segunda-feira, 28 de junho de 2010

Roteiro de 'Piratas do Caribe 4' é encontrado em uma lanchonete

O Globo

RIO - O ultrasecreto roteiro do próximo capítulo da franquia "Piratas do Caribe" foi encontrado em uma lanchonete londrina depois que executivos do filme passaram por lá e o esqueceram. As filmagens do longa estrelado por Johnny Depp começaram nesta segunda-feira no Havaí e o filme tem previsão de lançamento em 3D para 20 maio de 2011.

O roteiro de 194 páginas foi encontrado por um leitor do tabloide inglês "The Sun" em um café na região central de Londres. De posse do material, o "The Sun" se encarregou de devolvê-lo a Walt Disney Pictures, estúdio responsável pela franquia de US$ 1 bilhão.

"Sou um grande fã dos filmes, mas resisti à tentação de dar uma lida. Quero aproveitar o filme quando ele for lançado", disse a fonte que encontrou o roteiro. Em resposta ao "The Sun", um portavoz dos estúdios Disney comemorou a decisão do leitor.

Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/ (22/06/2010)

Holanda enviará un submarino a Somalia para la lucha contra la piratería

La Haya, 22 jun (EFE).- Holanda enviará un submarino a las aguas próximas a Somalia para participar en la misión de la OTAN contra la piratería en ese país africano, anunció hoy el Ministerio de Defensa en un comunicado.

El submarino, que partirá a finales de septiembre y permanecerá en la zona hasta finales de noviembre, se sumará a la participación holandesa en la misión. Holanda es el primer país que decide enviar un submarino a Somalia en el marco de la misión de la OTAN -"Ocean Shield"- contra la piratería en aguas próximas a Somalia.

La decisión de enviar un submarino se debe a que podrá obtener información "vital" sobre los piratas sin ser visto, según explicó el ministro de Defensa, Eimert van Middelkoop, en el comunicado.

La Alianza Atlántica decidió el pasado marzo extender su misión contra la piratería en la zona que rodea a Somalia hasta finales de 2012 (inicialmente su final estaba previsto para agosto de este año), con rotaciones de grupos navales, de forma que la presencia de buques militares sea continua.

Holanda tiene en la zona dos barcos, el "Johan de Witt", que será sustituido en septiembre por el buque "Amsterdam" (dentro de la misión de la UE), y la fragata "Siete Provincias", que participa en la operación de la OTAN.

Los ataques piratas se han cebado en una zona muy importante para el tráfico marítimo, ya que el 50 por ciento del tránsito mundial de contenedores pasa por el Océano Índico, mientras que 22.000 buques navegan cada año por el Golfo de Adén.
EFE

Fonte: www.abc.es/agencias/noticias/ (22/06/2010)

Férias Mágicas – Piratas na Terra do Nunca

Nestas férias, o Hopi Hari, maior parque temático da América Latina, apresenta: "Piratas na Terra do Nunca", uma superprodução que traz personagens encantados durante todo o dia e um belíssimo show de fogos, diretamente dos melhores parques internacionais, para o encerramento.

Já na abertura do parque o público será surpreendido por um desfile de recepção com muitos personagens, dando asas à imaginação. Ao longo do dia será possível curtir as 58 atrações que garantem a diversão de todas as idades e gostos. Uma dica é conferir as novas atrações recém-lançadas.

O West River Hotel, situado na região temática de Wild West, é um hotel mal assombrado que estreia sob nova direção. As dependências são percorridas num carrinho e as experiências sensoriais são amedrontadoras à medida que se passa pela recepção, bar, quartos, banheiros, jardins e o porão. Conta com bonecos mecatrônicos, cenários totalmente automatizados e efeitos especiais.

Outra novidade será o desenho de animação "Odisséia no Espaço", que entra em cartaz no Cinétrion, cinema 3D do parque que possui uma tela com 18 metros de altura, onde é possível assistir à sessão de forma mais realista e divertida. Além disso, há os clássicos da adrenalina: La Tour Eiffel, com altura que equivale a um prédio de 23 andares, de onde é possível despencar durante 3 segundos. A Montezum, uma das maiores montanhas-russas de madeira do mundo, proporciona uma aventura inesquecível. O Rio Bravo,onde toda a família pode percorrer uma corredeira de 600 metros em um bote gigante.

E pra quem prefere uma programação cultural, há nove espetáculos, entre eles o Musikaus que funde toda a magia de bonecos, música e personagens com fundo educativo.
O tema desta temporada foi escolhido por despertar a magia da Terra do Nunca. Fadas, piratas aventureiros e crianças que não crescem nunca eternizarão a fantasia dos visitantes. Com muita interatividade, os personagens e cenários irão imergir o público neste mundo fantástico.

Um dos momentos mais esperados por todos ocorrerá logo após o pôr do sol, quando um incrível espetáculo de fogos multicoloridos em perfeita sintonia com uma trilha musical especial tomará conta do céu, retratando de forma inédita a magia do show.
Neste ano, para garantir este evento noturno mágico, Hopi Hari investe em tecnologia de última geração responsável pelos maiores shows de fogos do mundo.

Para abrigar com maior conforto o público, uma arquibancada com capacidade para 2 mil lugares será montada nas margens do lago, o que propiciará também uma excelente experiência de visualização.

Serviço:
Férias Mágicas – Piratas na Terra do Nunca
De 26 de junho a 08 de agosto. Horário Especial durante a Temporada: De quarta a domingo, das 10h às 19h
Hopi Hari
Rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo – São Paulo
Preço: R$ 56,70 – antecipado (a partir de 26 de junho) / R$ 69,90 – bilheteria do parque
Onde comprar passaporte antecipado: por meio do telemarketing 0300 789 5566, no site www.hopihari.com.br ou nos representantes autorizados em todo o Brasil
Gratuidade: crianças com até 3 anos de idade e adultos com mais de 65 anos
Estacionamento: R$ 25,00 (carros e vans) e R$ 20,00 (motos – incluindo serviço para guardar capacetes)
Transporte: há serviço de transporte que parte de diversos pontos de São Paulo, da região do ABC, de Campinas, Jundiaí, Guarulhos, Baixada Santista, Londrina, Curitiba e Florianópolis, basta consultar o site (www.hopihari.com.br) e clicar em Informações – Como chegar - para obter informações sobre pontos de partida, horários e valores
Pacotes: há pacotes especiais que incluem hospedagem, transporte e passaportes Hopi Hari que partem de todos os estados do Brasil. Consulte seu agente de viagem

Fonte: www.otoupeira.com.br/ (21/06/2010)

Pirataria marítima gera 100 milhões de dólares anuais

A ONU calcula que a pirataria marítima não gera atualmente mais de 100 milhões de dólares anuais, mas adverte que este tipo de crime tende a aumentar e a reforçar as ligações com milícias e movimentos de guerrilha.

A Agência das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (ONUDD) refere, num relatório hoje divulgado, que o número de ataques de pirataria no Corno de África duplicou em 2009 para 217 incidentes. Em 2008, a ONU registou 111 ataques.

“Em termos relativos, a pirataria gera fortunas, mas em termos absolutos gera cerca de 100 milhões de dólares anuais”, dos quais só uma quarta parte vai para os piratas e o resto é encaminhado para o crime organizado, de acordo com as estimativas da ONU.

Ao contrário de outros delitos relacionados com o crime organizado, a pirataria marítima, na origem, “não é um problema de tráfico”, porque não efetua trocas ilícitas para satisfazer as exigências de mercados paralelos.

“Mas é um crime violento que se apropria de bens através da intensa circulação internacional de barcos comerciais”, assinala a ONUDD, no relatório intitulado “A Globalização do Crime: uma avaliação da ameaça do crime organizado transfronteiriço”.

O documento sublinha que na pirataria moderna os barcos dos países mais ricos são atacados por piratas de regiões pobres, apesar da vigilância das poderosas forças navais internacionais.

A ONUDD distingue dois tipos clássicos de pirataria: num o objetivo é roubar o navio e a respetiva carga, enquanto existem outros casos em que a meta é o sequestro da tripulação da embarcação e exigir um resgate monetário.

Mas a actividade dos piratas da Somália, cada vez mais frequente, “é a única que quase sempre incluiu o crime de sequestro para conseguir o dinheiro de regaste”, afirmaram os peritos das Nações Unidas.

No passado, indica o relatório, a pirataria ao largo da costa da Somália estava ligada aos esforços dos pescadores locais para formar grupos de vigilância e de proteção destas águas territoriais, mas hoje estes objetivos políticos parecem ser completamente secundários.

“Enquanto persiste a retórica, o verdadeiro objetivo destes ataques é o enriquecimento dos piratas”, que se afastam cada vez mais das costas somalis e atacam cargueiros, cruzeiros e outras embarcações que não têm qualquer ligação com a Somália”, destaca o mesmo relatório.

