo Garcia conheceu o Museu dos Piratas de Nassau quando esteve nas ilhas do Caribe. Influenciado por essa viagem, o empresário quis dar vida aos piratas que no museu eram estáticos. “É uma exposição ímpar. Não tem igual”, explica o criador. Assim como o circo, a exposição será itinerante e irá percorrer o Brasil, começando por Campinas, cidade natal do Circo Garcia e onde Reinaldo escolheu para viver com a família.

Mais sobre a exposição
A atração traz espaços temáticos, com 15 ambientes cenográficos distribuídos em 400 metros quadrados. A exposição reproduz o mundo lendário que envolve as tripulações de piratas, que cruzavam os mares em busca de tesouros, com o objetivo de saques e pilhagem a navios e a cidades para obter riquezas e poder. Um monitor acompanha o grupo pelo circuito que é todo roteirizado para contar essa história.

Depois do túnel do tempo, a prisão é a porta de entrada ao mundo dos piratas. É como se estivesse entrando numa prisão arqueológica, onde esqueletos robotizados conduzem a aventura, que reserva surpresas, diversão e medo.

Na entrada, esqueletos inspirados no espaço Piratas do Caribe, da Disney, são vigiados por um simpático cachorro, abrindo o show para os visitantes. O cão guardião das chaves da prisão ganhou uma versão mais divertida, sendo ele um amontoado de ossos.

Entre labirintos, salas temáticas e corredores, a diversão, os gritos e uma dose de terror ajudam o público a percorrer todo o trajeto, que leva ao encontro com os piratas “assombrados”, esqueletos que povoaram a nossa infância, e agora estão ali diante de nossos olhos.

Ao todo, o visitante irá encontrar 43 personagens e diversas experiências diferentes, entre elas o calabouço, o cemitério dos piratas, o labirinto, a ponte vibratória, o mapa do tesouro escondido, a viagem ao mar em busca de novos tesouros, com o timoneiro manejando e o pirata com a espada a proteger o navio ou pronto para tomar de assalto o outro barco, o pirata escalador e por fim, a volta à terra firme, para uma grande festa na taberna. Afinal, quando os piratas regressavam das suas pilhagens, eles estavam prontos para a diversão e rapidamente esgotavam a sua riqueza nas tabernas. Muitas vezes, bêbados, gastavam tudo o que ganhavam em uma única noite. Prazeres como rum, comida, vinho e jogo faziam donos de tabernas ricos. Uma vila de piratas e o ataque do cachorro esperam as crianças e adultos ao fim desta viagem.

Serviço:
Exposição “Piratas Assombrados”
Local: Parque D. Pedro Shopping, entre as entradas das Colinas e das Pedras (dentro do shopping). Av. Guilherme Campos, 500, bairro Santa Genebra – Campinas
Data: até 31 de dezembro
Horário: de segunda a sábado, das 14h às 21h30; domingos e feriados, das 12h às 19h30
Entrada: valor promocional - todos os dias R$ 30 (ingresso inteiro) e R$ 15 (meia-entrada). Grupo de 3 pessoas ou mais, todos pagam o valor da meia-entrada
Vendas: na bilheteria
Classificação: livre

Fonte: http://www.campinas.com.br/cultura/2014/12/exposicao-piratas-assombrados-continua-em-cartaz-em-campinas-ate-fevereiro-e-e-opcao-de-passeio-nas-ferias (22/12/2014)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Insólito: Un barco en alta mar fue asaltado por “piratas” en la ciudad de Talcahuano


Armados con pistolas y sables, cuatro sujetos intimidaron a la tripulación a bordo de la embarcación Saint Johns, en el sector de San Vicente. Los delincuentes se llevaron especies con un valor cercano a los 5 millones de pesos.

Un robo de película sufrió la embarcación Saint Johns, que estaba en desmantelamiento mar adentro en el sector de San Vicente, en la comuna de Talcahuano, luego de ser asaltado por cuatro “piratas” armados con pistolas, fierros y sables.

Según informa el medio local SoyTalcahuano.cl, los tripulantes del barco fueron intimidados por los sujetos, mientras procedieron a sacar los objetos de valor en el interior, que el dueño fijó en 4 millones y medio de pesos.

