domingo, 28 de dezembro de 2014

Exposição “Piratas Assombrados” continua em cartaz em Campinas até fevereiro e é opção de passeio nas férias


Atração que traz piratas robotizados e circuito temático está instalada no Parque D. Pedro Shopping desde outubro

Depois de três meses em Campinas, a exposição “Piratas Assombrados”, instalada no Parque D. Pedro Shopping, é prorrogada até 1º de fevereiro para garantir a diversão de crianças e adultos durante as férias de janeiro.

A exposição traz um circuito temático que começa por um túnel do tempo, onde o visitante é transportado dos dias de hoje para o ano de 1690, a Época Dourada da Pirataria, nos mares do Caribe.

Idealizado por Reinaldo Garcia, empresário de entretenimento, a mostra faz uma viagem pelo cenário da época dos piratas. Luzes apagadas, cenografia e desenhos tridimensionais nas paredes, além de efeitos especiais, com iluminação e sons, ajudam a construir o clima que irá conduzir o visitante a testemunhar o passado dos piratas, que agora são fantasmas em forma de esqueletos. Ao todo, o visitante irá encontrar 43 personagens e diversas experiências diferentes.

Toda a concepção do projeto é do empresário, que quando criança viajou com o circo do pai. Filho caçula de Antolin Garcia, fundador do tradicional Circo Garcia, o circo brasileiro de maior longevidade, que nasceu em Campinas e percorreu mais de 70 países, Reinaldo Garcia conheceu o Museu dos Piratas de Nassau quando esteve nas ilhas do Caribe. Influenciado por essa viagem, o empresário quis dar vida aos piratas que no museu eram estáticos. “É uma exposição ímpar. Não tem igual”, explica o criador. Assim como o circo, a exposição será itinerante e irá percorrer o Brasil, começando por Campinas, cidade natal do Circo Garcia e onde Reinaldo escolheu para viver com a família.

Mais sobre a exposição
A atração traz espaços temáticos, com 15 ambientes cenográficos distribuídos em 400 metros quadrados. A exposição reproduz o mundo lendário que envolve as tripulações de piratas, que cruzavam os mares em busca de tesouros, com o objetivo de saques e pilhagem a navios e a cidades para obter riquezas e poder. Um monitor acompanha o grupo pelo circuito que é todo roteirizado para contar essa história.

Depois do túnel do tempo, a prisão é a porta de entrada ao mundo dos piratas. É como se estivesse entrando numa prisão arqueológica, onde esqueletos robotizados conduzem a aventura, que reserva surpresas, diversão e medo.

Na entrada, esqueletos inspirados no espaço Piratas do Caribe, da Disney, são vigiados por um simpático cachorro, abrindo o show para os visitantes. O cão guardião das chaves da prisão ganhou uma versão mais divertida, sendo ele um amontoado de ossos.

Entre labirintos, salas temáticas e corredores, a diversão, os gritos e uma dose de terror ajudam o público a percorrer todo o trajeto, que leva ao encontro com os piratas “assombrados”, esqueletos que povoaram a nossa infância, e agora estão ali diante de nossos olhos.

Ao todo, o visitante irá encontrar 43 personagens e diversas experiências diferentes, entre elas o calabouço, o cemitério dos piratas, o labirinto, a ponte vibratória, o mapa do tesouro escondido, a viagem ao mar em busca de novos tesouros, com o timoneiro manejando e o pirata com a espada a proteger o navio ou pronto para tomar de assalto o outro barco, o pirata escalador e por fim, a volta à terra firme, para uma grande festa na taberna. Afinal, quando os piratas regressavam das suas pilhagens, eles estavam prontos para a diversão e rapidamente esgotavam a sua riqueza nas tabernas. Muitas vezes, bêbados, gastavam tudo o que ganhavam em uma única noite. Prazeres como rum, comida, vinho e jogo faziam donos de tabernas ricos. Uma vila de piratas e o ataque do cachorro esperam as crianças e adultos ao fim desta viagem.