Os ataques incluem, nomeadamente, navios que transportam ajuda alimentar para o país, acrescenta. Apesar da maioria dos ataques de pirataria serem conduzidos por um pequeno número de grupos, o documento da ONU observa que alguns já têm “algumas ligações" com milícias ou movimentos de guerrilha.

As Nações Unidas alertam que esta situação “pode mudar de forma muito rápida” e aumentar a ameaça destes ataques.

Diário Digital / Lusa

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/ (17/06/2010)

Barco de Singapura atacado por piratas

Assalto à embarcação foi no golfo de Aden

O golfo de Aden continua a ser palco de actos de pirataria. Desta vez foi o navio «Golden Blessing», com bandeira de Singapura, com 19 marinheiros chineses a bordo.

De acordo com agência Nova China, que cita o centro de socorro marítimo chinês, a embarcação tinha partido da Arábia Saudita e dirigia-se para a Índia. Entretanto a operação de salvamento «já foi lançada», pode ler-se no site do centro de socorro.

Fonte: www.tvi24.iol.pt/internacional/ (28/06/2010)

Operaciones internacionales contra piratería frente a costa de Somalia enfrentan retos

El esfuerzo internacional para combatir la piratería frente a la costa de Somalia sigue enfrentando retos operativos importantes, dijo hoy el jefe del Grupo de Contacto encabezado por la ONU.

"Los piratas se han vuelto más sofisticados y más desafiantes, especialmente en relación a las operaciones fuera de tierra. El teatro ya cambió".

Francisco Verros, presidente la sexta plenaria del Grupo de Contacto, dijo a reporteros en conferencia de prensa que los piratas somalíes ampliaron el alcance de sus actividades del Cuerno de Africa al Océano Indico Occidental.

Las fuerzas contra la piratería son incapaces de realizar las operaciones de manera efectiva en un área tan vasta de aguas debido a la falta de recursos. "Necesitamos más helicópteros, necesitamos más patrullajes", dijo.

El Grupo de Contacto fue establecido por la ONU tras la adopción del Consejo de Seguridad de una resolución que pretendía combatir a la piratería en la región en 2008.

En tanto, los esfuerzos internacionales son confrontados por preguntas relacionadas con la captura y condena de los presuntos piratas de acuerdo con los derechos humanos, dijo Verros.

Fonte: http://spanish.china.org.cn/internacional/txt/ (11/06/2010)

Maiores vítimas de pirataria são os próprios somalis

Atividade alimenta instabilidade política na Somália
Do R7

A pirataria não é exclusividade da Somália, e sua forma moderna começou na China e no Sudeste Asiático, até mesmo com registros da prática no Brasil. No entanto, a grande atividade está concentrada hoje nas proximidades daquele país, no golfo de Áden, com 217 ataques em 2009, contra outros 189 no mundo todo.

Os dados são da publicação A Globalização do Crime: Uma Avaliação sobre a Ameaça do Crime Organizado Transnacional, lançado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime em Nova York nesta quinta-feira (17).

As maiores vítimas destes ataques são, contudo, os próprios somalis, de acordo com o relatório.

A pirataria prejudica o fluxo dos navios de ajuda humanitária na região, e cerca de 43% da população da Somália depende desse tipo de iniciativa para comer, informa o relatório. Aproximadamente 95% da ajuda chega por mar.

Os piratas já se comprometeram a não atacar os navios de ajuda humanitária, mas o acordo vem sendo desrespeitado. Com isso, mesmo tal tipo de embarcação agora vai para a Somália com escolta, o que encarece a ajuda da ONU (Organização das Nações Unidas) para a região.

A atividade também ajuda a abastecer a insurgência no país. Após uma ditadura de 22 anos conduzida por Siad Barre e 18 anos de guerra civil, o governo central da Somália entrou em colapso em 1991 com o surgimento de três situações distintas no país. Tais áreas são a região semi autônoma de Puntland, o Estado de Somaliland, e o Estado da Somália, no centro-oeste do país.

Os piratas também parecem ter informações muitas vezes precisas sobre o trajeto e cargas dos navios. Além disso, têm ligações com grupos do exterior. Uma prova disso apontada pelo relatório é o fato de que muitos usam telefones por satélite para negociar seus resgates.

Fonte: http://noticias.r7.com/internacional/noticias/ (17/06/2010)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Holanda entrega à Alemanha suspeitos de pirataria na Somália

Holanda entrega à Alemanha dez suspeitos de pirataria, acusados de terem interceptado navio de Hamburgo na costa da Somália. Pena pode ir até 15 anos de prisão.

Dez suspeitos de pirataria na Somália foram entregues à Alemanha por autoridades holandesas nesta quinta-feira (10/06). Eles foram recebidos por funcionários do Departamento Federal de Investigações (BKA) e levados a Hamburgo, confirmou o porta-voz da Promotoria Pública da cidade portuária, Wilhelm Möllers.

Eles serão julgados pelo Tribunal Regional de Hamburgo, no primeiro processo desse tipo na Alemanha. Os suspeitos são acusados de terem interceptado o navio de carga Taipan, de Hamburgo, diante da costa da Somália, em 5 de abril último, segunda-feira de Páscoa.

Eles foram dominados e presos pela Marinha da Holanda. Ainda em abril, um tribunal da Hamburgo havia expedido ordens de prisão contra os suspeitos, que são acusados de ataque ao transporte marítimo e tentativa de sequestro, o que lhes pode trazer uma pena de até 15 anos de prisão.

Fonte: www.dw-world.de/dw/article/ (10/06/2010)

España reforzará la lucha contra la piratería en Somalia

La ministra de Defensa, Carme Chacón, ha anunciado en un seminario celebrado en el Parlamento Europeo que España enviará a las costas del Índico del 1 de septiembre al 20 de noviembre un buque anfibio clase Galicia y un patrullero de altura para reforzar la Operación 'Atalanta' que lucha contra la piratería. Sin embargo, el buque anfibio y el patrullero remplazarán a la fragata 'Victoria' y al patrullero 'Vencedora' que ya se encuentra de regreso a España.

Según ha explicado la ministra de Defensa, Carme Chacón"duplicaremos nuestros efectivos allí para que, en esos meses en que es más fácil para los piratas atacar a los barcos más sensibles -los mercantes y los pesqueros-, España tenga más efectivos que nunca y la operación 'Atalanta' sume más efectivos que nunca".

Ahora mismo está operando en la zona la fragata 'Victoria', que será relevada en Septiembre por el buque anfibio 'Galicia'. Este El buque de asalto, por su parte, cuenta con cuatro helicópteros y cuatro lanchas que permitirán ampliar la vigilancia en los puertos de los que salen los piratas. "De esta forma, daremos mayor protección a nuestros pesqueros y a los buques que transitan por la zona", ha asegurado la ministra.

Además, la ministra ha señalado que España ampliará el dispositivo de Atlanta con un patrillero de altura como el "'Vencedora' que ya se encuentra de regreso a España.
Chacón ha destacado el éxito de la operación 'Atalanta', liderada por la Unión Europea y cuyo mandato será prorrogado durante dos años más, y ha destacado que se ha logrado reducir a la mitad el número de ataques que acaban en secuestro. Sin embargo, subrayó que en este momento todavía hay 17 buques secuestrados y 400 personas en manos de los piratas.

Fonte: www.cope.es/espanha/ (10/06/2010)

"Vencedora" regresa a su base tras controlar la piratería en el Índico

Por Agencia EFE

Las Palmas de Gran Canaria, 12 jun (EFE).- Satisfacción, algún miedo y sobre todo felicidad, han sido los comentarios más comunes de los miembros del patrullero "Vencedora" al llegar hoy a la base naval de la capital grancanaria, después de participar tres meses en la operación Atalanta para controlar la piratería en Somalia.

Una misión que se ha desarrollado con "pleno éxito", según ha señalado el almirante comandante del Mando Naval de Canarias, Javier Franco Suanzas, en las palabras que dirigió a bordo a la dotación tras atracar el "Vencedora" en su puerto base, donde también era aguardado por los familiares de su tripulación.

El almirante felicitó a los 102 miembros de su tripulación por el "magnífico" trabajo realizado en estos meses para vigilar los puertos somalíes desde los que operan los piratas y escoltar a más de diez mercantes por las aguas del Océano Índico y el Golfo del Edén.

Para la joven Ibanka Tacoronte, natural del municipio grancanario de Telde y encargada de dirección de tiro, ésta ha sido su primera misión después de tres años en la Armada, y ha comentado que ha sido "duro" pero "todo ha salido bien".
Tacoronte ha señalado que han tenido que pasar muchas horas despiertos por las noches para vigilar los mercantes y que "en algunos momentos ha pasado miedo", pero es su trabajo.

