domingo, 16 de setembro de 2012

Novo presidente tomou posse


Por Redação

O novo presidente da Somália, Hassan Sheikh Mohamud, tomou posse este domingo. Esta será a primeira tomada de posse no país, desde a guerra civil que derrubou o ditador Mohamed Siad Barre em 1991.

Depois de 20 anos de conflito, que vitimaram dezenas de milhares de pessoas e muitos mais refugiados, Hassan assumiu a presidência apelando ao fim do terrorismo e da pirataria.

«Queremos criar uma comunidade unida para que os somalis e os países vizinhos possam viver em paz. Agora a Somália virou uma nova página», afirmou o presidente.

Fonte: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=352728 (16/09/2012)

La flota europea mantiene la guardia contra los piratas en el Índico

Los ataques piratas han descendido en en el océano Índico y en el Cuerno de África, pero la flota pesquera y las fuerzas navales europeas mantienen la guardia ante esa amenaza, que en esta época del año es mayor porque el clima les puede "animar" a actuar en esas aguas.

Mercedes Salas - EFE

Los asaltos han descendido, pero los atuneros que operan en la zona no se confían (EU-Navfor)

MADRID. Los asaltos han descendido, pero los atuneros que operan en la zona no se confían, pues como afirman, "el problema ha desaparecido de los medios de comunicación", pero no de las costas de Somalia.

La Oficina Marítima Internacional y la misión de la Unión Europea (UE) Navfor -conocida como operación Atalanta- coinciden en que los abordajes han disminuido por la presión militar y por el embarque de equipos de seguridad privada en los barcos europeos.

En 2010 se secuestraron 45 buques (de todo tipo), 24 en 2011; siete en 2012, mientras que en los últimos doce meses solo van 12 arrestos, cifra similar a la que en años anteriores se registraba en un trimestre, según datos facilitados a Efeagro por el mando de operaciones del Estado Mayor de la Defensa.

En cuanto a los atuneros, ha habido algunos "hostigamientos" en los últimos meses en la zona donde faenan, "pero ningún buque con seguridad privada armado ha llegado a ser secuestrado por piratas", según la misma fuente.

En el Índico operan 17 pesqueros estatales, pero si se añaden los buques con capital español y bandera de otro país los navíos ascienden a 40.

El 2 de octubre se cumplirán tres años del secuestro del atunero vasco "Alakrana", que conmocionó al mundo durante 47 días; otros pesqueros que lo sufrieron fueron el "Playa de Bakio", en 2008, o el "Vega 5" (bandera mozambiqueña y tripulantes gallegos), liberado en 2011 tras 137 días de captura.

Las asociaciones de atuneros, Anabac (con 11 barcos en la zona) y Opagac (con seis), han declarado a Efeagro que parece haber mejorado la situación y que la flota trabaja más tranquila desde que embarca guardias de seguridad, pero que el problema "está muy lejos de resolverse".

Según el director gerente de la Asociación Nacional de Buques Atuneros Congeladores (Anabac), Juan Pablo Rodríguez, "todavía hacen falta muchos cambios, se trata de una amenaza extraordinaria".

El gerente adjunto de la Organización de Productores Asociados de Grandes Atuneros Congeladores (Opacac), Juan Pedro Monteagudo, ha subrayado que los barcos están "más confortables" con seguridad privada, aunque los temores se acrecientan cuando acaban los monzones, porque con las aguas más tranquilas lo piratas actúan más.

De hecho, está a punto de comenzar una de las épocas "intermonzónicas", es decir los períodos en los que paran dichos vientos en el Índico y los corsarios se animan a atacar, especialmente los que usan embarcaciones pequeñas.

Los piratas pueden emplear barcos mayores para su acecho, pero el asalto final es siempre desde esquifes o embarcaciones menores que los monzones hacen "inservibles", según las fuentes del Estado Mayor de la Defensa.