Serviço:
Exposição “Piratas Assombrados”
Local: Parque D. Pedro Shopping, entre as entradas das Colinas e das Pedras (dentro do shopping). Av. Guilherme Campos, 500, bairro Santa Genebra – Campinas
Data: até 31 de dezembro
Horário: de segunda a sábado, das 14h às 21h30; domingos e feriados, das 12h às 19h30
Entrada: valor promocional - todos os dias R$ 30 (ingresso inteiro) e R$ 15 (meia-entrada). Grupo de 3 pessoas ou mais, todos pagam o valor da meia-entrada
Vendas: na bilheteria
Classificação: livre

Fonte: http://www.campinas.com.br/cultura/2014/12/exposicao-piratas-assombrados-continua-em-cartaz-em-campinas-ate-fevereiro-e-e-opcao-de-passeio-nas-ferias (22/12/2014)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Insólito: Un barco en alta mar fue asaltado por “piratas” en la ciudad de Talcahuano


Armados con pistolas y sables, cuatro sujetos intimidaron a la tripulación a bordo de la embarcación Saint Johns, en el sector de San Vicente. Los delincuentes se llevaron especies con un valor cercano a los 5 millones de pesos.

Un robo de película sufrió la embarcación Saint Johns, que estaba en desmantelamiento mar adentro en el sector de San Vicente, en la comuna de Talcahuano, luego de ser asaltado por cuatro “piratas” armados con pistolas, fierros y sables.

Según informa el medio local SoyTalcahuano.cl, los tripulantes del barco fueron intimidados por los sujetos, mientras procedieron a sacar los objetos de valor en el interior, que el dueño fijó en 4 millones y medio de pesos.

“Acá teníamos marcos para las escotillas que son de bronce. Eso era lo que venían a buscar, se las llevaron en el bote en el que llegaron, mientras apuntaban con las pistolas y amenazaban con los fierros”, declaró el propietario del barco, Luis Lobos, al medio anteriormente citado.

Fuente: Soytalcahuano.cl

Fonte: http://www.elperiscopio.cl/insolito-un-barco-en-alta-mar-fue-asaltado-por-piratas-en-la-ciudad-de-talcahuano/ (12/12/2014)

domingo, 16 de novembro de 2014

Porque nunca mais ouvimos falar nos piratas da Somália?

Piratas somalis são detidos por marinheiros da fragata portuguesa Corte-Real no Golfo de Aden Fotografia © REUTERS/NATO/Carlos Dias

por Ana Meireles

Nos últimos dois anos, ataques a navios quase desapareceram, mas três dezenas de marinheiros continuam a ser seus reféns

As Nações Unidas continuam a classificar a pirataria na costa da Somália como uma ameaça à navegação, mas a verdade é que não houve registo de sequestros de navios comerciais na zona entre 21 de outubro de 2013 e 15 de outubro deste ano, apenas relatos de ataques menores, de acordo com um relatório do secretário-geral da ONU apresentado ao Conselho de Segurança no mês passado. O último sequestro bem-sucedido de um navio foi em maio de 2012, quando os piratas somalis tomaram um petroleiro grego no mar Arábico.

"O número de incidentes reportados à Organização Marítima Internacional (OMI) nos três primeiros trimestres de 2014 foi 13 (...) mas relatos credíveis sugerem que navios continuam a ser um alvo dos piratas somalis", refere o documento, datado de 16 de outubro. "Cerca de 20 ataques ou tentativas de ataques levados a cabo por piratas somalis foram relatados em 2013. Esta é uma descida significativa no número de incidentes quando comparado com os 75 navios atacados em 2012 e os 237 alvo dos piratas somalis em 2011", diz Ban Ki-moon.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4229117 (11/11/2014)

sábado, 8 de novembro de 2014

Cuando el pirata frances Jean Capdeville invade San Sebastian de La Gomera en 1571


Desde mediado el año 1570 habían cruzado sobre aquella isla y la de La Palma diferentes piratas franceses que los hugonotes de La Rochelle enviaban para interceptar nuestro comercio de la América. Uno de ellos fue Jacques de Soria, bravo normando que, siendo subalterno del almirante Coligny (aquel gran talento, enemigo de Felipe II, de la religión de Francia y de las posesiones de España), venía mandando cinco velas.

Habiendo, pues, atacado y rendido a la vista de La Gomera el Santiago, nave portuguesa que acababa de salir del puerto de Tazacorte, dio muerte atroz a los célebres 40 jesuitas que, capitaneados por el padre Ignacio de Azevedo, iban a las misiones del Brasil. [...] Jacques de Soria arribó poco después a La Gomera con su armada, trayendo bandera de paz. Dejó allí los prisioneros; y asegura el cardenal Cienfuegos que el conde don Diego alcanzó entonces de los franceses la sotana de uno de los jesuitas sacrificados, cuyas reliquias estuvieron en VENERACIÓN entre aquellos pueblos.