Evelin Díaz, natural de Tenerife, también ha señalado que cuando estaban cerca de los barcos piratas ha sentido miedo, porque no se sabe cómo van a actuar, y ha dicho estar muy satisfecha de volver a casa después de haber participado igualmente en su primera misión como electricista, "aunque navegando se hace un poco de todo". "La rutina del día a día es un poco dura, porque tienes que estar en un pasillo las 24 horas del día", ha indicado Díaz, quien ha valorado las amistades que se hacen y cómo se une la gente en este tipo de circunstancias, y quien también se ha referido al calor que ha pasado.

Para el joven artillero grancanario Iván Peña, la misión ha sido interesante porque ha conocido muchos puertos y "desde luego que ha valido la pena", aunque no ha sido la primera pero sí la más "importante", en la que ha pasado algunos "momentos de apuro".

Los buques mercantes a los que han escoltado son de reducida velocidad y resultan muy vulnerable a los ataques de los piratas, según una nota facilitada por la Armada, en la que destaca que el material que transportan es de "vital importancia".
Se trata de cargas destinadas a agencias internacionales que trabajan en Somalia, entre ellas la Misión de la Unión Africana para Somalia (Amison) y el programa mundial de alimentos de Naciones Unidas.

El calor del que se han lamentado algunos se debe a que la misión se ha desarrollado durante el periodo intermonzónico, que aparte de caluroso es especialmente peligroso debido a las calmas que se producen y que da lugar a un importante repunte de la actividad pirata, según la nota de la Armada Española.

El "Vencedora", además, ha realizado misiones humanitarias al rescatar a dos náufragos de origen somalí cuya embarcación había quedado a la deriva. En las últimas fases de su misión, el "Vencedora" patrulló en las zonas próximas a los caladeros de los pesqueros españoles en el Océano Índico.

La dotación del buque incluye un equipo operativo de seguridad de Infantería de Marina del Tercio Sur de la Armada.

Fonte: www.google.com/hostednews/epa/article/ (12/06/2010)

Piratas do Caribe 4 escala sua segunda sereia: uma top model

By: Caio Arroyo

A modelo australiana Gemma Ward, de 23 anos, foi confirmada no elenco de “Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides”, quarto filme da franquia “Piratas do Caribe”. Ward irá viver mais uma sereia da história. A outra será interpretada pela espanhola Astrid Bergès-Frisbey.

Gemma desfila desde os 15 anos pelas principais grifes da moda, foi a modelo mais nova a ser capa da Vogue e já participou de dois filmes em seu país natal. Seu único papel em Hollywood foi como uma das assassinas mascaradas (Doll Face) no filme “Os Estranhos” (2008).

Filmado em 3D e não convertido como a maioria dos filmes estão sendo atualmente, a sequência dirigida por Rob Marshall (“Nine”) acompanhará a disputa entre o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) e lendário pirata Barba Negra (Ian McShane) para ver quem será o primeiro encontrar a mítica Fonte da Juventude. A história é baseada no livro “On Stranger Tides”, de Tim Power, que foi adaptada pelos roteiristas do primeiro filme, Ted Ellitot e Terry Rossio.

O elenco conta também com Penélope Cruz como filha do Barba Negra e o retorno de Geoffrey Rush como Barbosa, além de Stephen Graham, Sam Clafin e Max Irons. A estreia está marcada para 20 de maio de 2011.

Fonte: http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/ (14/06/2010)

Relevo al frente de la operación de la UE contra la piratería en Somalia

El almirante Peter Hudson, que hasta ayer tenía el mando de la operación Atalanta, la misión naval de la Unión Europea para luchar contra la piratería en el océano Índico, cedió ayer el testigo al también británico Buster Howes, según anunciaron en un comunicado desde el cuartel de Northwood, el epicentro de la operación. Hudson, que asumió la responsabilidad de Atalanta en junio del 2009, fue felicitado ayer por la alta representante de la UE, Catherine Ashton, junto al español Bartolomé Bauzá, que acaban de dejar los cargos de comandante y comandante adjunto de la misión.

Fonte: www.lavozdegalicia.es/mundo/ (14/06/2010)

UE reitera compromiso general con combate a piratería en costa de Somalia

La Unión Europea (UE) reiteró hoy la determinación de fortalecer su compromiso general para mejorar la capacidad regional de combate a la piratería en las costas de Somalia.

Durante una reunión realizada hoy en Luxemburgo del Consejo de Asuntos Externos de la UE se elogió la Operación Atalanta por su éxito en lo que respecta a disuadir, evitar y afectar las actividades de los piratas, sobre todo en cuanto a la protección de los envíos del Programa Mundial de Alimentos y de la AMISOM y se acordó prolongar la operación otros dos años hasta diciembre de 2012.

El consejo buscaba entablar una discusión estratégica sobre la operación a principios del otoño como parte de una participación amplia de la UE en la región y prometió en principio ampliar el Area de Operaciones más hacia el este y el sur con el fin de responder al alcance ampliado de los ataques piratas.

Además pidió de manera firme a la comunidad marítima internacional que promueva aún más la adhesión plena a las mejores prácticas recomendadas con el fin de seguir aumentando su capacidad para cumplir con la responsabilidad de mantener los barcos seguros.

El consejo dio la bienvenida al actual contacto de Catherine Ahston, máxima representante de Relaciones Exteriores y Política de Seguridad de la UE, con los países de la región para promover el desarrollo de la cooperación regional con el propósito de combatir la piratería, así como a la conferencia ministerial regional sobre piratería convocada por la representante el 21 de mayo de este año en las Seychelles.

Fonte: http://spanish.china.org.cn/international/txt/ (14/06/2010)

Liberan piratas buque de bandera britânica

Bruselas.- El buque mercante Gloria de Asia, con bandera británica y que permanecía en poder de piratas somalíes desde el 1 de enero de este año, fue liberado hoy cerca de la costa oriental de Somalia.

El Gloria de Asia, con un peso de superior a las 13 mil toneladas, fue plagiado aproximadamente a unos mil 666 kilómetros de las islas Seychelles y mil 111 kilómetros al este de las costas somalíes, informó la Fuerza Naval de la Unión Europea (UENAVFOR).

El barco, que cuenta con una tripulación de 25 personas, entre las que se encontraban ocho de origen búlgaro, 10 ucranianos, cinco indios y dos rumanos, viajaba de Singapur a Arabia Saudita.

La EUNAVFOR Somalia, que dirige la Operación Atalanta, tiene entre sus tareas principales escoltar los buques mercantes que transportan ayuda humanitaria del Programa Mundial de Alimentos (PMA).

Así como también los navíos de la Misión de la Unión Africana en Somalia (AMISON) y proteger los barcos vulnerables en el Golfo de Adén y el Océano Índico y disuadir los actos de piratería; además de vigilar la actividad pesquera en la costa somalí.
Hasta ahora no se ha informado sobre el monto que los propietarios del navío pagaron a cambio de la liberación.

Fonte: www.elfinanciero.com.mx/ElFinanciero/Portal/cfpages/ (11/06/2010)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Livros

Clements, Jonathan. Rei Pirata - Coxinga e a Queda da Dinastia Ming. Editora Madras,Barueri, s/d, 302 pg.

"As verdadeiras histórias sobre piratas aconteceram em meados do século XVII, na Ásia, mais especificamente na China e arredores, onde as exóticas especiarias atraíam mercadores de todo mundo. Em Rei Pirata - Coxinga e a Queda da Dinastia Ming, Jonathan Clements conta, de maneira surpreendente, a história de Coxinga, mostrando como os verdadeiros piratas agiam nos mares que rodeavam a China, o Japão e a Índia.

A mãe de Coxinga era um samurai; seu pai, o pirata mais rico do mundo. Criado em um palácio na costa, foi treinado por espadachins e educado por filósofos chineses. Cercado por invasores e traído por sua família, estabeleceu a verdade para uma dinastia decadente. Aos 22 anos, ele era o líder da resistência; aos 30, era o príncipe. Mesmo depois de sua morte, ainda derrotou inimigos que o adoravam como um deus.

Fiel ao imperador Ming, exilado, Coxinga conduziu uma camapnha prolongada contra os manchus que dominavam a China em 1644. Lutou com vantagens devastadoras, mas acabou derrotado e tomou Taiwan para si. Sua vida foi repleta de batalhas, profecias e escândalos.

Rei Pirata - Coxinga e a Queda da Dinastia Ming é uma obra cativante, que nos transporta para uma época importante da história e cultura chinesas e nos mostra os bastidores do início das grandes navegações e o descobrimento das lucrativas rotas marítimas que tanto despertavam desejo pelo poder."

