sábado, 28 de julho de 2012

Arqueólogos buscan naves de pirata en Panamá

EFE
redaccion@siglo21.com.gt

Un equipo de arqueólogos submarinistas estadounidenses continúa la búsqueda de los cinco navíos que perdió el pirata inglés Henry Morgan (1635-1688) en el mar Caribe panameño, en una expedición antes del ataque a la antigua Ciudad de Panamá en 1671.

Foto: Arqueólogos submarinistas durante una exploración en el Golfo de México. EFE/archivo/F.S21

Miami. Los arqueólogos ya han recuperado seis cañones, varios cofres, una espada y barriles que se supone son parte de la flota que perdió el filibustero inglés en un arrecife en la desembocadura del río Chagres, en el mar Caribe panameño.

La búsqueda de los barcos perdidos, entre otros la nave insignia de Morgan, la "Satisfacción", comenzó en 2010, cuando los arqueólogos descubrieron y reflotaron seis cañones en la costa de la nación centroamericana.

"Localizar sus naves perdidas, poder conservarlas adecuadamente y compartirlas con el público es nuestro objetivo final en este proyecto (...) Sus barcos están allí abajo y los vamos a encontrar", señaló hoy en un comunicado Frederick H. Hanselmann, arqueólogo submarino responsable del equipo.

La misión de estos arqueólogos se realiza por tercer año consecutivo con el apoyo de la marca Captain Morgan, el segundo ron más vendido en Estados Unidos y con sede en St. Croix (Islas Vírgenes de EE.UU.).

"Un grupo de arqueólogos destacados ha regresado a la boca del río Chagres en busca de la flota del bucanero Capitán Henry Morgan", indicó la compañía de licor en un comunicado en el que explicó que en 2011 se hallaron restos de un barco del siglo XVII que posiblemente sea uno de los navíos que Morgan perdió en 1671 en el arrecife de Lajas, en la desembocadura del citado caudal.

Uno de los trabajos del equipo de arqueólogos consistirá ahora en determinar el origen de los artefactos recuperados, "una espada, cofres, barriles de madera y múltiples sellos de carga", objetos que se encuentran bajo custodia del Patronato Panamá Viejo (Ciudad de Panamá).

"Para nosotros no hay mejor manera de comunicar los valores y el espíritu decidido de nuestra marca", que reconoce esta "aventura" como el "carácter del mismo Morgan y la naturaleza audaz del ron", comentó hoy Tom Herbst, director de Captain Morgan USA.
Expresó su entusiasmo por la misión realizada por los arqueólogos submarinistas y alabó la historia de la marca de ron: "La nuestra es real y está esperando ser descubierta en el fondo del mar".

Según la compañía de ron, Morgan reunió en 1670 la flota más grande en la historia del Caribe y puso sus ambiciones en la toma y saqueo de la Ciudad de Panamá, la más próspera entonces del hemisferio.

En el viaje, su buque insignia y otros cuatro navío más encallaron en el citado arrecife, al pie del fuerte San Lorenzo, la base militar que custodiaba la entrada al río Chagres, la única vía de acceso marítimo a la Ciudad de Panamá.

Pese a la pérdida de estas naves, Morgan y sus filibusteros tomaron el fuerte, navegaron río Chagres arriba y, abriéndose camino por tierra a pie, tomaron, expoliaron y quemaron la ciudad.

Fonte: http://www.s21.com.gt/internacionales/2012/07/26/arqueologos-buscan-naves-pirata-panama (26/07/2012)

Piratas fazem um morto em ataque a barco da ENI

Da Redação, com agências

Lagos - Um ataque de piratas a uma embarcação da Agip, do grupo italiano ENI, na Nigéria provocou pelo menos um morto. O confronto ocorreu no Delta do Niger e segundo fontes militares ainda há dois trabalhadores da Agip desaparecidos.

O ataque foi registado na quinta-feira, quando a embarcação transportava os trabalhadores para uma plataforma petrolífera do grupo italiano. A vítima fatal morreu por afogamento, quando fugia do ataque.

Fonte: http://www.africa21digital.com/comportamentos/ver/20027691-piratas-fazem-um-morto-em-ataque-a-barco-da-eni (28/07/2012)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Número de ataques de piratas no mar baixou

Foto: EPA

O número de ataques de piratas no mar baixou consideravelmente no primeiro semestre de 2012, informa a Agência Marítima Internacional (International Maritime Bureau).

