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Piratas reais

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Colunista discute o problema da exploração comercial de sítios arqueológicos subaquáticos no Brasil Por: Keila Grinberg Publicado em 10/07/2009 | Atualizado em 14/12/2009 Naufrágio, tela de 1805 do pintor inglês J. M. W. Turner. Imagine um navio repleto de africanos nos mares do Caribe em pleno século 18. Invadido em alto mar, o navio, de negreiro, passa a pirata. Após vagar pela costa das Américas, vem o naufrágio. Parece roteiro de cinema? Pois a história é real. Descoberto em 1984 pelo explorador Barry Clifford na costa norte dos Estados Unidos, a incrível história do navio Whydah é agora contada na exposição Real Pirates (Piratas Reais), em cartaz no Field Museum de Chicago (EUA) e acessível na página da instituição na internet. O Whydah era um dos navios negreiros licenciados pela Royal African Company, que controlava praticamente todo o tráfico britânico de escravos para o Caribe no século 18. Ele começou a atuar em 1715 e foi construído com a melhor tecnologia então disponíve...

O WHYDAH: DE NAVIO NEGREIRO A NAVIO PIRATA

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ESPECIAL WHYDAH O Whydah foi construído em Londres em 1715 para ser um navio negreiro. Foi especialmente projetado para transportar seres humanos que seriam capturados na África e vendidos para trabalhar como escravos nas colônias do "Novo Mundo". Durante os primeiros 25 anos do século 18, os comerciantes europeus de escravos negociaram mais de 6 milhões de africanos usando navios como o Whydah no Atlântico. O Whydah recebeu este nome em referência à cidade de Ouidah - um porto tristemente célebre pela escravidão na costa oeste da África. O comerciante de escravos e capitão do Whydah, Lawrence Prince, estava em meio a um percurso de 8 mil quilômetros de viagem, com aproximadamente 500 escravos que levava da África para as colônias do Caribe e da América, quando foi capturado pelo pirata Black Sam Bellamy e sua tripulação. No seu apogeu, o Whydah chegou a ser um dos mais navios mais bem cotados entre os que circulavam pelo Caribe. Era uma galera de três mastros que pesava 300...

Naufrágio nos EUA pode esconder tesouro

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ESPECIAL WHYDAH Peça encontrada é do navio Whydah, que afundou durante uma tempestade em 1717.Os exploradores acreditam que há 5 toneladas de ouro e de prata escondidas. Do 'New York Times'. Foto: O explorador Barry Clifford (no centro da foto), com material retirado de um navio pirata naufragado (Foto: Jodi Hilton/NYT) Coberto por crustáceos e por muita ferrugem, um bloco de metal fundido do tamanho de um pequeno carro foi içado na semana passada no píer MacMillan, no leste dos Estados Unidos. O cheiro de maresia foi sentido pelas duas dúzias de pessoas que se reuniram para ver a peça de 5.500 quilos ser retirada do mar. Em determinado momento, um caranguejo saiu correndo de baixo do objeto, que ficou submerso por 290 anos. Apesar de não ter a aparência de um tesouro comum, para o explorador submarino Barry Clifford, que passou cerca de 25 anos resgatando restos do navio pirata Whydah, conhecido como Black Sam, a descoberta é, sim, uma preciosidade. Além de ajudar nas pesquis...

Muestran por primera vez los tesoros hundidos del barco pirata Whydah

ESPECIAL WHYDAH El Whydah fue capitaneado por el famoso pirata "Black Sam" Bellamy Hundido en 1717 en Cape Cod, Massachusetts, sus restos fueron encontrados 300 años después. En 1716 el Whydah Gally, un bello buque velero, fue construido para el comercio de esclavos. Equipado con grilletes en los que encadenar a los aterrorizados hombres y cargado con barras de hierro y caracolas para su uso como moneda, transportó a cientos si no miles de esclavos. Sin embargo, este no es el final de la historia de la famosa nave. En el Museo de la Ciencia y Naturaleza de Denver una exposición muestra cómo la nave pasó a ser apresada por piratas y fue comandada por uno de los más famosos piratas de la historia, "Black Sam" Bellamy, hasta que se perdió en el mar y fue finalmente redescubierta. En febrero de 1717, el capitán Pierce del Whydah fue perseguido en los cálidos vientos del Caribe durante tres días por Bellamy. Bellamy tenía fama de mostrar misericordia a los que capturaba ...

Explorador faz novas descobertas em navio pirata

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ESPECIAL WHYDAH Por Katie Zezima Barry Clifford retira objetos de navio pirata afundado No que tange a tesouros de piratas, não parece grande coisa. A massa de metal negro e disforme tem o tamanho de um carro pequeno e mostra manchas de ferrugem e camadas de moluscos. O cheiro é de maré baixa, e em determinado momento da manhã de terça-feira um caranguejo saiu correndo debaixo dos destroços. Mas para Barry Clifford, explorador submarino, e para as cerca de 25 pessoas que estavam reunidas no MacMillan Pier, em Provincetown, para ver os destroços removidos do oceano depois de 290 anos, o objeto é um tesouro, uma prova tangível do folclore sobre os piratas. "Vejam um pedaço de vidro", disse Clifford, animado, enquanto esquadrinhava o objeto, exposto sobre a caçamba de uma picape. "Aposto que é uma garrafa de rum", disse Nelson Disco, de Merrimack, New Hampshre, que estava de férias na cidade e parou para assistir ao espetáculo. Clifford tem cerca de 25 anos de experiên...