sábado, 1 de dezembro de 2012

Marinha de Guerra sul-africana vai reforçar patrulhas anti-pirataria

Da Redação, com agências

A África do Sul vai reforçar as suas patrulhas no mar ao largo de Moçambique e da Tanzânia para dissuadir a pirataria.

Cidade do Cabo - A África do Sul vai reforçar as suas patrulhas no mar ao largo de Moçambique e da Tanzânia para dissuadir a pirataria, disse, quinta-feira (8), um responsável da Marinha de Guerra, acrescentando estarem vigilantes contraum possível recrudescimento de tais ataques, noticia a AFP.

"Não vamos conseguir acabar com a pirataria," insistiu o vice-almirante Bernhard Teuteberg, director da estratégia no seio da Marinha de Guerra sul-africana, à margem de uma conferência sobre a segurança marítima em África.
O número de actos de pirataria no largo da costa somalí baixaram graças as patrulhas navais reforçadas, nomeadamente pela força europeia Atalante, mas Bernhard Teuteberg advertiu que "se essas forças se retirarem, veremos novamente um aumento de actos de pirataria".
Segundo o almirante sul-africano, as condições de navegação melhoraram com vinda da Atalante no hemisfério sul. "Temos a intenção, até finais de Novembro de 2012, de colocar de novo certas forças no canal de Moçambique e no largo da costa tanzaniana", por forma a proteger o comércio marítimo no oceano Índico.
Em Outubro de 2012, o Bureau Marítimo Internacional concluiu que o número de actos de pirataria e ataques no mar, no mundo, tinha baixado para 233, desde o início do ano, ou seja ao seu nível mais baixo nos três trimestres, desde 2008.
Os ataques praticados pelos piratas somalís ficaram também no seu nível mais baixo desde 2009, com apenas 70 incidentes durante os nove primeiros meses do ano de 2012 (contra 199 casos em 2011).
Fonte: http://www.africa21digital.com/politica/ver/20029352-marinha-de-guerra-sul-africana-vai-reforcar-patrulhas-anti-pirataria (09/11/2012)

Buscan a 'piratas' del Callao con cámaras de seguridad

La madrugada del 28 de octubre, 15 delincuentes tomaron por asalto la embarcación china Tai Hua, en el Callao. Luego de reducir a sus diez tripulantes, los malhechores fugaron en tres lanchas con siete toneladas de petróleo, cajas con cigarrillos y dinero en efectivo. No obstante, cuatro de ellos fueron rodeados y capturados por guardacostas de la Marina de Guerra del Perú.

Ante la serie de robos en alta mar perpetrados por bandas de ‘piratas’, perjudicando sobre todo a los pescadores artesanales y de gran calado, la Marina ha instalado cámaras de seguridad que tienen un alcance de 30 kilómetros, abarcando toda la bahía hasta la isla San Lorenzo.

Las bandas de delincuentes suelen actuar en las noches o madrugadas aprovechando la oscuridad que suele haber a esas horas, sin embargo, estas cámaras tienen la característica de trabajar ante esa circunstancia.

Así quedó demostrado en el frustrado atraco al Tai Hua. Ese día fueron capturados Jonathan Sánchez Robledo 'El Chacal', José Arana Paniahuara, Walter Temoche Galán y Antonio Carbajal Zúñiga.

Ellos serían los mismos que el 8 de diciembre del 2010 asaltaron el Fuyun III, con 23 ocupantes, y el 5 de marzo del 2011 el Kenyo Maru II.

Pese a todo, con las cámaras se han reducido los asaltos en alta mar. El centro de monitoreo de las imágenes está instalado en la oficina de control de tráfico marítimo de la Capitanía de Puerto del Callao.

sábado, 10 de novembro de 2012

Piratas serão ameaçados a partir do ar

Por Anna Khrustaleva

Navios da Frota do Pacífico (FP) russa estão a caminho da costa da Somália. Na sexta-feira, o destacamento zarpou do porto de Vladivostok rumo ao Golfo de Áden.

Foto: RIA Novosti

A marinha irá participar na missão internacional de combate à pirataria. Entretanto, parece que o formato dessa missão se está alargando: aviões da força aérea russa deverão pela primeira vez se juntar aos vasos de guerra. Eles irão ficar estacionados na base aérea francesa de Djibuti.

A rota do navio anti-submarino grande Marshal Shaposhnikov, do petroleiro Irkut e do rebocador de alto mar Alatau se estende, desde o Corno de Ouro (Zolotoi Rog) até ao Corno de África, por mais de 10 mil quilómetros. Segundo o porta-voz da Frota do Pacífico, Roman Martov, os marinheiros irão participar, junto à costa da Somália, na missão internacional de combate à pirataria:
“A tripulação do navio está preparada para cumprir os objetivos da missão. Os sistemas do navio e o seu armamento se encontram a funcionar em regime de missão. A bordo se encontra uma equipa aérea com 2 helicópteros К-27 e destacamentos de fuzileiros navais da FP que receberam treino específico que teve em conta a experiência russa e internacional de combate à pirataria.”

Antes disso, porém, a esquadra da Frota do Pacífico russa irá visitar a Índia para manobras navais conjuntas planejadas para Mumbai. Os marinheiros irão igualmente visitar a Tailândia, a Coreia do Sul, as Seychelles e, por fim, o porto africano de Djibuti. Desta vez é principalmente este lugar que prende as atenções. É aqui que se encontra a base militar da Legião Estrangeira Francesa. Há poucos dias se tornou conhecido que nesta base irão ficar estacionados aviões de reconhecimento russos. Essa proposta foi apresentada no encontro de ministros do Exterior e da Defesa da Rússia e da França pelo ministro da Defesa russo Anatoli Serdiukov.

A ideia já foi apoiada por Paris. Está previsto que os aviões de reconhecimento irão monitorizar a deslocação dos piratas a partir do ar e transmitir essa informação em tempo útil aos navios. Esta cooperação, especialmente se se considerar que é a primeira vez que aviões russos poderão estacionar numa base de um país membro da OTAN, pode ser considerada sensacional, destacou o comentador militar Viktor Baranets:
“Quanto à cooperação no combate aéreo à pirataria, se trata realmente do primeiro caso semelhante. A ideia de criar um centro internacional de combate à pirataria já foi avançada pela Rússia há vários anos, mas não teve o apoio da OTAN.”

Esta operação será já a 8ª na lista dos navios da Frota do Pacífico. A marinha russa têm escoltado navios pelo corredor de segurança russo desde outubro de 2008. Durante este período, os militares escoltaram com sucesso mais de setecentos comboios de navios mercantes.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_11_03/93354633/ (03/11/2012)

Navio utilizado em 'Piratas do Caribe' afunda na Carolina do Norte

Com informações de agências . portal@d24am.com

Réplica do navio foi construída em 1962 para o filme ‘O Grande Motim’ e depois foi usada em 'Piratas do Caribe'

Dezesseis tripulantes de uma réplica de um navio HMS Bounty que estava na trajetória do furacão Sandy, na costa da Carolina do Norte, abandonaram o barco com medo de algo mais grave. Destes, 14 foram resgatados nesta segunda-feira.

Segundo a rede CNN, a embarcação afundou. Helicópteros foram usados para retirar os tripulantes dos botes salva-vidas.

O primeiro dos dois helicópteros MH-60 Jayhawk chegou ao local por volta das 6h30 (8h30 no horário de Brasília) e içou cinco pessoas a salvo. Um segundo helicóptero chegou depois e resgatou nove pessoas, informou a Guarda Costeira.

A réplica do navio foi construída em 1962 para o filme ‘O Grande Motim’ e ficou sem força enquanto estava no mar na noite de domingo. O Bounty original, um navio britânico, ganhou fama por um motim no Taiti em 1789. O filme de 1962 tinha Marlon Brando como o chefe da rebelião Fletcher Christian. A réplica do Bounty já apareceu em vários documentários e filmes, incluindo "Piratas do Caribe", com Johnny Depp, de acordo com site da embarcação.

Fonte: http://www.d24am.com/noticias/mundo/navio-utilizado-em-piratas-do-caribe-afunda-na-carolina-do-norte/72360 (29/10/2012)

Mar: Santa Sé preocupada com atos de pirataria

Vaticano vai acolher congresso mundial entre 19 e 23 de novembro.

Cidade do Vaticano, 08 nov 2012 (Ecclesia) – O Vaticano manifestou hoje a sua preocupação com os ataques de piratas marítimos, um tema que vai estar presente nos trabalhos do 23.º Congresso do Apostolado do Mar, entre os dias 19 e 23 deste mês.

“Trata-se de um crime difícil de enfrentar, que suscita grande preocupação, sobretudo pelo aumento da violência na gestão dos reféns, o aumento do tempo de detenção e a capacidade de resistência dos sequestradores”, disse o padre Gabriele Ferdinando Bentoglio, subsecretário do Conselho Pontifício da Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI), durante a conferência de imprensa da apresentação do evento
Estas situações vão estar, assim, no centro do programa do quarto dia de encontro, a realizar na Cidade do Vaticano, subordinado ao tema ‘A nova evangelização no mundo marítimo’.

O observatório Gabinete Marítimo Internacional registava, em outubro, 233 ataques de piratas em todo o mundo entre janeiro e setembro deste ano, contra 352 reportados no mesmo período de 2011.