De acordo com esta organização encarregada de acompanhar a segurança nos mares, de janeiro a junho deste ano foram registrados 177 ataques de piratas enquanto no período homólogo de 2011 se haviam verificado 266 ataques.

Especialistas atribuem a redução da atividade criminosa nos mares ao aumento da pressão internacional sobre os piratas mais perigosos que operam nas águas da Somália.
Em poder dos piratas somalis permanecem ainda 11 embarcações e 218 tripulantes.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_07_16/ataques-de-piratas-diminuem/ (16/07/2012)

Fragata Corte-Real regressa no sábado após missão na Somália

Foto: A fragata Corte-Real, ancorada em Matosinhos, em 2006 (Adriano Miranda)

A fragata Corte-Real regressa no sábado à Base Naval de Lisboa, após três meses em missão na Somália, onde foram eliminadas bases logísticas em terra de apoio a grupos de piratas, anunciou a Marinha, em comunicado.

O navio integrou, entre 26 de Março e 21 de Maio, a Força Naval da União Europeia, na Operação Atalanta.

Durante a missão, “foram realizadas pela primeira vez acções de disrupção de campos pirata em terra, na costa da Somália, permitindo eliminar as bases logísticas de apoio aos grupos de piratas”.

A fragata efectuou escoltas a embarcações que transportaram ajuda alimentar à Somália, vigilância e patrulha no Corredor de Trânsito Internacional Recomendado, no Golfo de Áden, estreito de Bab Al Mandeb e Mar Vermelho, bem como abordagens e vistorias a vários navios suspeitos, com o intuito de identificar eventuais indícios da prática de pirataria.

O navio português realizou ainda missões de reconhecimento e recolha ao longo da costa da Somália, nos campos de apoio logístico de piratas, nomeadamente através de um helicóptero embarcado, assim como acções de cooperação técnico-militar com a Guarda Costeira das ilhas Seychelles, “como contributo ao processo de envolvimento no combate à pirataria dos países localizados na área de operações”.

A bordo da fragata seguiram, além de 196 tripulantes, cinco oficiais da Marinha moçambicana, “que puderam observar os procedimentos e tácticas de combate à pirataria na área de operações, contribuindo assim para o reforço dos laços de cooperação entre Portugal e Moçambique, designadamente no empenho em envolver as nações próximas da área de operações”.

Na Base Naval de Lisboa, a Corte-Real irá receber a bordo o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, que será acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Luís Esteves de Araújo, e pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, José Saldanha Lopes.

A União Europeia conduz, sob a égide das Nações Unidas e seguindo a orientação da Política de Segurança e Defesa Comum, uma operação militar, a Operação Atalanta, visando “assegurar a protecção aos navios que transportam ajuda alimentar ao povo somali, no âmbito do Programa Alimentar Mundial, e apoio logístico à missão da União Africana”.

A Armada refere ainda que a operação tem também como meta “contribuir para o esforço militar na prevenção e repressão de actos de pirataria e de assalto à mão armada no mar”.

Fonte: http://www.publico.pt/Sociedade/fragata-cortereal-regressa-no-sabado-apos-missao-na-somalia---1549286 (06/06/2012)

Combate à pirataria marítima poderá estender-se às águas quenianas

Escrito por AIM

O ministro moçambicano da Defesa Nacional, Filipe Nyussi, disse que Moçambique poderá estender até ao Quénia, as actividades de patrulhamento e fiscalização do mar, que actualmente são partilhadas com a Tanzânia e África do Sul.

“Actualmente, nós partilhamos as actividades de luta contra a pirataria com a África do Sul e Tanzânia, mas um dia teremos que estendé-las até ao Quénia, para bloquear o inimigo à longa distância, antes de constituir uma ameaça imediata interna”, disse o governante moçambicano.

Filipe Nyussi, que se reuniu, Sexta-feira (6), em Boane, província de Maputo, com adidos militares acreditados em Moçambique, afirmou ser fundamental a coordenação da luta contra a pirataria e outros crimes transnacionais com outros países porque os resultados não poderão ser satisfatórios de uma forma isolada.