“Acá teníamos marcos para las escotillas que son de bronce. Eso era lo que venían a buscar, se las llevaron en el bote en el que llegaron, mientras apuntaban con las pistolas y amenazaban con los fierros”, declaró el propietario del barco, Luis Lobos, al medio anteriormente citado.

Fuente: Soytalcahuano.cl

Fonte: http://www.elperiscopio.cl/insolito-un-barco-en-alta-mar-fue-asaltado-por-piratas-en-la-ciudad-de-talcahuano/ (12/12/2014)

domingo, 16 de novembro de 2014

Porque nunca mais ouvimos falar nos piratas da Somália?

Piratas somalis são detidos por marinheiros da fragata portuguesa Corte-Real no Golfo de Aden Fotografia © REUTERS/NATO/Carlos Dias

por Ana Meireles

Nos últimos dois anos, ataques a navios quase desapareceram, mas três dezenas de marinheiros continuam a ser seus reféns

As Nações Unidas continuam a classificar a pirataria na costa da Somália como uma ameaça à navegação, mas a verdade é que não houve registo de sequestros de navios comerciais na zona entre 21 de outubro de 2013 e 15 de outubro deste ano, apenas relatos de ataques menores, de acordo com um relatório do secretário-geral da ONU apresentado ao Conselho de Segurança no mês passado. O último sequestro bem-sucedido de um navio foi em maio de 2012, quando os piratas somalis tomaram um petroleiro grego no mar Arábico.

"O número de incidentes reportados à Organização Marítima Internacional (OMI) nos três primeiros trimestres de 2014 foi 13 (...) mas relatos credíveis sugerem que navios continuam a ser um alvo dos piratas somalis", refere o documento, datado de 16 de outubro. "Cerca de 20 ataques ou tentativas de ataques levados a cabo por piratas somalis foram relatados em 2013. Esta é uma descida significativa no número de incidentes quando comparado com os 75 navios atacados em 2012 e os 237 alvo dos piratas somalis em 2011", diz Ban Ki-moon.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4229117 (11/11/2014)

sábado, 8 de novembro de 2014

Cuando el pirata frances Jean Capdeville invade San Sebastian de La Gomera en 1571


Desde mediado el año 1570 habían cruzado sobre aquella isla y la de La Palma diferentes piratas franceses que los hugonotes de La Rochelle enviaban para interceptar nuestro comercio de la América. Uno de ellos fue Jacques de Soria, bravo normando que, siendo subalterno del almirante Coligny (aquel gran talento, enemigo de Felipe II, de la religión de Francia y de las posesiones de España), venía mandando cinco velas.

Habiendo, pues, atacado y rendido a la vista de La Gomera el Santiago, nave portuguesa que acababa de salir del puerto de Tazacorte, dio muerte atroz a los célebres 40 jesuitas que, capitaneados por el padre Ignacio de Azevedo, iban a las misiones del Brasil. [...] Jacques de Soria arribó poco después a La Gomera con su armada, trayendo bandera de paz. Dejó allí los prisioneros; y asegura el cardenal Cienfuegos que el conde don Diego alcanzó entonces de los franceses la sotana de uno de los jesuitas sacrificados, cuyas reliquias estuvieron en VENERACIÓN entre aquellos pueblos.

Al año siguiente (1571) se dejó ver por segunda vez sobre estos MARES otro pirata que, montando la misma capitana, era digno sucesor de Jacques de Soria. Juan Capdeville, bearnés, hombre osado, también hugonote y que espantaba con su nombre las islas, se presentó delante de la VILLA de San Sebastián de La Gomera el día 24 de agosto, llevando cinco naves, cuatro francesas y una inglesa. No pudo resistirse el desembarco. Retiráronse los naturales la tierra a dentro, y los enemigos saquean, queman y destruyen gran parte del lugar. Entonces sucedieron aquellos prodigios de constancia cristiana que el obispo de Mantua y el P.fray Luis Quirós refieren de sus hermanos los religiosos de La Gomera. No sólo fray Bernardino Ramos, que era guardián, sino también sus súbditos, se habían sorprendido tanto con la inopinada invasión, que huyeron, abandonando el convento, la iglesia y la sagrada eucaristía.