O cardeal Antonio Maria Vegliò, presidente do CPPMI, destacou aos jornalistas que estes incidentes deixam “traumas psicológicos a longo prazo, não só aos marinheiros mas também às suas famílias”.

Este responsável precisou que o Vaticano promove o congresso mundial para procurar “respostas pastorais adequadas aos problemas das gentes do mar”.

O Apostolado do Mar vai pedir, durante os trabalhos, a ratificação da Convenção sobre o trabalho no setor das pescas, que abrange pelo menos 38 milhões de pessoas.

Estão inscritos até ao momento 410 participantes de 71 países, entre os quais Portugal, que vai ser representado por D. António Vitalino, vogal da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, e pelo diretor nacional do Apostolado do mar, padre Sílvio Couto.

OC

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=93182 (08/11/2012)

domingo, 7 de outubro de 2012

Comunicado!
Amigos! Estarei de férias pelos próximos 20 dias. Volto dia 28/10 com novas matérias e atualizações! Forte abraço a todos!

Aviso!
Amigos! Voy a estar de vacaciones durante los próximos 20 días. Estaré de vuelta el 28/10 con nuevos materiales y actualizaciones! Saludos a todos!

Notice!
Friends! I'll be on vacation for the next 20 days. I'll be back on 28/10 with new materials and updates! Best regards to all!

Somália: carcaças de navios indicam fim da "glória" pirata

Pirata Somali posa próximo a uma embarcação de pesca de Taiwan que encalhou na praia de Obio. Foto: AP

A cidade costeira de Obio, antigo refúgio pirata, se encontra abandonada. Garrafas de uísque atiradas ao chão, navios antigos encalhados nas praias; sinais de que os tempos de glória dos piratas somalis podem estar terminando. Os piratas conversam mais sobre como pescar lagostas do que atacar navios de carga.

Os números impressionam: enquanto em 2009, 46 embarcações foram sequestradas, e em 2001, 176, neste ano, apenas 5 navios foram sequestrados. Em seu auge, os piratas somalis tinham até 600 reféns de cada vez, mas atualmente, possuem apenas 177.

Segundo porta-voz da Força Naval da União Europeia, a queda do número de sequestro é atribuída a esforços militares internacionais - Europa, China, Índia e Rússia - que aumentaram nos últimos anos. Navios mercantes melhoraram sua comunicação com patrulhas das forças militares, embarcações reforçaram suas defesas com seguranças armados, arame farpado e canhões de água.

Faduma Ali, uma prostituta da cidade de Galkayo, que era um refúgio pirata, tem saudades da época em que seus clientes piratas ainda tinham dinheiro. Nessa época, ela costumava ganhar até US$ 1 mil em uma noite de trabalho. Muitos piratas continuam desempregados, mas outros voltaram aos seus antigos trabalhos, como Mohamed Abdalla Aden, que trabalha como treinador de futebol de um time de meninos, e que ganha por mês o que costumava ganhar em um dia como pirata.

Apesar dos riscos, a recompensa em potencial pelo resgate de uma embarcação ainda atrai os piratas. Resgates por navios grandes custam em média US$ 5 milhões, mas o maior resgate pago até hoje foi de US$ 11 milhões.

Abdirizaq Saleh, que antigamente tinha seguranças e empregadas, além da atenção de lindas mulheres, hoje amarga em um quarto escuro e empoeirado fugindo de seus credores. "Os sequestros têm durado mais tempo, o valor dos resgates tem sido menor e existem menos chances de os ataques serem bem sucedidos," afirma Saleh.

A porta-voz da Força Naval da União Europeia, porém, adverte: apesar da melhora na segurança, as embarcações não devem ser complacentes. As recompensas são enormes e é improvável que os piratas desistam dos sequestros com tanta facilidade.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6180111-EI17615,00-Somalia+carcacas+de+navios+indicam+fim+da+gloria+pirata.html (26/09/2012)

Filme dinamarquês centra foco na pirataria do leste da África

Reuters.Um Sequestro" ("Kapringen" em dinamarquês), dirigido por Tobias Lindholm, fala sobre pirataria no leste africano.

Por John Acher*

Foto: Um Sequestro" ("Kapringen" em dinamarquês), dirigido por Tobias Lindholm, fala sobre pirataria no leste africano.

Um novo filme dinamarquês feito com um orçamento apertado e elenco parcialmente amador enfrenta o flagelo global da pirataria em alto mar através de um drama psicológico sobre as negociações para libertar um navio e sua tripulação sequestrada por saqueadores somalis.

"Um Sequestro" ("Kapringen" em dinamarquês), dirigido por Tobias Lindholm, chega às salas de cinema na Dinamarca nesta quinta (20) após a estreia mundial no Festival de Veneza, no início deste mês, e de apresentações subseqüentes no Festival de Toronto.
"É um drama europeu de seqüestro e negociação, e há uma violência muito mais psicológica do que uma ação real", disse Lindholm.

Pirataria é abundante no leste da África, interrompendo rotas marítimas entre a Europa ea Ásia, colocando marinheiros, navios e cargas em risco e custando somas enormes às empresas de transporte para se proteger. Os piratas tendem a ser desperados somalis.

"É um filme contemporâneo sobre ... um grande problema agora, então eu estaria mentindo se dissesse que não é político, mas eu não tenho uma resposta (ao problema da pirataria) no filme", ??disse Lindholm.

"A mensagem é tentar mostrar o quão complicada é a situação, e como está longe de ser um clichê", disse ele. "Ninguém é realmente o vilão. Todo mundo está fazendo o melhor que podem, até mesmo os piratas."

O filme é ficção, mas fala da carga navio MV Rozen, que está se dirigindo para o porto quando é abordado no Oceano Índico por piratas, que exigem milhões de dólares de resgate para libertar a tripulação em um jogo de vida-e-morte que dura 134 dias.

Com um orçamento de pouco menos de 2 milhões de euros (2,61 milhões dólares), Lindholm e sua equipe recrutaram jovens somalis do porto queniano de Mombaça para interpretar os piratas e marinheiros reais para fazer os tripulantes. Eles também contrataram o chefe de segurança de uma empresa de navegação dinamarquesa para atuar como negociador-chefe no filme.

Pouco mais de um ano atrás, eles alugaram o Rozen, que foi sequestrado de verdade em 2007, e partiram para o Oceano Índico para filmar as cenas do Leste Africano, que alterna com cenas tensas a partir de uma sala de negociação da empresa de transporte na Dinamarca.

Tripulação foi refém

Os marinheiros contratados para interpretar os membros da tripulação foram eles próprios reféns no seqüestro de um outro navio apenas um ano antes de Lindholm começar a fazer seu filme.

Lindholm, que diz que "está sobre os ombros" do movimento Dogma dinamarquês minimalista que estourou para a fama em meados da década de 1990, disse que seu objetivo era ser o mais realista possível.

"As armas usadas pelos piratas do filme são as que emprestamos da polícia queniana que tomaram as armas dos piratas somalis quando os prenderam no porto", disse Lindholm. "Então, cada pequeno detalhe do seqüestro tentamos colocar em o maior realismo possível."

Para recrutar jovens Mombasa para agir como piratas Lindholm pediu permissão de líderes de clãs somalis no Quênia.

"Eles me surpreenderam porque achei que não gostariam de contar esta história porque é uma história brutal sobre a realidade da Somália", disse Lindholm.

"Mas eles me imploraram para contar a história da maneira mais crua possível, porque eles estão perdendo seus jovens agora, pensando que a fortuna é (para ser feita) como piratas."

Para tamanho baixo orçamento, empreendimento de alto risco Lindholm contou com seus amigos em uma banda de jazz composta por seu diretor de fotografia, o chefe de produção, editor do filme, o homem do som, produtores e ator Pilou Asbaek que é o protagonista como o cozinheiro do navio.

"A banda de jazz não ter muito dinheiro, então nós realmente colocar o dinheiro na tela - que é o ponto de fazê-lo desta forma", disse Lindholm, um roteirista para quem este era apenas o seu segundo filme depois de "R" , um 2010 drama de prisão dinamarquesa.

Lindholm, que já trabalhou como co-roteirista com diretor dinamarquês Thomas Vinterberg, cujo "The Hunt" concorreu a Palma de Ouro em Cannes este ano, disse que espera "um seqüestro". Iria aumentar a conscientização sobre a pirataria entre uma audiência mundial

"É uma questão de grande mundo político, mas ... Eu não tenho mensagem para o mundo, apenas os fatos do que está acontecendo", disse ele.

* (Editado por Paul Casciato)

Fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2012/09/20/filme-dinamarques-centra-foco-na-pirataria-do-leste-da-africa.jhtm (20/09/2012)

Los piratas toman el Fuerte de Navidad

Cartagena Puerto de Culturas ha organizado una exposición con maquetas de barcos en las que se muestran las diferentes etapas de la piratería.

Las historias de piratas toman el Fuerte de Navidad. Cartagena Puerto de Culturas ha organizado una exposición llamada La Aventura Pirata en la que se muestran maquetas de barcos de las diferentes etapas por las que ha pasado la piratería.

A la presentación han asistirdo esta mañana las concejalas de Cultura y Turismo, Rosario Montero y Carolina Palazón, además de la gerente del consorcio turístico Cartagena Puerto de Culturas, Agustina Martínez y el autor de las maquetas, Juan Barreto.