Realçou que “o problema da pirataria e dos outros crimes transnacionais arrastam-se para além da fronteira de Moçambique, e a estratégia que o nosso país adoptou é de partilhar a actividade de patrulhamento e fiscalização com outros países”.

Nyussi esclareceu que a ideia é envolver na estratégia todos os países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), com ou sem aceso ao mar, “para que, em conjunto, lutemos contra esses males porque todos esses países são usuários directos ou indirectos do mar, das águas moçambicanas e de todo o canal de Moçambique em geral”.

Disse que paralelamente à coordenação com outros países, as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), “estão no mar para proteger interesses económicos, neste caso a pesca e o turismo, bem como evitar que o mar seja poluído, sendo por isso que treinamos e envolvemos mais efectivos nestas actividades”.

Refira-se que em Agosto de 2011, a SADC adoptou uma estratégia de segurança marítima, destinada a reduzir a ameaça dos piratas nas costas da Somália e em vastas secções do Oceano Índico, incluindo o Canal de Moçambique.

Entretanto, o chefe do Estado Maior da Armada Portuguesa, Almirante José Lopes Saldanha, no final de uma visita a Moçambique, segunda-feira, anunciou que um grupo de oficiais da Marinha de Guerra moçambicana vai, dentro de dias, navegar em navios da Armada Portuguesa, no contexto da cooperação entre Moçambique e Portugal.

O oficial português, que teve um encontro de trabalho com o ministro moçambicano da defesa nacional e com o chefe do Estado Maior General das FADM, entre outras entidades militares, disse que a iniciativa visa ajudar Moçambique a desenvolver capacidades no domínio da Marinha de Guerra.

Fonte: http://www.verdade.co.mz/nacional/28588-combate-a-pirataria-maritima-podera-estender-se-as-aguas-quenianas (10/07/2012)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Un congreso busca aclarar un error histórico sobre corsarios y piratas

Conocidos casi por todos como piratas, los antiguos corsarios han sido víctimas de un error histórico que ha llevado incluso a los especialistas a confundirlos con los personajes dedicados al robo por puro lucro en los mares del mundo.

Las diferencias entre estos personajes mitificados por el cine y la literatura intentarán ser despejadas por un grupo de especialistas durante el congreso internacional "Corso y piratería en América", que se celebrará en Lima el 6 y 7 de junio.

El congreso ha sido organizado por la Asociación de Historia Marítima y Naval Iberoamericana, junto al Instituto Riva Agüero de la Universidad Católica y el Ministerio de Cultura de Perú y el Instituto de Investigaciones Históricas de la Universidad Nacional Autónoma de México.

El historiador peruano Jorge Ortiz Sotelo, uno de los organizadores, afirmó a Efe que se presentarán 22 ponencias, 16 de ellas a cargo de especialistas de Australia, Brasil, Canadá, México, Ecuador, Chile, Uruguay, España y Francia.

"Hemos tenido una receptividad bastante grande, el tema es en realidad atractivo, a veces muy mal entendido, incluso por los historiadores que confunden muchas veces qué es el corso y qué es el pirata y llaman a todos con el mismo gorro", explicó.

Ortiz, que posee un doctorado en Historia Marítima, aclaró que "en realidad se trata de dos cosas distintas: el corso es una forma legal de hacer la guerra y la piratería no, es el robo simplemente en alta mar, que existe hasta el día de hoy".

"El corso antiguo, que se abolió en 1856, era una actividad de guerra legal llevada a cabo por privados, aunque a ese tipo de corso la línea que lo separaba de la piratería era muy tenue y, en la medida que no había control, el capitán que tenía una patente de corso podía llegar a cometer actos de piratería, pero todo estaba muy legislado, muy regulado", acotó.

Sin embargo, tanto la literatura como el cine han contribuido a formar la imagen del pirata como el gran aventurero de los mares y se ha olvidado que el corso cumplía en su época con una actividad legal que incluso tuvo compañías en Perú.

"Es algo que en Perú estuvo muy activo, pero no siempre lo entendemos, buena parte de las guerras europeas tuvieron efecto acá, durante el periodo colonial y hubo actividad de corso durante todo ese período", indicó Ortiz.

En Perú también hubo piratería pero, según señaló el experto, "solamente en el último cuarto del siglo XVII", aunque hasta ahora "incluso los historiadores llaman piratas a todo el mundo".