Fray Antonio de Santa MARÍA se avergüenza a muy pocos pasos. Vuelve a la villa revestido de celo, corre al sagrario, consume las santas formas, pero cae en manos de los hugonotes al salir de la iglesia. Ya habían cogido al cura y otros vecinos. Todos fueron llevados a bordo de la capitana, sin que cesase fray Antonio de predicarles, exhortándoles al martirio. Pasados seis días, los sacaron de la bodega para disputar sobre dogmas. Trasládanlos después a otro bajel, cárganlos de golpes y bofetadas, los hieren, los desnudan, los atan y arrojan al mar con pesadas piedras al cuello.

El que primero murió ahogado fue el cura, luego el religioso, luego a escopetazos y botes de lanza los otros prisioneros. Entre tanto, fray Diego Muñoz, que había quedado en el convento recogiendo las imágenes, ornamentos y alhajas, se ve rodeado de enemigos.

Lleno de santo arrojo reprende a los herejes sus ultrajes; ellos tratan de castigar los suyos. A esta bulla salta un donado llamado Miguel o Gumiel (como dice el obispo de Mantua), que hasta entonces había estado escondido y, queriendo defender la vida su compañero, son ambos víctimas de la saña de los piratas, que echaron sus cuerpos al mar. Algunos naturales los recogieron y dieron sepultura. A este tiempo ya el conde había acaudillado el paisanaje y, marchando con él impetuosamente, se echó de golpe sobre la villa, de manera que los enemigos, no osando resistir el acometimiento de los valerosos gomeros, se fueron embarcando de tropel, dejando muchos muertos en la ribera.

Cada instante se comprobaba el concepto que de la importancia del puerto de La Gomera tenía entonces en la corte. En 1580 arribó a aquella isla el navío de Juan Martín de Recalde, que conducía los galeones de la América. El conde le dio todo el favor y ayuda de que necesitaba.

Había aportado allí al mismo tiempo el gran marqués de Santa Cruz con las naves destinadas a socorrer la flota contra la escuadra de Strozzi, siendo gloria de La Gomera haber tenido por morador al almirante de las Indias, al descubridor del Nuevo Mundo, a Cristóbal Colón, y por su huésped al invicto general de las galeras de España, al héroe de ambos MARES, a don Alvaro de Bazán. Dándose el rey por bien servido del conde, le escribió con este motivo una carta gratulatoria, en que le manifestaba su confianza, le aseguraba de su memoria y le ofrecía mercedes.

Encargábale aplicase su celo a facilitar la salida de dicha embarcación y galeones, a fin de que retornasen a España en conserva de los navíos que iban a convoyarlos. Pedíale, finalmente, que reclutase en las islas algún número de marineros que, sirviendo desde luego en ellos, pudiesen hacerlo después en la expedición a las Terceras, según se meditaba. De este modo contribuyeron las Canarias a tan gloriosa empresa y quedó La Gomera más al abrigo de los insultos.

Fonte: http://www.eltambor.es/2014/03/cuando-el-pirata-frances-jean-capdeville-invade-san-sebastian-de-la-gomera-en-1571/ (29/03/2014)

Javier Bardem poderá ser o vilão do próximo “Piratas das Caraíbas”


Por João Martins

O ator espanhol Javier Bardemestará em negociações para o vilão do quinto filme da saga Piratas das Caraíbas, protagonizada porJohnny Depp, com estreia marcada para 2017.

Segundo a publicação Variety, o ator galardoado com um Oscar em 2007 interpretará o papel de Captain Brand, um capitão fantasma que culpa Jack Sparrow pela morte do seu irmão e que procura vingança.

Se a notícia se confirmar, Bardem interpretará o seu terceiro vilão em Hollywood, depois dos papéis em Este País Não É Para Velhos e em 007: Skyfall, em 2007 e 2012.

Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales começará a ser filmado em fevereiro, na Austrália, e contará com Johnny Depp e Geoffrey Rush nos papéis principais, sendo também possível o regresso de Orlando Bloom.

Fonte: http://propagandistasocial.com/2014/10/26/javier-bardem-podera-ser-o-vilao-do-proximo-piratas-das-caraibas/ (26/10/2014)