Barreto ha cedido solo parte de su colección, 18 barcos de diferentes épocas y culturas como la china, egipcia y fenicia. Asimismo, la edad de Oro de la Piratería, se explicará a través de galeones españoles, galeras francesas y navíos ingleses, y la piratería en la actualidad, se explicará a través de muestras de barcos como los buques escuela de la armada italiana y española entre los que destaca Juan Sebastián Elcano.

Desde el 6 de octubre y hasta diciembre se podrá visitar la muestra. El recorrido servirá al visitante para comprender las causas que motivaron la aparición de la piratería, sus finalidades, el modo de vida, el armamento y sobre todo los barcos que hicieron posibles ataques continuados a través del tiempo.


En la misma estancia en la que se ha ubicado la exposición, se encuentra la recreación de una taberna pirata, como aquellas que daban cobijo, comida, juego y diversión a los legendarios piratas que surcaban los mares, donde se muestran las pistolas de chispa, sable de abordaje y dagas entre otros elementos propios.

También se mostrará un video documental acerca del Cautiverio de Argel, realizado por la Fundación Integra, completa la explicación sobre la piratería berberisca que tanto acuso las costas levantinas.

La exposición La Aventura Pirata se podrá visitar con guía, desde el 6 de octubre hasta el 9 de diciembre, en horario de 11 h. a 17 horas de martes a sábado y los domingos de 11 a 15 horas, con salidas del barco turístico a todas las horas desde la Escala Real del puerto.

VISITAS TEATRALIZADAS

Por otro lado, las familias podrán disfrutar los sábados de una visita teatralizada, El Pirata al abordaje y los domingos el taller infantil La búsqueda del tesoro.

La visita teatralizada El Pirata al abordaje, protagonizada por el pirata Barbarroja, trasladará a los visitantes a un viaje lleno de aventuras y hazañas, desvelando los enigmas de su hermandad y los códigos utilizados por los piratas. Tendrá lugar todos los sábados, desde el 6 de octubre hasta el 8 de diciembre, a las 12 horas, con salida en el barco turístico de Cartagena Puerto de Culturas, desde la Escala Real del puerto.


En el taller La búsqueda del tesoro, los niños se convertirán en verdaderos piratas, demostrando su valor y coraje y superando pruebas y acertijos de un verdadero lobo de mar para conseguir formar parte de la hermandad pirata. Tendrá lugar todos los domingos, desde el 6 de octubre hasta el 9 de diciembre, a las 12 horas, con salida en el barco turístico de Cartagena Puerto de Culturas, desde la Escala Real del puerto.

Las familias que acompañen a los niños al taller podrán realizar paralelamente una visita guiada a la exposición.

Información y reservas para la visita teatralizada y el taller en el 968.50.00.93

Fuente: Ayuntamiento de Cartagena
Fonte: http://www.murcia.com/cartagena/noticias/2012/10/04-los-piratas-toman-el-fuerte-de-navidad.asp (04/10/2012)

domingo, 16 de setembro de 2012

Novo presidente tomou posse


Por Redação

O novo presidente da Somália, Hassan Sheikh Mohamud, tomou posse este domingo. Esta será a primeira tomada de posse no país, desde a guerra civil que derrubou o ditador Mohamed Siad Barre em 1991.

Depois de 20 anos de conflito, que vitimaram dezenas de milhares de pessoas e muitos mais refugiados, Hassan assumiu a presidência apelando ao fim do terrorismo e da pirataria.

«Queremos criar uma comunidade unida para que os somalis e os países vizinhos possam viver em paz. Agora a Somália virou uma nova página», afirmou o presidente.

Fonte: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=352728 (16/09/2012)

La flota europea mantiene la guardia contra los piratas en el Índico

Los ataques piratas han descendido en en el océano Índico y en el Cuerno de África, pero la flota pesquera y las fuerzas navales europeas mantienen la guardia ante esa amenaza, que en esta época del año es mayor porque el clima les puede "animar" a actuar en esas aguas.

Mercedes Salas - EFE

Los asaltos han descendido, pero los atuneros que operan en la zona no se confían (EU-Navfor)

MADRID. Los asaltos han descendido, pero los atuneros que operan en la zona no se confían, pues como afirman, "el problema ha desaparecido de los medios de comunicación", pero no de las costas de Somalia.

La Oficina Marítima Internacional y la misión de la Unión Europea (UE) Navfor -conocida como operación Atalanta- coinciden en que los abordajes han disminuido por la presión militar y por el embarque de equipos de seguridad privada en los barcos europeos.

En 2010 se secuestraron 45 buques (de todo tipo), 24 en 2011; siete en 2012, mientras que en los últimos doce meses solo van 12 arrestos, cifra similar a la que en años anteriores se registraba en un trimestre, según datos facilitados a Efeagro por el mando de operaciones del Estado Mayor de la Defensa.

En cuanto a los atuneros, ha habido algunos "hostigamientos" en los últimos meses en la zona donde faenan, "pero ningún buque con seguridad privada armado ha llegado a ser secuestrado por piratas", según la misma fuente.

En el Índico operan 17 pesqueros estatales, pero si se añaden los buques con capital español y bandera de otro país los navíos ascienden a 40.

El 2 de octubre se cumplirán tres años del secuestro del atunero vasco "Alakrana", que conmocionó al mundo durante 47 días; otros pesqueros que lo sufrieron fueron el "Playa de Bakio", en 2008, o el "Vega 5" (bandera mozambiqueña y tripulantes gallegos), liberado en 2011 tras 137 días de captura.

Las asociaciones de atuneros, Anabac (con 11 barcos en la zona) y Opagac (con seis), han declarado a Efeagro que parece haber mejorado la situación y que la flota trabaja más tranquila desde que embarca guardias de seguridad, pero que el problema "está muy lejos de resolverse".

Según el director gerente de la Asociación Nacional de Buques Atuneros Congeladores (Anabac), Juan Pablo Rodríguez, "todavía hacen falta muchos cambios, se trata de una amenaza extraordinaria".

El gerente adjunto de la Organización de Productores Asociados de Grandes Atuneros Congeladores (Opacac), Juan Pedro Monteagudo, ha subrayado que los barcos están "más confortables" con seguridad privada, aunque los temores se acrecientan cuando acaban los monzones, porque con las aguas más tranquilas lo piratas actúan más.

De hecho, está a punto de comenzar una de las épocas "intermonzónicas", es decir los períodos en los que paran dichos vientos en el Índico y los corsarios se animan a atacar, especialmente los que usan embarcaciones pequeñas.

Los piratas pueden emplear barcos mayores para su acecho, pero el asalto final es siempre desde esquifes o embarcaciones menores que los monzones hacen "inservibles", según las fuentes del Estado Mayor de la Defensa.

España participa en la operación "Atalanta" de la UE contra la piratería en el Cuerno de África con un buque de guerra y un avión de patrulla marítima, que permanece todo el año en el área de operaciones.

En las épocas intermonzónicas incrementa sus efectivos con un buque de guerra adicional y equipos de guerra naval especiales capacitados para el abordaje de buque con oposición y para rescatar rehenes.

La piratería es un negocio milenario, que en los últimos años ha repuntado en el Índico, pero que también se está acrecentando en el Golfo de Guinea (Atlántico).

"Es importante que la comunidad internacional luche con todas sus fuerzas para que no se repita allí lo que ocurre con los piratas somalíes", según el responsable de Anabac.
Sin embargo, desde el Estado Mayor de la Defensa señalan que la amenaza en el Golfo de Guinea está muy lejos de la somalí.

En el Cuerno del África, los piratas pretenden obtener rescates, mientras que en el golfo atlántico pretenden robar el cargamento de los buques, lo que hace temer un trato más "deshumanizado" a los tripulantes, pero una resolución más rápida del secuestro.

Otra diferencia es el esfuerzo de Nigeria o Benin para vigilar sus costas, frente al Gobierno somalí, que no tiene ningún control efectivo sobre sus aguas.

Fonte: http://www.deia.com/2012/09/16/sociedad/euskadi/la-flota-europea-mantiene-la-guardia-contra-los-piratas-en-el-indico (16/09/2012)

Piratas tomam de assalto petroleiro de Singapura

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas

No petroleiro estavam a bordo 24 pessoas e os piratas estavam a encaminhá-lo para alto mar, indicou o centro sobre pirataria do GMI, sedeado em Kuala Lumpur, na Malásia, sem avançar os detalhes do ataque.

"Informámos as autoridades nigerianas que estão a agir", disse o responsável do centro de informação sobre pirataria do GMI, Noel Choong, citado pela agência noticiosa AFP.

A tripulação do petroleiro fechou-se numa sala segura da embarcação, acrescentou Choong, salientando que este ataque foi semelhante a outros anteriores, o que poderá indicar que os piratas que o levaram a cabo poderão fazer parte do mesmo grupo.

"Tomam posse do navio por cerca de cinco dias, pilham as cabines da tripulação e transferem o petróleo para um navio pirata", explicou.

Este foi o terceiro ataque do género ocorrido em cerca de duas semanas no Golfo da Guiné, depois de piratas terem também tomado o controlo de um petroleiro grego, a 28 de agosto, e de outro britânico, a 19 de agosto, sem registo de vítimas mortais.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2752867&seccao=%C1frica (05/09/2012)

domingo, 2 de setembro de 2012

Kit Barco Pirata

Pérola Negra – Piratas do Caribe


Para quem gosta de se aventurar na montagem de peças náuticas em madeira, vai aqui um grande lançamento da Salvat Editora. O kit pode ser encontrado nas bancas de jornais. Infelizmente ninguém sabe dizer quantos fascículos completam a peça. Podem jogar ai por baixo, uns 50...