En el caso peruano "hay varios momentos" desde el ingreso de corsarios isabelinos como Drake y Hawkins, a las incursiones de flotas de los Países Bajos dirigidas por Spilberg o L'Hermite, que bloqueó el puerto limeño del Callao.

En el siglo XVII irrumpió la piratería, con ataques a Panamá y la zona del Pacífico, mientras otros ingresaban por el Cabo de Hornos atacando buques e incendiando ciudades, como la norteña Paita.

"Esto demanda una respuesta y en el caso particular de los piratas la Armada no puede con ellos, porque estaba concebida para proteger el envío de plata, con buques más grandes, más fuertes y estos se mueven en buques más pequeños y rápidos", dijo Ortiz. La situación obligó a los comerciantes peruanos a armar, a fines del siglo XVII, la empresa de corso "Nuestra señora de la Guía", antes de que en el siglo XVIII aparecieran los corsarios británicos y franceses, que también llevaron al gobierno peruano a formar corsos contra los atacantes.

Uno de los corsarios peruanos "más interesantes", aseguró Ortiz, fue Domingo de Orué, quien llegó a capturar dos fragatas británicas en las islas Galápagos.
El historiador enfatizó que aunque el congreso tendrá un carácter eminentemente histórico, también buscará presentar "al gran público una visión más rigurosa de lo que las películas muestran, con un nivel de convocatoria de especialistas bastante elevado".

Fonte: http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/internacional/un-congreso-busca-aclarar-un-error-historico-sobre-corsarios-y-piratas (05/06/2012)

Casal sequestrado por piratas somalis em 2010 é libertado

Terra/NG

Deborah Calitz abraça Bruno Pelizzari durante a conferência de imprensa.

O italiano Bruno Pelizzari e sua namorada, a sul-africana Deborah Calitz, sequestrados em outubro de 2010 por piratas somalis enquanto navegavam em um veleiro pela costa da Tanzânia, foram libertados nesta quinta-feira, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da Itália.

O casal foi sequestrado por piratas somalis enquanto levavam um veleiro de Dar es Salaam, na Tanzânia, até Richards Bay, na África do Sul. As autoridades não tinham informações sobre o paradeiro de Pelizzari e sua namorada há 18 meses.

O ministro da Defesa somali, Hussein Arab Isse, explicou que a operação para libertar o italiano e a sua namorada foi finalizada nesta quinta-feira, segundo a imprensa italiana. "Como podem ver, o casal está são e salvo", acrescentou o ministro diante do casal em uma entrevista coletiva.

Os seqüestradores chegaram a exigir US$ 10 milhões para libertar o casal, que vivia há vários anos na África do Sul. Posteriormente, segundo a imprensa italiana, o valor do resgate teria sido rebaixado para US$ 4 milhões.

"Agradeço todas as instituições pelo árduo trabalho e pelo resultado que conseguimos alcançar hoje, principalmente a contribuição determinante por parte das autoridades somalis do Governo Federal transitório", declarou o ministro das Relações Exteriores italiano, Giulio Terzi.

Fonte: http://www.midiamax.com/noticias/803593-casal+sequestrado+piratas+somalis+2010+libertado.html (21/06/2012)

China enviará 12ª frota de escolta às águas somalis

A Marinha Chinesa enviará a 12ª frota de navios ao Golfo de Áden para uma missão de escolta no próximo mês, disse nesta quinta-feira um porta-voz do Ministério da Defesa Nacional.
 
A frota deixará Zhoushan na Província de Zhejiang, leste da China, em 3 de julho, disse o porta-voz Geng Yansheng em uma entrevista coletiva regular.
 
O grupo, incluindo fragatas de mísseis Yiyang e Changzhou e o navio de abastecimento Qiandaohu, substituirá o grupo anteriormente enviado para evitar ataques de piratas.
 
Até hoje os navios chineses realizaram missões de escolta para 4.700 navios na região, cerca de 49% dos quais eram navios estrangeiros, disse Geng. Os navios da Marinha Chinesa protegeram 41 desses navios de ataques de piratas até hoje, disse.
por agência Xinhua

Fonte: http://portuguese.cri.cn/561/2012/06/28/1s153083.htm (28/06/2012)