Capitão Barbossa confirmado em 'Piratas do Caribe 4'

O CinePOP já havia confirmado há três meses o retorno do ator Geoffrey Rush à franquia 'Piratas do Caribe'.

Hoje, a Variety também confirmou que Rush está mesmo retornando em 'Piratas do Caribe - Em Marés Estranhas'. O ator, que viveu o malvado Capitão Barbossa nos três primeiros filmes da franquia, retorna para o próximo.

Penélope Cruz e Ian McShane estão confirmados no elenco. Cruz será a filha do Barba Negra, vivido por McShane.

Na sequência, Barba Negra e o Capitão Jack Sparrow vão lutar para ver quem consegue descobrir primeiro a mítica Fonte da Juventude e a cidade perdida de Atlantis.
A nova trilogia teria pitadas de ficção-científica, inspirados em obras do escritor Jules Verne, como 'Vinte Mil léguas submarinas'.

O diretor Rob Marshall ('Chicago') substitui Gore Verbinski na direção.
A Disney marcou a data de lançamento de 'Piratas do Caribe - Em Marés Estranhas' para 20 de maio de 2011, em 2D e 3D.

Fonte: http://cinepop.com.br/ (11/06/2010)

Iconografia Pirata

KIDD AT GARDINER'S ISLAND
Illustration from Sea Robbers of New York
By Thomas A. Janvier
Originally Published in Harper's Magazine
November, 1894

China promove cooperação internacional no combate a piratas somalis

O vice-representante permanente chinês na ONU, Wang Min, disse ontem (10) que a China está disposta a buscar no quadro da ONU, junto com a comunidade internacional, maneiras eficazes para combater os piratas somalis.

O discurso foi feito na 6ª plenária do grupo sobre assuntos de piratas somalis da ONU. Wang disse que a China apoia as cooperações internacionais estabelecidas de acordo com a Lei Internacional e as resoluções do Conselho de Segurança.

Wang afirmou que as cooperações internacionais nessa área já registraram alguns resultados. No entanto, os ataques já atingiram o Oceano Índico Ocidental, com uma ação em grupo e duração mais longa. Assim, a tarefa de combate é ainda mais pesada.

Ele disse que os pontos chave para responder às ameaças de piratas são o reforço de consensos, a coordenação de ações e o estabelecimento de mecanismos. A China pediu que a comunidade internacional continue a oferecer ajudas políticas, humanitárias e de segurança à Somália, a fim de cortar pela raiz o problema de piratas somalis.
(por Li Jinchuan)

Fonte: http://portuguese.cri.cn/ (11/06/2010)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Piratas atacam navio em rota para o Brasil

O navio mercante de bandeira panamenha Dubai foi sequestrado por piratas somalis, ontem, no Golfo de Adén, quando viajava rumo ao Brasil. O navio de 15,2 mil toneladas levava a bordo uma tripulação de 24 marinheiros de nacionalidades egípcia, paquistanesa, bengalesa e ganesa. Um navio de guerra americano que participa da frota que luta contra a pirataria na costa da Somália viu um homem armado com um lança-foguetes a bordo do Dubai.

Fonte: www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/ (03/06/2010)

Pirataria traz benefícios econômicos a cidade na Somália

Por Kassim Mohamed

O dia está amanhecendo e Zynab Abdi, de 58 anos, está fazendo suas orações matutinas sob um velho tapete. A mulher de olhar frágil tem uma aparência de 70 anos. Com uma voz aguda, Zeynad diz que ela cuida de quatro netos. As crianças são órfãs. O filho dela morreu em 2008 em Mogadíscio, durante uma troca de tiros entre as tropas do governo de transição da Somália e os Tribunais Islâmicos, um grupo de milícias muçulmanas.

Zeynab mora em Eyl, uma pequena cidade numa região semi-autônoma da Somália. A única renda de Zeynab são as esmolas que recebe dos piratas. Nesse dia, Zeynab caminha na sua vila em busca de notícias, para saber se os piratas seqüestraram algum navio.
"Você sabe, quando eles conseguem dinheiro quer dizer que eu também posso alimentar meus netos. Dois homens, Mohamed e Farole são os que mais me ajudam.”

Pilar de sustentação
Os dois homens que estão entre os estimados 1500 piratas que atravessam o golfo de Áden e o oceano Índico são como o pilar de sustentação para Zeynab, ainda que eles não sejam parentes dela.

“Em outubro de 2008, quando eles seqüestraram um barco alemão e receberam muito dinheiro, um dos piratas prometeu construir uma casa para mim, onde eu poderia morar. Mas isso não aconteceu porque ele foi morto quando eles disputavam entre eles como iriam dividir o valor do resgate”, explica Zeynab.

Os resgates massivos trouxeram o desenvolvimento rápido para esta antiga vila de pescadores que agora se orgulha de ter a pirataria como negócio à então adormecida vila de pescadores.

Catering para os reféns
Com as mãos decoradas com henna, Anab Farah exibe um sorriso cheio de alegria. A jovem divorciada, de 26 anos, comanda um restaurante em Eyl que tem a responsabilidade de fornecer a alimentação para os reféns que estão nas mãos dos piratas em várias localidades.

“Os piratas são importantes para o meu trabalho. Eu recebo o equivalente a 400 dólares por dia, ainda que não seja todos os dias. Isso é um bom dinheiro aqui em Eyl. Batendo palmas, em admiração ao que ela está dizendo, Anab começa a cantar uma música em somali, composta por ela: “Ya kale, ya kale oo Somalidu dandeeda kafinkara oo aan aheyn burcaat badhet” (se não fossem os piratas, quem ira pensar nos apuros que passam os somalis?).

“Vemos a pirataria como uma maneira de desenvolvimento e não como um crime. Se os piratas nos dão uma chance para viver, porque não? Colhemos os frutos do trabalho deles e os apreciamos também”, diz Anab.

Economia local
Abdullahi Abdi é um dos piratas que declara publicamente que a pirataria trouxe desenvolvimento à população de Eyl e suas redondezas. “Quando nós seqüestramos navios e investimos no básico como alimentação, a compra de cabras para carne e o que nós precisamos para os moradores significa que nós injetamos dinheiro na economia. De que outra forma esse povo poderia se alimentar? Todo o peixe que havia no mar já acabou”, diz Abdullahi enquanto toma um gole de seu café.

A pirataria parece ter encontrado sua rota e enquanto os piratas são condenados pela maioria no mundo, são eles quem põem a comida na mesa de outros; são anjos à sua maneira.

Fonte: www.rnw.nl/portugues/article/ (04/06/2010)

Surgem fotos “piratas” do barco de Piratas do Caribe 4


By: Inácio Alaiola

O site Ain’t It Cool News publicou as primeiras fotos do navio que será usado em “Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides”, quarto filme da franquia “Piratas do Caribe”. As fotos do barco foram tiradas no que parece ser um depósito de cais e não são oficiais. Veja ao lado.

Na sequência, que será filmada em 3D, o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) irá competir com o famoso pirata Barba Negra (Ian McShane) para ver quem será o primeiro encontrar a mítica Fonte da Juventude. A história é baseada no livro “On Stranger Tides”, de Tim Power, que foi adaptado pelos roteiristas do primeiro filme, Ted Ellitot e Terry Rossio.

O elenco conta também com Penélope Cruz como filha do Barba Negra, Astrid Bergès-Frisbey como uma sereia e o retorno de Geoffrey Rush como Barbosa, além de Stephen Graham, Sam Clafin e Max Irons.

A direção é de Rob Marshall (“Chicago”) e a estreia está marcada para 20 de maio de 2011.

Fonte: http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/ (03/06/2010)

Iêmen prende 13 piratas somalis e liberta marinheiros sequestrados

(AFP)

SANÁ, Iêmen — A marinha iemenita prendeu 13 piratas somalis e libertou um barco de pescadores iemenita quatro dias depois de sua captura no sul da ilha de Socotra, na entrada do Golfo de Aden, anunciou o ministério da Defesa.

Barcos da marinha, em cooperação com as forças internacionais que operam no mar da Arábia, conseguiram resgatar os nove tripulantes iemenitas do barco e prender 13 piratas somalis.

Os piratas somarlis prosseguem com suas ações na região, apesar dos importantes dispositivos militares mobilizados no Oceano Índico. Mais de 400 marinheiros estão reféns, uma cifra recorde desde 2007.

Fonte: www.google.com/hostednews/ (29/05/2010)

França-África: Sarkozy promete trabalho conjunto contra pirataria e terrorismo

O presidente francês prometeu hoje «trabalhar em conjunto» com os países africanos nas questões de manutenção da paz ou de luta contra a pirataria e o terrorismo.

«Em todas estas questões, vamos trabalhar em conjunto», declarou Nicolas Sarkozy, ao encerrar os trabalhos da 25.ª cimeira África-França, que reuniu em Nice (sudeste) os dirigentes de 51 países do continente.