Al año siguiente (1571) se dejó ver por segunda vez sobre estos MARES otro pirata que, montando la misma capitana, era digno sucesor de Jacques de Soria. Juan Capdeville, bearnés, hombre osado, también hugonote y que espantaba con su nombre las islas, se presentó delante de la VILLA de San Sebastián de La Gomera el día 24 de agosto, llevando cinco naves, cuatro francesas y una inglesa. No pudo resistirse el desembarco. Retiráronse los naturales la tierra a dentro, y los enemigos saquean, queman y destruyen gran parte del lugar. Entonces sucedieron aquellos prodigios de constancia cristiana que el obispo de Mantua y el P.fray Luis Quirós refieren de sus hermanos los religiosos de La Gomera. No sólo fray Bernardino Ramos, que era guardián, sino también sus súbditos, se habían sorprendido tanto con la inopinada invasión, que huyeron, abandonando el convento, la iglesia y la sagrada eucaristía.

Fray Antonio de Santa MARÍA se avergüenza a muy pocos pasos. Vuelve a la villa revestido de celo, corre al sagrario, consume las santas formas, pero cae en manos de los hugonotes al salir de la iglesia. Ya habían cogido al cura y otros vecinos. Todos fueron llevados a bordo de la capitana, sin que cesase fray Antonio de predicarles, exhortándoles al martirio. Pasados seis días, los sacaron de la bodega para disputar sobre dogmas. Trasládanlos después a otro bajel, cárganlos de golpes y bofetadas, los hieren, los desnudan, los atan y arrojan al mar con pesadas piedras al cuello.

El que primero murió ahogado fue el cura, luego el religioso, luego a escopetazos y botes de lanza los otros prisioneros. Entre tanto, fray Diego Muñoz, que había quedado en el convento recogiendo las imágenes, ornamentos y alhajas, se ve rodeado de enemigos.

Lleno de santo arrojo reprende a los herejes sus ultrajes; ellos tratan de castigar los suyos. A esta bulla salta un donado llamado Miguel o Gumiel (como dice el obispo de Mantua), que hasta entonces había estado escondido y, queriendo defender la vida su compañero, son ambos víctimas de la saña de los piratas, que echaron sus cuerpos al mar. Algunos naturales los recogieron y dieron sepultura. A este tiempo ya el conde había acaudillado el paisanaje y, marchando con él impetuosamente, se echó de golpe sobre la villa, de manera que los enemigos, no osando resistir el acometimiento de los valerosos gomeros, se fueron embarcando de tropel, dejando muchos muertos en la ribera.

Cada instante se comprobaba el concepto que de la importancia del puerto de La Gomera tenía entonces en la corte. En 1580 arribó a aquella isla el navío de Juan Martín de Recalde, que conducía los galeones de la América. El conde le dio todo el favor y ayuda de que necesitaba.

Había aportado allí al mismo tiempo el gran marqués de Santa Cruz con las naves destinadas a socorrer la flota contra la escuadra de Strozzi, siendo gloria de La Gomera haber tenido por morador al almirante de las Indias, al descubridor del Nuevo Mundo, a Cristóbal Colón, y por su huésped al invicto general de las galeras de España, al héroe de ambos MARES, a don Alvaro de Bazán. Dándose el rey por bien servido del conde, le escribió con este motivo una carta gratulatoria, en que le manifestaba su confianza, le aseguraba de su memoria y le ofrecía mercedes.

Encargábale aplicase su celo a facilitar la salida de dicha embarcación y galeones, a fin de que retornasen a España en conserva de los navíos que iban a convoyarlos. Pedíale, finalmente, que reclutase en las islas algún número de marineros que, sirviendo desde luego en ellos, pudiesen hacerlo después en la expedición a las Terceras, según se meditaba. De este modo contribuyeron las Canarias a tan gloriosa empresa y quedó La Gomera más al abrigo de los insultos.