Aviso aos navegantes iniciantes: montar um kit desses não é tão fácil quanto parece! Mas a experiência é fantástica! Quem tiver fôlego - inclusive financeiro - vale a pena!

Abaixo o link para maiores informações:
http://www.salvat.com/br/colecciones/piratas-do-caribe/home.shtml

Líder de piratas somalis é condenado a 12 prisões perpétuas

EPA

Um juiz dos EUA condenou um cidadão somali, Mohammad Shibin, a 12 prisões perpétuas.
Ele é acusado de ser um dos líderes dos organizadores da pirataria na costa oriental da África.

Ele foi preso em abril de 2011, durante uma operação de libertação do navio Quest, em poder dos piratas, com 4 cidadãos americanos a bordo. No momento do resgate por parte das forças especiais americanas, os 4 reféns americanos foram mortos.

Além da pena de 12 prisões perpétuas, Shibin terá que pagar às famílias dos mortos e ao governo dos EUA, uma compensação de 5,4 milhões de dólares.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_14/mohammad-shibin-condenado-a-12-prisoes-perpetuas/ (14/08/2012)

Petroleiro com russos a bordo capturado perto da costa da África

Natalia Kovalenko

© www.vesseltracker.com

Vinte e quatro russos estavam a bordo de um petroleiro tomado por piratas nas águas da África Ocidental. O ataque ao navio grego Energy Centurion ocorreu a 30 quilômetros da costa do Togo. A bordo estavam 50 toneladas de produtos petrolíferos. Após a captura do petroleiro, que navega sob a bandeira da Ilha de Man, do Reino Unido, este foi levado para a costa do país vizinho, Benin.

A patrulha da Marinha de Togo tentou perseguir os bandidos. Mas depois de confronto armado os ladrões conseguiram escapar de seus perseguidores. Agora deve passar 3 a 5 dias, até que se saiba alguma coisa sobre a embarcação, diz editor chefe da revista online Boletim marítimo Mikhail Voitenko.

“O navio foi assaltado por causa da sua carga, gasolina. Todos esses produtos petrolíferos refinados e de alto custo chegam à África Ocidental, normalmente, a partir de refinarias na Europa e na América. Os piratas preferem assaltar exatamente esse tipo de navio de carga. Por algum motivo eles preferem petroleiros a outros navios de carga. Essas histórias sempre acontecem no Golfo da Guiné. 10 dias antes da captura do Energy Centurion no mesmo local foi assaltado um navio britânico com tripulação russo-filipina. Depois de cinco dias, eles o deixaram ir, desviando parte da carga. Isto é, a tripulação não interessa a esses piratas. Estes não são piratas da Somália, que exigem resgate para navios e para a tripulação.” Na verdade, não existem garantias de que a tripulação estará a salvo, disse Mikhail Voitenko.

“Estes piratas do Golfo da Guiné, em contraste com a Somália, são sanguinários e não dão muito valor a vida humana. Os piratas da Somália precisam salvar a vida da tripulação, eles não estão interessados em morte. Estes simplesmente não se importam.”
Ao mesmo tempo, os peritos não aconselham qualquer tipo de ataque armado contra os assaltantes. Pelo menos não enquanto a tripulação está em seu cativeiro.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_29/86617322/ (29/08/2012)

Piratas apoderam-se de petroleiro grego

Bandeira do Togo

Kuala Lumpur - Piratas tomaram o controlo de um petroleiro grego hoje (terça-feira) no golfo da Guiné, ao largo do Togo, anunciou o Bureau marítimo internacional (BMI).

O navio, que transportava gasóleo com 24 membros de tripulação, foi interpelado a 17 milhas (cerca 30 quilómetros) da costa da capital do Togo, Lomé, segundo o BMI.

Este é o segundo incidente do tipo em menos de duas semanas no Golfo da Guiné, onde os actos de pirataria aumentaram acentuadamente no primeiro semestre.

Mas, segundo um relatório do BMI publicado em Julho, o aumento deve-se em parte a uma melhor concepção dos ataques.

De acordo com o relatório, 32 ataques foram registados nas costas do Benin, da Nigéria e do Togo, de Janeiro a Junho, contra 25 em 2011. A maioria dos ataques implica "um alto nível de violência", com dezenas de reféns, precisa o relatório.

Depois do Corno de África, as costas da África Ocidental estão agora identificadas como um novo ponto alto da pirataria, onde navios carregados de petróleo bruto são particularmente visados.

A Nigéria e o Benin lançaram no ano passado patrulhas conjuntas para tentar travar esses ataques.

A Nigéria é o maior produtor de petróleo de África e muitos navios carregados de petróleo cruzam as suas águas, atraindo os piratas que roubam petróleo para vender num mercado negro bastante lucrativo.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2012/7/35/Piratas-apoderam-petroleiro-grego,d9986eb8-86ee-4f4c-b48b-38ce36ba949c.html (28/08/2015)

domingo, 19 de agosto de 2012

Rescatan a tripulantes varados por piratas al sur de Filipinas

Milicianos filipinos rescataron a 12 tripulantes asiáticos que flotaban en una balsa después que piratas indonesios se apoderaron de sus naves en altamar, dijeron el miércoles los militares.

El comandante de la marina filipina, el coronel Alexander Balutan informó que los piratas se apoderaron el viernes de una barcaza malasia y de un remolcador frente a las costas de la Isla de Borneo. Los tripulantes navegaban hacia Indonesia para recoger un embarque de mineral para transportarlo hasta Davao City en las Filipinas.

El comandante dijo que los piratas navegaron hasta el Mar Célebes entre Borneo y las Fipipinas, y abandonaron a los tripulantes el lunes en el área.

Indicó que milicianos armados por el gobierno que vigilaban el área marítima rescataron a los hombres en el mar al sur de Filipinas el martes por la noche.
Indicó que los hombres sufrían sólo de heridas menores y de deshidratación. Seis eran indonesios, cinco malasios y uno de Mianmar.

Fonte: http://noticias.terra.com.ar/internacionales/rescatan-a-tripulantes-varados-por-piratas-al-sur-de-filipinas,f865bbd2021e8310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html (01/08/2012)

Arqueólogos marinos excavan en el Caribe la flota perdida del ilustre pirata Capitán Henry Morgan

El Equipo Recupera Espada, Cofres y Barriles de Madera del Navío del Siglo XVII Hundido Cerca de la Costa de Panamá, donde Morgan Perdió Cinco Naves en 1671

ST. CROIX, Islas Vírgenes de EE.UU., 26 de julio de 2012 /PRNewswire-HISPANIC PR WIRE/ -- Por tercer año consecutivo, con la ayuda de la marca Captain Morgan, un grupo de destacados arqueólogos americanos regresó a la boca del Río Chagres en Panamá en busca de la flota perdida del verdadero bucanero Capitán Henry Morgan.

"Morgan fue uno de los piratas más ilustres de todos los tiempos, por lo que para mí ésta es una oportunidad de utilizar la investigación arqueológica y cerrar el vacío entre la ciencia y la cultura moderna. La mayoría de las personas asocian a Morgan con ron con especias, pero también fue una insigne figura histórica que logró increíbles proezas en todo el Caribe," comentó Frederick "Fritz" H. Hanselmann, arqueólogo submarino y miembro de la Facultad de Investigación del Instituto de Sistemas de Ríos y del Centro de Estudios Arqueológicos de la Universidad del Estado de Texas, quien ha dirigido al equipo en un esfuerzo por localizar, excavar y preservar los restos de los navíos perdidos de Morgan.

"Localizar sus naves perdidas, poder conservarlas adecuadamente y compartirlas con el público es nuestro objetivo final en este proyecto. Estamos realmente cerca, y al final del día, sus barcos están allí abajo y los vamos a encontrar."

La búsqueda empezó en septiembre del 2010, cuando el equipo descubrió seis cañones de hierro pertenecientes a Morgan en la costa de Panamá, y continuó el verano pasado con el descubrimiento de los restos de un barco de madera del siglo XVII, posiblemente uno de los cinco navíos que Morgan perdió en 1671 en Arrecife de Lajas, y que incluyen a "Satisfacción" su barco insignia.

Este verano, el equipo regresó a Panamá para excavar los artefactos históricos del naufragio con la esperanza de confirmar su origen. Durante la temporada, el equipo recuperó una espada, cofres, barriles de madera y múltiples sellos de carga. Los artefactos, que por el momento se encuentran resguardados en el Patronato Panamá Viejo, en la Cuidad de Panamá, serán sometidos al proceso de conservación antes de ser estudiados a detalle para verificar su autenticidad por los expertos en artillería Inglesa ubicados en Londres.

"Para nosotros no hay mejor manera de comunicar los valores y el espíritu decidido de nuestra marca, que desenterrando la historia verídica de su inspiración," comentó Tom Herbst, director de marca de Captain Morgan USA. "Esta aventura en la que nos hemos embarcado verdaderamente representa el carácter del mismo Morgan y la naturaleza audaz del ron. En nuestro caso, no tenemos que inventar una historia para la marca – la nuestra es real y está esperando ser descubierta en el fondo del mar."