A França decidiu «que no período 2010-2012, ia consagrar 300 milhões de euros para formar 12.000 soldados africanos para as forças de manutenção da paz em África», afirmou.

Ao evocar a luta contra a pirataria ao largo da Somália, que põe «gravemente em causa» a economia da região, Sarkozy considerou que os países vizinhos «não podem resolver (a questão)».

«As capacidades navais de África em geral e da África de Leste em particular tornam pouco plausível a resolução deste problema (...) a França quer ser o líder, como já o mostrou na operação Atalante, para ajudar África», disse.

Liderada pela União Europeia, a operação Atalante visa, com navios de guerra e meios de observação aéreos, lutar contra a pirataria no Oceano Índico, a leste de África.

O presidente francês prometeu um apoio «semelhante» aos países africanos em matéria de luta contra o terrorismo islâmico e contra o tráfico de droga.

Fonte: www.correiodominho.com/ (01/06/2010)

Chefes de Defesa da China e de Omã prometem intensificar relações e operações anti-pirataria

A China e Omã prometeram hoje intensificar suas relações militares, incluindo esforços conjuntos para combater a pirataria na Somália, durante o encontro entre o ministro da Defesa chinês, Liang Guanglie, e seu colega omani, Aayyid Badr Bin Saud Bin Hareb Al-Busaidi.

Liang disse que as relações entre a China e Omã registraram um desenvolvimento saudável, manifestando a esperança de que as forças militares dos dois países intensifiquem intercâmbios e expandam as áreas de cooperação. Badr fez eco a Liang, pedindo que os dois exércitos promovam o intercâmbio no treinamento de pessoal e outras cooperações substantivas.

Liang informou a Badr sobre as operações da marinha chinesa na luta contra os piratas nas proximidades da costa da Somália, no Golfo de Aden. Em dezembro de 2008, a China enviou sua primeira embarcação naval para combater a ameaça crescente da pirataria somali. O navio de abastecimento da força anti-pirataria chinesa foi reabastecido com água potável, combustível e alimentos no porto de Salalah, em Omã, no ano passado.

Badr disse que suas forças armadas continuarão oferecendo abastecimento à frota marítima chinesa se for necessário.

Fonte: http://portuguese.cri.cn/ (03/06/2010)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Livros

Wilson, Peter Lamborn. Utopias piratas: mouros, hereges e renegados, Editora Conrad, São Paulo, 2001.

Na primeira metade do século XVII, em plena Costa da Barbária, no Marrocos, norte da África, a república pirata de Rabat-Salé forjou um sistema político e social estranho ao seu tempo. Próxima de portos corsários mais conhecidos, como Túnis, Trípoli e Argel, essa comunidade ensaiou, por cerca de 50 anos, uma forma de convivência oportunista, sensual, e bastante funcional.

Uma comunidade que seria descrita em relatos europeus como "domicílio de vilões, antro de ladrões, lar de piratas, ponto de encontro de renegados, matadouro de crueldade bárbara e barbárie selvagem, perdição e vergonha para frotas mercantes e mercadorias, e uma miserável masmorra sombria para cativos cristãos" - ou "democracia por assassinato".

A isso tudo, os estudos de Peter Lamborn Wilson indicam que talvez poderia ser acrescentado, em termos mais atuais, point gay e de maconheiros, além de refúgio para místicos sufis, "irresistíveis" mouras, rebeldes irlandeses, judeus hereges, náufragos, escravos fugitivos e espiões britânicos.

Enquanto os corsários muçulmanos devastavam as frotas européias e faziam milhares de escravos, do século XVI ao XIX, outros milhares de europeus também se convertiam voluntariamente ao Islã, e se juntavam ao surpreendente modo de vida pirata.

Teria sido essa utopia um acidente histórico, ou a própria semente da democracia, precursora do ímpeto insurrecional que, a partir de 1640, emergiu na Inglaterra, e depois na América e na França? Ou o elo perdido entre a república, tal como foi vislumbrada pelos gregos, e a moderna democracia?

O que os marinheiros, o proletariado do século XVII, teriam invejado e aprendido com a liberdade dos corsários e renegados? São essas e outras as questões fascinantes que Wilson aborda em Utopias Piratas.

Iconografia Pirata

E. C. Stedman
“Morgan at Porto Bello”
Illustration from Morgan
Originally published in Harper’s Magazine, 1888

La piratería dispara los gastos en los barcos

Muchos barcos españoles han decidido llevar a bordo seguridad privada, lo que supone un coste de 494.000 euros mensuales

DANIEL IRIARTE | ESTAMBUL

La piratería en el Índico provoca pérdidas de 70 millones de euros cada mes en todo el mundo. Es lo que dice la Cámara Internacional de Comercio, y España no es una excepción. Desde que comenzara la «temporada alta» de los piratas en el Índico —el período comprendido entre las lluvias monzónicas que van de marzo a junio—, al menos media docena de barcos españoles han sido atacados.

El último caso se produjo el pasado miércoles, cuando el atunero «Campolibre Alai» logró repeler a tiros un abordaje en las costas de Madagascar. Este barco es propiedad de la armadora Echebastar Fleet, quien también posee el «Alakrana», el atunero vasco secuestrado por los piratas somalíes el pasado octubre.

Desde noviembre, la legislación permite a los barcos españoles llevar a bordo seguridad privada con armamento ligero. Los casos del «Campolibre Alai» y de los cuatro atuneros atacados en marzo —el «Albacán», el «Artxanda» y los «Intertuna» II y III— han demostrado que la medida es eficaz. Pero todo tiene un precio: entre 35.000 y 40.000 euros al mes por barco. La Asociación de Navieros Españoles (ANAVE) calcula que el coste es de unos 494.000 euros mensuales. Actualmente hay 22 atuneros españoles faenando en el Índico, aunque no todos llevan guardias.

El Ministerio de Asuntos Exteriores español considera prioritario el tema de la piratería en el Índico. España es el primer donante para la reconstrucción de Somalia, con unos fondos de 34 millones de dólares, muy por delante de Estados Unidos y Japón. «Participamos en la ‘Operación Atalanta’, pero consideramos que una solución exclusivamente de vigilancia y protección martítima no es una respuesta adecuada a los retos de un país como Somalia», explica el ministro Miguel Ángel Moratinos, en declaraciones a EMPRESA en el marco de la Conferencia de Naciones Unidas para Somalia, que tuvo lugar en Estambul el pasado fin de semana. «Hay piratas porque hay pobreza, subdesarrollo, incapacidad», asegura Moratinos. Se calcula que un pirata profesional somalí gana entre 10.000 y 30.000 euros al año, una auténtica fortuna en el Cuerno de África. De ahí que la mayoría de los marineros que conocen la zona opinen como Agustín Freire, el nuevo capitán del «Alakrana»: «Esta gente no va a parar».

Fonte: www.abc.es/ (31/05/2010)

Fiscalía rusa afirma que más de dos tercios de los 500 piratas detenidos fueron liberados

Moscú, 27 de mayo, RIA Novosti. Más de dos tercios de los 500 piratas detenidos cerca de la costa de Somalia, fueron puestos en libertad a falta de un tribunal internacional para su persecución judicial, denunció hoy el Fiscal General adjunto de Rusia, Alexander Zviaguintsev.

Pese a las operaciones aeronavales de la OTAN y la UE en el Cuerno de África, la actividad de los corsarios no ha disminuido.

"La cantidad de los ataques aumentó hasta 217 en 2009, frente a los 111 asaltos registrados el año anterior. Fueron secuestrados 46 barcos y 867 miembros de sus tripulaciones. A juzgar por los primeros meses del año en curso, la situación no ha mejorado", dijo Zviaguintsev, citado por el periódico "Izvestia".

El funcionario además advirtió del aumento de la violencia en los ataques.
"Solo el año pasado los piratas abrieron fuego contra 120 buques. A raíz de las agresiones fallecieron ocho marineros y otros 68 resultaron heridos", recordó el Fiscal General adjunto de Rusia.

Según Zviaguintsev, el principal problema en la lucha contra la piratería es la inmunidad de los corsarios. Para combatir la situación, Rusia propone la creación de un tribunal internacional para procesar a los piratas.

"Se puede crear una corte especial con participación internacional en el juzgado nacional de algún país", propuso el funcionario, añadiendo que ese órgano podría funcionar en Kenia y las islas Seychelles "porque sería fácil transportar allí a los piratas capturados y después devolverles a Somalia cuando cumplan su condena".

El precio de la iniciativa oscila entre 50 y 60 millones de dólares. Un importe razonable, según Zviaguintsev, si se tiene en cuenta que las pérdidas anuales por la piratería ascienden a 15 millones de dólares.