Fonte: http://www.eltambor.es/2014/03/cuando-el-pirata-frances-jean-capdeville-invade-san-sebastian-de-la-gomera-en-1571/ (29/03/2014)

Javier Bardem poderá ser o vilão do próximo “Piratas das Caraíbas”


Por João Martins

O ator espanhol Javier Bardemestará em negociações para o vilão do quinto filme da saga Piratas das Caraíbas, protagonizada porJohnny Depp, com estreia marcada para 2017.

Segundo a publicação Variety, o ator galardoado com um Oscar em 2007 interpretará o papel de Captain Brand, um capitão fantasma que culpa Jack Sparrow pela morte do seu irmão e que procura vingança.

Se a notícia se confirmar, Bardem interpretará o seu terceiro vilão em Hollywood, depois dos papéis em Este País Não É Para Velhos e em 007: Skyfall, em 2007 e 2012.

Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales começará a ser filmado em fevereiro, na Austrália, e contará com Johnny Depp e Geoffrey Rush nos papéis principais, sendo também possível o regresso de Orlando Bloom.

Fonte: http://propagandistasocial.com/2014/10/26/javier-bardem-podera-ser-o-vilao-do-proximo-piratas-das-caraibas/ (26/10/2014)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

El Príncipe de los piratas: una aventura muy visual en el mar


Por Eva Nicasio

El escritor gallego Edmundo Díaz Conde reconoce que concibe la escritura como una pasión y la vida como un oficio. Con estos dos conceptos, no es extraño encontrar en su nueva novela, 'El príncipe de los piratas' (Algaida, 2013) una apasionante y ágil aventura en el mar, al más estilo clásico. Y es que, pese a que son ya pocas las novelas de piratas con que nos deleita el mercado literario, este no es un género agotado. De hecho, en el panorama novelístico español podemos citar a algunos escritores, como Zoe Valdés o Alberto Vázquez Figueroa, e incluso a Pérez Reverte en su saga del capitán Alatriste y, más recientemente, la trilogía ‘Martín Ojo de Plata’ de Matilde Asensi. Precisamente y asumiendo la tradición de esta narrativa, se encuadra la de Díaz Conde. Una novela de aventuras pura y dura, por más que el trasfondo de la historia (la segunda mitad del siglo XVII español, en plena decadencia del imperio) parezca que pueda enmarcarse también como una novela.

En concreto, y siguiendo este razonamiento, el tratamiento de la novela es pues de aventuras, sin profundizar apenas en el contexto histórico. Bien es verdad que el autor no es inmune al sentido de la decadencia del imperio español y de sus gentes luchando orgullosas pese al abandono de su patria, pero sus características principales pasan por ser precisamente una narración ágil y muy visual; tanto que, como está de moda ahora, bien podía inspirar un guión de serie televisiva o película de cine.

Corre el año 1670. Iñigo Santa Cruz, pirata español adicto al juego, está a punto de morir en la horca. In extremis se fuga de la cárcel con la ayuda de la mano derecha de Henry Morgan, el filibustero inglés más temerario y afamado de la historia. Aunque el español quiere cambiar de vida y volver con su hija pequeña, a la que hace tres que no ve, el inglés tiene otros planes para él, ya que está preparando la mayor flota de piratas de la historia para conquistar la ciudad inexpugnable de Panamá, aunque su verdadero objetivo es otro, algo que quiere mantener en secreto... Chantajeado, Santa Cruz se embarcará en esta misión, que le reportará grandes dosis de acción, aventura y una pasión amorosa inolvidable. En una época en la que los mares del Caribe eran dominados por corsarios británicos, bucaneros franceses y filibusteros holandeses, Díaz Conde realiza una original propuesta: un pirata español que hace honor a una curiosidad histórica, ya que el primer pirata del Caribe fue un español que llegó a América en el segundo viaje de Colón. Pero, lo importante de esta novela no es la fiabilidad a la historia, sino el entretenimiento, su acción trepidante y sus ganas de hacer que el lector pase un rato animado, divertido y en tensión Sin más pretensiones, este es un libro para todas las edades y para aquellos que buscan entretenerse leyendo una novela bien trazada.