El Capitán Henry Morgan fue uno de los pocos hombres que sobrevivió la peligrosa vida en el mar lo suficiente para disfrutar sus triunfos. De 1664 a 1671, Morgan concentró sus abordajes en los principales navíos de España, resultando en riquezas para él y sus hombres más allá de lo que habían esperado.


En 1670, Morgan reunió la flota más grande en la historia del Caribe y puso su mira en la Ciudad de Panamá, la ciudad más próspera del hemisferio oeste. En el trayecto, su buque insignia y cuatro navíos más encallaron en el arrecife de Lajas al pie del Fuerte San Lorenzo, la base militar que cuidaba la entrada al Rio Chagres – la única vía de acceso marítimo a la Cuidad de Panamá. Sin importar este contratiempo, Morgan y sus hombres prevalecieron, tomando el Fuerte San Lorenzo, navegando El Chagres río arriba y abriéndose camino por tierra a pie a través del denso bosque tropical, para finalmente tomar la Ciudad de Panamá.

Todos los artefactos recuperados a través del proyecto son propiedad del gobierno panameño y serán conservados y exhibidos por el Patronato Panamá Viejo, en la Ciudad de Panamá.

Y por supuesto, la marca Captain Morgan les recuerda a los consumidores adultos, ya sea que descubran una historia o se embarquen en una nueva aventura: ¡Alcen el vaso para brindar, siempre con moderación!

Sobre Diageo
Diageo es la principal empresa de bebidas premium del mundo con una sobresaliente colección de marcas de bebidas alcohólicas que abarca licores, cervezas y vino. Estas marcas incluyen Johnnie Walker, Crown Royal, JεB, Windsor, Buchanan's y whiskys Bushmills, los vodkas Smirnoff, Cîroc y Ketel One, Baileys, Captain Morgan, Jose Cuervo, Tanqueray, Guinness, así como los vinos Beaulieu Vineyard y Sterling Vineyards.

Diageo es una empresa global, que comercializa productos en más de 180 países alrededor del mundo. La empresa cotiza tanto en la Bolsa de Valores de Nueva York (DEO), como la Bolsa de Valores de Londres (DGE). Para más información sobre Diageo, su personal, marcas y desempeño, visítenos en Diageo.com. Para conocer nuestro recurso global que promueve el consumo de alcohol de manera responsable al compartir herramientas, información e iniciativas de mejores prácticas, visite DRINKiQ.com.
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Contactos:
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Fonte: http://elextranewspaper.com/noticiashispanicprwire/22390/arqueologos-marinos-excavan-en-el-caribe-la-flota-perdida-del-ilustre-pirata (s/d)

sábado, 11 de agosto de 2012

Descoberto navio pirata do século 19 com porão cheio de tesouros

Navio corsário de bandeira britânica era citado nas histórias populares de Tonga. Acredita-se que ele abrigue quantidade considerável de cobre, prata e ouro

EFE

AFP. Mergulhadores descobriram nas águas de Tonga, no Pacífico, os restos de um barco pirata

Um navio pirata - citado nas histórias populares de Tonga e que afundou no século XIX -foi descoberto no litoral da nação do Pacífico com o porão cheio de tesouros, informa hoje um comunicado do governo local.

Segundo a lenda, o Port-au-Prince, um navio corsário de bandeira britânica, foi atacado pelos guerreiros locais em 1806 após chegar em Tonga, onde a maior parte de sua tripulação foi massacrada por ordem do rei Ulukalala Finau II.

Um mergulhador local encontrou recentemente um navio cujas características eram similares às da lendária embarcação pirata em frente à ilha de Foa, afirma a porta-voz de turismo Sandra Fifita.

"Acredita-se que o navio possa abrigar uma considerável quantidade de cobre, prata e ouro em seu porão, assim como vários candelabros de prata, bandejas de incenso, crucifixos e cálices", assinala o comunicado.

Segundo os livros que estudam a época pré-cristã de Tonga, o rei ordenou que o navio fosse afundado com todo seu tesouro a bordo após resgatar o ferro e os canhões da embarcação.

"Este é um achado significativo para o povo de Tonga. Este naufrágio revelará uma grande quantidade de informação sobre a história de Tonga e, especificamente, sobre as ilhas de Haapai, explica Sandra.

O Port-au-Prince foi construído na França, mas a marinha britânica o capturou na capital do Haiti, que dá nome à embarcação, e foi enviado ao "Novo Mundo" com o objetivo de atacar e saquear os navios espanhóis.

Em 1805, sob o mandato do Capitão Duck, foi levado às águas do Pacífico para a caça de baleias.

Vários grupos de mergulhadores locais estão mapeando a região para registrar e enviar os dados ao Museu Marítimo de Greenwich, na Inglaterra.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-08-09/descoberto-navio-pirata-do-seculo-19-com-porao-cheio-de-tesouros.html (09/08/2012)

Barco pirata encontrado em Tonga pode esconder tesouro em ouro, prata e bronze

Barco pirata encontrado em Tonga pode esconder tesouro (Darren Rice/AFP)

De acordo com os exploradores, o barco encontrado pode ser o Port-au-Prince, originalmente construído na França, mas tomado por ingleses que, depois, o transformaram em um barco pirata. Em 1805, o barco zarpou com a missão de atacar e saquear as embarcações espanholas e francesas.

Mas a aventura pirata durou somente um ano. A embarcação foi atacada em 1806 por guerreiros polinésios e a maioria dos membros da tripulação foi morta por ordem do rei Finau Ulukalala II, segundo o Ministério de Turismo de Tonga.

Depois de levar o armamento da embarcação, os guerreiros afundaram o navio, deixando o tesouro em seu interior. Segundo o Ministério do Turismo de Tonga, se for comprovado que se trata do mesmo navio, o tesouro de ouro, prata e cobre deve estar a bordo.

(Com agência France-Presse)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/barco-pirata-encontrado-em-tonga-pode-esconder-tesouro (09/08/2012)

Piratas sequestram quatro estrangeiros

Por Redação

Quatro estrangeiros foram sequestrados, sábado, num navio em águas a sudeste da Nigéria, na sequência de um ataque pirata à embarcação usada por uma empresa do ramo petrolífero.

Segundo a Marinha do país, os homens raptados – um tailandês, um malasiano, um iraniano e um indonésio – foram raptados depois da morte dos dois guardas navais da embarcação.

A pirataria e os sequestros na região da costa da Nigéria são comuns, apesar de um acordo de amnistia entre o governo local e as várias fações de grupos rebeldes de piratas.

Fonte: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=345593 (04/08/2012)

sábado, 28 de julho de 2012

Arqueólogos buscan naves de pirata en Panamá

EFE
redaccion@siglo21.com.gt

Un equipo de arqueólogos submarinistas estadounidenses continúa la búsqueda de los cinco navíos que perdió el pirata inglés Henry Morgan (1635-1688) en el mar Caribe panameño, en una expedición antes del ataque a la antigua Ciudad de Panamá en 1671.

Foto: Arqueólogos submarinistas durante una exploración en el Golfo de México. EFE/archivo/F.S21

Miami. Los arqueólogos ya han recuperado seis cañones, varios cofres, una espada y barriles que se supone son parte de la flota que perdió el filibustero inglés en un arrecife en la desembocadura del río Chagres, en el mar Caribe panameño.

La búsqueda de los barcos perdidos, entre otros la nave insignia de Morgan, la "Satisfacción", comenzó en 2010, cuando los arqueólogos descubrieron y reflotaron seis cañones en la costa de la nación centroamericana.

"Localizar sus naves perdidas, poder conservarlas adecuadamente y compartirlas con el público es nuestro objetivo final en este proyecto (...) Sus barcos están allí abajo y los vamos a encontrar", señaló hoy en un comunicado Frederick H. Hanselmann, arqueólogo submarino responsable del equipo.

La misión de estos arqueólogos se realiza por tercer año consecutivo con el apoyo de la marca Captain Morgan, el segundo ron más vendido en Estados Unidos y con sede en St. Croix (Islas Vírgenes de EE.UU.).

"Un grupo de arqueólogos destacados ha regresado a la boca del río Chagres en busca de la flota del bucanero Capitán Henry Morgan", indicó la compañía de licor en un comunicado en el que explicó que en 2011 se hallaron restos de un barco del siglo XVII que posiblemente sea uno de los navíos que Morgan perdió en 1671 en el arrecife de Lajas, en la desembocadura del citado caudal.

Uno de los trabajos del equipo de arqueólogos consistirá ahora en determinar el origen de los artefactos recuperados, "una espada, cofres, barriles de madera y múltiples sellos de carga", objetos que se encuentran bajo custodia del Patronato Panamá Viejo (Ciudad de Panamá).

"Para nosotros no hay mejor manera de comunicar los valores y el espíritu decidido de nuestra marca", que reconoce esta "aventura" como el "carácter del mismo Morgan y la naturaleza audaz del ron", comentó hoy Tom Herbst, director de Captain Morgan USA.
Expresó su entusiasmo por la misión realizada por los arqueólogos submarinistas y alabó la historia de la marca de ron: "La nuestra es real y está esperando ser descubierta en el fondo del mar".

Según la compañía de ron, Morgan reunió en 1670 la flota más grande en la historia del Caribe y puso sus ambiciones en la toma y saqueo de la Ciudad de Panamá, la más próspera entonces del hemisferio.