No obstante, hasta el momento Londres y Washington se han mostrado reacios a la creación del juzgado por su alto coste, concluyó el funcionario.

Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/ (27/05/2010)

El conflicto con los piratas ha dejado a Somalia "aún más olvidado por los países donantes y sus sociedades", según ONG

ACNUR alerta de que los conflictos internos provocan que los campos de refugiados estén "completamente desbordados"

MADRID, 30 May. (EUROPA PRESS)
Algunas de las ONG que trabajan en Somalia aseguran, en declaraciones a Europa Press, que el "conflicto" y la "inseguridad" que ha provocado el tema de los piratas y su repercusión a escala mundial, ha hecho que Somalia pase a estar "aún más olvidado por los países donantes y sus sociedades", distrayendo la atención de los verdaderos problemas humanitarios que afectan a los niños y a sus familias, "pudiendo influir incluso a los niveles de financiación", que, según Unicef, están sufriendo un "déficit para 2010".

En este sentido, la responsable de Cooperación Internacional de Caritas Española en el área de Medio Oriente y Norte de África, Lucía Louis Méndez de Vigo, ha advertido de que "la importancia que se le dio al hecho de los piratas ha motivado que el conflicto de Somalia esté aún más olvidado por los países donantes y sus sociedades" y ha lamentado que la ayuda del 'Plan Atlanta' se haya "focalizado" en los intereses de los países donantes, sobre todo en la protección militar de sus barcos pesqueros, "en lugar de ayudar a la lucha contra las causas de fondo de la piratería como son: el estado fallido, el colapso de la economía o los conflictos civiles en la zona".

La Red Cáritas actúa en la zona septentrional de Somaliland, región que rompió relaciones con Somalia en 1991 tras declararse independiente aunque sin el reconocimiento de la comunidad internacional, con un Plan Humanitario con el que pretenden paliar la grave falta de alimentos y de agua de 70 mil personas. En cuanto a la puesta en marcha de los proyectos, Méndez ha afirmado que "la situación en el terreno es muy difícil y de un gran riesgo" y, por lo tanto, las actividades que apoyan se limitan a ese área, considerada como "relativamente segura". "Ampliar los proyectos a otras zonas en estos momentos es muy difícil debido a la compleja situación política y de seguridad en la mayor parte del país", ha sentenciado.

En cualquier caso, ha señalado que saben por los compañeros que trabajan en el terreno que la situación es de "paz tensa" incluso en Somaliland, donde también han sufrido ataques "pese a ser la zona 'tranquila' del país". En este sentido, ha aclarado que las medidas de seguridad son "parecidas a las de cualquier zona en conflicto", existiendo áreas en las que no pueden trabajar al ser de acceso "demasiado arriesgado".

Por último, Méndez ha concluido que "a la situación crónica en Somalia se suma el recrudecimiento del conflicto en las zonas centro y sur del país y la decisión del Programa Mundial de Alimentos (PMA) de Naciones Unidas de suspender sus intervenciones en la zona sur desde el pasado mes de enero", dejando al país en una situación de "emergencia compleja" que "hace necesario devolver a Somalia a las agendas de los donantes".

HACEN FALTA 14,9 MILLONES DE EUROS, SEGÚN UNICEF
Por su parte, los responsables de Unicef en la zona han insistido en que "la cobertura de los medios de los piratas somalíes sobre el conflicto y la inseguridad del país, ha distraído la atención de los verdaderos problemas humanitarios que afectan a los niños y a sus familias, pudiendo afectar incluso a los niveles de financiación, que sufren un déficit para este año", en el que se deberían recaudar 14,9 millones de dólares para responder al las necesidades humanitarias en la zona. "Cuando el foco atiende sólo a lo que no funciona en Somalia, no se presta atención a lo que se podría conseguir", han apostillado.

Además, han coincidido con Cáritas en afirmar que "el acceso a la zona central y sur del país se encuentra restringido", aunque puntualizan que "los trabajadores nacionales de Unicef pueden entrar en algunas áreas para hacer su trabajo apoyados por seguridad privada y la supervisión del departamento de Seguridad de la ONU".

CAMPOS DE REFUGIADOS "DESBORDADOS"
En cuanto a la situación de los 1,4 millones de desplazados y los 580 mil refugiados en los países limítrofes, la responsable de Relaciones Externas e Información Pública del Alto Comusionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), María Jesús Vega, ha asegurado que "es la peor crisis" a la que están asistiendo con los campos "completamente desbordados" y una situación que ha calificado como "espeluznante". "No se da a basto, no tenemos más tierra para entregarles porque el Gobieno de Kenia ha cumplido con creces y no quiere que pasen más y porque tampoco hay fondos suficientes", ha lamentado.

Asimismo, ha apuntado que los combates entre el Gobierno Federal de Transición, apoyado por las fuerzas de pacificación de la Unión Africana, y los grupos armados de la oposición, "están provocando el desplazamiento de más gente, sobre todo en la capital" y la situación "empeora día a día". En este contexto, Vega se ha referido también al problema de la piratería y ha instado a las grandes potencias a "mirar más allá de las costas", hacía un conflicto que lleva más de dos décadas "enquistado", por el cual hay chavales que "nacen, viven y mueren en un campo de refugiados, con muy pocas esperanzas de que su situación cambie".

Fonte: www.europapress.es/ (31/05/2010)

A pesar de esfuerzos internacionales, crecen ataques de piratas somalíes

En los primeros cuatro meses de este año se llevaron a cabo 47 ataques contra embarcaciones en el Cuerno de Africa, 10 más que en el mismo período de 2009.

Los ataques de piratas en las costas de Somalia han aumentado este año, a pesar de la presencia de barcos extranjeros para entregar seguridad. Según reveló hoy el diario estadounidense USA Today en los primeros cuatro meses de este año, los piratas realizaron 47 ataques en el Cuerno de Africa, mientras en el mismo período de 2009 hicieron 37.

Después de que se produjera un boom de ataques a barcos extranjeros por parte de los piratas somalíes el año 2008, la comunidad internacional envió una flotilla a la región para proteger a los navíos que pasaban por el Golfo de Adén. Actualmente, hay alrededor de 25 embarcaciones que protegen la región.

Sin embargo, según los expertos, los piratas han logrado mantenerse activos operando fuera del área en el que se ubican los barcos de seguridad. Allí secuestran a navíos comerciales por los cuales cobran millones de dólares a cambio de su rescate.

Fonte: www.latercera.com/ (26/05/2010)

La financiación de la pirateria

La piratería en África se ha convertido en un gran negocio, en una amenaza a la seguridad y el comercio y en un quebradero de cabeza que pone en evidencia la falta de una estrategia internacional y de unas normas claras de enfrentamiento. Es también un mundo opaco y desconocido en el que se adentra el autor para desvelarnos las claves del turbio nudo de intereses.

Los piratas somalíes suelen seguir de forma genérica unas pautas básicas. Pueden usar naves nodrizas, pero el asalto se lanza desde tres o cuatro lanchas rápidas. El armamento suele componerse de fusiles de asalto AK-47, ametralladoras y lanzagranadas RPG-7. En cuanto a la tecnología y medios técnicos, además de teléfonos móviles por satélite y GPS, se ha comprobado que pueden disponer de visores nocturnos y radares propios de embarcaciones pequeñas capaces de detectar sus objetivos de noche. En el momento de iniciar su ataque, las lanchas intentan abordar el buque desde varias posiciones con la utilización de escalas tras lanzar un ataque de intimidación con armas automáticas o granadas para inmovilizar la nave.

En el caso de los pesqueros, uno de los momentos más delicados es cuando tienen echadas las redes y su capacidad de movimiento es muy limitada. La clave es que uno o varios piratas aborde el buque para imponer su control y dirigirlo a continuación hacia algún «santuario» de las costas próximas. También pueden hacer alguna escala para reabastecerse y partir hacia otro puerto seguro. Localidades como Eyl, Hobyo o Harardhere se han convertido en una especie de modernas «islas tortuga», donde corre el dinero y los piratas han creado una importante infraestructura logística para su abastecimiento y disfrute. Un habitante de Garowe, en la región de Puntlandia, Abdi Farah Juan, se hacía eco en declaraciones a la BBC del gran negocio que crece en torno al secuestro de barcos: «Los piratas tienen dinero, poder, y cada día son más fuertes Logran las mujeres más guapas, están construyendo grandes casas, tienen coches nuevos y armas modernas».

Una vez ocupado el barco, se pasa a una de las fases más delicadas del proceso: el rescate. Con la documentación de la nave y los teléfonos por satélite en su poder, los piratas sólo tienen que hablar directamente con los propietarios o enviarles un mensaje con sus exigencias.