Eva Nicasio. libreriaqasida.blogspot.com
www.libreriaqasida.com

Fonte: http://jerez-es-mas.masjerez.com/jerez-es-mas/2014/01/24/1390552947.html (24/01/2014)

La ataques piratas descienden en 2013 a los niveles más bajos del último lustro

Efectivos de la "Atalanta" en un operativo contra la piratería en el golfo de Adén, el pasado mes. // FdV

Los asaltos registrados en Somalia bajan un 80% en un año - La Oficina Marítima Internacional achaca el descenso al despliegue militar, la seguridad privada y la estabilidad de los gobiernos

jacobo caruncho | vigo

La piratería marítima mundial marcó en 2013 sus niveles más bajos de los últimos cinco años. La presencia de fuerzas armadas en aguas del Índico -zona donde se registra el mayor número de ataques-, como la operación "Atalanta", hizo que el pasado ejercicio se registrasen solo 15 asaltos frente a las costas de Somalia, el foco principal para los piratas. Y este "gran dato" provocó que el número de ataques disminuyese más de un 10% el pasado ejercicio a nivel mundial, con 264 casos registrados, frente a los 297 del año anterior y muy lejos de los 410 perpetrados en 2009. Pero la lucha contra la piratería todavía tiene para rato, como asegura la UE, que prevé mantener sus efectivos en los próximos años. Y es que en 2013 fueron secuestrados 12 barcos y los piratas retuvieron a más de 300 personas, según los datos de la Oficina Marítima Internacional (IMB, por sus siglas en inglés).

"La razón más grande de la caída de la piratería en todo el mundo es la disminución de la piratería somalí frente a la costa de África oriental", afirma el director de IMB, Pottengal Mukundan, que explica que los piratas somalíes fueron disuadidos por una combinación de factores: el papel "clave" de las marinas internacionales, el "endurecimiento" de las embarcaciones, el uso de equipos de seguridad privados armados y la influencia "estabilizadora" del Gobierno central de Somalia.

Los 15 ataques atribuidos a los piratas somalíes en 2013 incluyen el secuestro de dos buques -que fueron puestos en libertad en un día-, mientras que otros ocho barcos fueron tiroteados por los asaltantes. Estas cifras son las más bajas desde 2006, cuando se registraron solo diez asaltos en aguas de Somalia. Y los datos son también los más bajos del último lustro. En 2009 fueron 218 los ataques perpetrados por piratas somalíes, mientras que en 2010 la cifra ascendió a 219 y el máximo se registró en 2011, con 237 intentos de abordaje. En 2012 los ataques se desplomaron hasta los 75 y en 2013 se consolidó ese descenso, con los 15 ataques registrados.

"Es imprescindible continuar con los esfuerzos internacionales combinados para abordar la piratería en Somalia. Cualquier autocomplaciencia en este momento podría volver a encender la actividad pirata", alerta Mukundan. Y en la misma línea se muestra la Unión Europea. Y es que el mandato de la operación "Atalanta" termina a finales de 2014 y la UE no pretende bajar la guardia, por lo que prevé mantener el número de buques y aviones desplegados en la misión en los próximos años.

Caída mundial
El descenso de los ataques piratas en aguas de Somalia explica la caída de los enfrentamientos a nivel mundial, ya que los 264 asaltos registrados el pasado ejercicio suponen el mejor dato del último lustro. Y es que hace cinco años el número de ataques perpetrados por piratas ascendía a 410, una cifra que aumentó en 2010 (445) y descendió otra vez al año siguiente (297). En 2012 , por su parte, el número de intentos de abordaje cayó hasta los 264.

IMB alerta que si los ataques descendieron en el África oriental, en la parte occidental del continente la situación fue "a peor". Los piratas nigerianos representaron 31 de los 51 asaltos de la región, en los que tomaron como rehenes a 49 personas y secuestraron a otras 36, más que en cualquier otro año desde 2008. Pero el mayor foco de la piratería está ahora en Indonesia, donde se registraron 106 ataques -el 40% del total mundial-, frente a los 81 del ejercicio anterior, los 81 de 2012 y los 46 de hace tres años.

Fonte: http://www.farodevigo.es/mar/2014/02/02/ataques-piratas-descienden-2013-niveles/959483.html (02/02/2014)

Afinal, os "piratas" eram militares da Eritreia

Uma força multinacional patrulha as águas ao largo da Somália para evitar mais ataques dos piratas que durante vários anos aterrorizaram os marinheiros que passavam naquela região.