En el viaje, su buque insignia y otros cuatro navío más encallaron en el citado arrecife, al pie del fuerte San Lorenzo, la base militar que custodiaba la entrada al río Chagres, la única vía de acceso marítimo a la Ciudad de Panamá.

Pese a la pérdida de estas naves, Morgan y sus filibusteros tomaron el fuerte, navegaron río Chagres arriba y, abriéndose camino por tierra a pie, tomaron, expoliaron y quemaron la ciudad.

Fonte: http://www.s21.com.gt/internacionales/2012/07/26/arqueologos-buscan-naves-pirata-panama (26/07/2012)

Piratas fazem um morto em ataque a barco da ENI

Da Redação, com agências

Lagos - Um ataque de piratas a uma embarcação da Agip, do grupo italiano ENI, na Nigéria provocou pelo menos um morto. O confronto ocorreu no Delta do Niger e segundo fontes militares ainda há dois trabalhadores da Agip desaparecidos.

O ataque foi registado na quinta-feira, quando a embarcação transportava os trabalhadores para uma plataforma petrolífera do grupo italiano. A vítima fatal morreu por afogamento, quando fugia do ataque.

Fonte: http://www.africa21digital.com/comportamentos/ver/20027691-piratas-fazem-um-morto-em-ataque-a-barco-da-eni (28/07/2012)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Número de ataques de piratas no mar baixou

Foto: EPA

O número de ataques de piratas no mar baixou consideravelmente no primeiro semestre de 2012, informa a Agência Marítima Internacional (International Maritime Bureau).

De acordo com esta organização encarregada de acompanhar a segurança nos mares, de janeiro a junho deste ano foram registrados 177 ataques de piratas enquanto no período homólogo de 2011 se haviam verificado 266 ataques.

Especialistas atribuem a redução da atividade criminosa nos mares ao aumento da pressão internacional sobre os piratas mais perigosos que operam nas águas da Somália.
Em poder dos piratas somalis permanecem ainda 11 embarcações e 218 tripulantes.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_07_16/ataques-de-piratas-diminuem/ (16/07/2012)

Fragata Corte-Real regressa no sábado após missão na Somália

Foto: A fragata Corte-Real, ancorada em Matosinhos, em 2006 (Adriano Miranda)

A fragata Corte-Real regressa no sábado à Base Naval de Lisboa, após três meses em missão na Somália, onde foram eliminadas bases logísticas em terra de apoio a grupos de piratas, anunciou a Marinha, em comunicado.

O navio integrou, entre 26 de Março e 21 de Maio, a Força Naval da União Europeia, na Operação Atalanta.

Durante a missão, “foram realizadas pela primeira vez acções de disrupção de campos pirata em terra, na costa da Somália, permitindo eliminar as bases logísticas de apoio aos grupos de piratas”.

A fragata efectuou escoltas a embarcações que transportaram ajuda alimentar à Somália, vigilância e patrulha no Corredor de Trânsito Internacional Recomendado, no Golfo de Áden, estreito de Bab Al Mandeb e Mar Vermelho, bem como abordagens e vistorias a vários navios suspeitos, com o intuito de identificar eventuais indícios da prática de pirataria.

O navio português realizou ainda missões de reconhecimento e recolha ao longo da costa da Somália, nos campos de apoio logístico de piratas, nomeadamente através de um helicóptero embarcado, assim como acções de cooperação técnico-militar com a Guarda Costeira das ilhas Seychelles, “como contributo ao processo de envolvimento no combate à pirataria dos países localizados na área de operações”.

A bordo da fragata seguiram, além de 196 tripulantes, cinco oficiais da Marinha moçambicana, “que puderam observar os procedimentos e tácticas de combate à pirataria na área de operações, contribuindo assim para o reforço dos laços de cooperação entre Portugal e Moçambique, designadamente no empenho em envolver as nações próximas da área de operações”.

Na Base Naval de Lisboa, a Corte-Real irá receber a bordo o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, que será acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Luís Esteves de Araújo, e pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, José Saldanha Lopes.

A União Europeia conduz, sob a égide das Nações Unidas e seguindo a orientação da Política de Segurança e Defesa Comum, uma operação militar, a Operação Atalanta, visando “assegurar a protecção aos navios que transportam ajuda alimentar ao povo somali, no âmbito do Programa Alimentar Mundial, e apoio logístico à missão da União Africana”.

A Armada refere ainda que a operação tem também como meta “contribuir para o esforço militar na prevenção e repressão de actos de pirataria e de assalto à mão armada no mar”.

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/fragata-cortereal-regressa-no-sabado-apos-missao-na-somalia---1549286 (06/06/2012)

Combate à pirataria marítima poderá estender-se às águas quenianas

Escrito por AIM

O ministro moçambicano da Defesa Nacional, Filipe Nyussi, disse que Moçambique poderá estender até ao Quénia, as actividades de patrulhamento e fiscalização do mar, que actualmente são partilhadas com a Tanzânia e África do Sul.

“Actualmente, nós partilhamos as actividades de luta contra a pirataria com a África do Sul e Tanzânia, mas um dia teremos que estendé-las até ao Quénia, para bloquear o inimigo à longa distância, antes de constituir uma ameaça imediata interna”, disse o governante moçambicano.

Filipe Nyussi, que se reuniu, Sexta-feira (6), em Boane, província de Maputo, com adidos militares acreditados em Moçambique, afirmou ser fundamental a coordenação da luta contra a pirataria e outros crimes transnacionais com outros países porque os resultados não poderão ser satisfatórios de uma forma isolada.

Realçou que “o problema da pirataria e dos outros crimes transnacionais arrastam-se para além da fronteira de Moçambique, e a estratégia que o nosso país adoptou é de partilhar a actividade de patrulhamento e fiscalização com outros países”.

Nyussi esclareceu que a ideia é envolver na estratégia todos os países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), com ou sem aceso ao mar, “para que, em conjunto, lutemos contra esses males porque todos esses países são usuários directos ou indirectos do mar, das águas moçambicanas e de todo o canal de Moçambique em geral”.

Disse que paralelamente à coordenação com outros países, as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), “estão no mar para proteger interesses económicos, neste caso a pesca e o turismo, bem como evitar que o mar seja poluído, sendo por isso que treinamos e envolvemos mais efectivos nestas actividades”.

Refira-se que em Agosto de 2011, a SADC adoptou uma estratégia de segurança marítima, destinada a reduzir a ameaça dos piratas nas costas da Somália e em vastas secções do Oceano Índico, incluindo o Canal de Moçambique.

Entretanto, o chefe do Estado Maior da Armada Portuguesa, Almirante José Lopes Saldanha, no final de uma visita a Moçambique, segunda-feira, anunciou que um grupo de oficiais da Marinha de Guerra moçambicana vai, dentro de dias, navegar em navios da Armada Portuguesa, no contexto da cooperação entre Moçambique e Portugal.

O oficial português, que teve um encontro de trabalho com o ministro moçambicano da defesa nacional e com o chefe do Estado Maior General das FADM, entre outras entidades militares, disse que a iniciativa visa ajudar Moçambique a desenvolver capacidades no domínio da Marinha de Guerra.

Fonte: http://www.verdade.co.mz/nacional/28588-combate-a-pirataria-maritima-podera-estender-se-as-aguas-quenianas (10/07/2012)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Un congreso busca aclarar un error histórico sobre corsarios y piratas

Conocidos casi por todos como piratas, los antiguos corsarios han sido víctimas de un error histórico que ha llevado incluso a los especialistas a confundirlos con los personajes dedicados al robo por puro lucro en los mares del mundo.

Las diferencias entre estos personajes mitificados por el cine y la literatura intentarán ser despejadas por un grupo de especialistas durante el congreso internacional "Corso y piratería en América", que se celebrará en Lima el 6 y 7 de junio.

El congreso ha sido organizado por la Asociación de Historia Marítima y Naval Iberoamericana, junto al Instituto Riva Agüero de la Universidad Católica y el Ministerio de Cultura de Perú y el Instituto de Investigaciones Históricas de la Universidad Nacional Autónoma de México.

El historiador peruano Jorge Ortiz Sotelo, uno de los organizadores, afirmó a Efe que se presentarán 22 ponencias, 16 de ellas a cargo de especialistas de Australia, Brasil, Canadá, México, Ecuador, Chile, Uruguay, España y Francia.

"Hemos tenido una receptividad bastante grande, el tema es en realidad atractivo, a veces muy mal entendido, incluso por los historiadores que confunden muchas veces qué es el corso y qué es el pirata y llaman a todos con el mismo gorro", explicó.

Ortiz, que posee un doctorado en Historia Marítima, aclaró que "en realidad se trata de dos cosas distintas: el corso es una forma legal de hacer la guerra y la piratería no, es el robo simplemente en alta mar, que existe hasta el día de hoy".

"El corso antiguo, que se abolió en 1856, era una actividad de guerra legal llevada a cabo por privados, aunque a ese tipo de corso la línea que lo separaba de la piratería era muy tenue y, en la medida que no había control, el capitán que tenía una patente de corso podía llegar a cometer actos de piratería, pero todo estaba muy legislado, muy regulado", acotó.

Sin embargo, tanto la literatura como el cine han contribuido a formar la imagen del pirata como el gran aventurero de los mares y se ha olvidado que el corso cumplía en su época con una actividad legal que incluso tuvo compañías en Perú.