España participa en la operación "Atalanta" de la UE contra la piratería en el Cuerno de África con un buque de guerra y un avión de patrulla marítima, que permanece todo el año en el área de operaciones.

En las épocas intermonzónicas incrementa sus efectivos con un buque de guerra adicional y equipos de guerra naval especiales capacitados para el abordaje de buque con oposición y para rescatar rehenes.

La piratería es un negocio milenario, que en los últimos años ha repuntado en el Índico, pero que también se está acrecentando en el Golfo de Guinea (Atlántico).

"Es importante que la comunidad internacional luche con todas sus fuerzas para que no se repita allí lo que ocurre con los piratas somalíes", según el responsable de Anabac.
Sin embargo, desde el Estado Mayor de la Defensa señalan que la amenaza en el Golfo de Guinea está muy lejos de la somalí.

En el Cuerno del África, los piratas pretenden obtener rescates, mientras que en el golfo atlántico pretenden robar el cargamento de los buques, lo que hace temer un trato más "deshumanizado" a los tripulantes, pero una resolución más rápida del secuestro.

Otra diferencia es el esfuerzo de Nigeria o Benin para vigilar sus costas, frente al Gobierno somalí, que no tiene ningún control efectivo sobre sus aguas.

Fonte: http://www.deia.com/2012/09/16/sociedad/euskadi/la-flota-europea-mantiene-la-guardia-contra-los-piratas-en-el-indico (16/09/2012)

Piratas tomam de assalto petroleiro de Singapura

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas

No petroleiro estavam a bordo 24 pessoas e os piratas estavam a encaminhá-lo para alto mar, indicou o centro sobre pirataria do GMI, sedeado em Kuala Lumpur, na Malásia, sem avançar os detalhes do ataque.

"Informámos as autoridades nigerianas que estão a agir", disse o responsável do centro de informação sobre pirataria do GMI, Noel Choong, citado pela agência noticiosa AFP.

A tripulação do petroleiro fechou-se numa sala segura da embarcação, acrescentou Choong, salientando que este ataque foi semelhante a outros anteriores, o que poderá indicar que os piratas que o levaram a cabo poderão fazer parte do mesmo grupo.

"Tomam posse do navio por cerca de cinco dias, pilham as cabines da tripulação e transferem o petróleo para um navio pirata", explicou.

Este foi o terceiro ataque do género ocorrido em cerca de duas semanas no Golfo da Guiné, depois de piratas terem também tomado o controlo de um petroleiro grego, a 28 de agosto, e de outro britânico, a 19 de agosto, sem registo de vítimas mortais.

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2752867&seccao=%C1frica (05/09/2012)

domingo, 2 de setembro de 2012

Kit Barco Pirata

Pérola Negra – Piratas do Caribe


Para quem gosta de se aventurar na montagem de peças náuticas em madeira, vai aqui um grande lançamento da Salvat Editora. O kit pode ser encontrado nas bancas de jornais. Infelizmente ninguém sabe dizer quantos fascículos completam a peça. Podem jogar ai por baixo, uns 50...

Aviso aos navegantes iniciantes: montar um kit desses não é tão fácil quanto parece! Mas a experiência é fantástica! Quem tiver fôlego - inclusive financeiro - vale a pena!

Abaixo o link para maiores informações:
http://www.salvat.com/br/colecciones/piratas-do-caribe/home.shtml

Líder de piratas somalis é condenado a 12 prisões perpétuas

EPA

Um juiz dos EUA condenou um cidadão somali, Mohammad Shibin, a 12 prisões perpétuas.
Ele é acusado de ser um dos líderes dos organizadores da pirataria na costa oriental da África.

Ele foi preso em abril de 2011, durante uma operação de libertação do navio Quest, em poder dos piratas, com 4 cidadãos americanos a bordo. No momento do resgate por parte das forças especiais americanas, os 4 reféns americanos foram mortos.