La riada de dinero que ha producido la piratería ha generado un floreciente negocio con una extensa red internacional de mediadores, abogados, guardaespaldas, funcionarios corruptos, etcétera. Aunque es casi imposible establecer una cifra exacta, la ONU y distintos organismos internacionales calculaban en 2008 que sobre el terreno operaban unos 1.500 piratas. Sin embargo, el éxito del negocio y el efecto llamada provocado pueden haber aumentado esa cifra considerablemente desde entonces. En cualquier caso, los piratas que abordan los barcos son sólo una parte del negocio. Existe toda una densa y extensa red de patrocinadores y beneficiarios en la que todos se llevan su parte del pastel.

Según datos del Grupo de Supervisión para Somalia (GSS) de la ONU, procedentes de algunos grupos que actúan en el norte de Somalia, un tipo de distribución del dinero obtenido suele ser el siguiente: un 30 por ciento o más para el organizador, otro 30 por ciento para la milicia marítima que se hace con el barco -sus miembros cobran a partes iguales, excepto el primer pirata que pone el pie en el buque y que recibe una recompensa en forma de sueldo doble, un coche todoterreno o un premio similar-, un 20 por ciento para el financiador de la operación, un 10 por ciento para la milicia terrestre y otro 10 por ciento para gastos varios entre la comunidad local (sobornos a funcionarios, comités de ancianos y diversas gestiones sobre el terreno). Las familias de los piratas muertos o capturados en el ataque suelen recibir una indemnización en función del rescate obtenido y la generosidad de la milicia.

Otros participantes en este lucrativo negocio son los intermediarios encargados de poner el precio y regatear para obtener la máxima cantidad. Son quienes entran en contacto con los delegados de los delincuentes, los armadores y el Gobierno del país afectado.

También pueden intervenir diplomáticos y agentes de los servicios de espionaje. Los escenarios de la negociación pueden ser múltiples y variados, desde los despachos de abogados de Londres hasta oscuras oficinas de países africanos o árabes del Golfo. Las cantidades a cobrar fluctúan en función de la importancia de la presa y su rescate, pero las tarifas de los mediadores suelen ser de unos 100.000 euros, y más de 300.000 para los abogados.

Toda esta etapa está también llena de riesgos y determinada por la necesidad de negociar con mediadores de fiar. Muchas de estas gestiones se tienen que realizar en territorios inseguros de países africanos o árabes. Se intenta ante todo que no se produzcan intromisiones que eleven el rescate o puedan ponerlo en riesgo. El pago se convierte en una cuestión muy delicada, ya que pasa a ser objetivo de otras bandas.
Las compañías aseguradoras también forman parte del conglomerado que gira en torno al secuestro. Obviamente, los elevados riesgos de la navegación han producido un aumento de las primas antipiratería. Con su puesta al día, las pólizas cubren los daños económicos producto del secuestro y posterior negociación, así como el pago del rescate e incluso la pérdida del dinero. A esta cobertura, que está en torno a los 30.000 euros, pueden acogerse algunos petroleros y mercantes que contratan el seguro por los días que dura la navegación por la zona. Para los pesqueros, en cambio, resulta prohibitivo, ya que se pasan semanas faenando en esas aguas.

El botín suele cobrarse directamente en los «santuarios» de los piratas o barcos secuestrados, aunque hay indicios de que parte del rescate se blanquea en cuentas de los emiratos árabes y otros enclaves de Oriente Próximo. Las cantidades acordadas con los secuestradores pueden oscilar entre los 200.000 euros de los pesqueros pequeños hasta los cuatro millones que, según los piratas, se pagaron por el portacontenedores de bandera de Singapur Kota Wajar y sus 21 tripulantes, liberado el 28 de diciembre de 2009. Aunque escasos, también pueden producirse accidentes, como sucedió con el superpetrolero Sirius Star.

Los armadores saudíes propietarios del buque fletaron una avioneta que dejó caer en paracaídas un cilindro metálico rosa con el dinero del rescate cerca del barco. Los ocho piratas somalíes que controlaban el carguero contaron los billetes y partieron de vuelta a su base en su lancha rápida. Sin embargo, el mal estado de la mar hizo que las olas volcaran la embarcación. Como filmó de cerca la marina estadounidense, cinco piratas murieron ahogados con fajos de billetes envueltos en plástico, los 150.000 euros de su parte alícuota, mientras los tres supervivientes perdieron todo el dinero.

Fuentes independientes y de la ONU calculan que, sólo en 2009, los beneficios de los piratas podrían superar los 200 millones de euros. Todo ello sin contar con los perjuicios económicos provocados por el secuestro, que podría multiplicar hasta por 50 esa suma.

Los armadores y países afectados se resisten a dar datos exactos de las cantidades entregadas como botín, y aunque los propios piratas dan algunas cifras, éstas también pueden ser inexactas y, en algunos casos, infladas para aumentar el precio de la siguiente presa. Como en casi todos los casos de números en torno a este fenómeno,sólo pueden ser aproximativas, dada la propia actividad delictiva y la caótica situación y desorden sobre el suelo de Somalia.

La inmovilización de los barcos y tripulantes mientras duran las negociaciones, a veces durante meses, suponen también millones de euros de pérdidas para los armadores. Los tripulantes, a su vez, exigen mayores salarios que compensen la peligrosidad, y los gastos de comunicaciones desde los barcos durante el secuestro se disparan.

Otro efecto económico colateral de la piratería ha sido el del desvío de ruta de muchos buques que, por cuestiones de seguridad, prefieren rodear el cabo de Buena Esperanza en vez de cruzar el golfo de Adén y atravesar el canal de Suez. Hay distintas opiniones sobre las consecuencias que la situación en las aguas de Somalia ha tenido para la economía egipcia. El canal es una de las tres principales fuentes de divisas para el país de los faraones, junto al turismo y las remesas de divisas que envían sus nacionales desde el extranjero. Para algunos analistas las caídas de ingresos en 2009 se calculan en torno a un 20 por ciento y se deberían más a la disminución del comercio internacional, por efecto de la crisis económica mundial, que a la piratería. Sin embargo, lo cierto es que muchas navieras, entre ellas la mayor propietaria de portacontenedores europea, AP Moller-Maersk, y otras, como Odfjell SE, Pacific Carriers Limited o MSC, han optado por dar la vuelta por el cabo. Fuentes empresariales estiman que en cada viaje se pueden ahorrar 330.000 euros, aunque tarden unos días más y aumente el gasto de combustible. A cambio, evitan el alza de las primas del seguro y el pago del derecho de tránsito por el canal. Pero incluso esta ruta evasiva por el sur del continente africano no es totalmente segura: el Sirius Star fue atacado cuando navegaban hacía el cabo de Buena Esperanza para evitar el golfo de Adén.

Fonte: www.abc.es/ (30/05/2010)

Piratas de Somalia, crimen organizado

La Unión Europea tiene catalogados cinco grupos delictivos que buscan obtener beneficios mediante actos criminales cometidos en alta mar.

por Ramon Basaldua

Las bandas de piratas armados somalíes que asolan las aguas del océano Índico corresponden a la definición de crimen organizado, toda vez que constituyen grupos muy bien estructurados para obtener beneficios mediante actos criminales. Son palabras de la vicepresidenta de la Comisión Europea y Alta Representante de la Unión para Asuntos Exteriores y Política de Seguridad, Catherine Ashton, a la pregunta realizada por la eurodiputada del PNV, Izaskun Bilbao Barandika.

El requerimiento planteado por la representante jeltzale en el Parlamento Europeo se produjo tras la afirmación realizada por Ashton en su última comparecencia ante el pleno del Parlamento en Estrasburgo donde aseguró que los ataques piratas cometidos frente a las costas de Somalia contra embarcaciones europeas no son obra de agrupaciones de personas aisladas sino de organizaciones delictivas. "Este asunto es muy importante para planificar la solución de este problema desde la perspectiva de la seguridad y para la atención a las víctimas de estos robos y secuestros" afirma Izaskun Bilbao.

Según la información que maneja la Comisión Europea, desde la costa de Somalia operan unos cinco grupos importantes de piratas organizados con 300 miembros cada uno muy bien estructurados, con jefes y negociadores especiales. "Cada ataque se planifica y el dinero se reparte por adelantado con arreglo a la participación de cada miembro del grupo agresor. Los grupos ponen en común su información y evitan solaparse en sus objetivos. Con frecuencia los grupos corresponden a la organización de clan de los somalíes étnicos", explicó la vicepresidenta de la Comisión Europea y Alta Representante de la Unión para Asuntos Exteriores y Política de Seguridad.