"Es algo que en Perú estuvo muy activo, pero no siempre lo entendemos, buena parte de las guerras europeas tuvieron efecto acá, durante el periodo colonial y hubo actividad de corso durante todo ese período", indicó Ortiz.

En Perú también hubo piratería pero, según señaló el experto, "solamente en el último cuarto del siglo XVII", aunque hasta ahora "incluso los historiadores llaman piratas a todo el mundo".

En el caso peruano "hay varios momentos" desde el ingreso de corsarios isabelinos como Drake y Hawkins, a las incursiones de flotas de los Países Bajos dirigidas por Spilberg o L'Hermite, que bloqueó el puerto limeño del Callao.

En el siglo XVII irrumpió la piratería, con ataques a Panamá y la zona del Pacífico, mientras otros ingresaban por el Cabo de Hornos atacando buques e incendiando ciudades, como la norteña Paita.

"Esto demanda una respuesta y en el caso particular de los piratas la Armada no puede con ellos, porque estaba concebida para proteger el envío de plata, con buques más grandes, más fuertes y estos se mueven en buques más pequeños y rápidos", dijo Ortiz. La situación obligó a los comerciantes peruanos a armar, a fines del siglo XVII, la empresa de corso "Nuestra señora de la Guía", antes de que en el siglo XVIII aparecieran los corsarios británicos y franceses, que también llevaron al gobierno peruano a formar corsos contra los atacantes.

Uno de los corsarios peruanos "más interesantes", aseguró Ortiz, fue Domingo de Orué, quien llegó a capturar dos fragatas británicas en las islas Galápagos.
El historiador enfatizó que aunque el congreso tendrá un carácter eminentemente histórico, también buscará presentar "al gran público una visión más rigurosa de lo que las películas muestran, con un nivel de convocatoria de especialistas bastante elevado".

Fonte: http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/internacional/un-congreso-busca-aclarar-un-error-historico-sobre-corsarios-y-piratas (05/06/2012)

Casal sequestrado por piratas somalis em 2010 é libertado

Terra/NG

Deborah Calitz abraça Bruno Pelizzari durante a conferência de imprensa.

O italiano Bruno Pelizzari e sua namorada, a sul-africana Deborah Calitz, sequestrados em outubro de 2010 por piratas somalis enquanto navegavam em um veleiro pela costa da Tanzânia, foram libertados nesta quinta-feira, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da Itália.

O casal foi sequestrado por piratas somalis enquanto levavam um veleiro de Dar es Salaam, na Tanzânia, até Richards Bay, na África do Sul. As autoridades não tinham informações sobre o paradeiro de Pelizzari e sua namorada há 18 meses.

O ministro da Defesa somali, Hussein Arab Isse, explicou que a operação para libertar o italiano e a sua namorada foi finalizada nesta quinta-feira, segundo a imprensa italiana. "Como podem ver, o casal está são e salvo", acrescentou o ministro diante do casal em uma entrevista coletiva.

Os seqüestradores chegaram a exigir US$ 10 milhões para libertar o casal, que vivia há vários anos na África do Sul. Posteriormente, segundo a imprensa italiana, o valor do resgate teria sido rebaixado para US$ 4 milhões.

"Agradeço todas as instituições pelo árduo trabalho e pelo resultado que conseguimos alcançar hoje, principalmente a contribuição determinante por parte das autoridades somalis do Governo Federal transitório", declarou o ministro das Relações Exteriores italiano, Giulio Terzi.

Fonte: http://www.midiamax.com/noticias/803593-casal+sequestrado+piratas+somalis+2010+libertado.html (21/06/2012)

China enviará 12ª frota de escolta às águas somalis

A Marinha Chinesa enviará a 12ª frota de navios ao Golfo de Áden para uma missão de escolta no próximo mês, disse nesta quinta-feira um porta-voz do Ministério da Defesa Nacional.
 
A frota deixará Zhoushan na Província de Zhejiang, leste da China, em 3 de julho, disse o porta-voz Geng Yansheng em uma entrevista coletiva regular.
 
O grupo, incluindo fragatas de mísseis Yiyang e Changzhou e o navio de abastecimento Qiandaohu, substituirá o grupo anteriormente enviado para evitar ataques de piratas.
 
Até hoje os navios chineses realizaram missões de escolta para 4.700 navios na região, cerca de 49% dos quais eram navios estrangeiros, disse Geng. Os navios da Marinha Chinesa protegeram 41 desses navios de ataques de piratas até hoje, disse.
por agência Xinhua

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2012/06/28/1s153083.htm (28/06/2012)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Guy Ritchie passa de Sherlock Holmes aos piratas com a adaptação de Ilha do Tesouro


Com o sucesso da versão moderna de Sherlock Holmes, este outro clássico da literatura ganhará um filme cheio de ação e efeitos especiais.

por Bruno Carmelo

A Warner está muito contente com sua parceria com o diretor britânico Guy Ritchie. Depois do grande sucesso de Sherlock Holmes e Sherlock Holmes - O Jogo de Sombras, ambos dirigidos pelo cineasta britânico, a produtora deseja que ele adapte mais um clássico da literatura, dando um toque moderno e repleto de ação.

Ritchie vai trazer aos cinemas Treasure Island, adaptação da história de piratas A Ilha do Tesouro. O filme pretende mostrar longas disputas no mar da Espanha, buscas frenéticas por tesouros escondidos e um toque de drama através de um garoto que observa a aventura a partir da cabine do navio. Será que estamos diante do início de uma nova franquia? A Disney e seus Piratas do Caribe que fiquem de olhos abertos.

Além deste projeto, que Ritchie também vai produzir, ele tem outro filme em pré-produção com Warner: The Man From U.N.C.L.E., história de espionagem que seria dirigida por Steven Soderbergh (The Bitter Pill) e atuada por George Clooney (Gravidade), mas que acabou nas mãos do cineasta britânico depois que os dois desistiram.

Fonte: http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-100596/ (04/06/2012)

domingo, 13 de maio de 2012

Piratas no ESTADINHO

Amigos,

Nesta sábado (12/05/2012), a Fernanda Araujo (O Estado de São Paulo) publicou uma matéria sobre o filme "Piratas Pirados", e me procurou para uma entrevista.
O material ficou bem legal! Vale a pena conferir! No link ao final da entrevista, você poderá encontrar um jogo pirata feito exclusivamente para a matéria:

Por: Fernanda Araujo

O Estadinho conversou com um marujo historiador especialista em piratas, Dalton Maziero, para que ele nos contasse alguns segredos dos piratas da vida real.
Estadinho:

Como surgiram os piratas?
Dalton Maziero: Pirataria é uma das profissões mais antigas que existe. Sim! Antes mesmo dos gregos, homens lançavam-se ao mar em busca de presas. Muitos deles saqueavam com o intuito de investimento financeiro. Roubar era um ofício nos mares. E não eram apenas pessoas sem trabalho que faziam isso. Existiam homens com estabilidade financeira que roubavam no mar, com o intuito de ampliarem seus ganhos. Na América, os piratas surgiram com a exploração do continente e a criação das rotas navais de ouro e prata.

E as lendas sobre bichos marítimos?
A maior parte de lendas sobre bichos maritimos provém de acontecimentos reais que foram “apimentados” de boca em boca até transformarem-se em contos populares, normalmente retratados em pequenos livretos que eram vendidos nas ruas. Moby Dick foi um deles, baseado no fato real de um ataque de baleia cachalote. Muitos dos polvos e lulas gigantes existiam apenas nos mapas antigos para preenchimento de espaços geográficos, que eram pouco conhecidos. Mas também é verdade que alguns destes animais foram capturados e que apresentavam tamanhos bastante avantajados…

Mapas do tesouro existiam mesmo?
Bem, isso é criação de Stevenson em seu livro A Ilha do Tesouro. A esmagadora maioria dos piratas eram analfabetos. Não sabiam ler ou escrever, muito menos fazer um mapa. A maior parte também gastava o lucro de seus roubos de uma forma rápida. Fazer um mapa indicava que guardariam o saque por longo tempo, o que é pouco provável. Existem sim muitos mapas falsos no mercado, envelhecidos, com o famoso “X” marcando o tesouro. O que eles seguramente faziam eram memorizar referências do local, como rios, pedras, árvores, etc.

Ainda existem piratas?
A prática da pirataria nunca deixou de existir. Em nenhum momento da história. Os mares asiáticos (na China, Tailândia, Vietña, Coreia) sempre foram bastante ativos nesse sentido. Hoje ganha destaque na mídia um novo e poderoso foco de pirataria, como a muito não se via: a Somália. Localizada na África (acima de Madagascar, no leste africano), esses homens saqueiam todo e qualquer navio que frequenta o Oceano Índico. A Somália é um país sem governo, sem emprego, um dos mais miseráveis economicamente no mundo. Totalmente desestabilizado. Pirataria lá é uma forma de sobrevivência. Estas pessoas vivem em povoados e aldeias litorâneas com pouca ou nenhuma infraestrutura. Os piratas da Somália recebem financiamento de organizações muçulmanas, do tráfico de armas. Existem muitos e obscuros interesses internacionais nisso, inclusive de países europeus que, “teoricamente” combatem a pirataria. É uma guerra velada que movimenta muito dinheiro…

Leia a matéria na íntegra em:
http://blogs.estadao.com.br/estadinho/2012/05/12/piratas-ao-mar/

segunda-feira, 7 de maio de 2012

AVISO

Amigos,
Estarei ausente por motivo de finalização de curso até final de junho. Voltarei a publicar novas notícias - inclusive as atrasadas - a partir do mês de julho. Agradeço a paciência e compreensão de todos.