Além da pena de 12 prisões perpétuas, Shibin terá que pagar às famílias dos mortos e ao governo dos EUA, uma compensação de 5,4 milhões de dólares.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_14/mohammad-shibin-condenado-a-12-prisoes-perpetuas/ (14/08/2012)

Petroleiro com russos a bordo capturado perto da costa da África

Natalia Kovalenko

© www.vesseltracker.com

Vinte e quatro russos estavam a bordo de um petroleiro tomado por piratas nas águas da África Ocidental. O ataque ao navio grego Energy Centurion ocorreu a 30 quilômetros da costa do Togo. A bordo estavam 50 toneladas de produtos petrolíferos. Após a captura do petroleiro, que navega sob a bandeira da Ilha de Man, do Reino Unido, este foi levado para a costa do país vizinho, Benin.

A patrulha da Marinha de Togo tentou perseguir os bandidos. Mas depois de confronto armado os ladrões conseguiram escapar de seus perseguidores. Agora deve passar 3 a 5 dias, até que se saiba alguma coisa sobre a embarcação, diz editor chefe da revista online Boletim marítimo Mikhail Voitenko.

“O navio foi assaltado por causa da sua carga, gasolina. Todos esses produtos petrolíferos refinados e de alto custo chegam à África Ocidental, normalmente, a partir de refinarias na Europa e na América. Os piratas preferem assaltar exatamente esse tipo de navio de carga. Por algum motivo eles preferem petroleiros a outros navios de carga. Essas histórias sempre acontecem no Golfo da Guiné. 10 dias antes da captura do Energy Centurion no mesmo local foi assaltado um navio britânico com tripulação russo-filipina. Depois de cinco dias, eles o deixaram ir, desviando parte da carga. Isto é, a tripulação não interessa a esses piratas. Estes não são piratas da Somália, que exigem resgate para navios e para a tripulação.” Na verdade, não existem garantias de que a tripulação estará a salvo, disse Mikhail Voitenko.

“Estes piratas do Golfo da Guiné, em contraste com a Somália, são sanguinários e não dão muito valor a vida humana. Os piratas da Somália precisam salvar a vida da tripulação, eles não estão interessados em morte. Estes simplesmente não se importam.”
Ao mesmo tempo, os peritos não aconselham qualquer tipo de ataque armado contra os assaltantes. Pelo menos não enquanto a tripulação está em seu cativeiro.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2012_08_29/86617322/ (29/08/2012)

Piratas apoderam-se de petroleiro grego

Bandeira do Togo

Kuala Lumpur - Piratas tomaram o controlo de um petroleiro grego hoje (terça-feira) no golfo da Guiné, ao largo do Togo, anunciou o Bureau marítimo internacional (BMI).

O navio, que transportava gasóleo com 24 membros de tripulação, foi interpelado a 17 milhas (cerca 30 quilómetros) da costa da capital do Togo, Lomé, segundo o BMI.

Este é o segundo incidente do tipo em menos de duas semanas no Golfo da Guiné, onde os actos de pirataria aumentaram acentuadamente no primeiro semestre.

Mas, segundo um relatório do BMI publicado em Julho, o aumento deve-se em parte a uma melhor concepção dos ataques.

De acordo com o relatório, 32 ataques foram registados nas costas do Benin, da Nigéria e do Togo, de Janeiro a Junho, contra 25 em 2011. A maioria dos ataques implica "um alto nível de violência", com dezenas de reféns, precisa o relatório.

Depois do Corno de África, as costas da África Ocidental estão agora identificadas como um novo ponto alto da pirataria, onde navios carregados de petróleo bruto são particularmente visados.

A Nigéria e o Benin lançaram no ano passado patrulhas conjuntas para tentar travar esses ataques.

A Nigéria é o maior produtor de petróleo de África e muitos navios carregados de petróleo cruzam as suas águas, atraindo os piratas que roubam petróleo para vender num mercado negro bastante lucrativo.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/africa/2012/7/35/Piratas-apoderam-petroleiro-grego,d9986eb8-86ee-4f4c-b48b-38ce36ba949c.html (28/08/2015)