La consideración de las bandas de piratas somalíes como crimen organizado se antoja importante de cara a incluir a las personas secuestradas en el Índico entre la lista de posibles amparados por la carta europea de víctimas del terrorismo. "Está claro que estos secuestros los cometen organizaciones que pueden encuadrarse en lo que llamamos terrorismo". Son grupos bien estructurados, con objetivos económicos pero también con objetivos que dada la situación de Somalia podría calificarse de "políticos" argumenta la eurodiputada del PNV en el Parlamento Europeo.

Sobornos En relación a los fondos obtenidos por los piratas procedentes del pago de rescate para la liberación de los buques secuestrados, la Comisión Europea estima que estas partidas económicas son controladas por los señores de la guerra. "Se emplean para comprar nuevas armas y mejorar el equipo de detección y comunicación de los grupos para perpetrar ataques futuros", apuntó Ashton. Este dinero se emplea también para sobornar a las autoridades locales.

Según Interpol, sólo una parte muy reducida de los rescates se emplea localmente en la contribución de la subsistencia de las comunidades locales. Los servicios de información europeos no dudan en asegurar que el grueso de los rescates se blanquea en el mercado negro y se utiliza para promover los intereses del grupo. La Comisión Europea estima que en el futuro se prevé que estas organizaciones evolucionen hacia conglomerados cada vez más complejos y potentes. "Sus actividades van a ser cada vez más duras y difíciles de prever y neutralizar", estima Bilbao.

La eurodiputada jeltzale considera que la erradicación del problema de la piratería en Somalia pasa por tratar de restaurar el orden social e institucional en Somalia. "Además, hay que promover un desarrollo económico que permita a muchos millones de personas salir de la miseria y combatir también este tipo de expresiones delictivas. Y eso requiere una actuación coordinada a nivel internacional". Los servicios de inteligencia europeos no han llegado a establecer nexo directo con los grupos terroristas, al menos en Somalia, donde los grupos islámicos han condenado y combatido la piratería.

Izaskun Bilbao Barandika reitera su apuesta por embarcar militares a bordo de los buques pesqueros que faenan en aguas del Índico. "Estos barcos son especialmente vulnerables y seguiremos insistiendo en que la mejor protección es una escolta sobre el propio buque, bien equipada y profesionalizada y, que se sepa, en los estados de derecho, a eso se dedican los ejércitos". Cabe recordar que inicialmente la Operación Atlanta no incluyó a los barcos de pesca entre los objetivos a proteger. "Se trata de embarcaciones con un elevado nivel de riesgo".

Fonte: www.deia.com/ (29/05/2010)

Guarda Costeira e Marinha frustram ataques de piratas somalis

A guarda costeira das Ilhas Seychelles e a Marinha australiana interromperam, separadamente, dois possíveis ataques de piratas somalis no golfo de Áden, disseram autoridades neste domingo. No primeiro caso, o grupo suspeito estava em um navio baleeiro, utilizado como base, e dois botes de ataque. Os barcos foram vistos cerca de 500 milhas náuticas a leste da costa da Somália. As informações são da CNN.

"Após a confirmação de que eles tinham materiais utilizados por piratas a bordo, nove supostos piratas foram desarmados e seus dois botes de ataque foram destruídos", disse um representantes da missão europeia EU NAVFOR "Atalanta", que patrulha as águas do golfo de Áden e do Índico para proteger navios comerciais de ataques piradas. "Os supostos piratas foram liberados", acrescentou. Autoridades podem prender os suspeitos somente se forem apanhados durante um ataque.

No segundo incidente, a marinha australiana avistou um bote suspeito próximo a um navio comercial. "Quando abordamos o navio os piratas suspeitos levantaram as mãos em sinal de rendição e uma equipe foi enviada para revistar o navio. Quinze tambores de combustível foram encontrados a bordo", disse o comunicado.

O barco foi marcado com tinta para permitir que outras forças da coalizão identifiquem a embarcação. Os piratas suspeitos foram liberados.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/ (30/05/2010)

Ataques mais sofisticados no Golfo da Guiné

Lisboa, - O investigador francês Marc-Antoine Pérouse de Montclos afirmou hoje que a costa da Nigéria continua a ser o segundo lugar mais perigoso quanto à pirataria, admitindo "ataques cada vez mais sofisticados" em vários Estados no Golfo da Guiné.

Apesar de na Nigéria se ter verificado "uma pequena diminuição dos ataques", o país continua a ser o "segundo lugar mais perigoso em termos de pirataria, apenas atrás da Somália", afirmou Marc-Antoine Pérouse de Montclos, investigator do Centro População e Desenvolvimento, de Paris.

"Há um recuo da violência ao longo da costa nigeriana, muito devido também à actuação da marinha e das forças de segurança nigerianas, que são bem pagas pela indústria petrolífera. Mas isto não quer dizer que seja uma tendência que se mantenha", explicou, precisando que a marinha nigeriana "muitas vezes está envolvida e lucra com a pirataria".

Falando em Lisboa, na conferência "África e o Mar no século XXI: Uma perspetiva comparativa de tendências e desafios no Mediterrâneo, no Índico e no Atlântico", o investigador salientou que a pirataria na Nigéria, "um fenómeno antigo no país, mas que nos últimos anos se tornou mais sofisticado", tem vindo a aumentar a sua actuação no Golfo da Guiné, apesar de continuar a ter o seu principal foco no Delta do Níger.

O especialista adiantou que o fenómeno já atinge vários países africanos da região, como os Camarões ou a Guiné-Equatorial.

De acordo com Pérouse de Montclos, a explicação para a pirataria "não pode apenas ser encontrada na fragilidade dos Estados ou na pobreza das populações".

"O Estado da Somália colapsou em 1990, porém, o aumento exponencial da pirataria apenas começou em 2003", advogou, lembrando que há outros Estados africanos pobres, em termos de Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que não são afectados pelo fenómeno da pirataria".

No entender do perito francês, há também "uma clara relação entre a violência que existe em terra e aquela que existe no mar".

O investigador lembrou que a Nigéria é o "único país onde existe um grupo rebelde que é financiado através das receitas do petróleo".

Fonte: www.portalangop.co.ao/ (28/05/2010)

Un atunero vasco repele el ataque de piratas en el Índico

Los vigilantes del 'Campolibre Alai' emplearon sus armas para disuadir a los asaltantes

Bilbao. (Vasco Press).- El atunero vasco "Campolibre Alai", perteneciente a la empresa bermeana Echebastar Fleet, ha sufrido hoy un ataque por parte de una banda de piratas cuando navegaba en aguas del Océano Indico, que ha repelido.

Según ha informado la compañía, a primera hora de esta mañana -sobre las 10 horas-- un esquife con varios piratas han intentado abordar al buque "Campolibre Alai" cuando se encontraba en aguas de Madagascar a unas 70 millas de las aguas francesas de la islas Mayotte, situada en el extremo norte del Canal de Mozambique, en el archipiélago de las Comoras. Una zona considerada "segura" por las compañías de atuneros congeladores vascas.

Inmediatamente el patrón del atunero ha puesto al máximo los motores y ha comenzado a navegar contra las olas "aplicando los dispositivos de seguridad de abordo y el plan de contingencia en caso de ataque pirata". Tras 40 minutos de persecución, los vigilantes de seguridad embarcados en el atunero congelador han tenido que utilizar sus armas para repeler el intento de abordaje, según la Asociación Nacional de Armadores de Buques Atuneros Congeladores (ANABAC).

El protocolo ha funcionando "correctamente" y finalmente han conseguido salir de la zona "sin lamentar daños personales". No es la primera vez que el atunero de la compañía Echebastar Fleet sufre el acoso de los piratas. El 7 de septiembre de 2009 fue atacado a 460 millas de la costas de Somalia cuando se dirigía hacia una boya para comprobar los cardúmenes de túnido. Entonces el radar alertó de la presencia de una embarcación "sospechosa" a pocas millas de distancia que se acercaba por la aleta de estribor.

El patrón del "Campolibre Alai", el joven bermeano de 29 años Xabier Larrozea, emprendió la huida realizando "variaciones de rumbo". Sin embargo, durante 45 minutos los piratas no cejaron en su empeño respondiendo a las maniobras del atunero que finalmente puso el buque a toda maquina contra el mar y el viento hasta que finalmente pudieron eludir el ataque.

Construido por Astilleros Reunidos del Nervión en 1989, "Campolibre Alai" esta considerado un "histórico" de la flota vasca en el Indico. Con 70 metros de eslora, el barco cuenta con un arqueo de 2.214 Gt. Pertenece a la flota de Enchebastar Fleet, junto a los atuneros "Elai Alai" y el "Alakrana" y el buque de apoyo "Alakrantxu". El "Campolibre Alai" pertenece a la misma flota que el "Alakrana" cuyos 36 tripulantes permanecieron 47 días secuestrado en manos de los piratas. frente a las costas de Somalia.

Fonte: www.lavanguardia.es/politica/noticias/ (25/05/2010)