Amigos,
Estaré ausente debido a la finalización del curso hasta finales de junio. Voy a volver a publicar noticias - incluyendo los atrasos - a partir del mes de julio. Agradezco la paciencia y la comprensión de todos.

friends,
I will be absent because of course completion by the end of June. I will return to post news stories - including arrears - from the month of July. I appreciate the patience and understanding of all.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Empresa fundada por português combate pirataria em alto mar


As rotas internacionais ameaçadas pela pirataria são bem conhecidas por António Beirão, um português residente em Inglaterra, que criou no ano passado uma empresa de segurança marítima privada, negócio onde os riscos são vividos em alto mar.

Com quase uma década de experiência no circuito internacional de segurança, António Beirão, de 43 anos, criou em outubro passado a SPG & MSC (Special Projects Group & Maritime Security Consultancy), empresa vocacionada para a proteção de embarcações que naveguem em águas perigosas, nomeadamente na Somália, região que registou mais de metade dos ataques de pirataria ocorridos em 2011.

Criada em Inglaterra, onde o empresário reside há oito anos, e com uma base de operações na União das Comores, a empresa é composta por ex-elementos de forças militares e policiais portuguesas e britânicas.

“Neste momento, só trabalhamos com 'rangers' (forças especiais), ex-paraquedistas, dois ou três ex-fuzileiros (...). Temos depois alguns elementos da polícia para outro tipo de contratos, mas a espinha dorsal da empresa são estes elementos”, afirmou António Beirão, numa entrevista à Lusa.

Elementos que, segundo o responsável, têm a formação necessária para integrar equipas armadas e enfrentar situações de risco.

“Como fazemos serviços com armas, e com diversos tipos de armamento, todas as pessoas que contratamos têm de ter perfil, têm de ser pessoas que já operaram em zonas perigosas. Temos alguns elementos que estiveram no Iraque, no Afeganistão (...). Já estiveram debaixo de fogo e dão-nos algumas garantias de comportamentos”, frisou.

A equipa atual da empresa é composta em 75 por cento por operacionais portugueses, incluindo três diretores. Os restantes elementos são britânicos.

Todas as operações são estudadas ao pormenor, tendo em consideração o tipo de navio, a área do destino e as condicionantes do percurso.

O armador pode requerer uma embarcação para fazer o acompanhamento de todo o trajeto ou solicitar a presença de uma equipa armada a bordo.

Neste último caso, frisou o responsável, a equipa embarca antes de entrar na zona perigosa e só depois entram a bordo as armas, sempre controladas pelas autoridades locais.

“A partir daí a viagem é feita, 24 horas de serviço na ponte do navio. Há casos em que os operacionais podem patrulhar o navio, mas normalmente é sempre na ponte de comando do navio, controlar o radar, ver as embarcações que se aproximam ou então nas alas do navio, a bombordo e a estibordo”, explicou.

Sobre os valores monetários envolvidos nestas operações, António Beirão admitiu apenas que são significativos.

A presença de elementos civis armados dentro de embarcações comerciais é uma das questões delicadas deste negócio.

“Há cerca de três, quatro anos, nem todos os países davam permissão para ter equipas armadas a bordo e hoje em dia ainda existe este fator. (…) Há situações em que transportamos armas automáticas, armas de guerra, e temos outras situações em que os próprios barcos não permitem este tipo de armas a bordo e temos sempre de cumprir as leis do navio e as leis dos países onde vamos embarcar ou desembarcar”, salientou.
Quando questionado sobre a eficácia das equipas armadas, o responsável não mostrou dúvidas e garantiu que “não há hipótese de combater armas com mangueiras de água” em alto mar.

“Se um navio não tiver homens armados pode fazer algumas manobras de diversão, tentar dificultar ao máximo o acesso dos piratas a bordo (...), mas se os piratas estiverem bem organizados, se o navio for atacado por três ou quatro embarcações, passada meia-hora, um quarto de hora ou 40 minutos, conseguem tomar o navio”, afirmou António Beirão, relatando que as tripulações sentem-se mais tranquilas com a presença destas equipas.

“Quando chegamos a um navio vê-se perfeitamente a cara de alívio das tripulações. Sentem-se seguros ao fazer o percurso, têm uma equipa de quatro homens armados, que estão preparados e que têm formação, e em caso de haver contacto com piratas existe um código de conduta muito severo e restrito de atuação. Não somos militares, somos todos civis, temos um papel a desempenhar e estamos ali para fazer proteção do navio e da tripulação”, concluiu.

Lusa / SOL

Fonte: http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=45560 (31/03/2012)

Navios europeus podem atacar alvos terrestres na Somália

Praia em Mogadíscio: a força anti-piratas da UE vai poder atacar alvos em terra (Feisal Omar/Reuters)

A União Europeia vai permitir às suas forças militares envolvidas numa missão anti-pirataria atacarem alvos em terra, e não só, como até agora, no mar.

A alteração foi feita quando, nesta sexta-feira, os ministros da Defesa aprovaram a extensão da missão. Há actualmente até dez navios europeus a patrulhar as águas ao largo do Corno de África numa missão em que participa uma fragata portuguesa . A missão começou em 2008 com o objectivo de proteger navios que são alvo dos piratas na zona e também proteger a ajuda humanitária.

O jornalista da BBC especializado em segurança Frank Gardner diz que a acção é significativa mas que arrisca uma escalada.

Um responsável da UE disse, sob anonimato, à agência noticiosa francesa AFP que as novas regras iriam permitir aos navios de guerra europeus que disparassem contra depósitos de combustível, camiões e outros equipamentos nas praias.

Estima-se que a pirataria marítima ao largo da costa da Somália tenha custado à indústria marítima global mais de 4,2 milhões de euros.

Os piratas têm ainda aumentado o seu raio de acção: com as patrulhas de navios internacionais, os piratas têm atacado cada vez mais longe, por vezes mais perto da Índia do que da Somália.

Fonte: http://www.publico.pt/Mundo/navios-europeus-podem-atacar-alvos-terrestres-na-somalia-1539143 (23/03/2012)

sábado, 31 de março de 2012

Piratas somalis sequestram barco com açúcar do Brasil para Irã

Barco com supostos piratas na costa da Somália em 2010 (AFP/Arquivo, Ho)

(AFP)
LA PAZ — Piratas somalis sequestraram na segunda-feira no oceano Índico um navio graneleiro, com bandeira boliviana, que transportava açúcar de procedência brasileira com destino ao Irã, informou na noite de quinta-feira em La Paz o governo da Bolívia.

"Na última segunda-feira, dia 26, o navio que transportava açúcar, procedente da República do Brasil com destino ao Irã, foi sequestrado com 23 tripulantes a bordo em águas territoriais das Ilhas Maldivas, a 190 milhas náuticas da costa, no oceano Índico, por piratas de nacionalidade somali", disse o Registro Internacional Boliviano de Embarcações (RIBB), dependente do ministério da Defesa.

O RIBB explicou em um comunicado que "a informação sobre o sequestro foi fornecida pela Força de Defesa Nacional (MNDF) das Ilhas Maldivas, que enviaram de modo imediato navios de defesa ao local do sequestro para realizar a busca".

No entanto, "os navios da Força de Defesa das Ilhas Maldivas suspenderam as operações, já que o navio sequestrado abandonou suas águas territoriais", acrescentou.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5juShPT3kQkR47Z4PWnCj-eLjV6aA?docId=CNG.97163278ecb427fa8b35caf50ff6e659.191 (30/03/2012)

Llegará a México '¡Piratas! Una loca aventura!'


Llegará a México '¡Piratas! Una loca aventura!'

El filme infantil se exhibirá en formato 3D a partir del 20 de abril

El cine familiar continúa siendo una de las apuestas en la cartelera mexicana, ahora con la película infantil ¡Piratas! Una loca aventura, que llegará a las salas cinematográficas del país el próximo 20 de abril.

Tras haberse estrenado con buenos resultados en otros países de América Latina, la comedia de piratas y aventuras realizada por Stop Motion vendrá a este país para conquistar al público infantil.

El largometraje, considerado un ambicioso proyecto de la compañía de animación Aardman, fue dirigido por Peter Lord y Jeff Newitt, y está basado en los libros escritos por Gideon Defoe.

La película será exhibida en formato 3D y narra la historia de un barbado capitán pirata, muy entusiasta, quien pese a sus esfuerzos no ha logrado su objetivo de derrocar a sus acérrimos enemigos.

En esta aventura el simpático capitán cuenta con una tripulación de segunda, que en nada favorece a sus planes; sin embargo, eso no le importa mucho, ya que está concentrado en hallar la forma de derrotar a sus rivales "Black Bellamy" y "Cutlass Liz", por el codiciado Premio del Pirata del Año.

En la versión doblada al español participan los actores Laura Luz y Joaquín Cosío, mientras que en inglés cuenta con las voces de Brendan Gleeson, Hugh Grant, Jeremy Piven y Brian Blessed.

Fonte: http://www2.esmas.com/entretenimiento/cine/421491/llegara-mexico-piratas-una-loca-aventura (24/03/2012)