Um navio tomado de assalto esta madrugada no Mar Vermelho começou por indicar que estava a ser atacado por piratas, mas afinal os homens armados que subiram a bordo são militares da Eritreia.

A notícia divulgada esta manhã indicava que tinha havido um novo incidente de pirataria ao largo da Somália, o primeiro desde 2012. Mas informações apuradas mais tarde indicam que o navio terá entrado em águas territoriais da Eritreia, levando a tomada por parte de militares daquele país.

Uma força multinacional patrulha as águas ao largo da Somália para evitar mais ataques dos piratas que durante vários anos aterrorizaram os marinheiros que passavam naquela região.

Os ataques desapareceram durante o ano de 2012 mas, uma vez que as condições no país se mantém iguais, o estado de alerta não foi diminuído.

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=136180 (19/01/2014)

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Reprimido o primeiro ataque pirata do ano no Golfo de Aden

A força naval da UE agiu em articulação com outras forças de combate à pirataria. Getty

Força naval europeia de combate à pirataria marítima prende cinco suspeitos somalis.

Por Cristina Peres

A prisão de cinco somalis suspeitos de terem atacado um petroleiro no Golfo de Aden, que emitiu um pedido de socorro no dia 17, foi o resultado do primeiro ataque pirata do ano, dominado pela operação Atalanta da força marítima da União Europeia, EUNAVFOR, presente na região.

Apesar da redução em 40% dos ataques de pirataria marítima a nível global ao longo de 2013 - reportado no mesmo dia 17 pelo relatório do International Maritime Bureau (IMB) da Câmara de Comércio Mundial -, a força naval teve de agir pela primeira vez em 2014 ao largo da Somália.

O comunicado da EUNAVFOR relata que o ataque foi inicialmente repelido por uma equipa de segurança privada que viajava com o petroleiro. De seguida, a a força naval da UE agiu em articulação com outras forças de combate à pirataria: um avião japonês de patrulhamento marítimo e um helicóptero da embarcação japonesa JS Samidare localizaram o "dhow" (barco de pesca artesanal) que serviu de embarcação-mãe ao assalto pirata.

Finalmente, a corveta JS Siroco da força naval europeia pôde aproximar-se do "dhow" e abordá-lo usando para tal o helicóptero de bordo. Ao aproximar-se, verificaram que os indivíduos a bordo atiravam material para o mar, assim alimentando as suspeitas de ser a embarcação-mãe do assalto.

Como é missão da força de combate à pirataria, os suspeitos serão de seguida entregues à justiça.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/reprimido-o-primeiro-ataque-pirata-do-ano-no-golfo-de-aden=f851826 (21/01/2014)

Pirataria no mar caiu 40% desde 2011

Um pirata somali vigia a costa Mohamed Dahir/AFP

Na Somália, foram relatados 15 casos em 2013, muito abaixo dos 237 do pico de dois anos antes.

A pirataria marítima caiu 40% desde 2011 e atingiu em 2013 o ponto mais baixo dos últimos seis anos, de acordo com o relatório anual do Internacional Maritime Bureau da Câmara de Comércio Internacional. Em todo o mundo, foram registados 264 ataques piratas.

O relatório indica que, ao longo do ano passado, mais de 300 pessoas foram feitas reféns no mar. e 21 ficaram feridas. Ao todo, 12 navios foram sequestrados, 202 foram abordados, 22 foram alvo de tiros e 28 sofreram tentativas de ataque. Tipicamente, os piratas tentam sequestrar navios com o objectivo de pedir um resgate.

Na Somália, foram relatados 15 casos, muito abaixo dos 75 verificados em 2012 e dos 237 do pico de 2011. Nesta região, conhecida pela elevada incidência de pirataria, o comando da Força Naval da União Europeia esteve entregue a Portugal entre Abril e Agosto do ano passado.

"A maior razão para a queda da pirataria em todo o mundo é a diminuição da pirataria na Somália", disse Pottengal Mukundan, director do Internacional Maritime Bureau, entidade independente que monitoriza a pirataria desde 1991.

A quebra da pirataria somali é explicada pela conjugação dos esforços da Marinhas internacionais, por alterações nas práticas de gestão dos transportes, pelo recurso a segurança armada privada e pelos esforços de estabilização da região feitos pelo governo central somali.

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/pirataria-global-cai-40-diz-relatorio-1619999 (16/01/2014)